03 Jun
Posted by admin as Motos, OFF-ROAD, Outros, Super Motos, Superbike, Yamaha
Motivada pelo sucesso da categoria supermotard em todo o mundo, a Yamaha parece ter dado mais um passo à frente da concorrência. Isso porque a montadora trouxe este ano um novo modelo que já está dando o que falar nos países onde é comercializado.
Estamos falando da nova WR 250 X, uma supermoto que alia design moderno com a mais recente tecnologia de competição da marca nipônica.
Desenvolvida com base na WR 250 F, versão de enduro voltada para as provas oficiais do fora-de-estrada, a WR 250 X chega como mais uma boa opção para os fãs deste estilo de moto.
Segundo a Yamaha, todo seu projeto foi pensado para pilotos que buscam uma tocada mais esportiva, sem deixar de lado, é claro, características mais “urbanas”.
Uma coisa é fato, e não há como negar. Apesar do aspecto geral da moto agradar, os projetistas podiam ter ousado um pouco mais no desenho. Neste sentido, basta uma rápida olhada para a dianteira da moto, mais precisamente no grupo óptico e semi-carenagem, com formato quadrado e praticamente sem nenhuma angulação ou movimento nas linhas (diferente do que acontece na sua irmã de competição, vale lembrar!). Os espelhos retrovisores também poderiam ser um pouco mais modernos para acompanhar o resto do belo conjunto.
Os protetores da bengala e o pára-lama dianteiro alto, no entanto, dão um ar especial ao modelo, bem à proposta de motos supermotard. O painel digital também é um dos destaques. O tanque de combustível tem capacidade para 7,6 litros de combustível e também tem desenho atual.
O assento do piloto está a 895 mm do solo e deve afugentar os condutores mais baixos. Escape com traços agressivos e a rabeta curta levemente empinada completam as formas da WR 250 X.
Ciclística e mecânica
Os projetistas procuraram focar seus esforços em garantir o menor peso possível com uma boa concentração de massas. Com isso, o motor da WR 250 X é extremamente moderno e compacto. Trata-se de um monocilíndrico de 250 cm³, DOHC (Duplo Comando no Cabeçote), com quatro válvulas em titânio, arrefecimento líquido e cilindro com revestimento de cerâmica.
Um dos destaques do propulsor é a utilização da injeção de combustível, além de um sistema de admissão direta invertida. Essas características, segundo a fabricante, melhoraram o rendimento e diminuíram as dimensões de todo o motor, o que facilitou no ajuste de um centro de gravidade mais eficiente.
Outro destaque da mecânica da WR-X é a potência gerada. São 30 cv a 10.000 rpm, com torque de 2,4 kgf.m a 8.000 rpm. Nada mau para uma moto de 250 cm³! O câmbio é de seis velocidades com a transmissão final feita por corrente.
Na parte ciclística, a nova Yamaha deixa ainda mais claro seu estilo supermotard. A suspensão dianteira, regulável, tem curso de 270 mm e usa um garfo telescópico invertido com tubo de 46 mm de diâmetro. Já na traseira o conjunto usa amortecedor monochoque com curso também de 270 mm com links que o prendem a balança também com possibilidade de ajustes.
Os freios são de disco simples tipo margarida com medida de 298 mm na frente e 230 mm atrás. Rodas aro 17 e um quadro tubular em aço de berço duplo com acabamento na cor preta completam esta bela supermoto.
Junto com a WR 250 X, a Yamaha apresentou também a versão dual-purpose, a WR 250 R. Neste caso, a diferença fica por conta de pequenas alterações em sua ciclística.
Disponível nas cores preta e azul, a WR 250 X custa na Europa cerca 6.500 euros. Com tantos atrativos, agora é fácil entender o porquê do sucesso que a Yamaha vem fazendo com a linha WR.
Pena que essas novidades estão longe do alcance dos brasileiros. Quem sabe no futuro não sejamos presenteados com esta boa novidade?
[Por:Moto.Com.BR]
Com relações próximas ao desenvolvimento de várias versões da Ducati Desmosedici, Alan Jenkins não abriu o jogo quanto ao projeto de desenvolvimento da GP9 nas conversas que manteve em Mugello.
O britânico tem sido uma das principais figuras responsáveis pela aerodinâmica das máquinas de MotoGP da Ducati, reunindo informação, principalmente de vários testes de túnel de vento. A chave para o sucesso no desenvolvimento de motos tem sido sempre manter uma mente aberta, e Jenkis diz que a fábrica italiana se recusa a colocar qualquer possibilidade para a sua mais recente moto.
“Tem havido alguma especulação sobre trabalhos com os quadros da Ducati, mas enquanto marca especializada em motos há muitas coisas em estudo e eles estão olhando para muitas opções de quadro em termos de futuro – não necessariamente substituindo o atual”, disse o antigo projetista de Fórmula 1.
“Haverá uma ou duas coisas a construir no futuro; temos de construir os protótipos para ver se o conceito trabalha na prática. A história do motociclismo está repleta de bons conceitos que, ou não funcionaram, ou sofreram com a falta de perseverança ou de alguma mudança na tecnologia de pneus, por isso, já aconteceu muita coisa antes”, declarou o inglês.
“Não posso confirmar nada sobre a GP9, a não ser que há uma moto de teste rodando que pode tornar-se na GP9. Temos dois pilotos trabalhando com ela – o Vittoriano Guareschi e o Niccolo Canepa – e os próximos passos se tornarão visíveis num futuro próximo”, concluiu Jenkins.
[Por:Moto.com.br]
03 Jun
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O Campeonato Mundial de MotoGP deixa a Itália para rumar para a Espanha sem que haja muito tempo para recuperar o folego naquela que é a primeira sequência de dois fins-de-semana de corridas seguidas.
O Grande Prêmio da Catalunha chega ao circuito de Montmeló, perto de Barcelona, e se as corridas anteriores servem de algum tipo de exemplo para a sétima prova do ano, então deveremos presencear mais um belo espetáculo.
Numa sequência de três vitórias consecutivas, Valentino Rossi lidera a competição. O italiano garantiu o sétimo triunfo consecutivo em Mugello na categoria rainha, somando agora um total de 122 pontos.
Por isso, os pilotos que quiserem levar a melhor sobre “o Doutor” têm uma árdua tarefa pela frente, pois com oito vitórias em todas as classes na Catalunha, incluindo cinco na categoria principal, o heptacampeão do Mundo está perante a mais um dos traçados onde conta com muitos sucessos.
Atrás de Rossi, com 12 pontos a menos, segue Daniel Pedrosa, que vai correr em casa. O piloto da Repsol Honda esteve no pódio em cinco das seis jornadas já disputadas em 2008 e adoraria recuperar a liderança do Campeonato perante milhares dos seus fãs. Pedrosa vai ainda decidir se corre com o motor de válvula pneumática na sua Honda RC212V, principalmente depois do bloco ter sido usado por Tadayuki Okada em corrida, em Mugello.
Também competindo em casa estará Jorge Lorenzo, companheiro de equipe de Rossi na Fiat Yamaha de fábrica. O estreante de MotoGP não terminou a prova na Itália depois de uma queda, a primeira vez que não terminou uma corrida da MotoGP.
Sempre muito determinado, Lorenzo pode não ser capaz de recuperar a liderança do Campeonato em Montmeló, mas tem todas as possibilidades de regressar à luta pelo título.
Um bom sinal para os pilotos da MotoGP que estão a tentando tirar a coroa de campeão de 2007, Casey Stoner, é que o australiano conta apenas com uma vitória no palco da corrida deste fim de semana. Infelizmente para eles, essa vitória solitária surgiu precisamente no ano passado com o australiano disparando para a vitória com a Ducati Desmosedici, batendo Rossi e Pedrosa. Depois do pódio em Mugello, Stoner voltou à boa forma e é quarto na classificação geral.
O veteranos Colin Edwards e Loris Capirossi estão provando que as corridas de 800cc não são um jogo apenas para os mais novos, já que estão em quinto e sexto da classificaçãol naquele que é o seu primeiro ano com a Tech3 Yamaha e a Rizla Suzuki, respectivamente.
A recordação mais duradoura que Capirossi deverá ter da Catalunha é a queda na primeira curva em 2006, que o deixou lesionado na clavícula e o deixou fora da corrida pelo título.
Andrea Dovizioso, do JiR Team Scot, é o segundo melhor classificado entre os estreantes, atrás de Lorenzo e à frente do também estreante da Tech3 Yamaha James Toseland, com um ponto a menos apenas. Nicky Hayden, da Repsol Honda, e Shinya Nakano, da San Carlo Honda Gresini, completam os dez primeiros.
[Por:Moto.com.br]
A cidade de Gama (DF), será palco para a segunda etapa do Campeonato Brasiliense de Cross Country no próximo domingo, dia 8 de junho.
Serão seis categorias em disputa: Importada Pró, Importada Iniciante, Nacional Pró, Nacional Iniciante, Categoria Over e a Categoria Incentivo.
A prova será disputada em um percurso de aproximadamente 8km em trilhas naturais e fáceis, com uma hora mais duas voltas de duração para as categorias Importada Pró, Importada Iniciante e Over 35, 40 minutos mais duas voltas para as categorias Nacional Pró e Nacional Iniciante e 30 minutos mais duas voltas para a categoria Incentivo. A largada será por categoria com intervalo de um em um minuto.
As inscrições poderão ser feitas antecipadamente até o dia 06 de junho, na sede da FMDF (Federação de Motociclismo do Distrito Federal) até as 17h, no estádio de futebol Mané Garrincha. O valor da inscrição é de R$ 40,00 para motos importadas e R$ 30,00 para as motos nacionais e categoria Incentivo.
Serão distribuídos troféus para os cinco primeiros de cada categoria.
Veja a programação da prova:
8h às 9h30: Inscrições e vistoria
9h45: Briefing
10h: Volta de reconhecimento do percurso
10h45: Largada das categorias Importada Pró, Over 35 e Importada Iniciante
12h30: Largada das categorias Nacional Iniciante e Nacional Pró
13h45: Largada da Categoria Incentivo
A competição tem supervisão da FMDF.
Mais informações nos telefones (61) 3327-8612 e (61) 9817-0280 ou no site da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) www.cbm.esp.br.
[Por:Moto.com.br]
03 Jun
Posted by admin as Honda, Motocross, Motos, OFF-ROAD, Outros, Yamaha
Rodrigo “Lama” garantiu mais uma vitória importante este final de semana pelo Campeonato Sergipano de Motocross. O piloto do Team Honda foi o mais rápido da categoria Força Livre, deixando para trás o principal adversário Esrael Feitosa.
A prova, válida pela quarta etapa da competição, foi disputada em Ribeirópolis (SE). O resultado confirmou a liderança do competidor de Aracaju.
Lama largou em segundo lugar atrás de Esrael e logo na terceira volta, assumiu a ponta com sua motocicleta Honda 150F, deixando o adversário para trás. Porém, uma queda acabou dando mais trabalho ao piloto do Team Honda, que foi novamente ultrapassado pelo concorrente. Com muita garra, ele não deu folga ao pernambucano. Desta forma, assumiu novamente o primeiro lugar e fez a alegria do público.
Lama tinha um motivo especial para vencer em Ribeirópolis. A cidade é a terra natal de seus avós maternos e tios. A torcida foi um fator importante para a conquista do competidor.
A prova serviu também como parte do treinamento para a quarta etapa do Arena Cross, que será disputada em Florianópolis (SC), no próximo sábado. Rodrigo Lama é o segundo colocado na categoria 85cc.
[Por:Moto.com.br]