Rally dos Sertões

27/08 – 4ª etapa – Paracatu (MG)/São Francisco (MG)

Deslocamento inicial: 135,24 km
Trecho especial: 363,85 km
Deslocamento final: 86,21 km
Total do dia: 585,30 km

Com 363,85 km de trecho cronometrado (especial) e 585,30 km no total, a quarta etapa da 22ª edição do Rally dos Sertões, disputada nesta quarta-feira (dia 27), foi a maior e mais dura até aqui. Os competidores saíram de Paracatu rumo à cidade de São Francisco, ambas em Minas Gerais, e estreantes no percurso da competição. Foi um dia que lembrou as areias do deserto do Jalapão, alternando com piso duro e cascalho. Uma etapa que colocou equipamento, pilotos e navegadores à prova e foi marcada por abandonos e vários forfetes (os competidores não conseguiram terminar a especial dentro do tempo limite de 6h30min).

Nas motos, o português Paulo Gonçalves (Team Honda HRC), atual campeão do Sertões, faturou a quarta etapa do rali, com o tempo de 4h24min02s, superando o espanhol Marc Coma (KTM Red Bull Factory Team), que chegou em segundo na especial, mas segue na liderança geral (9h43min55s), com apenas 2min04 de vantagem para Gonçalves. Cada um venceu duas etapas até o momento.

O terceiro lugar no dia ficou com o português Helder Rodrigues (Team Honda HRC), seguido pelo brasileiro Jean Azevedo (KTM Red Bull Factory Team), que está em terceiro no acumulado, a 9min37s de Coma.

Trinta e seis, das 37 motos que iniciaram o rali, largaram na especial desta quarta-feira, mas algumas ficaram pelo caminho. Apenas 26 chegaram dentro do tempo limite.

“Hoje foi uma etapa bem grande e comecei andando bastante forte. No segundo setor, acabei cometendo um pequeno erro, perdendo um pouco de tempo. No final, consegui voltar forte, recuperar tempo e abrir um pouco do Marc (Coma). Agora estamos no meio do rali, vamos disputar os três dias que tem pela frente. Espero continuar competitivo e ver o final como vai ficar”, declarou Gonçalves, que já está se preparando para a etapa maratona que será realizada nesta quinta-feira (28), com chegada em Diamantina (MG), onde os competidores não poderão receber auxílio mecânico externo.

“Mais um bom dia. Uma especial grande, dura e muito boa. Tentei andar o mais rápido possível e acho que o segundo lugar foi um bom resultado para hoje”, destacou o espanhol Coma, campeão do Sertões em 2010 e atual líder do Mundial de Rally Cross Country da FIM.

Azevedo também comentou sobre a etapa e sua semelhança com o Jalapão. “Foi uma etapa muito rápida, praticamente só reta, com piso de areia, diferente do que estávamos pegando até agora. Particularmente não achei muito prazerosa, uma etapa que mede mais moto do que piloto. Faz parte do rali, mas ainda prefiro etapas mais técnicas, mais travadas. Espero que amanhã comece essa característica. Foi um dia parecido com o Jalapão, lá também é plano, rápido, com piso de areia. Talvez lá a areia seja mais pesada, mas foi uma etapa bem parecida”, comparou o pentacampeão do Sertões.

Categoria Quadriciclos tem rivalidade Brasil e Polônia
Na categoria quadriciclos, que teve 13 competidores na disputa, a rivalidade Brasil x Polônia só aumenta. O polonês Rafal Sonik (Sonik Team) chegou na frente na etapa, mas recebeu uma penalização de 16 minutos, que foram acrescentados ao seu tempo final (por não ter parado no abastecimento).

Vitória então do maranhense Marcelo Medeiros (Taguatur Racing), que assumiu a liderança no geral (10h56min32s), seguido pelo atual campeão Robert Nahas (RNN Sports), que “se estranhou” com Sonik na disputa do dia.

“Eu achei o trecho espetacular. Esse é o meu 11º Sertões e essa foi uma das especiais mais gostosas que eu fiz. Hoje eu não consegui zerar o problema com a estabilidade do quadri, mas melhorou muito. Consegui andar muito bem, mas como eu não andei bem ontem, peguei muita poeira, consegui passar alguns. O (Gabriel) Varela foi muito bom comigo. Eu já vinha na poeira dele e quando ele viu me deu passagem, mas na hora que chegou no Rafal Sonik, ele não me deixou passar de jeito nenhum. Só consegui passar quando ele deu uma bobeada na navegação e a hora que ele tirou a mão eu consegui passar”, relatou Nahas.

“Quando chegou no abastecimento ele entrou muito colado em mim. Então eu sai no limite do radar para não tomar penalização. Na hora que ele saiu do radar, ele enfiou a mão no acelerador e deu de lado no meu quadri, me jogou pro barranco. Ainda bem que não tinha nada pra bater. Depois ele veio me falar que foi sem querer, que pegou algum obstáculo e que acabou acelerando sem querer”, completou o piloto.

Sonik se defendeu: “Numa curva cega, eu sai um pouco da trilha e então senti alguma coisa me tocar pelo lado. Não cheguei a sair completamente, mas me jogou para fora. Foi uma sorte não ter sido um toque forte, então fiquei bastante assustado durante a etapa”, disse o polonês, que venceu o Sertões em 2010.

Longe da confusão, Medeiros disse que teve um dia tranquilo. “Uma etapa totalmente diferente de ontem, com muitas retas, mas com piso de areia. Foi tudo tranquilo nessa especial mais longa. Hoje vamos fazer uma revisão no quadri, como fazemos todos os dias e tentar fazer uma boa etapa amanhã”, completou o campeão de 2012.

Apenas nove quads completaram a especial dentro do tempo limite.

Categoria UTV tem nova vitória de Zé Hélio e Edmilson de Camargo
Dos 21 UTVs que iniciaram a disputa da 22ª edição do Rally dos Sertões, 18 competiram na etapa desta quarta e só 12 não forfetaram. Pentacampeão nas motos, José Hélio Rodrigues e o navegador Edmilson de Camargo Jr. (Polaris Racing / Zé e os Caras 4×4) venceram a etapa, a segunda neste rali, com o tempo de 5h03min43s. Rodrigo Varela/João Arena (Divino Fogão Rally Team) ficou em segundo e Bruno Sperancini/Lourival Roldan (Casarini Can-AM) terminou em terceiro.

Com o resultado, Zé Hélio e Camargo assumiram a liderança no acumulado (11h12min18s), mas a diferença está apertada para os vice-líderes Varela e Arena, que estão a apenas 1min01s da dupla.

Denisio Casarini e Eduardo Shiga (Casarini Can-Am), que vinham entre os primeiros no geral da categoria, tiveram um dia difícil, com a quebra na manga de eixo no km 139 da especial. Eles forfetaram e caíram para 10º no geral.

“Hoje foi bom. Uma especial espetacular. Extremamente prazerosa, acho que o rali está nota 10. Esse novo formato de prova está me agradando muito. Ganhei a maior especial do Sertões neste ano, mesmo com alguns imprevistos no caminho. Minha estratégia hoje era colocar algum tempo na liderança para ficar mais tranquilo, mas não deu certo. Tive um pneu furado e perdi algum tempo, mas mesmo assim fico na liderança. Agora a estratégia muda e o rali só termina em Belo Horizonte. Me lembrou bastante o Jalapão, um piso com muita cara de Jalapão”, disse Zé Hélio.

Colado nos líderes, Varela prevê que a etapa maratona nesta quinta pode mudar todo o rali. “Hoje era uma especial longa e muito areião. Foi um dia difícil para quem corre de UTV porque muita gente teve problema de correia. Era um dia para poupar para entrar na maratona um pouco melhor. O resultado final não foi tão ruim. Ficamos em segundo, com o Zé Hélio abrindo um minuto de vantagem no geral. Amanhã e depois é que o rali vai dar uma bela reviravolta”, acredita.

Quinta Etapa: São Francisco (MG) / Diamantina (MG) – Maratona 
Nesta quinta-feira (28), os competidores do Rally dos Sertões disputam a “temida” etapa maratona. Ao final, eles não poderão receber auxílio mecânico externo, então todo o cuidado é pouco. Eles partem de São Francisco para Diamantina, em Minas Gerais, para um total de 645,44 km (223,57 km de deslocamento inicial, 335,98 km de especial e 85,89 km no deslocamento final).

“Esta é a maior etapa de 2014. Teremos um deslocamento inicial longo por asfalto com um pequeno desvio de 15 km por terra, bem sinuoso e estreito. A etapa ‘Maratona’ começa no início da especial. Logo após a largada, teremos um trial de aproximadamente 5 km em uma serra com muitas erosões e pedras. Em seguida, a prova fica rápida com muito cascalho seguindo por um longo trecho de reflorestamento bem sinuoso com muita navegação. Logo após o abastecimento, a prova fica travada com muitas trilhas que lembram muito a região da Canastra. Fica travada até a travessia do Rio Jequitinhonha. Deste trecho até o final, muitos mata-burros, lombas e estradas de fazenda. Para os caminhões, esta etapa também será reduzida. O deslocamento final será em zona de velocidade controlada (radar) até o parque fechado em Diamantina (Maratona)”, explica Eduardo Sachs, diretor técnico da prova.

Entre Goiânia e Belo Horizonte, o Sertões vai passar por mais cinco cidades. Três são sede do rali pela primeira vez: a goiana Catalão e as mineiras Paracatu e São Francisco. Completam o percurso, Caldas Novas (GO) e Diamantina (MG), que já receberam o Sertões em outras edições.

Além de motos, UTVs e quads, o Sertões também tem as disputas das categorias carros e caminhões. São sete etapas até a chegada no dia 30 em Belo Horizonte e mais de 2,6 mil km percorridos. A prova conta com 197 competidores no total e pilotos de seis países, além do Brasil: Chile, Espanha, França, Polônia, Portugal e Reino Unido. Nas categorias motos e quads, o Sertões também é válido pelo Mundial de Rally Cross Country da FIM (Federação Internacional de Motociclismo).

Os melhores na 4ª Etapa e no acumulado (resultado extraoficial):

Motos – 4ª Etapa
1. #1 PAULO GONCALVES (HONDA / TEAM HONDA HRC) 04h24min02s
2. #2 MARC COMA (KTM / KTM RED BULL FACTORY TEAM) 04h25min17s
3. #4 HELDER RODRIGUES (HONDA / TEAM HONDA HRC) 04h30min51s
4. #5 JEAN AZEVEDO (HONDA / HONDA MOBIL DE RALLY) 04h31min20s
5. #3 JORDI VILADOMS (KTM / KTM RED BULL FACTORY TEAM) 04h31min34s

Motos – Acumulado
1. #2 MARC COMA (KTM / KTM RED BULL FACTORY TEAM) 9h43min55s
2. #1 PAULO GONCALVES (HONDA / TEAM HONDA HRC) 9h45min59s
3. #5 JEAN AZEVEDO (HONDA / HONDA MOBIL DE RALLY) 9h53min32s
4. #4 HELDER RODRIGUES (HONDA / TEAM HONDA HRC) 9h55min29s
5.#3 JORDI VILADOMS (KTM / KTM RED BULL FACTORY TEAM) 9h58min15s

Quads – 4ª Etapa
1. #102 MARCELO MEDEIROS (TAGUATUR RACING) 04h59min45s
2. #100 ROBERT NAHAS (PROTOTIPO / RNN SPORTS) 05h03min39s
3. #101 RAFAL SONIK (HONDA / SONIK TEAM) 05h10min01s
4. #105 GABRIEL VARELA (CAN-AM / DIVINO FOGAO RALLY TEAM) 05h20min55s
5. #106 ANDRE SUGUITA (BIKE BOX) 5h35min00s

Quads – Acumulado
1. #102 MARCELO MEDEIROS (TAGUATUR RACING) 10h56min32s
2º # 100 ROBERT NAHAS (PROTOTIPO / RNN SPORTS) 11h02min24s
3º #101 RAFAL SONIK (HONDA / SONIK TEAM) 11h10min34s
4º #105 GABRIEL VARELA (CAN-AM / DIVINO FOGAO RALLY TEAM) 11h22min54s
5º #103 TOM ROSA (YAMAHA / NC RALLY TEAM) 12h05min36s

UTVs – 4ª Etapa
1. # 202 JOSE HELIO/EDMILSON CAMARGO JR. (POLARIS RACING) 05h03min43s
2. #203 RODRIGO VARELA/JOAO HENRIQUE ARENA (CAN-AM / DIVINO FOGAO RALLY TEAM) 05h06min40s
3. # 201 BRUNO SPERANCINI/LOURIVAL ROLDAN (CASARINI CAN-AM) 5h12min10s
4. #213 VINÍCIUS MOTA/RAFAEL SHIMUK (TAGUATUR RACING) 05h16min22s
5. #222 ANDRE SAWAYA/EDUARDO COSTA (S2 RALLY / BIKE BOX) 05h18min47s

UTVs – Acumulado
1. # 202 JOSE HELIO/EDMILSON CAMARGO JR. (POLARIS RACING) 11h12min18s
2. #203 RODRIGO VARELA/JOAO HENRIQUE ARENA (CAN-AM / DIVINO FOGAO RALLY TEAM) 11h13min19s
3. #222 ANDRE SAWAYA/EDUARDO COSTA (S2 RALLY / BIKE BOX) 11h27min26s
4. #218 HENRIQUE GUTIERREZ/ WEIDNER MOREIRA (PODIUM) 11h38min55s
5. #213 VINÍCIUS MOTA/RAFAEL SHIMUK (TAGUATUR RACING) 11h55min34s

[Por:Moto.Com.br]

Kawasaki

A fabricante japonesa Kawasaki anuncia nova tabela de preços para os modelos de motocicletas das linhas Sport, Naked, Cruiser e Touring, Adventure e Off Road, que são oferecidas no mercado brasileiro.

Os valores presentes na lista são representativos para a rede de concessionárias da marca japonesa em todo o território nacional e não incluem os custos de frete.

TABELA DE PREÇOS
MODELOS ANO MOD PREÇO PÚBLICO SUGERIDO
Concours 14 2013 76.990,00
ER-6n 2013 23.990,00
ER-6n ABS 2014 29.390,00
KLX450R 2014 25.990,00
KX100 2014 21.990,00
KX250F 2014 32.990,00
KX450F 2014 35.990,00
Ninja 1000 TR ABS 2015 56.990,00
Ninja 300 2014 17.990,00
Ninja 300 ABS 2014 20.990,00
Ninja 650R 2014 28.390,00
Ninja 650R ABS 2014 30.990,00
Ninja ZX-10R 2014 56.990,00
Ninja ZX-10R ABS 2014 61.990,00
Ninja ZX-10R SE 2015 63.990,00
Ninja ZX-10R SE ABS 2015 67.990,00
Ninja ZX-14R 2014 56.990,00
Ninja ZX-14R ABS 2014 60.990,00
Ninja ZX-6R 636 2014 44.990,00
Ninja ZX-6R 636 ABS 2014 47.990,00
Ninja ZX-6R 636 ABS SE 2015 54.990,00
Ninja ZX-6R 636 SE 2015 51.990,00
Versys 2013 29.990,00
Versys 1000 ABS 2015 49.990,00
Versys 1000 GRAND TOURER ABS 2015 56.990,00
Versys ABS 2013 32.990,00
Versys Tourer ABS 2013 35.990,00
Vulcan 900 Classic 2013 30.990,00
Vulcan 900 Classic LT 2013 33.990,00
Vulcan 900 Classic Special Edition 2013 31.990,00
Vulcan 900 Custom 2013 32.990,00
Z1000 2015 48.990,00
Z1000 ABS 2015 51.990,00
Z1000 ABS SE 2015 52.990,00
Z1000 SE 2015 49.990,00
Z800 2014 36.390,00
Z800 ABS 2014 39.390,00

[Por:Moto.Com.br]

Scooter Honda PCX

A fabricante japonesa Honda apresenta o scooter PCX em sua linha 2015 com novas opções de cores preto e branco pérola, deixando o integrante da categoria Family mais moderno e atraente.

Produzida em Manaus (AM), o PCX tem como um dos seus grandes destaques o exclusivo sistema Idling Stop System, que permite que com o scooter parado, o motor cesse o funcionamento após três segundos em marcha lenta e ligue automaticamente assim que o acelerador for utilizado. O resultado é redução no consumo de combustível e consequente baixa emissão de poluentes.

Outro diferencial do PCX está em suas carenagens, com traços angulados marcantes que transmitem modernidade. Na dianteira, o conjunto óptico incorporado à carenagem frontal conta com desenho inspirado nos modelos de maior cilindrada da marca.

O banco em dois níveis é largo e conta com 760 mm de altura em relação ao solo, para maior comodidade e facilidade de acesso. Sob o banco, a scooter dispõe de compartimento que pode acomodar facilmente um capacete, com sobra para pequenos volumes e outro porta-objetos, localizado logo abaixo do painel, também permite armazenar pertences de forma rápida e simples.

O PCX conta com motor monocilíndrico de 152,9 cm³, OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos, arrefecimento a líquido, com potência de 13,6 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 1,41 kgfm a 5.250 rpm, além de injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection). A transmissão é do tipo automática CVT.

Outro destaque é o sistema CBS (Combined Brake System), tecnologia que possibilita usar os freios dianteiro e traseiro de forma simultânea, ao utilizar o manete esquerdo. É um benefício que garante mais segurança e eficácia, principalmente aos pilotos menos experientes, com frenagens mais curtas e progressivas. O modelo conta ainda com freio a disco dianteiro de 220 mm e cáliper de três pistões. Na traseira, a tambor com 130 mm.

Equipada com chassi em aço do tipo monobloco, a PCX possui distância entre eixos de 1.315 mm. As rodas são de 14 polegadas, com pneus 90/90 (dianteira) e 100/90 (traseira).

O conjunto de suspensões apresenta garfo telescópio com 100 mm de curso. Na traseira, sistema de duplo amortecimento, com 85 mm de curso.

A linha 2015 da PCX tem preço público sugerido de R$ 8.600, com base no Estado de São Paulo, sem despesas com frete e seguro. A garantia do modelo é de um ano, sem limite de quilometragem.

[Por:Moto.com.br]

Suposta versão maior do Tricity apareceu em escritório de registro de patentes do Japão.

novo scooter

E um escritório internacional de patentes volta a entregar um plano futuro da Yamaha. Depois da tourer com base na MT-09 ser encontrada nos arquivos europeus, no Japão foi encontrada a patente de um scooter de três rodas muito similar ao Tricity, modelo que a marca de Iwata já está comercializando na Europa. No entanto, o modelo do registro tem conjunto óptico diferente e parece mais robusto do que o pequeno scooter. Pode vir por aí uma versão de 300 ou 500cc, portanto.

No mês passado, a Yamaha do Japão já havia soltado um comunicado à imprensa mundial, no qual revelava que o Tricity seria apenas o primeiro de uma linhagem de modelos equipados com o sistema “Leaning-Multi-Wheel”, que consiste a inclinação das rodas dianteiras do scooter. Resta agora saber se a novidade será apresentada já em outubro na Alemanha, durante o Salão de Colônia, ou se a Yamaha deixará para mostrá-lo apenas em novembro, no Salão de Milão, aproveitando o apelo dos scooters para o povo italiano. (por Carlos Bazela)

[PorUol Motos]

Hellcat Speedster

A norte-americana Confederate Motorcycles, conhecida por produzir motos exclusivas, apresentou uma nova versão de um de seus modelos mais célebres. Batizada como Hellcat Speedster, a moto conserva os traços marcantes de suas antecessoras, como a ausência da rabeta e o gigantesco propulsor de dois cilindros em “V” de 2.163 cm³, capaz de gerar cerca de 120 cv.

Entre as novidades, estão o design mais arredondado do tanque com acabamento em fibra de carbono, o escape “tipo serpentina” abaixo do quadro e o suporte de placa preso na balança, rente à roda traseira. Como é de praxe nos modelos da Confederate, a Hellcat Speedster emprega metais utilizados em aviação e a moto é feita totalmente à mão. O preço, como não poderia deixar de ser, é expressivo: US$ 65 mil com um sinal de US$ 10 mil para reserva.

[Por:Moto.Com.br]

Harley-Davidson

 

Impulsionada pelo Projeto RUSHMORE, pelo lançamento global das motocicletas Street™ 500 e Street™ 750 e pela grande repercussão do Projeto LiveWire™, a Harley-Davidson segue o ritmo com a introdução da linha 2015 no mercado estadunidense. Combinando design fantástico, sistema de áudio premium e excelente ergonomia, a empresa expande seu portfólio com novas opções de modelos e oferece aos motociclistas mais possibilidades para curtirem a estrada.

“A ampla linha 2015 demonstra nosso comprometimento em entregar motocicletas fantásticas aos clientes”, explica Matt Levatich, presidente e chefe de Operações da Harley-Davidson Motor Company. “Fazemos questão de estar sempre junto deles, e tudo o que realizamos tem como objetivo principal entregar o que esperam e desejam da Harley-Davidson.”

Novidades da linha 2015:

Harley-Davidson Road Glide®
Após o intervalo de um ano, essa autêntica bagger está de volta, com uma nova carenagem fixa montada sobre o garfo, com abertura de ar que diminui a turbulência, faróis duplos de LED Daymaker™ e um guidão mais recuado e com novo ângulo, aprimorando sua ergonomia.

Harley-Davidson Road Glide®

Harley-Davidson Road Glide Special®
A versão mais completa do modelo vem de série com sistema infotainment Boom!™ Box, suspensão ajustável e freios Reflex™ com ABS.

Harley-Davidson Road Glide Special®

Harley-Davidson Trike Freewheeler™
A Harley-Davidson expande sua atuação no mercado de três rodas com o lançamento desse modelo. Desde o guidão mini ape-hanger, até o para-lamas estilo bobtail, o triciclo Freewheeler™ alia estilo custom e facilidade de condução. A nova traseira confere ao modelo um perfil baixo e alongado.

Harley-Davidson Trike Freewheeler™

Novo sistema de freios para a família Softail®
A inovação oferece melhor capacidade de resposta e diminui o esforço feito no manete em 40%. Dentre os novos componentes do freio dianteiro, estão uma pinça com quatro pistões de 34mm e 32mm, pastilhas com material de alta performance, cilindro mestre renovado e um disco de 300mm. Além disso, a pinça e o cilindro mestre foram reestilizados, garantindo um design mais bonito às motocicletas.

 

Harley-Davidson Electra Glide® Ultra Classic® Low / Harley-Davidson Ultra Limited Low
A Harley-Davidson oferece um conjunto de melhorias na ergonomia dos modelos Touring. Entre elas, destaca-se o banco mais baixo, oferecendo mais confiança aos motociclistas, combinado com o pacote completo de recursos do Projeto RUSHMORE, além do autêntico estilo da marca.

Harley-Davidson CVO™ Street Glide®
Com um novo sistema de áudio Boom! que gera 600 watts de potência através de quatro alto-falantes dianteiros e três traseiros, essa bagger de produção limitada proporciona excelente qualidade sonora. A moto também garante exclusividade, com quatro opções de pintura especial.

Harley-Davidson CVO™ Road Glide® Ultra
Essa motocicleta premium traz uma aerodinâmica fantástica, itens de luxo e a imponente performance do motor Screamin’® Eagle Twin-Cooled™ Twin Cam 110™.

Em toda a linha 2015, a Harley-Davidson oferece novas opções de estilo, com oito cores inéditas, incluindo as chamadas “Black Magic” e “Radioactive Green”, além das novas cores da pintura especial Hard Candy Custom™ – Cancun Blue Flake e Quicksilver Flake.

No que se refere à customização, a tradição da Harley-Davidson é levada ao limite. Este ano, centenas de novos componentes de peças e acessórios estão sendo lançados. Os motociclistas de todo o mundo ainda terão à disposição novas jaquetas, botas, capacetes, camisetas e muito mais.

“O lançamento da linha 2015 da Harley-Davidson nos Estados Unidos nos enche de orgulho, por ver que a empresa segue firme em sua filosofia de lançar os produtos que nossos clientes no mundo inteiro desejam, e que complementam o seu estilo de vida. A Harley-Davidson do Brasil está fazendo estudos de mercado para avaliar quais modelos se encaixam no perfil do consumidor brasileiro e trazê-los no momento oportuno”, afirma Longino Morawski, diretor-superintendente Comercial da Harley-Davidson do Brasil.

Harley-Davidson CVO™ Road Glide® Ultra

A linha 2015 da Harley-Davidson já está a venda nas concessionárias dos Estados Unidos.

[Por:Moto.Com.br]

BMW R Nine T e S 1000 R chegam ao Brasil

BMW R Nine T

Depois de já ter confirmado há algum tempo a chegada da clássica R Nine T e da moderna naked S 1000 R, a BMW Motorrad finalmente lança os modelos no Brasil com os preços sugeridos de R$ 61.500 e R$ 67.900, respectivamente. “Temos certeza de que estes dois produtos serão bem-sucedidos no segmento roadster de alta cilindrada”, afirma Federico Alvarez, diretor da BMW Motorrad.

Equipada com o tradicional motor boxer de dois cilindros opostos refrigerado a ar de 1.170 cm³, a R Nine T foi criada para comemorar os 90 anos da marca bávara como fabricante de motocicletas. O propulsor é capaz de gerar até 110 cv de potência máxima a 7.550 rpm. Crua, ela tem apenas os freios ABS como item de eletrônica embarcada, design alusivo às café racers de antigamente  e chama a atenção pelas diferentes possibilidades de customização oferecidas. A R Nine T chega aqui apenas na cor preta.

S 1000 R

Já a naked S 1000 R tem visual inspirado na superesportiva S 1000 RR, com a qual partilha diversos outros itens.  Ao contrário da Nine T, toda a eletrônica característica da marca bávara foi colocada na naked. Portanto, a S 1000 R, que chega aqui nas cores vermelha branca e azul, é a versão completa, que inclui além dos freios ABS e controle de tração, a suspensão semi-ativa DDC (Dynamic Damping Control) e dois modos extras de pilotagem, que complementam os dois de série. Fora isso, ela tem uma versão retrabalhada do propulsor de quatro cilindros em linha de 999 cm³ da superbike, que é capaz de gerar até 160 cv de potência máxima a 11.000 giros por minuto.

[Por:UolMotos]

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