BMW R Nine T e S 1000 R chegam ao Brasil

BMW R Nine T

Depois de já ter confirmado há algum tempo a chegada da clássica R Nine T e da moderna naked S 1000 R, a BMW Motorrad finalmente lança os modelos no Brasil com os preços sugeridos de R$ 61.500 e R$ 67.900, respectivamente. “Temos certeza de que estes dois produtos serão bem-sucedidos no segmento roadster de alta cilindrada”, afirma Federico Alvarez, diretor da BMW Motorrad.

Equipada com o tradicional motor boxer de dois cilindros opostos refrigerado a ar de 1.170 cm³, a R Nine T foi criada para comemorar os 90 anos da marca bávara como fabricante de motocicletas. O propulsor é capaz de gerar até 110 cv de potência máxima a 7.550 rpm. Crua, ela tem apenas os freios ABS como item de eletrônica embarcada, design alusivo às café racers de antigamente  e chama a atenção pelas diferentes possibilidades de customização oferecidas. A R Nine T chega aqui apenas na cor preta.

S 1000 R

Já a naked S 1000 R tem visual inspirado na superesportiva S 1000 RR, com a qual partilha diversos outros itens.  Ao contrário da Nine T, toda a eletrônica característica da marca bávara foi colocada na naked. Portanto, a S 1000 R, que chega aqui nas cores vermelha branca e azul, é a versão completa, que inclui além dos freios ABS e controle de tração, a suspensão semi-ativa DDC (Dynamic Damping Control) e dois modos extras de pilotagem, que complementam os dois de série. Fora isso, ela tem uma versão retrabalhada do propulsor de quatro cilindros em linha de 999 cm³ da superbike, que é capaz de gerar até 160 cv de potência máxima a 11.000 giros por minuto.

[Por:UolMotos]

TRX 420 Fourtrax 2014

Facilitar a vida de pequenos produtores rurais. Essa é a sugestão da Honda com a chegada da terceira geração do quadriciclo TRX 420 Fourtrax. Remodelado, o modelo 2014 é uma boa opção para quem quer substituir equipamentos pesados e caros como tratores e seus implementos por um produto menor, mais barato e que possa até ajudar a aumentar a produtividade.

A previsão da fabricante é vender 6.000 unidades do quadriciclo utilitário em 2014. O mercado total deve ser de aproximadamente 9.000 unidades. Só para comparar, nos Estados Unidos são comercializados 500 mil quadriciclos por ano, que são usados para o trabalho e também para o lazer.

Para aumentar sua participação de mercado, a Honda apresenta preços bastante competitivos. Disponíveis em duas versões, os valores partem de R$ 18.890 (TM 4×2) e R$ 20.990 (FM 4×2 e 4×4), este último top de linha, com direito a painel de instrumentos digital.

Produzido em Manaus (AM), o TRX 420 traz novas carenagens dianteira – formadas por subpeças –, que vem com menor custo de manutenção e diminui o tempo de reparo. Os faróis ganharam mais potência. Agora o quadriciclo da Honda conta com lâmpadas de 35 watts.

Na parte estrutural o modelo ganhou novo chassi (duplo berço), com 20% mais de rigidez, já que é fabricado em aço de alta resistência. Com relação à suspensão, o TRX 420 Fourtrax usa sistema independente nas rodas dianteiras, cujos amortecedores oferecem grande capacidade e atuação, além de ser monoamortecido na traseira, o que melhora a distribuição de peso, principalmente quando há algum implemento acoplado ao reboque. O conjunto apresenta 170 milímetros de curso nas suspensões e, assim, amplia a capacidade de absorção de impactos.

Os freios são a disco (de acionamento hidráulico) na dianteira. O traseiro é a tambor (acionamento mecânico). Acionados em conjunto, oferecem frenagens eficientes com menor esforço no acionamento.

O TRX 420 Fourtrax conta com o motor OHV monocilíndrico 420 cm³ de cilindrada, quatro tempos, com arrefecimento líquido e sistema de injeção eletrônica PGM-FI. Resistente, compacto e econômico, incorporou alterações no corpo da borboleta e também no sistema de escape, que permitiram um aumento da potência máxima. Agora produz 26,9 cv a 6.250 rpm, com torque de 3,4 kgfm a 5.000 rpm.

Com maior potência do motor, o novo alternador ampliou a capacidade de geração de energia em até 21%, assegurando a possibilidade de conectar mais acessórios, como carregar um celular ou plugar o GPS.

O tanque de combustível foi ampliado e agora tem maior capacidade. Fabricado em plástico injetado de alta resistência, permite armazenar 14,4 litros, com reserva de 4,2 litros. Outro diferencial é a nova posição do bocal, agora do lado direito do tanque, propiciando maior facilidade no abastecimento.

A versão 4×4 (FM), que representará 99% de todas as unidades fabricadas no Brasil, conta ainda com um avançado sistema de seleção de tração (Trax Lok System), que alterna de forma fácil e rápida para 4×2 e assegura agilidade nas curvas. Apresenta ainda o diferencial dianteiro autoblocante dotado de sensor de torque e limitador de deslizamento, garantindo estabilidade em qualquer tipo de terreno.

Top de linha

A versão top de linha vem ainda com lanterna de LED e novo painel digital. Completo e funcional, inclui velocímetro, hodômetro total e parcial, horímetro (indica o tempo de funcionamento do veículo), relógio, temperatura do líquido de arrefecimento, marcador de combustível e indicadores de marchas, tração e serviços de manutenção.

O TRX 420 Fourtrax é equipado com bagageiro dianteiro com capacidade de transportar volumes até o peso máximo de 30 kg. Conta ainda com bagageiro traseiro com peso limite de 60 kg e porta-objetos para pequenos volumes. O TRX 420 suporta 220 kg de carga. O modelo pode rebocar até 385 kg. Um forte aliado para o trabalho pesado, mas que também pode ter seus momentos de lazer.

Para auxiliar nas tarefas rurais, empresas como a Moldemaq, de Jaraguá do Sul (SC), já desenvolveram uma completa linha de implementos para quadriciclos. Entre eles, roçadeira, carreta e lâmina niveladora.

[Por:Moto.com.br]

Harley-Davidson

As concessionárias Harley-Davidson passaram a vender uma nova linha de capacetes da marca. Homologados recentemente para o mercado nacional, os modelos apresentam novo design e estão disponíveis em três formatos: fechado, ¾ e modular.

Com preço sugerido de R$ 690,00, o modelo fechado é fabricado em policarbonato e possui sistema de ventilação e canalização que libera o calor e a umidade por cima e para fora do casco. Seu revestimento lavável e removível é composto de EPS (poliestireno expandido). O modelo ainda é equipado com viseira que oferece proteção de 95% dos raios UV.

Os capacetes modular e ¾ possuem as mesmas características do formato fechado. Além disso, oferecem sistema Silver Cool™, com tecnologia antibacteriana, que absorve a umidade e evita o surgimento de odores no tecido. Eles ainda possuem viseira equipada com tecnologia one touch e têm preços sugeridos de R$ 1.365,00 e R$ 940,00, respectivamente.

Toda a linha de capacetes Harley-Davidson é certificada pelo Inmetro e está disponível nas cores preto fosco e preto brilhante.

[Por:UolMotos]

YZF-R25

A Yamaha entrou de vez na briga das mini esportivas de 250cc. Depois de revelar a naked MT-125, a marca dos três diapasões apresentou agora a versão final da YZF-R25, que já havia sido mostrada como conceito no final do ano passado. Na época, a moto chamou a atenção por sua semelhança com a YZF-M1, modelo pilotado por Valentino Rossi e Jorge Lorenzo na MotoGP e, no modelo final, a Yamaha manteve essa característica como pode, no desenho da carenagem lateral.

Na dianteira, entretanto, a entrada de ar deu espaço aos faróis, que mantem a identidade visual da marca: conjunto óptico duplo de formato alongado e pontiagudo. Lançada na Indonésia, a R25 tem motor de dois cilindros paralelos de 249 cm³ capaz de gerar cerca de 35 cv de potência máxima. A moto chega ao mercado asiático em julho pelo equivalente a R$ 8.300. No entanto, a imprensa internacional já especula a chegada de uma R3 para concorrer com a Honda CBR 300R na Europa.

[Por:UolMotos]

Panigale Senna

Embora a produção da exclusiva Ducati 1199 Panigale S Senna (que nós testamos)  esteja agendada apenas para agosto, na fábrica da marca em Manaus (AM), um felizardo já está com as mãos no guidão da sua. E ele é ninguém menos do que Max Biaggi, que acumula no currículo dois campeonatos mundiais de Superbike e outros quatro no Mundial de Motovelocidade.

Biaggi arrematou sua Panigale Senna em um leilão beneficente, que aconteceu no último sábado, 17 de maio, em Mônaco. O leilão foi uma das atrações do jantar de gala chamado “Noite Brasileira em Mônaco”, que contou com a participação de parentes de Ayrton, como a irmã Viviane Senna e o sobrinho Bruno Senna, além do piloto Felipe Massa e do Príncipe Albert II. O valor pago pela superesportiva foi de 37 mil euros, o que corresponde a mais de R$ 112 mil. No Brasil, único país onde a moto está à venda, seu preço é de R$ 100 mil.

Durante o evento, outros itens de personalidades do automobilismo foram leiloados, como um capacete de Felipe Massa, um macacão de Lucas di Grassi e luvas de Emerson Fittipaldi. Assim como a moto, as peças tiveram renda revertida para o Instituto Ayrton Senna.

[Por:UolMotos]

BMW C600 Sport

Quando conheci a C600 Sport, no Salão de Paris de 2012, a scooter da BMW me chamou mais atenção até que os novos carros da mostra francesa. Afinal, para quem começou a vida sobre duas rodas com uma scooterzinha Yamaha Neo 115 e tinha, naquela época, uma Dafra Citycom 300i na garagem, aquilo era um verdadeiro sonho de consumo. Uma scooter com apelo esportivo, visual futurista, construção e acabamento alemães, motorzão 650 cc e toda versatilidade que este tipo de moto oferece. Assim que voltei ao Brasil, já fui encher o saco do pessoal da BMW para saber quando aquele “brinquedão” viria para cá.

Demorou mais do que eu pensava, mas agora, quase dois anos depois, finalmente pude experimentar a C600 Sport. E quer saber? Ela é exatamente o que eu esperava: super prática na cidade, muito gostosa de pilotar no dia-a-dia, valente na estrada e ainda divertida em circuitos sinuosos. Defeitos? Sim, e o principal deles é o preço: R$ 52 mil a colocam numa seara cheia de motões legais. Mas vamos falar disso mais adiante.

No primeiro semáforo que parei, já notei a cara de espanto das pessoas – principalmente donos de outros scooters. O C600 Sport impõe um novo padrão de visual para a categoria, bem avançado. O design em geral é bastante esportivo, com destaque para o conjunto ótico frontal formado por faróis de LED’s. Isso mesmo, faróis. Há duas opções de intensidade dos LED’s, sendo que a mais forte pode ser usada como luz diurna em vez do farol baixo. A iluminação por LED’s também aparece nas setas, finamente incorporadas às carenagens laterais. Vista por trás, a C600 nem parece uma scooter. A rabeta esbelta com a lanterna de LED’s emprestada da F800 GS, as setas também de LED’s e o pneu largo dão a ideia de uma naked.

A boa impressão segue ao comando da Sport. O guidão tem acabamento de primeira, ostentando o logotipo “BMW” bem no centro, e conta com os mesmos comandos de punho encontrados na linha 800 cc da marca bávara. A diferença fica por conta dos dois práticos porta-objetos logo abaixo do guidão (um deles com tomada 12V): serve para guardar chaves, documentos, carteira e até mesmo suas luvas. A abertura do tanque e do banco é feita com a própria chave da scooter, no miolo da ignição, apertando-a para baixo e girando. Para abastecer o tanque de 16 litros nem é preciso levantar da moto, pois sua tampa fica à frente do banco.

O quadro de instrumentos remete aos carros da marca, com iluminação laranja e grafismos conhecidos por quem dirige BMW. Há computador de bordo (consumo em padrão europeu L/100 km), velocímetro analógico e um conta-giros digital por barrinhas – de leitura ruim por ser muito pequeno. Mas como o câmbio é automático do tipo CVT, o conta-giros serve apenas de referência, pois não há trocas de marcha.

Dada a partida, o motor bicilíndrico de 647 cc é um pouco barulhento. Diz a BMW que a ideia era deixar o ronco semelhante ao de uma moto, e isso eles conseguiram. Usando aqueles capacetes abertos, bem comuns entre usuários de scooters, o ruído do motor pode incomodar nas acelerações. As vibrações, no entanto, são bem mais tímidas do que em outros motores de dois cilindros da marca. Com 60 cv e 6,7 kgfm de torque, as arrancadas da C600 empolgam. Basta girar a manete direita com mais vontade para que os outros veículos fiquem lá para trás nas saídas de semáforo. Quer uma prova? Os 100 km/h são superados em pouco mais de 7 segundos, fazendo jus ao nome Sport que esta scooter carrega.

O desempenho é apenas um dos fatores que aproximam o C600 de uma moto. Um grupo de motociclistas que encontrei num posto de estrada gostou do estilo, mas não levou muita fé de que o scooter se sairia bem na rodovia. Isso até que os deixei para trás, e numa subida! Sim, a Sport viaja no ritmo de uma 650. A 120 km/h são tranquilas 5 mil rpm e nada de turbulência – um oferecimento do amplo para-brisa e da carenagem completa. A surpresa fica para a boa resposta do motor acima disso. Ao contrário do que costuma acontecer com scooters, na Sport o bicilíndrico mostra a que veio de verdade em altos giros, acelerando vigoroso mesmo além do limite legal de nossas estradas. Se fosse permitido, 150 km/h seria uma boa velocidade de cruzeiro para o C600. E máxima de 180 km/h chega com facilidade.

Para pegar estrada, outra vantagem é o para-brisa ajustável em três alturas – muito fácil de mexer, sem necessidade de ferramentas. Na cidade, a posição mais baixa da bolha permite que você pilote sem que ela fique no meio de sua visão (como acontece, por exemplo, na Citycom). E na rodovia, a posição mais alta protege do vento e detritos – basta ver a quantidade de mosquitinhos que ficam no visor após pegar estrada. Outro “mimo” que testei (e aprovei!) numa viagem noturna foi o aquecedor de manopla com dois níveis, bastante útil no caminho para a fria Campos do Jordão, na região serrana paulista.

Por falar em estradas de serra, a C600 também se assemelha à uma naked na hora de fazer curvas. Além dos pneus largos montados em rodas aro 15″, o longo entreeixos e ótima capacidade de inclinação deixaram a Sport bem à vontade na subida tortuosa para Campos. Dá para deitar bastante até que o cavalete central raspe a ponta no chão. Eu diria até que “cabe mais motor” pelo que a scooter oferece de ciclística, tanto em termos de estabilidade quanto de freios – potentes discos duplos na dianteira e simples na traseira, com ABS. Já a suspensão com garfos invertidos na frente e monobraço atrás tem acerto firme, mas com curso suficiente para um rodar agradável na cidade – melhor que muita scooter estritamente urbana.

O conforto foi aprovado tanto por mim quanto pela garupa. O banco é bastante largo e cômodo, inclusive na parte de trás, onde uma alça bem posicionada garante a segurança da acompanhante. A absorção de impactos é eficiente, enquanto o grau de esterço elevado ajuda nas manobras. Sob o assento, espaço para um capacete fechado (ou uma mochila) e algo mais. Uma sacada é parte de trás sanfonada, que pode ser aberta quando o scooter estiver estacionado (sistema que a BMW chama de flexcase), permitindo abrigar mais um capacete fechado. Como esperado num modelo premium, o banco é sustentado por uma mola a gás e o compartimento possui iluminação.

Boa de viajar, a C600 conserva todas as vantagens de um scooter para uso cotidiano. Além da dirigibilidade fácil (basta acelerar e frear), os retrovisores colocados em posição elevada passam tranquilamente acima dos retrovisores dos carros (atenção com SUVs e vans) e permite acompanhar o fluxo no “corredor” sem problemas. Aliás, achei a Sport até melhor que a minha antiga Citycom ao circular entre os carros, pois a rabeta estreita não “empaca” nas manobras como acontece com a Dafra. E, por fim, mesmo no consumo a BMW não ficou longe da Citycom: a média durante nossa avaliação variou de 20 km/l andando na boa e 17,5 km/l exigindo mais do acelerador, enquanto na Dafra eu fazia pouco mais de 20 km/l.

A questão é que fazer esse upgrade da Citycom (ou mesmo das Suzuki Burgman 400 e 650) para a C600 Sport será privilégio de poucos. O modelo da BMW chega como scooter mais caro do mercado brasileiro, com preço acima da F800 GS Adventure, por exemplo. Custa também quase R$ 10 mil acima da principal rival, a Yamaha T-Max 530, que avaliaremos em breve.

Mas mesmo o preço salgado parece não ser impeditivo para o sucesso da C600. Das 102 unidades a serem importadas até o fim de 2014, a maioria está encomendada – até porque seus principais clientes já são usuários de BMW, seja de carro ou moto. Scooter de R$ 50 mil com fila de espera? Bem, o Sport é bem mais que um scooter. E mostra que o segmento tem tudo para continuar crescendo por aqui.

Ficha técnica – BMW C600 Sport
Motor: bicilíndrico, comando duplo, 647 cc, injeção eletrônica, refrigeração líquida, gasolina; Potência: 60 cv a 7.500 rpm; Torque: 6,7 kgfm a 6.000 rpm; Transmissão: câmbio automático continuamente variável CVT com embreagem centrífuga e transmissão imersa em óleo; Quadro: tubular de aço com balança de alumínio; Suspensão: garfo telescópico invertido na dianteira (115 mm de curso) e monobraço oscilante monoamortecido com mola helicoidal (115 mm de curso) na traseira; Freios: disco duplo na dianteira (270 mm) e simples na traseira (270 mm); Pneus: 120/70 aro 15″ na dianteira e 160/60 aro 15″ na traseira; Peso: 249 kg (seco); Capacidades: tanque 16 litros; Dimensões: comprimento 2.155 mm, largura 877 mm, altura 1.380 mm, altura do assento 810 mm, entreeixos 1.590 mm.

[Por:UolMoto]

Honda CG 150

A Honda criou uma edição especial e limitada de sua “best-seller” CG 150. Chamado de CG 150 Titan EX BR, o modelo comemora a liderança do segmento duas rodas há mais de 40 anos e as mais de 10 milhões de unidades produzidas no Brasil. Para isso, ela ganha tons amarelos, verdes e azuis – cores da bandeira brasileira. Serão apenas 1.800 motocicletas e cada uma sairá por R$ 7.950. A base da CG BR é da atual versão “top” de linha CG 150 Titan EX, equipada com motor 4 tempos de 149,2 cm³, arrefecimento a ar, comando de válvulas no cabeçote, injeção eletrônica e sistema flex. Possui ainda rodas de liga leve, freio dianteiro a disco e partida elétrica.

[Por:Moto.com.br]

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