A Kawasaki do Brasil apresentou nessa quarta-feira, 16/05, no seu centro de treinamento em São Paulo (SP), dois novos modelos que serão comercializados a partir de julho, a ER-6n e a Ninja ZX-14 que passou a receber um “R” e agora é nomeada como Ninja ZX-14R.

A Kawasaki ER-6n foi totalmente repaginada e ganhou alterações significativas, tanto de motor quanto de design. Produzida no pólo industrial de Manaus, este modelo tem preço público sugerido de R$ 25.960 na versão standard e de R$ 28.880 a equipada com ABS, ambas sem frete. As cores disponíveis da ER-6n para a linha 2013 são amarela, verde e preta. Todas as tonalidades serão disponíveis também na versão ABS.

A Kawasaki Ninja ZX-14R também recebeu modificações técnicas e de design. Porém, enquanto a ER-6n será totalmente produzida no Brasil, a Ninja ZX-14R será produzida em regime CKD (kits de montagem) e terá preço público sugerido de R$ 56.990 na versão standard e R$ 60.990 na versão com ABS, ambos sem frete. As cores disponíveis da ZX-14 para a linha 2013 são verde (versão com ABS e monoposto) e preta (Standard).

[Por:Moto.Com.br]

Uma rodada dupla de corridas vai marcar no dia 17 de junho o início da segunda temporada do Moto  1000 GP. Seis pistas de cinco estados brasileiros vão receber as oito etapas do campeonato, que terá suas disputas subdivididas nas categorias GP 1000 e GP Light. O primeiro evento do calendário reunirá os pilotos no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, São Paulo, segundo o calendário homologado e divulgado aos pilotos já inscritos.

O segundo campeonato do Moto 1000 GP terá oito etapas, distribuídas em seis eventos – o primeiro, dia 17 de junho em São Paulo, e o último, dia 2 de dezembro, previsto para o Rio de Janeiro, vão consolidar rodadas duplas que terão em disputa o GP Petrobras. Também haverá etapas nos autódromos de Brasília (DF), dia 22 de julho, Curitiba (PR), em 19 de agosto, Santa Cruz do Sul (RS), em 23 de setembro, e Cascavel (PR), em 21 de outubro.

Uma das novidades em 2012 será a realização de todas as corridas aos domingos – no ano passado cada categoria tinha duas provas por etapa, uma no sábado e outra no domingo. A programação de treinos terá início sempre na sexta-feira de cada evento. “Focando as corridas no domingo conseguimos viabilizar mais treinos para os pilotos e também para ações de relacionamento junto aos patrocinadores”, justifica o diretor do evento, Gilson Scudeler.

Mesmo antes da divulgação do cronograma de atividades para a etapa de Interlagos, Scudeler identifica no tempo de treinos de cada categoria um dos principais atrativos para os pilotos. “Cada etapa vai ter mais de quatro horas de treinos, isso sem contar a duração de cada corrida. Nas rodadas duplas de São Paulo e do Rio de Janeiro, já contando as duas corridas, os pilotos terão mais de cinco horas de atividades em pista”, enfatiza o diretor do campeonato.

Gilson Scudeler reconhece que proporcionar o maior tempo de pista possível aos pilotos é uma das prioridades do Moto 1000 GP. “Isso é fundamental para os pilotos poderem se preparar melhor para as etapas, acertar as motocicletas, testar acertos e deixar o equipamento da forma mais competitiva possível, além de conhecer as pistas. Somos um evento exclusivamente de motovelocidade, então podemos proporcionar isso aos pilotos”, pondera.

A segunda temporada do Moto 1000 GP tem confirmado o patrocínio de Petrobras e Lubrax, além de BMW Motorrad e Michelin. A lista de parceiros do evento destaca marcas que atuam no mercado motociclístico com produtos de primeira linha, casos de Beta, Servitec, Shoei, Tutto Moto, Bell e W2 Boots. Inscrições de pilotos e equipes pelo site www.moto1000gp.com.br.

Calendário 2012
1ª Etapa e 2ª Etapa – 17 de junho, Interlagos (SP)
3ª Etapa – 22 de julho, Rio de Janeiro (RJ) ou Brasília (DF), a definir
4ª Etapa – 19 de agosto, Curitiba (PR)
5ª Etapa – 23 de setembro, Santa Cruz do Sul (RS)
6ª Etapa – 21 de outubro, Cascavel (PR)
7ª e 8ª Etapa – 2 de dezembro, Rio de Janeiro (RJ), GP Petrobras
Sujeito a alterações

Fotos: Vanderley Soares (Grelak)/Divulgação

[Por:Moto.com.br]

Você saberia dizer o que os Beatles, o vinho Chianti, a caneta MontBlanc e a Harley-Davidson Road King têm em comum? Todos são considerados um modelo do gênero, ou seja, clássicos. Apresentada em 1993, no aniversário de 90 anos da Harley, a integrante da linha Touring da HD se caracteriza pelo grande parabrisa, malas laterais rígidas revestidas em couro e, hoje, equipada com o “torcudo” motor Twin Cam 103, de 1700cc.

Montada em Manaus (AM), a Road King Classic traz diversos detalhes que reforçam sua inspiração clássica: paralama dianteiro envolvente com uma pequena saia de metal, os pneus faixa branca e até mesmo o logo Harley-Davidson com forte referência ao motor V2. No segmento Touring, que engloba os modelos feitos para a estrada, a Road King é a segunda mais vendida no País, só perde para sua prima-irmã a Heritage Softail (68 contra 162 unidades de janeiro a abril, segundo dados de emplacamentos da Fenabrave). O preço sugerido gira em torno de R$ 56 mil.

Construída para encarar estradas em boas condições de rodagem, a Road King Classic oferece bom nível de conforto traduzido pelo assento em dois níveis e pela boa ergonomia do piloto sobre a moto. O modelo conta ainda com piloto automático e suspensão traseira ajustável a ar, proporcionando a regulagem de acordo com o estilo de pilotagem e peso transportado. Já o fato do motor ser montado sobre coxins de borracha, minimiza – mas não elimina totalmente – as vibrações.

Como todo modelo da linha Touring, a Road King Classic conta ainda com transmissão de seis velocidades e acelerador Ride-By-Wire, além de freios Brembo com sistema ABS. Outro diferencial é a adoção da tecnologia EITMS (Engine Idle Temperature Management System) que corta automaticamente o combustível e a ignição do cilindro traseiro em marcha lenta, reduzindo o calor do motor que antes era propagado para piloto e garupa.

De cara a moto impressiona por seu porte – 2,4 m e 355 quilos – e muitos cromados. Com escudo frontal, pneus faixa branca e conjunto óptico com faróis auxiliares, a Road King Classic é uma fiel representante do estilo retrô e lembra muito as Big Twins dos anos 1960.

Vestida de branco pérola, esta Harley é puro instrumento de socialização. Por todos os lugares por onde passa, a moto atrai olhares curiosos e de admiração. Transeuntes, motoristas, frentistas e até outros motociclistas querem saber o nome, as principais características e como se comporta esta Harley-Davidson.

Rei da estrada
O nome dessa clássica HD dá pistas de sua proposta: pegar a estrada. Afinal, impossível não se sentir como um rei da estrada a bordo da Road King. O banco bastante amplo e com espuma densa garante conforto para rodar muitos quilômetros. O para-brisa protege o piloto do vento e as pedaleiras permitem “descansar” os pés. O Cruise Control, também chamado de piloto automático, é simples de acionar e oferece ainda mais mordomia, só cuidado para não se distrair.

Enquanto isso, os 14 kgf.m de torque do motor V2 de 103 polegadas cúbicas (1.690 cm³) se encarrega de “empurrar” a moto sem se importar com a marcha engatada – quarta, quinta, ou até mesmo na sexta over-drive, não importa sobra força para arrancadas e ultrapassagens ou para vencer aclives. Mas não pense que isso vai se permitir altas velocidades, afinal a Road King não foi feita para quem tem pressa. A ideia é curtir a moto, a estrada e o estilo “custom” de ser. Até mesmo porque em função do para-brisa alto acima de 140 km/h a Road King fica um pouco instável e cansa o piloto.

O conjunto de suspensões funciona perfeitamente em rodovias bem pavimentadas, por isso evite ondulações na pista, ou caso contrário, vai sacolejar demais sobre o banco. E em curvas, reduza a velocidade. Com um largo pneu na roda da frente – na medida 130/90-16 – e muito peso no trem dianteiro faz com que a Road King demonstre a tendência de “abrir” demais a trajetória em curvas.

Portanto se você procura uma moto ágil e versátil para ir a qualquer lugar, o mercado oferece diversas opções. Mas se deseja uma moto para viajar com calma e estilo, a Road King Classic é confortável e de quebra já sai de fábrica com dois alforjes laterais com capacidade razoável. E, acima da razão que norteia essa avaliação, se o seu caso for de paixão pelo visual clássico e pelo ronco característico dos motores V2, vá em frente, seja o “rei da estrada”.

FICHA TÉCNICA
Road King Classic
Motor Twin Cam 103, refrigerado a ar
Cilindrada (cm³) 1690
Diâmetro x Curso (mm) 98,4 x 111,1
Potência N/D
Torque 13,9 kgf.m a 3500 rpm
Transmissão 6 velocidades Six-Speed Cruise Drive
Alimentação: Injeção eletrônica
Quadro: Duplo berço
Suspensão dianteira: Garfo telescópico
Suspensão traseira: Sistema Bichoque
Dimensões
Comprimento (mm) 2400
Altura do assento (mm) 735
Ângulo do cáster (º)/ Trail (mm) 26/170
Capacidade do tanque (litros) 22,7
Peso seco (kg) 355
Freio dianteiro: Disco duplo de 300 mm, com cáliper de 4 pistões e sistema ABS
Freio traseiro: Disco simples de 300 mm, com cáliper de 4 pistões e sistema ABS
Pneu dianteiro: Raiada de alumínio 130/90B16 67H
Pneu traseiro: Raiada de alumínio 180/65B16 81H
Cores: Vivid Black; White Hot Pearl; Big Blue Pearl / Vivid Black; Midnight Pear / Brilliant Silver Pearl
Preço: R$ 56 mil

Fotos: Doni Castilho

[Por:Moto.com.br]

Tendo ficado atrás de Casey Stoner nas duas últimas corridas e contando já com duas vitórias na categoria rainha e uma nas 250cc em Le Mans, Jorge Lorenzo tem mais um motivo para acreditar na possibilidade de vencer. O seu companheiro de equipe Ben Spies, por outro lado, não teve o início da temporada que esperava e chega a Le Mans com o objetivo de recolocar o seu campeonato no bom caminho.

A pista gaulesa deve ser favorável às características da Yamaha, com a afinação ideal para Le Mans a requerer um equilíbrio e controle ótimos sob repetidas situações de frenagens fortes. A Yamaha conta com quatro vitórias em Le Mans desde o início da era das 4-tempos em 2002.

Jorge Lorenzo

“Chegamos em boa forma depois de termos terminado sempre nos dois primeiros nas três corridas já disputadas este ano; quero continuar assim em Le Mans. No ano passado lutamos, especialmente em aceleração, mas sinto que este ano vai ser um pouco diferente. É uma boa pista para o meu estilo de pilotagem, pelo que vamos tentar lutar uma vez mais pela vitória, mas sempre com o campeonato o mente.”

Ben Spies

“Estou ansioso por voltar a correr neste fim de semana. A minha confiança voltou a crescer agora que encontramos boa afinação de base, acredito que podemos dar mais um passo em frente e melhorar a nossa prestação de novo em Le Mans.”

Wilco Zeelenberg, Diretor Esportivo

“Após três fortes corridas e um campeonato muito disputado até o momento, estamos muito animados com a ida a França. No ano passado tivemos uma corrida dura e lutamos muito, mas no ano anterior conseguimos um forte triunfo. O Jorge gosta da pista e estamos curiosos para ver como a 1000cc se porta, uma vez que temos a tradição de apresentar bons resultados aqui. Esperamos voltar ao ritmo de sucesso que a Yamaha tem tido em Le Mans.”

Massimo Meregalli, Diretor de Equipe

“No ano passado a Yamaha não teve um fim de semana perfeito em Le Mans, uma pista onde temos a tradição de ser fortes. Este ano chegamos com um pacote muito competitivo, acreditamos que podemos apresentar uma boa corrida.”

[Por:Moto.com.br]

O Campeonato Mundial de Motocross  chega ao Brasil no próximo final de semana, dias 19 e 20 de maio. O local da principal competição off road mundial será o Parque do Beto Carrero Word, na cidade de Penha em Santa Catarina. Esta será a quinta etapa do mais importante campeonato da modalidade.

Os preparativos seguem em ritmo acelerado, as arquibancadas, paddocks, box e demais instalações já estão montadas, com apenas alguns acabamentos sendo finalizados. A pista do GP Brasil de Motocross também já está pronta, aguardando a chegada da FIM para a vistoria final.

O público que pretende acompanhar a competição poderá ver de perto os melhores pilotos de motocross do mundo junto com os melhores pilotos brasileiros, que foram convidados a participar da etapa nas categorias MX1 e MX2. Grandes nomes do off road nacional como, Wellington Garcia, Jorge Balbi, Ratinho Lima, Dudu Lima, Hector Assunção, Thalis Vilardi, entre outros, estarão na briga pelas primeiras posições.

A cidade da Penha conta com uma infraestrutura completa. Quem for ao Mundial de Motocross poderá encontrar várias opções de hotéis e pousadas. Além da hospedagem, os turistas encontram diversas opções de restaurantes com gastronomia atraente e requintada.

Para mais informações e vendas dos ingressos que ainda restam acesse o site: www.mundialdemxbrasil.com.br

[Por:Moto.Com.br]

O piloto americano Todd Potter foi o grande vencedor da segunda etapa do X-Fighters no último sábado, 12/05, na pista de Glen Helen, no sul da Califórnia (Estados Unidos), para delírio da torcida da casa. “É um sonho virou realidade”, afirmou Todd Potter após a contundente vitória no maior circuito já montado para o Campeonato Mundial de Motocross Freestyle.

O competidor francês Thomas Pages agitou a multidão nas arquibancadas com suas boas variações de saltos, mas perdeu a disputa na grande final para Todd Potter por causa de um pequeno erro na rotina do seu percurso. O terceiro lugar ficou para outro piloto da casa, Wes Agee, para a festa da torcida americana. O próximo confronto do X-Fighters está marcado para o dia 16 de junho, na pista de Istambul, na Turquia.

Resultados
1. Todd Potter (USA)
2. Thomas Pages (FRA)
3. Wes Agee (USA)
4. Javier Villegas (CHL)
5. Eigo Sato (JAP)
6. Rob Adelberg (AUS)
7. Levi Sherwood (NZL)
8. Dany Torres (ESP)
9. Maikel Melero (ESP)
10. Nick Dunne (USA)
11. Martin Koren (CZE)

Classificação
1. Todd Potter USA Hon CR250, 135 pontos
2. Levi Sherwood NZL KTM SX250, 130
3. Javier Villegas CHI Yam YZ250, 120
4. Rob Adelberg AUS Yam YZ250, 115
5. Thomas Pages FRA Yam YZ250, 80

[Por:Moto.Com.br]

O italiano Antonio Cairoli venceu a quarta etapa do Campeonato Mundial de Motocross, realizado no último domingo, dia 13 de maio, na cidade de Guadalajara, México. Cairoli ganhou a primeira bateria e chegou em terceiro na segunda. Com o resultado, o piloto manteve a liderança com 29 pontos de vantagem para o segundo colocado. Esta foi sua segunda vitória na competição.

O belga da Rockstar Energy Suzuki, Clement Dessale, foi o segundo colocado conquistando um duplo segundo lugar. Na terceira posição, o francês Christophe Pourcel da Monster Energy Pro Ciruit Kawasaki, conquistou a segunda bateria após chegar na décima posição na primeira volta.

Na categoria MX2, o holandês Jeffrey Herlings, da equipe Red Bull KTM, foi o vencedor após ganhar as duas baterias com facilidade. O britânico Tommy Searle, da Team Floride Monster Energy Kawasaki, foi o segundo colocado após conquistar um duplo segundo lugar. O belga Jeremy van Horebeeko, companheiro de equipe da Red Bull KTM, ficou com a terceira posição, chegando em terceiro nas duas voltas.

A quinta etapa da competição será no próximo domingo, dia 20 de maio, no Beto Carrero Word, em Santa Catarina.

Resultado
MX1
1) Antonio Cairoli (ITA)
2) Clement Desalle (BEL)
3) David Philippaerts (ITA)
4) Ken de Dycker (BEL)
5) Tanel Leok (EST)

MX2
1) Jeffrey Herlings (HOL)
2) Tommy Searle (GBR)
3) Jeremy van Horebeek (BEL)
4) Joel Roelants (BEL)
5) Christophe Charlier (FRA)

Classificação
MX1
1) Antonio Cairoli (ITA) – 178 pontos
2) Clement Desalle (BEL) – 149
3) Gautier Paulin (FRA) – 134
4) Ken de Dycker (BEL) – 131
5) Christophe Pourcel (FRA) – 129

MX2
1) Jeffrey Herlings (HOL) – 194 pontos
2) Jeremy van Horebeek (BEL) – 154
3) Tommy Searle (GBR) – 153
4) Joel Roelants (BEL) – 118
5) Jordi Tixier (FRA) – 107

[Por:Moto.Com.br]

« Previous Entries  Next Page »