Completando 25 anos da linha sport, máquina recebeu novos grafismos

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Uma moto “para inglês ver”, assim pode ser considerada a edição especial da GSX-R. Isso porque os únicos que terão o prazer de contar com a máquina serão os habitantes da Terra da Rainha, onde a marca japonesa acaba de lançar aversão de aniversário da esportiva. Apenas 25 exemplares da 600 estarão disponíveis à venda na Inglaterra, a partir de 1º de abril, em celebração aos 25 anos da saga de aniversário da saga GSX-R.

Em relação à moto de série, a motocicleta possui um escape Yoshimura, possibilitando um visual mais exclusivo. Além disso, a GSX-R recebeu nova coloração e uma placa com o número da série. O preço sugerido da máquina será de 8.799 libras.

Rafael Miotto

Imagens divulgação

[Por:Motociclismo Online]

motos

O secretário municipal dos Transportes, Alexandre de Moraes, disse ontem, em entrevista à rádio CBN, que as motocicletas serão proibidas de circular na pista expressa da Marginal Tietê. A mudança irá ocorrer após a inauguração das novas pistas da via, marcada para o fim de março. “As motocicletas podem continuar a andar na marginal, mas nas pistas central e local. Ou seja, continuarão com o mesmo número de pistas, são sete, mas deixarão de rodar pela pista expressa”, afirmou o secretário.

De acordo com ele, a alteração ocorrerá por causa da velocidade da pista expressa, 90 km/h, e o alto índice de acidentes envolvendo motos no local. “O mais perigoso para as motocicletas é a pista expressa. Chega a ter oito vezes mais acidentes do que a pista local”, disse Moraes à CBN. Além disso, os caminhões passarão a ter a velocidade máxima reduzida para 70 km/h em qualquer das pistas da Marginal Tietê. “Isso deve diminuir em 60% o número de caminhões se envolvendo em acidentes.”

Também está agendada para o final do mês a inauguração da motofaixa da Avenida Liberdade. “É uma motofaixa que sai da Rua Sena Madureira, pega o finalzinho da Rua Vergueiro, Avenida Liberdade, chegando até a Praça João Mendes, que é um trajeto muito feito por motociclistas, principalmente aqueles que vão até o Centro”, contou.

Depois de inaugurada, os motociclistas terão um tempo de adaptação e haverá uma nova mudança. “Vamos passar um período de transição e, na sequência, essas motos serão direcionadas e proibidas de circular no trecho da 23 de Maio entre o antigo Detran e o Vale do Anhangabaú”, afirmou o secretário. Ele disse que um levantamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) identificou a Marginal Tietê e esse trecho da Avenida 23 de Maio como os mais críticos em relação a acidentes com motos.

Fonte: Globo.com

AMA SX

Diante de 42 mil pessoas no Toronto Rogers Centre, o piloto Ryan Villopoto passou Trey Canard na primeira volta e se dirigiu para sua segunda vitória consecutiva no Ama Supercross.

A vitória em Ontário foi a quinta de Villopoto na temporada e o colocou três pontos mais próximo do líder da classificação geral, o piloto da Rockstar Makita Suzuki, Ryan Dungey, que finalizou a etapa na segunda posição.

“Essa foi uma ótima vitória. Eu sabia que tinha que passar Canard o mais rápido possível. Ele está pilotando muito bem e é difícil passá-lo, por isso sabia que tinha que ultrapassá-lo rapidamente, antes de Dungey”, disse Villopoto.

Uma vez na liderança, Villopoto imediatamente começou a abrir grande vantagem, enquanto Dungey começou a pressionar Canard pela segunda posição. Na sexta volta, as três primeiras posições foram definidas, quando Dungey passou Canard e assumiu o segundo posto.

Na chegada, a diferença de Dungey para Canard era de quase 27 segundos. “Eu realmente demorei muito para tomar a segunda posição e Villopoto sumiu. Mas isso é algo que podemos melhorar para a próxima corrida”, disse Dungey, que conseguiu tirar algum tempo de Villopoto durante as últimas cinco voltas.

Com sete etapas para o fim da temporada do AMA Supercross 2010, Villopoto está 17 pontos atrás do líder, Dungey.

A terceira colocação de Canard marca a terceira vez seguida que ele sobe no pódio. Ele credita seu Holeshot como chave de sucesso para os últimos resultados.

“Minha largada foi muito boa. Foi o principal para meu sucesso. Eu fiz o que pude para ficar com os caras, mas não posso dizer que estou triste com a terceira colocação”, disse Canard.

O piloto da Valli Motosports Yamaha, Ivan Tedesco, se aproveitou da queda de Davi Millsaps na décima quarta volta para tomar o quarto lugar, enquanto Kevin Windham terminou a prova na quinta posição.

Josh Hill, piloto da San Manuel Yamaha que ocupa o terceiro lugar na classificação geral, terminou a décima etapa na sexta posição.

A próxima etapa do AMA Supercross acontecerá na cidade de Dallas, no Texas, no Cowboys Stadium, no próximo fim de semana.

Resultados:
1) Ryan Villopoto (Monster Energy Kawasaki), 20 voltas
2) Ryan Dungey (Rockstar/Makita/Suzuki/Yoshimura), + 4s300
3) Trey Canard (Honda Red Bull Racing), + 31s168
4) Ivan Tedesco (Valli Motorsports), + 44s633
5) Kevin Windham (Gieco Powersports/Honda/Factory Connecti), + 59s804
6) Josh Hill (SanManuelBandofMissionIndians), + 1min06s583
7) Nick Wey (TiLube/Babbitts/MSR/Foremost), 19 voltas
8 ) Tommy Hahn (Rockstar Energy Suzuki), + 7s865
9) Justin Brayton (Muscle Milk/Toyota/JGR/Yamaha), + 15s908
10) Matt Boni (Hart & Huntington Rockstar), + 17s426

Classificação:
1) Ryan Dungey, 214 pontos
2) Ryan Villopoto, 197
3) Josh Hill, 177
4) Davi Millsaps, 152
5) Kevin Windham, 147

[Por:Moto.com.br]

Promessa da MV

O piloto Victor Moura estreou na categoria Superbike no último domingo, durante a 1ª Etapa do Campeonato Paranaense de Motovelocidade, que aconteceu no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais. Com apenas 18 anos, o piloto é uma promessa do motociclismo brasileiro.

Victor participou da primeira etapa com uma Yamaha YZF R1 2010, que não estava pronta para a competição. “Alguma peças da moto não chegaram a tempo e participei desta etapa para tentar pontuar na competição”, diz o jovem piloto, que chegou na quarta colocação e deve descartar este resultado.

No treino-classificatório, com a pista molhada devida à chuva, Victor fez o quinto melhor tempo das motos Pró-Streetbike e Superbike. Na largada, o piloto já pulou para a terceira posição, mas durante a prova o piloto acabou escorregando em uma curva e chegou em quarto lugar na sua categoria. O campeão da Superbike foi José Camargo, da Cachorrão Racing Team.

Agora, o piloto patrocinado pela Miracle Plotters, SVC Transportes e H20 Distribuidora de Bebidas vai preparar sua moto para competir na segunda etapa do Campeonato Paranaense de Motovelocidade, que acontece nos dias 23, 24 e 25 de abril, no Autódromo de Cascavel. “Esta etapa será especial para mim pois cai no fim de semana do meu aniversário. A vitória será meu melhor presente”, alerta o jovem piloto.

[Por:Moto.com.br]

Suzuki Burgman

A J.Toledo Suzuki convoca os proprietários do scooter Burgman Automatic, anos 2008 e 2009, com numeração de chassis de 9CDCF47AJ8M036199 até 9CDCF47AJ9M079398, a comparecerem a uma concessionária da marca mais próxima de sua residência para realizar substituição da tampa do tanque de combustível, visando evitar o vazamento de gasolina.

[Por:Moto.com.br]

Racing Day 2010
O I Racing Day de 2010, evento que reúne o Campeonato Paranaense de Motovelocidade, a Copa Pinhais de Marcas e Pilotos e o Desafio 201m, contou com pegas emocionantes neste domingo, no Autódromo de Curitiba, em Pinhais. A chuva que caiu durante a manhã deixou a pista molhada, mas mesmo assim os pilotos aceleraram forte no circuito Raul Boesel, de 3.695 metros.

O Paranaense de Motovelocidade, organizado pela Força Livre Motorsport, reuniu 40 motos que foram divididas em sete categorias. Na 250cc, o mais rápido foi Giomar Milani, que fez 10 voltas em 23min56s595. Ele foi seguido por Delano Soares, que chegou após 9s336, e Rafael Bento, que ficou em terceiro. Na 500cc, o destaque foi Wadih Nassar, que percorreu 18 voltas em 34min15s667. Aloisyo Coutinho e Marcos Salles ficaram respectivamente em segundo e terceiro lugar.

O piloto Juliano Vendrami foi o vencedor na Streetbike. Ele fez o percurso de 19 voltas em 35min45s599. Fernando Rossi ficou em segundo, e Edson Souza em terceiro. A Streetsport, contou com dois competidores. Fábio Panzatti foi o vencedor e Luiz Silva ficou em segundo. Na Supersport, o campeão da etapa foi Gilberto da Silva Júnior, com o tempo de 34min47s823. Daniel Fabbri chegou na segunda posição e, em terceiro, ficou Sandro Lendron.

Na Pró-Streetbike, com 21 voltas, o campeão foi Rafael Cattoni, seguido por Giovani Mocelin e Marcos Senra. José Camargo Júnior foi o piloto que fez a volta mais rápida da competição e vencedor na categoria Superbike percorrendo 21 voltas em 33min41s051. Gilberto da Silva Júnior ficou em segundo e Luciano Fracaro em terceiro.

A segunda etapa do Campeonato Paranaense de Motovelocidade acontece nos dias 23, 24 e 25 de abril, no Autódromo de Cascavel.

Copa Pinhais de Marcas e Pilotos

A Copa Pinhais de Marcas e Pilotos, organizada pela Federação Paranaense de Automobilismo, reuniu 23 pilotos que foram divididos em três categorias. A novidade foi a premiação em dinheiro para os participantes. A equipe campeã recebeu R$ 1.500,00.

Na Marcas A, o vencedor foi James Ramos, na Marcas B, os campeões foram Lisboa Júnior e Luis Finardi, cada piloto correu em uma prova. Já na Marcas Sênior, o título da etapa ficou com Marcos Ramos.

Desafio 201m

O domingo de velocidade terminou com o Desafio 201m que reuniu 70 pilotos que aceleraram forte na reta de 201 metros. O evento não é uma competição e tem o objetivo de dar oportunidade para motoristas comuns acelerar no Autódromo. O próximo Desafio 201 acontece no dia 16 de maio.

[Por:Moto.com.br]

Rally Baja

O paulista Joaquim “Juca Bala” Gouveia conquistou o tricampeonato do Rally de Barretos, ao vencer neste fim de semana a primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2010. Juca completou a prova em 3h15m29s, seguido por Julio César Zavatti (3h18m12s), em segundo, e pelo catarinense Ike Klauman (3h20m04s), em terceiro.

“Foi uma prova muito técnica. A disputa exigiu demais da parte física dos pilotos e também do equipamento. Dou os parabéns à organização e estou muito feliz por começar o ano vencendo”, afirmou Juca.

A prova contou com a participação de 84 competidores, entre motos e quadriciclos, e foi bastante elogiada não apenas entre os pilotos. “A abertura foi perfeita. Uma prova bem organizada, com número expressivo de pilotos. Foi uma abertura digna do Campeonato Brasileiro”, disse Decio Fantozzi, diretor de rally da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM).

Resultados do Rally Barretos:

Geral
1° – Joaquim Gouveia
2° – Julio Cesar Zavatti
3° – Ike Klaumann

Super Production
1° – Joaquim Gouveia
2° – Ike Klaumann
3° – José Hélio

Production
1° – Alexandre Pejon
2° – Luis Ricardo Casoni
3° – Juner Rockenbach

Sport
1° – Julio Cesar Zavatti
2° – Ramón Sacilotti
3° – Sergio Augusto Klaumann

Brasil

1° – Dimitris Júnior
2° – Valdir do Amaral
3° – Gerson Klaumann

Quadri 450cc

1° – Munir Khalil
2° – José Mauro de Almeida
3° – Bruno Sperancini

[Por:Moto.com.br]

Yamaha XJ6

O segmento de motocicletas de 600 cm³ oferece diversas opções ao motociclista, já que é uma fatia de mercado bastante disputada em todo o mundo e também no Brasil. Há vários modelos como opção: Honda CB600F Hornet, Suzuki Bandit 650, Ducati Monster 696, Kawasaki ER-6N… e agora a nova naked Yamaha XJ6, que acaba de ser lançada por aqui. O sucesso deste tipo de moto vem principalmente de seu preço mais acessível que as 1.000 cm³ e do fato de serem mais amigáveis a ponto de figurarem como a primeira moto grande na vida de um motociclista.

Pensando justamente nesses pilotos “emergentes”, a XJ6 foi apresentada no Salão de Colônia, Alemanha, em 2008, com a proposta de ser uma 600 cm³ com motor de quatro cilindros, fácil de pilotar e confortável. Acima de tudo, o modelo Yamaha foi projetado para ser mais acessível que outras motos do segmento. Seu preço público sugerido de R$ 27.500 (sem frete e seguro), a posiciona como a 600cm³ de quatro cilindros mais em conta à venda no país.

Claro, a Yamaha teve de dotar a XJ6 de especificações mais modestas que a FZ6N — modelo também com motor tetracilíndrico de 600 cm³ que não será mais comercializado no Brasil. Apesar do design moderno e agressivo, caracterizado pelo farol assimétrico e pontiagudo, a XJ6 não traz a esportividade de sua antecessora.

O novo motor de quatro cilindros em linha, duplo comando no cabeçote (DOHC), 16 válvulas, e arrefecimento líquido, é apenas externamente similar ao da Yamaha FZ6N. Tem a mesma capacidade e manteve o diâmetro e curso dos pistões (65.5 x 44.5 mm), mas ganhou novo cabeçote, virabrequim e dutos de admissão retrabalhados. O projeto privilegiou a força em baixas e médias rotações. Tanto que o torque máximo de 6,1 kgfm já aparece nas 8.500 rpm, 1.500 rotações mais cedo do que na aposentada FZ6N. O resultado é um motor mais manso que produz cerca de 20 cavalos a menos: 77,5 cv de potência máxima a 10.000 rpm.

Os aficionados por números de desempenho podem torcer o nariz para a novidade. E com razão. Ao experimentar a XJ6 na pista, percebe-se que seu motor demora mais para crescer de giro e seu desempenho não pode ser comparado ao da FZ6. Mas também nota-se uma faixa de utilização mais ampla e o torque em giros mais baixos faz da XJ6 um modelo interessante para os mais inexperientes ou para aqueles que procuram uma naked para o uso diário.

XJ6 ANDA MENOS, MAS CUSTA MENOS

Concorde ou não, a filosofia da XJ6 é justamente essa: por que pagar mais por pinças de freio radiais, suspensão invertida, quadro em alumínio e um motor que gira a 13.000 rpm se você roda muito na cidade e as estradas estão cheias de radares? Tanto é assim, que sua ciclística espartana não se mostrou adequada para uma pilotagem mais radical na pista, porém devem funcionar muito bem nas ruas e rodovias.

O quadro tubular em aço é um dos principais responsáveis pelo peso a seco de 205 kg — a aposentada FZ6N pesava 180 kg e usava liga de alumínio. Na dianteira, a XJ6 traz garfo telescópico convencional e, na traseira, uma balança monoamortecida (com ajuste na pré carga da mola). O conjunto de suspensões está de acordo com a proposta da moto. Ou seja, bastante equilibrado para pilotar de forma comportada, porém “mole” demais para suportar uma dose maior de esportividade. Assim como os freios — disco duplo, na frente, e simples, atrás – que proporcionam frenagens eficientes, mas sem aquela mordida e o “susto” de modelos mais esportivos.

Por outro lado, a XJ6 oferece bastante conforto. O desenho do banco e o encaixe das pernas no tanque garantem uma posição de pilotagem bastante natural e o assento a apenas 78,5 cm do solo passa segurança para os iniciantes em manobras e também em passeios pela cidade. O guidão, além de plano e bastante ergonômico, oferece duas posições de ajuste.

Também pensando na agilidade do novo modelo em uso urbano, a fábrica adotou um pneu traseiro mais estreito — 160/60 — para calçar a roda de liga aro 17. Com isso, a XJ6 fica mais ágil em mudanças de direção e bastante rápida para entrar nas curvas. Aos críticos de plantão, nem sempre um pneu largo na traseira é a melhor opção.

Mas se os engenheiros economizaram na ciclística, os designers não pouparam esforços na hora de traçar as linhas dessa nova naked. Apesar de sua proposta mais econômica, o visual da XJ6 é de muito bom gosto. Além do característico conjunto óptico, o design é marcado pela ausência do escapamento na traseira minimalista. A saída fica quase que escondida sob a moto, o que esteticamente cria uma solução diferenciada e contribui para centralizar as massas e fazer da XJ6 uma moto bastante equilibrada.

Entre as duas opções de cores, a versão branca da XJ6 é certamente mais atraente — há ainda a cor preta. Outro ponto forte é o elevado nível de acabamento, com as tampas do motor pintadas e belas rodas de liga leve. Em breve também deve começar a ser vendida a versão F, com uma carenagem integral. Disponível somente na cor preta, a XJ6F terá cavalete central como item de série e preço de sugerido de R$ 30.500.

Em resumo, com preço mais acessível, a nova naked da Yamaha tem um bom custo x benefício quando se pensa que é uma 600 cm³ de quatro cilindros. Com design imponente, é uma boa opção para ser sua primeira moto grande. Os menos entendidos nem vão saber que a nova XJ6 tem quadro em aço e “somente” 77,5 cv. Mas se você já estiver acostumado com motos maiores, certamente vai querer 20 cavalos a mais, o quadro em alumínio… e a esportividade.

FICHA TÉCNICA
Yamaha XJ6N 2010

Motor: Quatro cilindros em linha, DOHC, 16 válvulas, quatro tempos, arrefecimento líquido.

Potência:77,5 cv a 10.000 rpm.

Torque:6,1 kgfm a 8,500 rpm.

Alimentação:Injeção eletrônica.

Câmbio:Seis marchas com transmissão final por corrente.

Quadro:Tubular em aço do tipo diamante.

Suspensão:Dianteira por garfo telescópico convencional, com 130 mm de curso; Traseira por balança monoamortecida com 130 mm de curso.

Freios:Disco duplo de 298 mm de diâmetro (dianteiro) e disco simples de 245 mm (traseiro).

Dimensões:2.120 mm x 770 mm x 1.085 mm (CxLxA); 1.440 mm (entre-eixos); 785 mm (altura do assento); 140 mm (altura mínima do solo).

Tanque:17,3 litros (3,4 l de reserva).

Peso:205 kg (a seco).

Preço:R$ 27.500

(por Arthur Caldeira)

[Por:Uol Motos]

Sandro Hoffman vence a primeira etapa

Enduro dos Pampas

O primeiro dia da décima edição do Enduro dos Pampas, válido pela primeira e segunda etapas do campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade, largou de Taquara, 70 km de Porto Alegre, seguiu pelas rotas turísticas de Gramado e Canela até chegar em São Francisco de Paula.

O capixaba Sandro Hoffmann ficou com a primeira colocação, seguido dos catarinenses Guilherme Cascaes e Genoir Bruning.

Depois de quase seis horas e 135 quilômetros de trilhas pela serra gaúcha, o piloto da Equipe Honda Dário Júlio terminou, neste sábado, em quarto lugar o primeiro dia do enduro.

Com clima agradável, sem sol nem chuva, Dário considerou o percurso bastante pesado, com muitas subidas, descidas, além das pedras no caminho. “Fiquei apenas dois pontos atrás do terceiro colocado. Passei por oito PCs (pontos de controle) com o tempo adiantado. Por isso, para o segundo dia, preciso recuperar a pontuação perdida em busca de uma melhor classificação”, explica o piloto que utiliza a moto Honda CRF 230F.

Hoje, os pilotos realizam a segunda parte da competição, que vai de São Francisco de Paulo até o Arroio do Sal, no litoral gaúcho. A largada aconteceu às 7h30.

[Por:Moto.com.br]

Jorge Lorenzo

Após machucar sua mão no começo do ano, o piloto da Fiat Yamaha, Jorge Lorenzo, tem ficado de fora dos testes pré temporada, na tentativa de se recuperar para a etapa de abertura da MotoGp. Agora, o espanhol deixou um recado em seu Facebook confirmando que estará presente no próximo teste, no circuito de Losail, no Catar.

O piloto espanhol disse o seguinte para seus fãs e seguidores em sua página de rede social na internet: “Hola amigos! Ontem foi meu último dia da semana de recuperação e a verdade é que minha mão está muito melhor após esses dias de fisioterapia. Estou feliz e acho que posso ir pro Catar”.

O segundo piloto da Fiat Yamaha esteve ausente nos últimos testes, deixando dúvidas se ele poderia desafiar o atual campeão Mundial e seu companheiro de equipe, Valentino Rossi.

[Por:Moto.com.br]

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