Cinco naked médias e grandes se enfrentam nesta disputa de tirar o fôlego

As naked talvez sejam a categoria que melhor represente pura e simplesmente a palavra motocicleta. Sem recorrer a recursos mirabolantes, fazem questão de deixar os músculos à mostra e não têm a intenção de “filtrar” nenhuma sensação. Ao comando de qualquer uma delas, o piloto interage intimimante com tudo o que acontece ao seu redor… e entre suas pernas. Sem bolha contra o vento, carenagens aerodinâmicas, sistema de som, manoplas aquecidas ou um painel repleto de recursos, as naked estão aí para satisfazer o motociclista que valoriza, acima de tudo, o prazer de pilotar de cara para o vento.

Apesar da recente invasão de novas marcas e modelos, o segmento específico das naked acima de 500 cm³ continua sem muitas opções para quem não pode, ou não quer, pagar mais de R$ 50 000 em uma moto. Então, para que você possa conhecer um pouco melhor as últimas novidades e saber como se comportam frente às rivais, reunimos cinco tetracilíndricas naked divididas em duas categorias: as grandes (Honda CB 1300 SF e a renovada Suzuki Bandit 1250) e as “seiscentas” (incluindo a nova e moderníssima Hornet, a reformulada Bandit 650, da Suzuki, e a bela Yamaha FZ6 N). Depois de ler este comparativo e encontrar a moto ideal para você, compare os preços praticados se pretende fechar negócio.

Ligamos para algumas concessionárias em São Paulo como um consumidor comum, e os melhores preços que encontramos foram os seguintes: Suzuki Bandit 650 por R$ 30 800, Honda Hornet, R$ 32 000 (sem ABS) ou R$ 34 500 (com ABS), e Yamaha FZ6 N a R$ 34 000. Entre as grandes, encontramos Honda CB 1300 por R$ 39 000 e Suzuki Bandit 1250 por R$ 36 500. Um aspecto lamentável, mas que não podemos esquecer: dependendo da cidade onde mora, não esqueça de incluir o preço de um seguro na conta.

[Por:Motociclismo Online]

A fabricante de motocicletas Derbi apresentou um novo conceito de bicicleta motorizada, a Derbi DH 2.0. Uma mountain bike com um pequeno motor de 100cc embutido bastante leve.

A bike motorizada é toda feita em alumínio e o combustível vai dentro do quadro como na Buell, diminuindo o volume desnecessário. Possui transmissão automática de quatro marchas, escapamento que sai por baixo do banco, garfos invertidos, suspensão a ar e apenas 39 quilos.

É um peso mais perto de uma mountain bike do que de uma moto efetivamente.

O nome DH se refere ao “Downhill”, prova clássica de bicicletas. E com o motor é possível encarar trilhas e descer as montanhas com muito mais velocidade e menos peso que uma moto comum.

[Por:Moto.com.br]

Em 15 anos de Rally dos Sertões, somente em duas oportunidades um piloto estrangeiro conseguiu tirar do Brasil o título de campeão da categoria motos.

A primeira delas foi em 1998, com a vitória do austríaco Heinz Kinigadner. A outra aconteceu mais recentemente, em 2006, com Cyril Després.

Vale lembrar que o francês, campeão do Rally Dakar em 2007, ficou com o segundo lugar no ano passado, atrás somente do brazuca José Hélio.

Na edição 2008, que começa amanhã em Goiânia com a presença de 182 pilotos entre as motos, 23 estrangeiros tentarão desbancar os corredores da “casa”. Entre os forasteiros, destaque para Després (mais uma vez) e o espanhol Marc Comá, detentor dos principais títulos no universo do rali.

Da relação dos campeões, também merece ressalva o fato de apenas um competidor ter conseguido vencer o tradicional evento por dois anos consecutivos. A façanha foi de Jean Azevedo, em 2004 e 2005.

Lista de campeões da categoria motos:
2007: José Hélio (BRA)
2006: Cyril Després (FRA)
2005: Jean Azevedo (BRA)
2004: Jean Azevedo (BRA)
2003: José Hélio (BRA)
2002: Jean Azevedo (BRA)
2001: Tiago Laurito Fantozzi (BRA)
2000: Jean Azevedo (BRA)
1999: José Hélio (BRA)
1998: Heinz Kinigadner (AUT)
1997: Juliano Sacioto (BRA)
1996: Juca Bala (BRA)
1995: Jean Azevedo (BRA)
1994: Juca Bala (BRA)
1993: Gilmar dos Anjos (BRA)

[Por:Moto.com.br]