BR Motorsport

A BR Motorsport aumenta a sua participação no mercado brasileiro de distribuição de equipamentos de proteção para motociclistas e passa a ser distribuidora oficial da marca Fox Head.

Este ano a marca completa 40 anos. Sua história começou no motocross e hoje é líder mundial em equipamentos para MX. Também tem suas raízes muito fortes no mercado de equipamentos para ciclistas (BMX, Down Hill, Mountain Bike, All Mountain, XCountry). Além dos mercados de “duas rodas”, a marca conta com coleções desenhadas para performance de esportes aquáticos (Surf e Wake), neve (Snow) e também uma linha especialmente desenvolvida para treinamento esportivo em geral, a linha Active. Todas as categorias de esportes de ação servem de inspiração para produtos da linha Lifestyle (estilo de vida), que contam com roupas de uso casual, como tênis, óculos de sol, etc.

A BR Motorsport terá estoque pronto para entrar no mercado em setembro de 2014, com o objetivo de garantir uma transição tranquila na mudança de linhas que estão ocorrendo. Algumas mercadorias, da estação passada, estarão disponíveis até o final do ano.

“Estamos prontos para iniciar imediatamente”, disse Renato Shoel, Co-Fundador e Sócio da BR Motorsports. “Estamos recebendo em nosso armazém, neste o mento, os melhores e mais recentes produtos da Fox e temos a intenção de atender as necessidades de nossos varejistas e dos nossos aficionados de produtos da FOX.”

Dessa forma, com mais essa parceria, a BR Motorsport se posiciona hoje como a maior empresa na distribuição de equipamentos de proteção para motociclistas da América Latina. Hoje a empresa brasileira representa, além da Fox, as marcas AGV, Dainese, LS2, NORISK e Race Tech.

[Por:Moto.Com.br]

Instituto Ayrton Senna

 

O exemplar de número 001 da Ducati 1199 Panigale S Senna foi entregue ao Instituto Ayrton Senna (IAS). “É um privilégio para a Ducati ter a oportunidade de homenagear este herói brasileiro”, disse o diretor-geral da subsidiária brasileira da marca, Ricardo Susini.

Limitada a apenas 161 unidades disponíveis apenas no Brasil, a Panigale S Senna traz o setup sugerido pelo próprio piloto, além do exclusivo tom cinza escura com rodas cor de abóbora. Equipada com motor de dois cilindros em “L” de 1.198 cm³ capaz de gerar até 195 cv de potência máxima a 10.750 rpm, a moto ainda traz outros “mimos” como placa numerada na mesa de direção e um capacete réplica do amarelo usado por Ayrton Senna como chaveiro. Cada uma das motos tem preço sugerido de R$ 100 mil.

[Por:Moto.Com.br]

Triumph Tiger Sport

A Triumph não entrou para brincar no mercado brasileiro de motocicletas. A tradicional marca britânica desembarcou por aqui em 2012 com uma boa oferta de produtos, fabricação nacional e, acima de tudo, planejamento. No ano passado, chegou mais uma leva de modelos e a Triumph emplacou 2.500 unidades. Em 2014, ja são quase 3 mil motos comercializadas – de janeiro a agosto. E ainda “surfando” na onda do bom momento do mercado de alta cilindrada, a fabricante aproveitou para adicionar mais um modelo à sua gama – o 16°. Trata-se da Tiger Sport, o último e mais esportivo membro da família Adventure.

A nova moto montada em Manaus, no Amazonas, chega para cumprir algumas funções. Com o preço de R$ 45.990 e motor de 1.050 cc, a versão Sport preenche a lacuna de valor e cilindrada entre a Tiger 800 e a variante XC – R$ 36.900 e R$ 39.990 – e a Tiger Explorer 1.200 acompanhada da configuração XC – R$ 59.990 e R$ 63.990. Outra meta é fazer frente à nova Suzuki V-Strom e também à Kawasaki Versys, ambas de 1.000 cc. Além disso, a recente integrante da linha Adventure é essencial para o sucesso comercial da marca por aqui. Tanto que a perspectiva atinge grandes proporções. “O Brasil é um dos maiores mercados do mundo para a família Tiger em volume de vendas. Com a Sport, esperamos que linha passe a representar perto de 70% das vendas da Triumph no país”, projeta Marcelo Silva, gerente geral da Triumph Motorcycles no Brasil. Só a Tiger Sport tem a missão de emplacar pouco mais de 30 unidades mensais – em um ano que a Triumph promete entregar 4.500 motocicletas.

Para atingir esses números, a Tiger Sport sofreu pequenas mudanças em relação à antecessora Tiger 955. A começar pelo motor. Para “devorar” quilômetros de estrada ou mesmo usar a moto no dia a dia, a marca inglesa escolheu o tricilíndrico de 1.050 cc, duplo comando no cabeçote e refrigeração líquida – mesmo da esportiva Speed Triple. A potência é de 125 cv a 9.400 rpm, enquanto o torque fica em 10,6 kgfm a 4.300 giros. Os engenheiros da Triumph recalibraram a injeção eletrônica de combustível e conseguiram deixar a Tiger Sport 7% mais econômica.

 

Para aliar a “pegada” esportiva, mas com um toque de touring, a moto ganhou na ergonomia. O assento do piloto é 5 mm mais baixo e mais estreito na frente, o que reduziu substancialmente a distância do chão – uma estratégia que tornou a moto mais acessível a um número muito maior de pilotos. O assento é mais extenso, para criar mais espaço para pilotos mais altos. O guidão também teve a altura reduzida e está mais próximo de quem comanda a Tiger. Além de melhorar a vida do piloto, o garupa merece uma atenção especial. O assento traseiro é rebaixado e a posição do “carona” é totalmente atrás do piloto – para melhor proteção contra o vento. A estrututa traseira – balança unilateral –, além de dar uma estética mais esportiva, ainda permite o encaixe de bagageiros opcionais maiores, capazes de armazenar um capacete integral, com o dobro da carga dos anteriores. A Triumph oferece a Tiger Sport em duas combinações de cores: branca e preta e vermelha e preta.

 

Ficha técnica

Triumph Tiger Sport

Motor: A gasolina, quatro tempos, 1.050 cm³, tricilíndrico, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote e refrigeração líquida. Injeção eletrônica multiponto sequencial.
Câmbio: Manual de seis marchas com transmissão por corrente.
Potência máxima: 125 cv a 9.400 rpm.
Torque máximo: 10,6 kgfm a 4.300 rpm.
Diâmetro e curso: 79 mm X 71,4 mm.
Taxa de compressão: 12,0:1.
Suspensão: Dianteira com garfos telescópicos invertidos com 43 mm de diâmetro e 140 mm de curso com regulagem de amortecimento de pré-carga, rebote e compressão. Traseira com monoamortecedor de 155 mm de curso co regulagem de amortecimento pré-carga e rebote.
Pneus: 120/70 R17 na frente e 180/55 R17 atrás.
Freios: Discos duplos flutuantes de 320 mm na frente e disco de 255 mm atrás. Oferece ABS.
Dimensões: 2,15 metros de comprimento, 1,31 m de altura, 0,83 m de largura, 1,54 m de distância entre-eixos e 0,83 m de altura do assento.
Peso: 235 kg.
Tanque do combustível: 20 litros.
Produção: Manaus, Brasil.
Lançamento mundial: 2013. Lançamento no Brasil: 2014.
Preço: R$ 45.990.

[Por:MotorDream]

 

Yamaha

A Yamaha Motor Co. do Japão anunciou novas metas para aumentar seus lucros até 2017. O objetivo da empresa é atingir 2 trilhões em vendas líquidas, com uma razão de lucro operacional de 7,5%. Na divisão de motocicletas, a marca dos três diapasões pretende expandir a gama de modelos globais, além de desenvolver motores sob o conceito Blue Core, que visa eficiência energética sem comprometer o prazer de pilotar.

Entre os novos modelos planejados a médio prazo, estão previstas motos nas famílias R (superesportivas, como a YZF-R1), MT (como a naked MT-09), Max (os scooters, como o X-Max e o TMax) e no conceito LMW (Leaning Multi Wheel), no qual se baseia o triciclo urbano Tricity. As notícias são animadoras e confirmam assuntos que já falamos aqui no blog, como um novo modelo para a linha Tricity, quanto a ampliação da família MT.

Para o Brasil, embora nada tenha sido dito nos planos mundiais da marca, como já aconteceu antes, algo bom ainda pode vir de tudo isso. Neste mês, já fomos surpreendidos com a chegada da MT-09 e, se a ideia de aumentar o número de globais for mesmo levada adiante, a naked MT-07 e um scooter mais acessível, como o X-Max 250, por exemplo, devem aportar por aqui em breve. Vamos aguardar.

[Por:Uol Motos]

S 1000 RR

A BMW confirmou o lançamento de três novos modelos no Intermot, o Salão de Colônia, que acontece no mês que vem na cidade alemã. Entre os lançamentos, a marca já formalizou que irá apresentar uma nova S 1000 RR.

De acordo com a marca bávara, as melhorias envolvem ajustes no motor e uma nova geometria na suspensão para melhorar o desempenho e o controle. No entanto, a fabricante alemã não menciona quais serão os outros dois modelos que farão sua estreia na feira. Mas, já existem especulações para uma touring com suspensão de longo curso feita com base na superbike e também a nova geração da naked R 1200 R equipada com o propulsor boxer de refrigeração mista ar/água, que já move a R 1200 GS e a R 1200 RT.

[Por:Moto.Com.br]

Copa EFX de Enduro

A comemoração foi francesa na quinta etapa da Copa EFX Honda de Enduro, neste domingo em Arujá (SP). Na categoria Elite, a vitória foi de Adrien Metge, o que complicou um pouco os planos do português Luis Oliveira, que lutava para conquistar o título antecipado da competição, porém, desta vez, ficou em terceiro. Entre os dois, terminou o mineiro Rômulo Bottrel.

O resultado deixou os dois concorrentes europeus bem próximos na classificação e a decisão foi levada para a última etapa. Enquanto Luis soma 107 pontos, Adrien agora possui 102. Bottrel segue também na cola, com 96 pontos. Por isso, uma grande e interessante disputa já pode ser esperada para a sexta e última prova do ano, no dia 19 de outubro.

Por outro lado, quatro classes foram decididas hoje. Na Enduro 2, Júlio César Elizário foi o campeão, na Feminina, o triunfo foi de Janaína Souza, na Enduro 6 de Rodolfo Ripamonti, e na Enduro 7 de José Alexandre Tommaso.

O vencedor da principal categoria comemorou o fato de ainda seguir na briga pelo título. “A prova foi boa, com uma boa especial. Foi um dia de velocidade bem alta, com muita adrenalina. Uma outra especial foi na grama lisa. Luis cometeu um erro e foi penalizado. Então, o campeonato segue apertado até a última prova”, disse Metge.

Já Luis lamentou os erros que cometeu nos controles de horário, entrando atrasado em um e adiantado em outro, que resultaram em penalizações. “A prova de hoje para mim foi um pouco complicada. No primeiro controle de tempo cheguei 30 minutos adiantado e fiquei à espera do meu tempo. O segundo controle, era um estradão onde passavam carros. Eu segui a velocidade que tinha que seguir, de 50 km/h para não haver estresse com a polícia. Fiz o meu trabalho, fui o primeiro a entrar na Extreme, tive que colocar gasolina e esperei cerca de um minuto. Acho que não foi um erro meu, mas tenho que assumi-lo como se fosse. Tentei me concentrar, não é fácil. Creio que fiz o meu melhor e especiais boas. Quando cheguei na Extreme tive um pequeno percalço e cai. Tive que somar alguns minutos (devido aos erros nos CHs). Saio daqui insatisfeito. Não era isso que eu queria, mas vamos ver o que vai dar.”

Em compensação, Júlio César Elizário teve uma corrida excelente e conseguiu coroar antecipadamente a disputa de toda a temporada na Enduro 2. “A prova, as especiais e o Extreme foram bastante técnicos. Consegui imprimir um ritmo forte, fiz uma prova, no meu conceito, boa, não excelente, mas consegui a vitória e o campeonato.”

Janaína também celebrou o bom desempenho na categoria Feminina. “Foi uma prova maravilhosa, sem problemas, sem queda. A primeira especial era fácil de se cair, mas consegui me manter. A segunda era de alta velocidade. O Extreme estava bem técnico e eu estava cansada, mas consegui andar bem as três voltas. Acho que terminar a prova bem e sem se machucar é o mais importante”, resumiu a campeã.

Na Enduro 1, o dia foi de Gabriel Badaró, que teve um sentimento de superação durante o desafio. “Tive um problema pessoal em Belo Horizonte, perdemos um amigo querido em um acidente. Então, para mim hoje foi uma das corridas mais difíceis que tive a oportunidade de participar. Tive que dar uma desligada para seguir na prova. A concorrência era forte e eu sabia que não podia errar. Estava muito calor. Consegui fazer uma prova do jeito que eu queria, pensando no campeonato”, avaliou.

Outros vencedores da etapa foram Renan Bueno da Silva, João Vitor Ferreira Lima, Ruan Marra Pires e Guilherme Bueno da Silva, que ganharam as categorias E3, E4, E5 e E8, respectivamente. Na disputa entre equipes o Zanol Team faturou mais uma vitória, assim como a Honda conquistou mais um triunfo entre os Clubes.

Para Fábio Simões, diretor do Adrenatrilha Trail Club, organizador do campeonato, o objetivo mais uma vez foi cumprido. “Foi uma prova excelente. No Extreme Teste tivemos um percurso cheio de obstáculos, bem travado, com baixa velocidade. Isso o torna mais seguro. É mais difícil de ultrapassar, mas é mais seguro. Pelo segundo ano, Arujá foi uma prova que todo mundo gostou. Isso nos motiva cada vez mais a fazer boas etapas para que todos se divirtam.”

Resultados

Elite
1. Adrien Metge
2. Rômulo Bottrel
3. Luis Oliveira
4. Rigor Rico
5. Ripo de Oliveira

Enduro 1
1. Gabriel Badaró
2. Ramon Sacilotti
3. Humberto Cadori Filho
4. Darso Loch
5. Henry Horita

Enduro 2
1. Júlio César Elizário
2. Ronaldi Santi
3. Vinícius Lopes da Silva

4. Felipe Lagarrea
5. Evaldo Nespoli

Enduro 3
1. Renan Bueno da Silva Filho
2. Bruno Batista Martins
3. Heitor Mariano
4. Leonardo Frossard
5. Manuel Augusto

Enduro 4
1. João Vitor Ferreira Lima
2. Jhonata Diniz Moraes
3. Felipe Anzoli
4. André Ferreira
5. Vitor Hugo Souza

Enduro 5
1. Ruan Marra Pires
2. Renato Hagio
3. Renato dos Santos
4. Felipe Vanelli
5. Vitor Hugo de Oliveira

Enduro 6
1. Rodolfo Ripamonti
2. Fábio Bizarra
3. Clodoaldo Shoji Uemura
4. Patrick Quentin
5. Maurício Ghiraldelli

Enduro 7 
1. José Alexandre Tommaso
2. Washington Caipira
3. Eduardo Basso
4. Manuel de Simas
5. Hudson de Goês Vieira

Enduro 8
1. Guilherme Bueno da Silva
2. Danilo Luiz Ribeiro
3. Gilson Fernandes
4. André Costa Lima
5. Rudney Prado

Feminina
1. Janaina Souza
2. Tainá Aguiar
3. Luciana Timm
4. Marina Caleffi de Souza
5. Lilian Chagas

Equipes
1. Zanol Team
2. P3 Racing
3. Motofield
4. Pindorama Racing
5. KR Internacional

Clubes
1. Honda
2. KR Internacional
3. Aventuras no Vale

[Por:Moto.Com.br]

KRGT-1

Após anunciar no final de 2012 que entraria no mercado de customização de motocicletas, o famoso ator libanês Keanu Reeves, do Matrix, finalmente concluiu o seu projeto e colocou a venda as primeiras unidades do modelo denominado KRGT-1, construído em parceria com a empresa californiana Arch Motorcycle.

No meio do ano passado, o ator divulgou um vídeo com o projeto em construção, ele utilizou a base de uma Harley-Davidson Dyna 2005. Agora com o projeto pronto a empresa divulgou que o propulsor é um “V-Twin” da norte americana S&S de 2.032 cc que gera 121 cv de potência máxima. O conjunto de suspensões possui garfos invertidos da Öhlins de 43 mm na dianteira, e na traseira um single shock da Race Tech.

As rodas são de carbono e os freios potentes com pinça seis pistões na dianteira e pinça de quatro pistões na traseira. A motocicleta vem com ajustes de altura do guidão e assento, além de diferentes níveis na pedaleira, para que cada cliente a ajuste conforme suas características de pilotagem.

O peso seco declarado da KRGT-1 é de 244 kg, com tanque de capacidade para 19 litros de combustível. O pneu traseiro de destaca pelo tamanho, 240/40 com roda de 18”. A instrumentação da moto é totalmente digital e a iluminação toda em LED.

Quem estiver disposto a comprar a motocicleta criada por Keanu Reeves, assinada com design Gard Hollinger, irá desembolsar a quantia de 78 mil dólares.

[Por:Moto.Com.br]

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