06 May
Posted by admin as Eventos, Motos, Outros, Super Motos, Superbike, Suzuki

Apresentadas ao público durante o Salão Duas Rodas 2007, as novas “bandidas” da Suzuki chegam neste mês às concessionárias autorizadas da montadora, repletas de inovações. A notícia foi dada ontem pelos representantes da marca, em São Paulo.
Disponíveis nas opções naked e semi-carenada, as Bandit 650 e 1250 serão vendidas já como versão 2009 e com o atrativo especial do seguro total grátis por um ano. “Nossa meta é vender 240 unidades por mês”, declarou João Toledo, detentor dos direitos da Suzuki no Brasil.

Falemos, primeiramente, sobre a máquina mais potente: a Bandit 1250, que passa a dispor de um coração de 1255 cm³ — ante os 1157 do modelo anterior — com maior torque de baixa para alta velocidade.
O compacto propulsor conta agora com refrigeração líquida, injeção eletrônica, DOHC, balanceador secundário para minimizar os ruídos e as vibrações. Além disso, foi projetado especificamente para a Bandit.
Os pistões, em liga de alumínio, produzem uma relação de compressão de 10,5:1 dentro de um cilindro, também em liga de alumínio, tratado com o sistema SCEM (Suzuki Composite Electrochemical Material). Esse tratamento permite um menor atrito entre pistão e cilindro, oferecendo mais potência e reduzindo as perdas mecânicas.
Outra novidade está na transmissão de seis velocidades, uma a mais em relação à Bandit antecessora. Com essa mudança, o motociclista obtém grande aceleração ao mesmo tempo em que reduz o regime de giros na pista.

O novo sistema de injeção digital SDTV (Suzuki Dual Throttle Valve) garante uma precisa resposta ao acelerador, suave entrega de potência, durabilidade e redução da emissão de gases poluentes.
Cada corpo de injeção possui duas válvulas de borboleta, a primeira comandada pelo punho do acelerador e a segunda pelo sistema de gerenciamento do motor. A segunda válvula abre e fecha para manter a velocidade ideal de entrada de ar, oferecendo uma resposta mais linear ao acelerador e melhorando a eficiência de combustão.
O chassi da Bandit 1250 possui rígidos tubos de grande diâmetro. A suspensão dianteira telescópica de 43mm conta com amortecimento hidráulico projetado para oferecer resposta suave em diferentes tipos de piso. Assim como no amortecedor traseiro, a pré-carga da mola do dianteiro também pode ser regulada.
Para parar o modelo, há um conjunto de discos de freio dianteiros flutuantes de 310mm de diâmetro, com pinças de quatro pistões opostos. Na traseira, o disco tem 240mm de diâmetro e é mordido por pinça deslizante de pistão simples.
Caçula nervosa
A versão de média cilindrada da Bandit teve seu motor totalmente redesenhado. O novo e compacto propulsor de 656 cm³, quatro tempos, quatro cilindros, DOHC, com refrigeração líquida, garantiu 7cv a mais de potência à motocicleta, que atinge agora 85hp a 10.500 rpm.
Os eixos de transmissão estão dispostos verticalmente para diminuir o comprimento do motor. O alternador, mais potente, compacto e leve, está localizado no extremo esquerdo do virabrequim, reduzindo as perdas mecânicas.
A transmissão é de seis velocidades e atua através de um novo sistema hidráulico, que exige menor pressão sobre o manete para uma resposta eficiente. O sistema de injeção de combustível é idêntico ao da irmã maior, bem como o freio dianteiro, composto por duplo disco flutuante de 310mm de diâmetro e mordido por pinças de quatro pistões opostos. O disco traseiro mede 240mm de diâmetro e é mordido por pinça deslizante de pistão simples.
O chassi de duplo berço em aço está mais rígido para acompanhar a nova entrega de potência da Bandit 650. A suspensão dianteira, telescópica e de amortecimento hidráulico, possui pré-carga da mola ajustável para adaptar-se às diferentes cargas e preferências do piloto. A traseira é monoamortecida e trabalha por meio de um sistema link progressivo, projetado para responder suavemente, mas de maneira eficaz, às irregularidades do terreno.

Ao contrário da versão de 1250cc, o motociclista consegue alterar a posição do guidão (10mm) e a altura do assento (20mm) nesta “bandida”.
O painel de ambas as Bandits possuem tacômetro analógico e uma tela de LCD com velocímetro, marcador de combustível e relógio. Há também indicadores de ponto morto, pressão do óleo, farol alto, temperatura da água e indicador de falhas do sistema de injeção eletrônica.
A Suzuki equipou os modelos com o sistema PAIR, que injeta ar fresco captado pela caixa de filtro de ar nos condutores de escape, queimando os hidrocarbonetos em excesso e reduzindo as emissões de monóxido de carbono.
Na Bandit 1250, o novo catalisador conta com um sistema de escape de grande volume, o que já coloca a moto na posição de cumpridora das novas normas “Euro 3” e “Tier 2” sobre emissões de gases poluentes, em vigor a partir de 2009.
Disponível nas cores preta, vermelha e azul escuro, a Bandit 1250cc tem preço sugerido de R$ 37.174 para a versão totalmente naked e R$ 39.033 para a “S”, semi-carenada.
Já a Bandit 650, encontrada nas tonalidades preta, azul escuro, azul e vermelha, será vendida a R$ 31.151 (naked) e R$ 32.709 (S). As motos possuem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.
[Por:Moto.com.br]

O Ski Mountain Park em São Roque (SP), recebeu neste final de semana 228 inscrições para a segunda etapa da Copa São Paulo de Motocross.
Foi uma das provas mais disputadas da competição. O tempo estava bem frio, mas o público que compareceu em peso para ver a habilidade dos pilotos, não se arrependeu.
A prova já começou quente com uma disputa alucinante entre Vinicius Queiroz e Anderson “Magrão” Vaz, nas 250 4 tempos, melhor para Magrão que chegou em primeiro seguido por Vinicius. Em terceiro chegou Leandro Brasil.
MX3, categoria Sênior, vitória para Julio Bethke. Julio não largou bem, mas logo assumiu a ponta e abriu bastante dos demais pilotos. Em segundo chegou Eduardo Tanimoto seguido por João Batista Oliveira.
Na Nacional Amador o público de São Roque viu a vitória de Renan “Bala”, filho do multi campeão Juca “Bala”, que mostra que o ditado popular realmente e verídico, “Filho de peixe, peixinho é”. De quebra Renan ainda venceu a taça cidade, já que a família Bala é de São Roque.
Motos de motores dois tempos na pista e mais uma vez Bruno Lima ocupa o local mais alto do podium, Bruno continua invicto nesta temporada, segundo para Willian Freitas e em terceiro Nei Broto.
Caio Lopes vence a segunda consecutiva na categoria 85cc, e segue firme em direção ao titulo, segundo para Eder Gonçalves e terceiro para Ranulfo “Barriguinha”.
Na Sênior MX2, vitória para Eduardo ”Canguru” Tanimoto, o piloto que correu com o pulso lesionado, mostrou que supera até mesmo a dor para chegar à vitória, em segundo chegou Paulinho Cruz seguido por Daniel Tavares.
Motos nacionais novamente na pista agora para a categoria “top” MX-N, vitória para Danilo Fumes, o piloto não participou da primeira etapa, mas mostra que está recuperado e vai partir para o título da temporada. Em segundo chegou Reginaldo Andrade piloto local, que também concorre pelo titulo da temporada, terceiro para Rafael Oliveira também de São Roque.
Novas caras no pódio da MX2 Amador, a categoria é a que mais diversifica vencedores. Nesta etapa vitória para a jovem promessa do MX, João Paulo Fuentes o “JP”, o piloto vem acelerando forte nesta temporada. Segundo lugar para Diego Mortari e terceiro para Edvaldo Rosa.
Na MX2, hora da revanche, desta vez Vinicius Queiroz deu o troco em Anderson “Magrão” Vaz, o piloto largou forte e não deu chances a Magrão que chegou em segundo, terceiro para Leandro Brasil.
Na MX Open, Francisco Giannetti Neto a bordo de sua Yamaha novíssima (primeira prova da temporada de máquina nova), não faz o holeshot que ficou com Alfeu Pereira, mas antes de terminar a primeira volta, assume a ponta e acelera muito. Julio Bethke tenta de todas as formas chegar no líder durante a prova, mas Chico estava determinado e não deu chances e Julio teve que se contentar com o segundo lugar, seguido de Eduardo Tanimoto.
[Por:Moto.com.br]
06 May
Posted by admin as Eventos, Harley Davidson, Motos, Outros, Super Motos

A última pesquisa feita pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) revela que já são mais de 2.137.000 mulheres habilitadas para pilotar motocicletas em todo o País.
Com o mercado de duas rodas em franca expansão, o reflexo pôde ser visito na participação feminina durante o XI National HOG Rally, encontro de proprietários de Harley-Davidson que foi realizado na histórica cidade de Tiradentes (MG).
Em universo tipicamente masculino, o sexo frágil não é tão fácil assim. Para Luciana Izzo, diretora de marketing do Grupo Izzo, representante exclusivo da Harley-Davidson no Brasil, a participação feminina nos eventos do HOG cresce gradativamente.
“Tivemos um incremento de 8% no número de mulheres inscritas em 2008, se compararmos com a última edição do HOG rally realizado em Búzios (RJ) ano passado”, contou a executiva.
Não faltaram bons exemplos para retratar esta “revolução feminina” sobre duas rodas. Ambas com Harleys modelo Softail Deluxe, as irmãs Telma e Sílvia Attizani partiram de Jundiaí (SP) para participar do evento em Minas Gerais.
Vieram no comboio que saiu da loja HD Pacaembu, na capital, na manhã do dia 1 de maio. Para Telma, motociclista que já fez viagens de moto pelo Brasil e também pelo mundo, tudo está ligado com a liberdade e ao espírito de aventura.
“O prazer de pilotar uma Harley na estrada é inigualável”. Já para sua irmã Sílvia, viajar de moto é pura terapia. “Quando subo na moto desligo de tudo. Procuro aproveitar cada minuto sobre duas rodas. É a famosa ‘mototerapia’”, disse a piloto.
Cristina Halle, que há 29 anos pilota motos, acredita que a mulher de hoje está mais independente e a motocicleta também faz parte de seu novo estilo de vida, ligado a aventura e, principalmente, com a emoção.
“Além disso, os maridos estão mais ‘moderninhos’ e as mulheres estão ganhando cada vez mais espaço no mundo das duas rodas”, afirmou Cristina, que já perdeu a conta de quantos quilômetros já rodou. Atualmente também pilota uma HD Softail Deluxe.
Outra dupla de motociclistas bastante experiente em tours pelo Brasil e América do Sul é a dentista Valéria Aranha e a engenheira Cláudia Fujarra. Já rodaram mais de 65 mil milhas – mais de 104 mil quilômetros de Harley-Davidson.
Hoje, ambas pilotam o modelo Fat Boy. Para Valéria é excelente o aumento do número de mulheres pilotando motos. “Não queremos mostrar que somos melhores que os homens. Queremos ser melhores que nós mesmas”, afirmou.
Segundo a carioca, neste caso a palavra-chave é superação. Bem, não faltam força de vontade e garra para estas mulheres que viajam de Harley-Davidson.
[Por:Moto.com.br]
06 May
Posted by admin as Ducati, Moto GP, Motos, Outros, Super Motos

Marco Melandri, que esse ano se juntou a Casey Stoner na equipe Ducati, lutou bastante para conseguir um bom ritmo durante os testes de inverno e durante as três primeiras corridas da temporada, conseguindo apenas um 11° lugar como melhor resultado.
Mas Melandri mostrou que está evoluindo, após ter terminado a corrida do último domingo, na China, em quinto lugar, depois de largar numa difícil 12ª posição.
O piloto da Ducati está convencido de que agora está no caminho certo para brigar pelas primeiras posições.
“Eu nunca pensei em desistir, isso é impossível”, declarou Melandri ao jornal italiano “La Gazzetta dello Sport”.
“Eu vim para a China sabendo que teria que brigar até o último metro, mesmo se fosse pelo décimo lugar. A cada nova corrida eu apago tudo o que aconteceu nas anteriores”, disse.
“Agora não estou temeroso que as coisas podem mudar de novo na próxima corrida, estou certo que estamos na direção correta. Sei que circuitos difíceis estão por vir para nós, então precisamos trabalhar nos pneus, que não se adaptaram perfeitamente nas nossas Ducatis”, comentou o italiano.
Melandri, que soma 23 pontos, contra 56 de seu companheiro de equipe, disse que a temporada está começando agora para ele.
“A temporada está começando agora para mim. Aliás, acabou de começar. Acho que desta corrida em diante vamos só melhorar. Agora que posso realmente correr com essa moto, vou me adaptando a suas características, quando antigamente a moto apenas me carregava pela pista”.
“Quando você corre e realmente gosta do que faz, é capaz de entender o que é necessário para ser melhorado. Com certeza precisamos correr atrás da reabilitação no campeonato e tenho certeza que tudo dará certo”, finalizou.
[Por:Moto.com.br]

Desafio vencido: 1.624 km em 22h33. Bravas scooters, bravos pilotos, brava tripulação de apoio e policiais rodoviários bem bravos também.
Largamos às 20h15 do dia 19 de abril, um sábado, do primeiro posto de abastecimento da Rodovia dos Bandeirantes (SP), e para dar mais emoção à aventura, debaixo de muita chuva.
Éramos quatro pilotos: José Carlos Santos, Edrey Momo, Paulo Bertozzi e Ricardo Chaibub, em quatro scooters 125cc e mais três integrantes na picape de apoio: Dinarte Moreira Leão, João Fernandes Maciel e Fernando Moreira, com a função de navegar, fotografar e auxiliar nas paradas de reabastecimento.
Foram 11 cidades percorridas: São Paulo, Rio Claro, Santa Adélia, Pereira Barreto, Presidente Venceslau, Presidente Prudente, Assis, Lins, Lençóis Paulista, Tatuí e novamente São Paulo.
Como não tínhamos tempo para descansar, em cada parada (a cada 150km percorridos) fizemos um lanche rápido, enquanto as scooters eram reabastecidas. Decidimos largar à noite, para fazer o trecho com as melhores rodovias neste período, deixando as estradas ainda desconhecidas para o dia.
Nossa primeira parada: Rio Claro. Tirando a chuva, tudo tranqüilo. Na segunda parada, em Santa Adélia, nosso quarto piloto, Ricardo Chaibub, enfrentou algumas dificuldades físicas. Após o reabastecimento feito e os sanduíches engolidos, seguimos para Nhandeara.

Mais um reabastecimento realizado e Ricardo continuava com dificuldades. Seguimos então para Pereira Barreto, local em que a equipe de apoio decretou o fim da prova para nosso amigo Ricardo. Vencido pelo cansaço e sonolento, ele se acomodou na picape.
Rumamos para Presidente Venceslau, sem a chuva da noite anterior. Com o dia claro e metade do percurso já percorrido, paramos para mais um lanche rápido e um tanque de gasolina. Seguimos para Pirapózinho quando uma das scooters (a minha) começou a perder rendimento nas subidas. Precisava pilotar constantemente com o corpo inclinado, aproveitando o vácuo deixado por uma das outras duas scooters para não ficar para trás.
Mais gasolina, mais chocolate e energético, e seguimos para Assis. Veio então uma parada surpresa com três autógrafos para dois policiais rodoviários que nos esperavam com o talão de multas na mão.
Não, as multas não foram por excesso de velocidade. Fizemos ultrapassagens em locais não permitidos e fomos punidos. Após 40 minutos perdidos, seguimos tentando eliminar o atraso para Lins. Mais um lanchinho rápido e fomos para Lençóis Paulista.
Não podíamos mais ter imprevistos. Já havia o risco de estourarmos o tempo limite. Chegamos a Lençóis, repetimos o nosso ritual, sempre acompanhados pela Mitsubishi Triton do apoio. Enquanto bebíamos um isotônico ou um energético, nossos anjos da guarda se incumbiam do reabastecimento das motos, anotações nas planilhas e recolhimento de comprovantes nos postos de gasolina.
Quando faltava bem pouco, minha scooter começou a me preocupar. O rendimento caíra ainda mais. Problema na embreagem. Mais uma parada em Tatuí. Na saída do posto, minha Scooter se “queixou” com um forte ruído. Embreagem patinando. Faltava pouco, mas a chuva voltou a nos acompanhar.
A última parada aconteceu no posto BR da Marginal Pinheiros, próximo ao Jockey Club. Missão cumprida. Ainda reservamos um restinho de energia para celebrar na 1900 Pizzeria da Vila Mariana — a patrocinadora da aventura —, onde amigos e família nos aguardavam.
Agora é só preencher todos os relatórios, planilhas, anexar mapas e comprovantes e enviar tudo para a “Iron Butt Association”, na Califórnia. Depois, aguardar os certificados.
Um dia os exibiremos para nossos filhos e netos, e segundo o meu amigo Dinarte, eles farão a seguinte pergunta: Pra quê isso?
[PorMoto.com.br]