Maxsym 400i

Apresentada no Salão Duas Rodas do ano passado, a scooter Maxsym 400i foi oficialmente lançada na noite desta segunda-feira (14) em São Paulo. Maior e mais potente que o conhecido Citycom 300i, o novo modelo da parceria Dafra/SYM chega com vocação para pequenas viagens. Com preço sugerido de R$ 20.990, já com ABS, ela começa a ser vendida na próxima semana.

Além do valor agressivo (a rival Suzuki Burgman 400 sai por volta de R$ 30 mil), a Maxsym chama a atenção por uma série de características. A começar pelo design bastante atraente, em especial pelo conjunto ótico com LED’s tanto nos faróis dianteiros (com feixes de iluminação diurna) quanto nas lanternas traseiras. Apesar de mais longa que a irmã Citycom, a nova scooter ter perfil esguio para não “empacar” no trânsito. E um acabamento muito bem cuidado e atencioso nos detalhes, como podemos perceber pelos plásticos de boa qualidade e pela forração de carpete no compartimento sob o banco, que acomoda dois capacetes integrais e ainda oferece iluminação.

Terceiro modelo da taiwanesa SYM produzido pela Dafra em Manaus (AM), a Maxsym vem equipada com motor monocilíndrico de quatro válvulas e injeção eletrônica. Refrigerado a líquido e deslocando 399,3 cc, o propulsor é capaz de produzir 33,3 cv de potência a 7.500 rpm e 3,2 kgfm de torque a 5.500 rpm. O câmbio é automático do tipo CVT como na maioria dos scooters. E os freios a disco nas duas rodas (duplos na dianteira) contam com o sistema combinado de atuação, por comando hidráulico. Desta forma, quando detecta uma frenagem um pouco mais forte na roda traseira, o recurso aciona também o freio dianteiro (numa proporção de 70/30%) de modo a parar a scooter de maneira mais equilibrada e segura. Para completar, o ABS é item de série e as rodas grandes (aro 15″ na dianteira e 14″ na traseira) garantem maior estabilidade na estrada e segurança em vias esburacadas.

Maxsym 400i
O conforto também é ponto alto. Além da posição de pilotagem elevada, a Maxsym tem um assento generoso para o condutor e o garupa, oferecendo inclusive encosto para os dois ocupantes – sendo o do piloto ajustável em três níveis de distância. A ampla bolha para-brisa também pode ser regulada em 5 cm para cima. O quadro de instrumentos lembra o de um carro, com dois mostradores bem grandes para velocímetro e conta-giros, além de luz espia para troca de óleo e voltímetro da bateria.

Itens de comodidade vão desde três porta-objetos até um sensor crepuscular para acendimento automático dos faróis ao escurecer, passando por uma saída de ar quente à frente do piloto, para dias frios. No porta-objetos principal, fechado com chave, há uma tradicional tomada 12V e também uma tomada USB, bastante útil para carregar o celular e demais eletrônicos. Existe também um freio de estacionamento (uma vez que o câmbio CVT não permite que a moto fique engatada) e um prático botão de abertura do banco (sem necessidade de desligar a moto para abri-lo).

Oferecida nas cores preta e branca pérola, a nova Maxsym 400i tem tanque para 14,7 litros de gasolina – suficiente para uma autonomia de cerca de 380 km com consumo médio de 25 km/l, segundo a Dafra. A expectativa da marca é vender 1.000 unidades no primeiro ano de comercialização. O próximo lançamento da empresa será o scooter Cityclass 200i, que chega no segundo semestre.

[Por:Moto.com.br]

Michelangelo

Apaixonado por motocicletas desde criança, Massimo Tamburini passou a vida dedicando-se a unir forma e funcionalidade, criando algumas das mais belas máquinas sobre duas rodas já concebidas no mundo. Em inúmeras entrevistas, fez questão de dizer que nunca teve outra vocação na vida, e foi com esse legado que o designer morreu no dia 6 de abril, aos 70 anos, no principado de San Marino, em decorrência de um câncer de pulmão.

Nascido em 28 de novembro de 1943, em Rimini (Itália), Tamburini cresceu em uma região rural, o que não o impediu de desenvolver a paixão pelas motos ainda na infância: “quando eu ouvia, de longe, alguma moto andando na estrada, corria para vê-la passar. Minha mãe reclamava que eu era obcecado”, contava.

No fim dos anos 60, ajudou a fundar a Bimota, junto com Valério Bianchi e Giuseppe Morri (o nome era um acróstico das primeiras sílabas dos sobrenomes de cada um deles). Inicialmente, a empresa não trabalhava com motocicletas, e sim com sistemas de ar-condicionado. Mas não por muito tempo: impulsionada pela enorme ligação de Tamburini ao motociclismo, a companhia acabou mudando de ramo logo no início da década seguinte.

Sua primeira criação foi a Bimota HB1, de 1973, que usava um motor quatro-cilindros da Honda CB 750 e logo ganhou fama pela ciclística precisa e bem projetada. Não foi preciso muito mais para que os quadros Bimota passassem a ser solicitados por diversas equipes de motovelocidade.

Aos poucos, o italiano fez transparecer o dom para criar não apenas máquinas com elementos ciclísticos e mecânicos eficientes, como também carenagens belíssimas para cobri-las. E foi por unir tamanha beleza e excelência que Tamburini passou a ser conhecido como o “Michelangelo das motos”. A agência Infomoto presta uma homenagem ao listar aquelas que considera ser suas oito maiores criações.

BIMOTA HB1 (1973)
Foi escolhida mais pela importância histórica, já que é o primeiro projeto de Tamburini. Nascida de uma necessidade do designer (que quebrou o quadro de sua CB 750 num acidente em Misano, e precisou reconstrui-lo), a HB1 criou a reputação da Bimota em adaptar os potentes motores japoneses a um quadro que oferecia melhor maneabilidade. Equipada com o motor quatro-cilindros de 750 cc da montadora japonesa, só teve dez unidades fabricadas. Algumas já não existem mais, e as que restam custam uma fortuna.

BIMOTA SB2 (1977)
Enfim uma empresa especializada em motos, a Bimota utilizou o motor da Suzuki GS 750 para criar a SB2, uma das superesportivas mais avançadas já criadas. Dotada de um quadro de cromo-molibidênio tubular, foi uma das primeiras motos de rua com suspensão monochoque na traseira, solução que ditou tendências entre fábricas maiores. Os traços, que parecem de outro planeta, traziam muitos elementos aerodinâmicos e permitiam à SB2 chegar a incríveis 215 km/h, muito mais do que a GS 750 original.

CAGIVA ALETTA ORO 125 (1985)
Depois de deixar a Bimota por “razões pessoais”, Tamburini foi contratado pelo homem que faria sua carreira finalmente engrenar: Claudio Castiglione, dono da Cagiva, que mais tarde adquiriria também a Ducati e a MV Agusta. O primeiro fruto dessa união foi a Aletta Oro 125, uma vanguardista esportiva de rua projetada numa época em que quase todas as motos vendidas na Itália eram trails. Equipada com um motor dois tempos de 125 cc, antecipou diversos elementos visuais que se tornariam marca registrada de Tamburini. O sucesso foi imediato: menos de um ano após o lançamento, o modelo já representava 50% das vendas da Cagiva.

DUCATI PASO (1986)
Nomeada em homenagem ao piloto italiano Renzo Pasolini, que morreu num trágico acidente em 1973, no circuito de Monza, a Ducati Paso marca a “oficialização” do que Tamburini já havia feito com a Bimota DB1, primeiro modelo que projetou usando um motor da marca italiana: carenagem completamente fechada. É também um dos modelos que inauguraram a nova fase da Ducati, recém-comprada pela Cagiva. O motor é um bicilíndrico de 750 cc, com quadro tubular de seção quadrada, balança traseira em alumínio e suspensão monochoque. Tal combinação revolucionou o segmento sport-touring.

CAGIVA MITO (1990)
As pistas de corrida sempre inspiraram Massimo Tamburini. Depois de desenhar a Cagiva C589, pilotada por Randy Mamola no Mundial de Motovelocidade de 1989, o desenhista projetou uma quase-réplica para as ruas, denominada Mito 125. Lançada em 1990, a moto contava com um “motorzinho” dois tempos monocilíndrico de 125cc, com câmbio de sete marchas e potência em 30 cv.

DUCATI 916 (1994)
Mesmo 20 anos após seu lançamento, a Ducati 916 ainda parece uma moto atual. Não à toa, é considerada uma das melhores criações de Tamburini e também uma das superesportivas mais bonitas do mundo. Sua construção inclui quadro em treliça, um belo monobraço traseiro, que facilita mudanças rápidas de direção, e saídas de escape sob o banco, tudo para facilitar as mudanças rápidas de direção e aprimorar a penetração aerodinâmica. Tais características se tornaram marca registrada da família de supermotos da Ducati por muitos anos. Tudo isso aliado a um propulsor L2 de 916 cm³, que pela primeira vez trazia quatro válvulas por cilindro e produzia 115 cv.

MV AGUSTA F4 (1997)
Se algumas motocicletas são simplesmente bonitas, a MV Agusta F4 é uma verdadeira obra de arte sobre rodas. Seu desenho, praticamente inalterado desde o lançamento, em 1997, mescla um deliberado sex appeal com alta tecnologia. Tudo nessa máquina de de 750 cc virou tendência no mundo do motociclismo: das quatro saídas de escapamento sob o banco às setas integradas ao retrovisor, do farol excêntrico à sua geometria. Alguns desses itens são referência até hoje.

Logo na primeira geração, Tamburini conseguiu deixar a moto com 24,5° de cáster, 104 mm de trail e uma distância entre-eixos de 1.398 mm, número que para muitos representam o “acerto ideal” em uma moto esportiva. O resultado é uma agilidade incrível e uma excelente resposta da dianteira, permitindo que o piloto deite para valer nas curvas. Se a Ducati 916 é uma das motos mais belas do mundo, pode-se dizer que a F4 foi a obra-prima de Massimo Tamburini. Pelo menos ela era assim considerada por ele próprio.

Tamanho reconhecimento levou uma unidade do modelo a ser exposta no Museu Guggenheim, em Nova York (Estados Unidos), no fim do século passado, junto com outras 113 motocicletas na famosa exposição “The Art of Motorcycle” (A arte da motocicleta).

MV AGUSTA BRUTALE (2001)
Nascida como um conceito em 2000, a Brutale começou a ser produzida em 2001 em uma versão de 750 cc. Suas linhas são icônicas e únicas, a começar pelo farol excêntrico, alongado, parabólico. E eficiente. Além de prezar pela forma, Tamburini não deixava a funcionalidade de lado, e solicitou um estudo para que o feixe de luz ficasse o mais abrangente possível. Com linhas inconfundíveis, a Brutale traz quadro em treliça e o monobraço traseiro como soluções engenhosas. Devido ao sucesso, a Brutale continua em produção com novas e diferentes motorizações, embora mantendo vivos os inconfundíveis traços de Tamburini.

[Por:Moto.com.br]

Multistrada 1200

A fabricante italiana Ducati inicia a produção nacional da linha 2014 modelo aventureiro Multistrada 1200 nas versões ABS (R$ 59.900), S Touring (R$ 71.900) e Pikes Peak (R$ 81.900). Com mais um modelo nacionalizado, a Ducati amplia sua capacidade produtiva no país para três modelos, incluindo as motos Diavel e Monster 796, atingindo um total de 10 motos montadas por dia.

A Multistrada 1200 apresenta uma combinação de performance com a segunda geração do motor Testastretta 11° DS de 150 cavalos. A tecnologia embarcada conta ainda com quatro modos de pilotagem (Sport, Touring, Urban e Enduro), permitindo ajustes para o piloto em variadas situações. As versões S Touring e Pikes Peak ainda vêm equipadas com suspensão semi-ativa Ducati Skyhook Suspension (DSS).

As motos Ducati são produzidas em regime de parceria na fábrica da Dafra, em Manaus (AM). A subsidiária brasileira iniciou suas operações comerciais em junho de 2013 com a primeira loja na cidade de São Paulo. Atualmente a marca italiana conta com oito concessionárias no país, nas cidades de São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Alegre, Goiânia e em breve duas novas lojas em Santos e Curitiba.

[Por:Moto.com.br]

Triumph5

A Triumph Motorcycles, uma das mais tradicionais marcas do mundo no segmento de duas rodas, participa da 30ª edição do “Megacycle São Lourenço”, entre os dias 10 e 13 de abril, no Parque Municipal Ilha Antônio Dutra, na região central de São Lourenço (MG). O evento terá diversas atrações, como shows, lançamentos e test-riders. A Triumph participa do Megacycle em parceria com as concessionárias Triple Triumph (SP), Autostar (SP) e Triumph BH.

Uma das principais atrações da fabricante inglesa no encontro será a Tiger Sport, cujas vendas no Brasil deverão começar em junho. Além disso, em parceria com Tarso Marques, serão mostradas a recém-lançada Thruxton e a Bonneville T100 customizadas. A Bonneville T100 também estará disponível para os participantes da inédita prova Rumble, tradicional em eventos britânicos, em que dois competidores aceleram os motores e disputam o primeiro lugar, percorrendo um trajeto oval curto de terra batida.

A Tiger Sport é uma motocicleta com vocação esportiva e novo design. É uma moto de rua com estilo de aventura, voltada para o piloto que prefere concentrar-se nos valores fundamentais do prazer de uma motocicleta: um motor forte e uma posição de pilotagem para se adequar a diferentes tipos de estrada. Ideal para o uso diário, mas também capaz de cobrir longas distâncias com conforto e segurança, a Tiger Sport é uma motocicleta esportiva e chegará como  mais uma opção para o segmento. Ela possui motor de três cilindros em linha, com 1.050 cc e 125 cv de potência. Seu preço ainda está indefinido.

Além destas novidades, a Triumph também mostra no “Megacycle São Lourenço” os modelos Tiger 800XC, Tiger 800, Street Triple 675R, Daytona 675R, Tiger Explorer, Tiger Explorer XC, Trophy SE e Rocket III Roadster. Atualmente, a empresa comercializa 13 modelos de motocicletas no País. Dentre elas, somente três motocicletas são importadas: Trophy SE, Rocket III Roadster e Thunderbird Storm. Os demais modelos são montados em Manaus (AM). A Tiger Sport começa a ser montada na fábrica brasileira em maio.

[Por:Moto.com.br]

vendas de motos

Relatório da Abraciclo (associação dos fabricantes) mostra que as empresas de motos instaladas no Brasil tiveram um primeiro trimestre melhor do que em 2013. As vendas no varejo alcançaram 365.306 unidades, 3,7% superior ao volume obtido no mesmo período do ano passado. Já a produção passou de 383.199 unidades para 408.665, aumento de 6,6%.

A média diária também foi melhor nos meses de janeiro até março, 5.989 unidades contra 5.869. As vendas no atacado ficaram estáveis no período, de 369.253 motos ante 367.466, com variação de 0,5%. Nas exportações, a elevação foi de 18,9%, passando de 22.380 para 26.619 motos.

“Os números positivos no período refletem os esforços dos fabricantes e suas redes de concessionárias para a antecipação dos resultados, já prevendo uma possível dificuldade nas vendas por conta da Copa do Mundo”, ressalta Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.

Nos números de março de 2014, o levantamento da entidade aponta uma retração no comparativo com fevereiro. Os emplacamentos, no mês passado, chegaram a 112.212 motos, declínio de 6,1%. Uma das razões para a queda foi o Carnaval, que, neste ano, aconteceu em março, diminuindo os dias úteis de vendas. Já em relação a março do ano passado, os licenciamentos sofreram queda de 9,4%.

Seguindo a tendência, as vendas no atacado e produção caíram, respectivamente, 8% e 11,5%, em comparação com fevereiro, e 3,2% e 6,7% sob o mesmo mês de 2013.

O ano de 2014 marca os cinco anos de lançamento da primeira moto bicombustível no Brasil. Neste período (2009 – 2014), a participação deste tipo de tecnologia cresceu quase cinco vezes, seja na produção, seja na venda no atacado. Só no acumulado deste ano, a comercialização de motos flex para os concessionários já representa 58% do total. Em 2009, esse percentual era de 11,6%.

[Por:Moto.com.br]

Suzuki GSR 750 ganha duas novas cores

Suzuki GSR 750

A Suzuki GSR 750 ganha duas novas opções de cores no Brasil. Agora, a naked passa a estar disponível também nos esquemas preto fosco com detalhes em cinza e na mescla de azul com branco.

Exclusivas para a versão equipada com freios ABS, as novas cores aumentam o catálogo oferecido para o modelo, que já inclui a roupagem azul com preto e totalmente branca. A GSR 750 tem motor de quatro cilindros em linha de 749 cm³ com refrigeração líquida e duplo comando de válvulas (DOHC), o suficiente para gerar até 106 cv a 10.000 rpm e torque máximo de 8,16 kgf.m a 9.000 giros.

Equipada com freios ABS, a naked média foi um dos lançamentos da marca japonesa no Brasil em 2013 e tem preço público sugerido de R$ 36.900.

[Por:Moto.com.br]

bota articulada da Pro Tork

A fabricante brasileira Pro Tork anuncia o lançamento da primeira bota articulada produzida no Brasil. Trata-se do modelo Pro Racing que conta com sistema Dual Flex, que permite um movimento amplo do tornozelo, para baixo e para cima e possui design internacional.

Segundo o tetracampeão brasileiro de motocross, Antonio Jorge Balbi Júnior, a bota Pro Racing é uma revolução. “Eu me sinto muito mais confiante, pois ela não só me protege, como também me deixa livre, confortável. A diferença quando se entra em ação é notável”, descreve o piloto.

As botas Pro Racing também têm forma anatômica, carcaça robusta, sola resistente a abrasão, palmilha com absorção de impactos, biqueira em aço substituível, entradas de ar, sistema de fechos em alumínio, com tiras em nylon reguláveis para um engate preciso, e colarinho em elástico antialérgico.

As novas botas esportivas podem ser encontradas na combinação de cores preto com vermelho, na numeração de 39 a 45. Mais informações desse e outros produtos no site protork.com. As botas Pro Racing tem preço médio de R$ 599.

[Por:Moto.com.br]

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