KTM 350 fatura título mundial no Brasil

ktm 350

Logo em seu ano de estreia, a revolucionária KTM 350 SX-F faturou o título de campeã mundial na principal categoria do motocross, a MX-1. O italiano Antonio Cairoli venceu a etapa brasileira do campeonato, realizada no último final de semana em Campo Grande (MS), e mostrou que capacidade cúbica não é tudo. Lançada no Salão de Motos de Milão 2009 como uma inovação da fábrica austríaca, a 350 SX-F de Cairoli venceu 13 das 26 baterias disputadas neste ano, deixando as concorrentes de 450cc para trás.

O mérito pelo título conquistado por antecipação – ainda faltam duas etapas para o fim da temporada – vai sem dúvida para a nova moto de 350cc, desenvolvida pelo chefe da equipe KTM, Stefan Everts, o belga 10 vezes campeão mundial de motocross. Mas também para o piloto italiano de 24 anos. Apesar de contar com o azar de Clement Desalle, seu rival direto pelo título, que teve problemas mecânicos na última volta, Antonio Cairoli chega a seu quarto título mundial – o segundo consecutivo na categoria MX1.

Pronta para correr

Levando seu slogan “Ready to Race” (pronta para correr) ao extremo, a KTM e Everts desenvolveram a nova moto especificamente para disputar a categoria MX1 – para motos 2 tempos de 250 cc ou motos 4 tempos de até 450cc. Escolheram a capacidade cúbica que pudesse garantir uma entrega amigável de potência e torque sem perder muito em desempenho para as motos maiores. Tudo feito dentro do regulamento do campeonato mundial de motocross, nascia a KTM 350 SX-F.

Segundo a fábrica austríaca, ao assumir como diretor de competições da marca o multicampeão Stefan Everts já enxergava o futuro do motocross: desempenho eficiente em uma moto com menor capacidade cúbica feita para atender às necessidades do piloto. Lançada como protótipo em Milão, a 350 SX-F já iniciou 2010 vitoriosa: venceu o Starcross de Mantova na pré-temporada e foi colecionando vitórias no mundial.

O enorme sucesso da ágil e leve 350cc fez com que a KTM anunciasse a comercialização da 350 SX-F em sua linha 2011. Equipado com um motor de um cilindro, 349,7 cm³ de capacidade, duplo comando de válvulas (DOHC) e alimentado por injeção eletrônica, o novo modelo mostrou a coragem da fábrica austríaca ao apostar em uma concepção técnica totalmente diferente de outras marcas: as japonesas Honda e Yamaha mostraram novas motos em 2010, porém ainda com 450cc.

Com chassi de cromomolibedênio e motor compacto, a 350 SX-F é três quilos mais leve que a KTM de 450cc. Mas o mais importante é que aparenta ser mais fácil de pilotar que suas irmãs maiores. O que pode indicar uma tendência nas pistas de terra: motores menores e motos mais ágeis.

Bastou ver o desempenho de Antonio Cairoli e sua KTM na segunda bateria da etapa brasileira para ter certeza disso. Único piloto com a nova 350cc, o italiano sofreu uma queda e caiu para o quarto lugar. Fez uma corrida incrível de recuperação, assumiu a segunda colocação e, a uma volta do final, contou com a sorte para ficar com o título. Clement Desalle, seu rival direto que liderava, teve problemas elétricos em sua Suzuki  e abandonou. Como não pontuou, Cairoli e a nova SX-350F garantiram o título por antecipação.

“Nós tínhamos um objetivo muito difícil, que era tornar uma moto estreante em campeã do mundo. Conseguimos alcançá-lo graças à excelente equipe e à perfeita tecnologia do modelo”, explicou Cairoli ao final da prova.

Siciliano bom de bola

Além da excepcional KTM 350 SX-F e de contar com a sorte, Antonio Cairoli merece grande parte dos méritos pela conquista. O siciliano de 24 anos, de jeito franzino e discreto, está escrevendo seu nome ao lado de grandes ídolos do motocross. Sua vitória em Campo Grande (MS) foi a 13ª em 26 baterias disputadas – neste ano só ficou fora do pódio em uma etapa. Seu bicampeonato da MX1, em 2009 ele venceu com uma Yamaha de 450cc, é o quarto título mundial na carreria.

Aos 19 anos tornou-se o italiano mais jovem a faturar o campeonato mundial de motocross – na MX2 em 2005.  Feito que repetiu em 2007. Naquele ano, como agora, venceu por antecipação e ainda participou de uma etapa da categoria MX1 e surpreendeu a todos ao vencer como piloto convidado.

Assim como surpreendeu os sul-matogrossenses com suas habilidades para jogar futebol. Em um jogo de confraternização, Cairoli fez jogadas de efeito e até um gol de letra, mostrando que os italianos tetracampeões também são bons de bola. Porque ao guidão da KTM 350 SX-F, Cairoli não precisa provar mais nada.

* O jornalista viajou a convite da Honda. Fotos: Arthur Caldeira

[Por:Moto.com.br]

BMW ensina técnicas off-road no Brasil

Marca alemã promove o Rider Training off-road; confira calendário 2010

bmw rider training

Utilizando as mesmas técnicas presentes na Alemanha, a BMW realiza no Brasil seu tradicional Rider Training off-road. Este treinamento, destinado a todos os motociclistas com habilitação — não somente proprietários de motos da marca —, proporciona lições indispensáveis para qualquer aventureiro que queira enfrentar deslocamentos na terra. O curso passa instruções pontuais que, colocadas em prática, tornam o motociclista apto a superar situações adversas.

“O BMW Rider Training é destinado a todos os níveis de motociclista, desde os mais experientes até os iniciantes. Este aprendizado traz mais confiança aos novatos e tira os vícios de quem tem mais bagagem”, explica Maurício Fernandes, coordenador do BMW Rider Training, que já competiu no Rally Dakar. A empresa bávara disponibiliza todas as motos no Rider, assim, o aluno não precisa levar sua motocicleta. As máquinas utilizadas são da linha maxitrail da marca e, gradativamente, os alunos vão passando por testes mais difíceis.

bmw rider training

O dia começa com exercícios de frenagem para “sentir” as motos, depois vem o slalom e dormentes até chegar o momento de encarar obstáculos naturais, como travessias de riachos e valetas. Além disso, os motociclistas aceleram sobre brita e depois areia e recebem dicas bem úteis como, por exemplo, levantar uma moto sozinho. “Cada um destes exercícios é muito importante e, juntos, formam uma situação real”, acrescenta Fernandes. Vale lembrar que também existe a versão on-road do Rider Training, com lições destinadas ao asfalto.

Para saber como participar do curso e conferir o calendário ainda disponível em 2010, se informe pelo telefone 11 4191-1341 ou e-mail ridertraining@bmw.com.br.

A equipe da MOTOCICLISMO/MOTO VERDE foi convidada pela BMW a participar no último sábado do Rider Training off-road e segue abaixo os depoimentos da opinião de cada um:

“Se você anda de moto e pode desembolsar os R$ 1.500 pedidos, faça o curso. Vale muito a pena — se pensarmos que um único tombo com a sua moto pode custar muito mais do que isso em peças, vemos que, na verdade, é até barato. Confiança em você e na motocicleta são, a meu ver, condições imprescindíveis para pilotar uma motocicleta com segurança… e essa é justamente a intenção deste curso. Posicionamento sob a moto, equilíbrio, frenagens, curvas, areia fofa, brita, valetas, travessia de rios, erosões, barrancos…enfim, aprendemos a encarar (e superar) todo tipo de obstáculo passível de encontrar no off-road. É claro que a intenção não é formar pilotos de competição, mas pode apostar que da próxima vez que você encontrar um desvio precário pela terra ou um acesso com lama no meio da sua viagem, não será mais necessário dar meia volta. Vale lembrar que não é preciso ser cliente da marca e muito menos proprietário de uma maxitrail, qualquer pessoa habilitada pode se inscrever. Além do curso off-road, a marca alemã também realiza um on-road, realizado na pista de testes da Pirelli, em Sumaré, SP e custa R$ 1.300″ — Gabriel Berardi, editor assistente da MOTOCICLISMO.

“É impressionante como, durante o dia, consegui evoluir muito em minha pilotagem off-road. Participei do treinamento com uma R 1200 GS e, devido ao seu tamanho e peso, pode-se duvidar de seu desempenho em algumas situações na terra. Entretanto, ao passo que você ganha confiança, você “esquece” que está em uma moto de 229 kg. Recomendo a todos os motociclistas, com certeza, sairá do curso com muito mais técnica”— Rafael Miotto, editor assistente do MOTOCICLISMO Online.

Serviço
BMW Rider Training
ridertraining@bmw.com.br
Te.: 11 4191-1341- Agência Griffe.

Rafael Miotto

Imagens MPB

[Por:Motociclismo Online]

bras.de velocross

A sexta etapa do Campeonato Brasileiro de Velocross, marcada para este fim de semana, dias 4 e 5 de setembro, na cidade de Paracatu/MG, não será realizada. A Federação de Motociclismo do Estado de Minas Gerais informou à CBM a impossibilidade de realizar a prova, que seria válida também pelo Campeonato Mineiro.

A diretoria de Velocross da Confederação Brasileira de Motociclismo já estuda a inclusão de outra cidade em substituição à etapa mineira, que foi transferida para o dia 31 de outubro, fechando a temporada 2010. A próxima etapa do campeonato, que seria a de encerramento, acontece nos dias 24 e 25 de setembro, na cidade de Sete Quedas, no Mato Grosso do Sul.

[Por:Moto.com.br]

moto gp

O espanhol Daniel Pedrosa venceu a etapa americana de Indianápolis e se consolidou na segunda colocação do Campeonato Mundial de Motovelocidade.  Pedrosa, de Honda, ficou na frente das Yamaha’s de Ben Spies e Jorge Lorenzo que, respectivamente, completaram o pódio. Valentino Rossi foi o quarto e Casey Stoner não completou a corrida. Confira os tempos de ontem e a classificação completa do mundial abaixo:

Tempos em Indianápolis:
1) Dani Pedrosa (ESP/Repsol Honda), 47min31s615
2) Ben Spies (EUA/Yamaha Tech 3), 47min35s190
3) Jorge Lorenzo (ESP/Fiat Yamaha), 47min38s427
4) Valentino Rossi (ITA/Fiat Yamaha), 47min44s248
5) Andrea Dovizioso (ITA/Repsol Honda), 47min53s500
6) Nicky Hayden (EUA/Ducati Marlboro), 48min6s753
7) Marco Simoncelli (ITA/Honda Gresini), 48min8s355
8 ) Alvaro Bautista (ESP/Rizla Suzuki), 48min8s440
9) Aleix Espargaro (ESP/Pramac Racing), 48min16s52
10) Hector Barbera (ESP/Paginas Amarillas), Aspar 48min22s983
11) Loris Capirossi (ITA/Rizla Suzuki), 48min27s001
12) Hiroshi Aoyama (JAP/Interwetten Honda), 48min29s518
13) Randy de Puniet (FRA/LCR Honda), 48min35s754

Classificação:
1) Jorge LORENZO, 251 pontos
2) Dani PEDROSA, 183
3) Andrea DOVIZIOSO, 126
4) Casey STONER, 119
5) Valentino ROSSI, 114
6) Ben SPIES, 110
7) Nicky HAYDEN, 109
8 ) Randy DE PUNIET, 78
9) Marco SIMONCELLI, 63
10) Marco MELANDRI, 61
11) Colin EDWARDS, 57
12) Hector BARBERA, 54
13) Loris CAPIROSSI, 41
14) Aleix ESPARGARO, 39
15) Alvaro BAUTISTA, 33
16) Mika KALLIO, 31
17) Hiroshi AOYAMA, 22
18) Alex DE ANGELIS, 11

[Por:Moto.Com.br]

salão da motocicleta...

O Salão da Motocicleta deste ano vai promover também um concurso de customização. O 5º Concurso Inter Faculdades vai premiar com uma Kasinski Win 110 o estudante que melhor “decorar” a Comet GT250R, também da Kasinski. A disputa será dividida em duas categorias: customização virtual e ilustrativa. O Salão da Motocicleta acontece entre 5 e 10 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP). Informações, acesse www.salaodamotocicleta.com.br

[Por:Moto.com.br]

Suzuki gsx

A GSX 1250FA, modelo sport touring da nipônica Suzuki, foi apresentado oficialmente ano passado no Salão de Motos de Milão (Eicma). As vendas começaram efetivamente no início deste ano e a receptividade por parte dos europeus, principalmente os ingleses, tem sido muito boa. Motivo: versatilidade e preço competitivo, a partir de 7000 Libras, pouco mais de R$ 19 mil. O diferencial desta versão se comparado com suas irmãs da linha Bandit fica por conta da carenagem integral e também pelo conjunto óptico, bastante parecido com o utilizado nas motos superesportivas da família GSX-R. Sob a carenagem, o mesmo conjunto mecânico dos modelos N (Naked) e S (Sport), ou seja, um quatro cilindros em linha de 1.255 cm³ de capacidade e 100 cv de potência máxima.

Mas não se iluda pela roupagem esportiva e pelos números de desempenho do motor, a Suzuki GSX 1250FA foi construída para ser uma companheira de estrada e não uma assídua freqüentadora de autódromos. Com 100 cv de potência e 10,9 kgf.m de torque, o motor está equipado com 16 válvulas, refrigeração líquida, injeção eletrônica, além do câmbio de seis velocidades. O propulsor também ganhou uma nova central eletrônica, programada para oferecer um mapeamento mais compatível com sua proposta. Assim, a sport touring da Suzuki sugere um motor com comportamento vigoroso em baixos e médios regimes. Para reduzir os atritos internos do motor, os cilindros são feitos em alumínio, com tratamento térmico.

Ciclística

Na parte ciclística, o destaque fica por conta da introdução do sistema de freios ABS, que impede as rodas de travar, mesmo com baixa aderência do pneu com o solo. Na dianteira, a GSX 1250FA conta com dois grandes discos flutuantes de 300 mm, que são mordidos por pinças de quatro pistões. Já a traseira, tem disco simples de 240 mm e pinça de um pistão.

O garfo telescópico da suspensão dianteira conta com tubos de 43 mm de diâmetro e 130 mm de curso. A suspensão traseira é monoamortecida, com 136 mm de curso e com vários ajustes. Para oferecer mais conforto ao motociclista, a GSX 1250FA está equipada com quadro confeccionado em tubos de aço, banco com regulagem de altura – entre 790 e 820 mm – e cavalete central, que pode ser um grande aliado no momento de estacionar ou fazer algum tipo de manutenção. O tanque de combustível tem capacidade para 19 litros. Já na parte estética, quadro, motor e rodas em liga leve estão pintadas de preto.

Versões

Na Europa há ainda a versão Traveller, equipada com malas rígidas laterais de 37 litros (cada) e top case com capacidade para 33 litros de carga. Além disso, o modelo pode ganhar um parabrisa mais alto, item bastante útil para garantir proteção aerodinâmica e mais conforto nas viagens.

Por aqui, A J.Toledo/Suzuki da Amazônia importa apenas as versões naked e semicarenada. Mesmo com um projeto um tanto antigo, a Bandit 1250 ainda faz sucesso com um preço competitivo em relação a outras motos com motor de quatro cilindros e mesma capacidade. A mesma razão do sucesso da versão sport touring FA na Europa – bom motor e ciclística a um preço acessível.

Apesar de FA ser apenas mais uma versão da Bandit 1250, o modelo não enfrentaria concorrentes diretos no Brasil. No segmento, somente a BMW oferece opções, porém a um preço bastante superior. Uma sport-touring de 1250cc abaixo de R$ 40.000 poderia ser uma boa opção para os motociclistas brasileiros que procuram uma moto para viagens com grande capacidade cúbica.

[Por:Moto.Com.br]

moto gp

A temporada de 2010 continua a sua marcha rumo à fase decisiva do ano com a décima primeira das 18 etapas que acontecerá em Indianápolis, neste fim de semana. Todos os olhos estão, uma vez mais, postos em Jorge Lorenzo enquanto o piloto da Fiat Yamaha tenta manter a fenomenal forma deste ano. A vitória em Brno fez do espanhol apenas o terceiro homem na história da categoria rainha a terminar entre os dois primeiros nas dez primeiras corridas da temporada e poucos são os que apostaram contra a sua capacidade de aumentar o seu recorde para oito na pista onde triunfou no ano passado.

Com 77 pontos de atraso, Daniel Pedrosa quer não apenas travar a caminhada do rival, mas também compensar a corrida do ano passado em Indy. O piloto da Repsol Honda dominou o fim de semana e partiu da pole, mas caiu cedo na corrida e acabou terminando em décimo. Com o segundo posto em Brno ainda fresco na memória, ele estará apostando na terceira vitória do ano, o que seria o primeiro trio de triunfos do jovem de 24 anos numa temporada da categoria rainha.

A consistência de Casey Stoner no pódio nas últimas cinco jornadas levou o australiano da Ducati Marlboro à terceira colocação da classificação geral e agora vai tentar a primeira vitória do ano, bem como compensar o fato de no ano passado não ter participado da prova devido à doença. A apenas quatro pontos de distância está Andrea Dovizioso e o homem da Repsol Honda quer um bom resultado depois da desistência em Brno, a primeira do ano. O italiano foi quinto e quarto nas duas participações em Indy e espera melhorar.

O atual Campeão do Mundo, Valentino Rossi, continua mostrando muita força enquanto ainda se recupera da lesão. O italiano venceu na pista em 2008. A dois pontos de Rossi na geral está o seu futuro companheiro de equipa em 2011 na Ducati, Nicky Hayden. O norte americano – ainda em busca do primeiro pódio da temporada  – vai dar tudo por uma forte demonstração em casa e espera que a lesão contraída na mão esquerda em Brno não prejudique as suas aspirações.

O estreante da Monster Yamaha Tech 3, Ben Spies, terá objetivos idênticos aos do compatriota Hayden, enquanto o incrível regresso de Randy de Puniet à ação em Brno, apenas quatro semanas após ter fraturado a perna, terá continuidade neste fim de semana com o piloto da LCR Honda querendo recuperar a posição de melhor privado. O italiano Marco Melandri (San Carlo Honda Gresini) e Colin Edwards (Monster Yamaha Tech 3) completam a lista dos dez primeiros na classificação geral.

Os estreantes Marco Simoncelli (San Carlo Honda Gresini), Héctor Barberá (Páginas Amarillas Aspar) e Álvaro Bautista (Rizla Suzuki) estarão todos em busca de positivas estréias na pista na categoria rainha, isto enquanto Loris Capirossi (Rizla Suzuki) e a dupla da Pramac Racing Aleix Espargaró e Mika Kallio tentarão fazer uso da sua experiência para atingirem bons resultados.

Rodando no teste de Brno pela primeira vez em dois meses, Hiroshi Aoyama (Interwetten Honda MotoGP Team) irá regressar à ação neste fim de semana.

A décima primeira etapa do campeonato Mundial de Motovelocidade acontecerá neste fim de semana, no circuito de Indianápolis, nos Estados Unidos.

[Por:Moto.Com.br]

Suzuki produz nova V-Strom Xpedition

Marca lança versão da maxitrail especial para viagens por 8.900 euros

Suzuki V-Strom Xpedition

Utilizando como base a V-Strom 650 ABS, a Suzuki acaba de apresentar no mercado britânico uma versão definitivamente estradeira de sua maxitrail. Chamada de V-Strom Xpedition, esta máquina não esconde, de modo algum, sua principal intenção: viajar. Equipada com duas malas laterais, que atingem 82 litros, a Xpedition tem espaço suficiente para carregar uma quantidade interessante de bagagem.

Além disso, a moto possui cavalete central, para-lamas e protetor de motor de alumínio. No restante, a máquina tem as tradicionais especificações técnicas da V-Strom 650. A motocicleta possui um motor V2 de 645 cm³, capaz de gerar 67 cv de potência máxima. O preço pedido pela motocicleta é de 8.900 euros.

por Rafael Miotto

[Por:Motociclismo Online]

675 triumph daytona

É difícil não olhar para esta moto, ainda mais se a pintura for vermelha como na moto testada. Na dianteira os faróis mais parecem os olhos de uma fera. As bengalas dianteiras douradas e escapamento com saída por baixo do banco mostram que está moto nasceu nas pistas. Ela poderia estar facilmente em uma galeria de arte. Mas essa moto foi feita para acelerar. Ao ligar o motor e começar a andar surge a primeira surpresa; o ronco é diferente do esperado e mais parece um assobio. Porém o mais impressionante de tudo é a reposta do motor, rápida e forte em quase todos os regimes de rotação. Afinal o que essa moto tem de diferente das demais esportivas da categoria de 600 cc?

Desde que foi lançada pela Triumph 675 Daytona ganhou diversos comparativos e corridas da categoria SuperSport. Apesar de um cilindro a menos que a concorrência, sim ela é uma tricilíndrica, o motor tem 75 cc a mais de capacidade, daí o nome 675. Suas maiores rivais atualmente são a Honda CBR 600RR, Kawasaki ZX-6R, Yamaha YZF-R6 e Suzuki GSX-R600; sendo que as duas últimas não são vendidas no Brasil.

Desempenho surpreendente

Normalmente as superesportivas de 600 cc são mais “calmas” em baixas rotações, precisando atingir altos giros para entregar toda a sua potência. Porém na hora de acelerar essa inglesa fiquei surpreso com a resposta do motor mesmo em baixas rotações. O principal trunfo desta moto é realmente a arquitetura de seu motor com três cilindros. Segundo a Triumph essa configuração tem o melhor dos dois mundos; o rápido aumento de rotações de um motor bilicíndrico e a “explosão” em altas rotações de um tetracilindrico.

A potência de 126 cv e o torque de 7,54 kgf.m realmente impressionam frente qualquer 600 do mercado.  Outro trunfo do motor com três cilindros é seu tamanho reduzido em comparação às tetracilíndricas. Além de seu peso menor, permite que a moto seja mais estreita e fácil de domar. Basta alguns minutos para começar a abusar do acelerador e aproveitar o melhor que esta moto oferecer.

Equipada

Para quem gosta de pilotar em circuito ou mesmo participar de um track day tem na Daytona 675 uma moto para fazer bonito nas pistas. Os freios são potentes precisos, na dianteira os discos tem 308 mm de diâmetro (na Yamaha YZF-R1 são de 310 mm).  Se isso na bastasse as linhas tem cobertura com malha de aço (o chamado aeroquip). A suspensão, com tubos de 41 mm na dianteira, tem todo o tipo de regulagem e garantem ótima estabilidade.

Abaixado na bolha é possível ver o completo painel que tem shift-light e até mesmo marcador de velocidade máxima atingida. Outro item que impressiona são os pneus dessa moto: Pirelli Supercorsa SP. Eles são pra lá de esportivos e permitem inclinar a moto até onde o juízo permitir. Até mesmo a posição de pilotagem é radical, com o piloto praticamente sobre o eixo dianteiro. Contudo essa posição “racing” chega a casar em viagens mais longas.

A cilindrada

Muitos motociclistas partem logo para as esportivas de 1000 cc como primeira moto grande. Pilotar uma SuperBike realmente é uma experiência única porém o piloto precisa estar muito bem preparado para domar essas feras. Mas com uma 600 cc ou mesmo uma 675 cc você consegue a mesma diversão por um preço mais acessível e em uma moto mais fácil de pilotar.  Você pode não gostar do som do escapamento ou mesmo achar que um cilindro a menos pode fazer falta. Contudo essa moto tem muito a oferecer. E só me resta uma dúvida: Ela é uma moto de rua com pegada racing ou uma moto racing que também pode andar na rua?

Promoção

A Triumph Daytona 675 está com o preço promocional de R$ 36.900 (o preço anterior era R$ 42.900).  Suas concorrentes no mercado nacional são a Honda CBR 600RR ,tem preço sugerido de R$ 47.000 e a Kawasaki ZX-6R que custa $ 48.880.

Ficha Técnica:
Motor: 3 cilindros em linha, 12 válvulas DOHC com refrigeração líquida
Capacidade cúbica: 675 cm³
Potência máxima: 126 cv a 12.600 rpm
Torque máximo: 7,54 kgf.m a 11.750 rpm
Alimentação: Injeção eletrônica multiponto com sistema de indução de ar
Capacidade do tanque: 17,4 litros
Câmbio: Seis marchas
Transmissão final: Corrente
Suspensão dianteira: Invertida (upside down) de 41 mm com ajustes de pré carga, compressão e retorno
Suspensão traseira: Balança com amortecedor à gás e ajustes de pré carga, compressão e
retorno
Freio dianteiro: Disco duplo flutuante de 308 mm com pinças radiais de 4 pistões
Freio traseiro: Disco simples de 220 mm com pinça de 1 pistão
Rodas e pneus: Rodas de alumínio forjado 120/70 ZR 17 (D) e 180/55 ZR 17 (T)
Chassi: Tubular em alumínio
Dimensões (C x L x A): 2.010 mm x 710 mm x 1.105 mm
Altura do assento: 830 mm
Altura mínima do solo: N.D
Entre-eixos: 1.415mm
Peso seco: 162 kg (a seco)
Cores: Preto, Amarelo, Vermelho e Grafite
Preço público sugerido: R$ 36.900 (Preço promocional, posto São Paulo, sem frete e seguro)

[Por:Moto.Com.br]

ducati

Em 1972, Giacomo Agostini conquistava seu sétimo título mundial na categoria 500 cc da motovelocidade ao comando de uma MV Agusta. Desde então, nenhuma outra dupla – motocicleta e piloto italianos – sagrou-se campeã mundial na principal categoria do motociclismo. Porém esse tabu pode ser quebrado nas duas próximas temporadas. Ao menos é isso que espera a Ducati ao assinar um contrato de dois anos com o ídolo Valentino Rossi.

A sonhada parceria entre Rossi, o bambino d’oro dos italianos, e a lendária fábrica de Borgo Panigale finalmente se confirmou no último final de semana em Brno, na República Checa. Depois de muitos boatos e anúncios prematuros, a Ducati confirmou o sonho de todo tiffosi (fanático, em italiano): Valentino Rossi, depois de sete anos na Yamaha, vai pilotar a moto da marca italiana nas temporadas 2011 e 2012.

Para entender o que isto significa, é preciso entender que a motovelocidade significa para os italianos mais do que a Formula 1 significou para os brasileiros nos tempos de Ayrton Senna. Afinal, o país da bota é fanático por esportes a motor e ainda mais por motocicletas. A Ducati é praticamente uma instituição italiana e Rossi, mais que um ídolo. Quase um Pelé sobre duas rodas para os torcedores italianos.

Currículo invejável

A expectativa de que a parceria pode quebrar o tabu de 38 anos sem uma vitória de um piloto italiano com uma moto italiana tem sua justificativa no vitorioso currículo de Valentino. Aos 31 anos, o piloto de Urbino tem uma carreira impressionante: são nove títulos mundiais, 104 vitórias em Grandes Prêmios, 59 pole-positions e 83 voltas mais rápidas em 14 anos no Campeonato Mundial de Motovelocidade.

Rossi só não supera a lenda Giacomo Agostini em número de títulos mundiais e em vitórias – Agostini venceu 15 campeonatos e cruzou a linha de chegada em primeiro em 122 GPs. Em resumo, Rossi tem todas as credenciais para realizar o sonho do torcedor mais fanático. Resta saber se a Ducati, que até hoje venceu apenas um campeonato mundial na categoria principal, a atual MotoGP, em 2007 nas mãos de Casey Stoner, vai oferecer ao italiano uma moto italiana a sua altura.

Talvez essa não seja a principal preocupação da Ducati, afinal quando Rossi chegou à Yamaha em 2004 a YZR M1 não passava de uma moto mediana entre tantas outras no grid, como ele frisou em sua carta de despedida, de próprio punho à imprensa. “Agora, depois de tê-la ajudado a crescer e melhorar, vejo o sorriso em seu rosto nos boxes, sendo cortejada e admirada, tratada como a melhor da categoria”, afirmou o piloto referindo-se à M1.

Talvez a Ducati só tenha de se preocupar em escolher um lugar para a estátua de Rossi. Afinal, como brinca um conhecido, que é jornalista italiano especializado em motos: “Se Valentino conquistar um título com a Ducati, mandam fazer uma estátua dele em praça pública”.

[Por:Moto.Com.br]

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