Sundown Web Evo: Falta fôlego

A Sundown Web ocupa a terceira colocação entre as Cub mais vendidas no Brasil, só perdendo para dois modelos da Honda, Biz 125 e Pop 100.

Entre janeiro e junho deste ano, foram comercializadas 12.327 unidades da motoneta da Sundown. Sucesso justificado pelo bem acertado conjunto ciclístico e pelo visual moderno, apesar de seguir a risca o tradicional design da categoria. Sem falar no preço competitivo e na economia de combustível.

A versão testada, a Web Evo, traz ainda rodas de liga-leve e freio a disco na dianteira — itens não presentes na versão standard. Com receitas consagradas, como suspensão telescópica na dianteira, sistema de amortecimento bichoque na traseira e um confortável banco, com espuma densa e revestimento anti-derrapante, a Web Evo atende bem sua proposta de ser uma moto urbana, exceto se você morar em uma grande cidade como São Paulo com vias de trânsito rápido, já que o baixo desempenho do propulsor decepciona nas acelerações e subidas íngremes.

Vibração demais, “força” de menos

O monocilíndrico de 97,2 cm³, com comando simples no cabeçote (OHC) e refrigeração a ar que equipa a Sundown Web Evo deixa a desejar tanto em torque quanto em potência.

Nas saídas de semáforo ou retomadas de velocidade, o torque máximo declarado de 0,85 kgf.m demora a chegar nas 5.250 rpm e também não é suficiente para empurrar piloto (de 71 kg) e os 90 kg da motoneta com rapidez.

A Web fica para trás até mesmo dos carros. Em uma subida íngreme com piloto e garupa foi necessário até certo “empurrãozinho” com os pés para que a moto saísse do lugar. Mesmo se levarmos em consideração que a unidade testada ainda não estava amaciada, já que tinha 300 km rodados, o torque deixa a desejar. Apesar de o valor declarado ser maior que de outras motonetas, como a Honda Pop 100 (0,72 kgf.m), a Sundown Web mostra-se, na prática, mais fraca que a concorrente.

Essa falta de “força” em conjunto com o câmbio rotativo com embreagem centrífuga semi-automática, que não permite “queimar” embreagem, faz com que a Web demore a ganhar velocidade. Em vias rápidas, como a avenida 23 de Maio na capital paulista, o motociclista passa apuros nos seus acessos, afinal a velocidade média da via é em torno dos 70 km/h, pouco abaixo da máxima de 80 km/h registrada no velocímetro da Web.

A potência também compromete na hora de manter a velocidade. Com apenas 7,5 cv a 8.000 rpm, a Web perde velocidade facilmente em aclives. Isso exige muita troca de marcha, o que se mostra um incômodo mesmo no câmbio rotativo. Outro ponto bastante criticado por quem pilotou a Web Evo é o excesso de vibração do motor transmitida ao piloto pelas pedaleiras, punhos e pelo banco.

Bolso

O sucesso da Sundown Web justifica-se por um quesito muito importante para os brasileiros: o bolso. O baixo desempenho que incomoda traduz-se em economia de combustível.

Mesmo precisando “torcer” o cabo da Web a média de consumo ficou em torno dos 30 km/l. Mostrando que, apesar de fraquinha, a motoneta da Sundown pode ser uma boa opção para quem vive em uma cidade pequena, plana e que não precise “enfrentar” as vias expressas de uma metrópole como São Paulo.

Além disso, o preço da versão Evo, a mais completa, é de R$ 4.876,10. Por se tratar de uma motoneta com rodas de liga-leve, partida elétrica e freio a disco na dianteira, o valor da Web Evo é bastante competitivo em relação à concorrência. Com motor mais potente e de maior capacidade, a Biz + 125, equivalente da Honda, não sai por menos de R$ 6.353,00.

Ficha Técnica

Motor: OHC, monocilíndrico, quatro tempos,refrigerado a ar
Potência máxima: 7,5 cv a 8000 rpm
Torque máximo: 0,85 kgf.m a 5250 rpm
Capacidade cúbica: 97,2 cm³
Diâmetro x curso: 50 x 49,5 mm
Sistema de alimentação: Carburador
Sistema de partida: Elétrica e pedal
Câmbio: Quatro velocidades rotativo
Embreagem: Centrífuga automática e multidisco banhado a óleo
Transmissão final: Corrente
Chassi: Flexbar
Suspensão dianteira: Garfo telescópico
Suspensão traseira: Braço oscilante com duplo amortecedor regulável com duas regulagens
Freio dianteiro: A disco
Freio traseiro: A tambor
Roda/pneu dianteiro: 2,50/17 Pirelli MT15
Roda/pneu traseiro: 90×80 /16 Pirelli MT15
Dimensões (C X L X A): 1950 x 840 x 1250 mm
Distância entre-eixos: 1260 mm
Altura do assento: 760 mm
Distância mínima do solo: 160 mm
Capacidade de carga do sob o banco: 12 Kg
Tanque de combustível: 4,0 litros
Peso seco: 92 Kg
Cores: Preto e prata
Preço: R$ 4.876,10

[Por:Moto.com.br]

O acidente sofrido durante o GP da Alemanha, neste domingo, colocou em dúvida a participação de Daniel Pedrosa na 11ª etapa da MotoGP, agendada para o próximo fim de semana, em Laguna Seca (EUA).

A queda no circuito de Sachsenring ocasionou várias lesões na mão esquerda do espanhol, como a fratura no dedo indicador e o deslocamento do anelar. Além disso, o piloto machucou o tornozelo direito.

“Exames mais detalhados na Espanha mostrarão se haverá a necessidade dele ser operado. Caso seja necessária uma cirurgia, teremos então de pensar sobre seu retorno somente para a prova de Brno”, afirmou o doutor Claudio Costa, médico da MotoGP.

“Existe a chance dele correr com a mão fraturada nos Estados Unidos, mas é preciso tempo para recuperar essas lesões delicadas. Por isso, o mais aconselhável seria voltar a correr apenas na República Checa”, acrescentou.

Pedrosa liderava com folga a corrida de ontem até perder o controle de sua Repsol Honda na reta principal de Sachsenring. Com o abandono, o espanhol caiu para a vice-liderança do campeonato, ficando atrás de Valentino Rossi. “Foi um acidente estranho. Eu apenas toquei no freio e caí. Foi uma pena porque fiz uma boa largada e estava bem”, disse o piloto.

[Por:Moto.com.br]

O divórcio mais aguardado da atualidade na MotoGP foi anunciado ontem, após o GP da Alemanha: Marco Melandri e a Ducati não permanecerão juntos na temporada 2009.

Fica a dúvida agora de se o piloto será ou não limado do time vermelho antes do encerramento do torneio atual. Segundo os rumores, a separação total será anunciada já no próximo fim de semana, assim que acabar a etapa dos EUA, em Laguna Seca.

O competidor, no entanto, deixou bem clara a sua vontade. “É lógico que eu espero permanecer na equipe pelo resto do ano. Sinto-me confiante em relação a isso neste momento”, afirmou Melandri, em entrevista ao site “Crash.net”.

Quem também colocou a boca no trombone sobre o assunto foi Alberto Vergani, empresário do italiano. “Da parte do Marco, eu sei que ele quer cumprir a temporada com a Ducati. Mas se não estiverem mais juntos nas próximas semanas será por decisão da equipe e não do piloto”, cutucou.

Comenta-se nos bastidores que Melandri, cujo contrato com a Ducati era válido até o fim de 2009, pode correr pela Kawasaki a partir do GP da República Checa. Não no lugar de um dos pilotos atuais do time verde, mas sim no comando de uma terceira motocicleta.

Caso Marco realmente seja dispensado da Ducati por antecipação, a escuderia italiana deve escalar o aposentado Sete Gibernau para a vaga de companheiro do campeão Casey Stoner.

Completadas dez corridas no pesadelo que tem sido a sua jornada de 2008, Melandri aparece apenas no 16º lugar da classificação com módicos 32 pontos. Stoner, por sua vez, é o terceiro da tabela com 167, 20 a menos que o líder, Valentino Rossi.

[por:Moto.com.br]

Sandro Hoffmann conquistou neste fim de semana mais uma vitória no Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade, em etapa realizada na cidade de Cuiabá (MT).

O piloto da Honda comemorou bastante o resultado, obtido numa rodada cheia de dificuldades.

“A principal delas foi uma trilha perto da Chapada Diamantina, acho que aquele trecho foi decisivo na etapa”, afirmou.

Dario Júlio, companheiro de equipe do vencedor, completou a prova em segundo. “Tudo correu muito bem, gosto desse tipo de trajeto, bem variado. Até o clima ajudou, estava quente, mas nem tanto”, declarou.

[Por:Moto.com.br]

O brasileiro Leandro Silva dominou totalmente a primeira etapa do Campeonato Latino-Americano de Motocross, categoria MX2, que aconteceu neste domingo, no Centro Educacional de Trânsito Honda, em Indaiatuba (SP). O piloto venceu de forma tranqüila as duas provas e se consolidou como o principal favorito ao título da competição.

Este é o sexto ano consecutivo que o Brasil recebe o Latino-Americano de Motocross e esta edição foi marcada pelo número recorde de estrangeiros. Entretanto, eles não tiveram muita sorte. Os dois pódios foram totalmente brasileiros, que demonstraram a sua hegemonia no continente.

Leandro Silva não deu nenhuma chance aos seus rivais e venceu as duas corridas de ponta a ponta. Na primeira prova do dia ele largou bem e, logo no início, já assumiu a liderança. Durante os primeiros dez minutos de prova, ainda sofreu um pouco de pressão de seu companheiro de equipe, Jean Ramos. Mas depois começou a abrir vantagem e terminou a prova com mais de 20 segundos de vantagem sobre o segundo colocado.

Já a disputa pela vice-liderança foi bem mais acirrada. Jean Ramos e Lucas de Moraes batalharam durante todo o tempo e, nos dez minutos finais, ganharam a companhia de Rodrigo Selhorst, que fez uma corrida de recuperação. No final, o segundo lugar ficou com Jean. Lucas foi o terceiro e Selhorst o quarto. O melhor estrangeiro na bateria foi o equatoriano Andrés Benenaula, 15º colocado

Na segunda prova, a situação se repetiu. Leandro novamente largou na frente e disparou, vencendo a corrida com doze segundos de vantagem sobre o segundo colocado.

De novo, a briga ficou pelo segundo lugar. Desta vez, porém, quem se deu bem foi Lucas Moraes que, após ter largado na quarta colocação, fez uma corrida de recuperação e ultrapassou Jean Ramos quando faltavam cinco voltas para o final, assumindo a vice-liderança. Jean foi o terceiro e Rodrigo Selhorst o quarto.

“Fiquei muito feliz de retornar à MX2 andando tão forte. É uma moto que eu gosto muito, ela é um pouco mais leve, tem uma tocada diferente. Nos treinos, tive que me readaptar um pouco, mas consegui pegar a mão e andar forte. Existem muitos pilotos bons, mas acho que sou um dos favoritos ao título”, comentou Leandro. O venezuelano Humberto Martin, que terminou na sétima posição, foi o mais rápido entre os estrangeiros.

“Estou bastante feliz com os resultados. Adotei a mesma estratégia no início das duas corridas, já que a pista estava molhada e foi preciso cautela para não correr riscos de queda. Abri vantagem o consegui administrar até o final. Agora espero comemorar o título em Rondônia”, disse Leandro.

Na 85cc, Rodrigo “Lama” e Everaldo Rodrigues, dois dos principais nomes da categoria, ficaram fora. O primeiro se machucou nos treinos do Latino e o segundo se contundiu durante a prova do Arena Cross, que aconteceu na noite deste sábado. Quem se aproveitou foi Cezar Zamboni, que venceu a prova. Na CRF 230, quem ficou com a vitória foi Nivaldo Viana.

A ausência ficou por conta de Marcello “Ratinho”, que não pôde entrar na pista por ter sofrido uma lesão na disputa do Arena Cross, neste sábado.

A segunda etapa do Campeonato Latino-Americano de Motocross acontece no próximo fim de semana (19 e 20 de julho), em Ouro Preto do Oeste, Rondônia.

Resultados MX2 – 1ª bateria:
1) Leandro Silva (Honda), 34min15s122
2) Jean Ramos (Honda), 34min37s105
3) Lucas Moraes (Yamaha), 34min39s297
4) Rodrigo Selhorst (KTM), 34min40s953
5) Rafael Zenni (KTM) 34min48s193

Resultados MX2 – 2ª bateria:
1) Leandro Silva (Honda), 35min33s524
3) Lucas Moraes (Yamaha), 35min46s351
2) Jean Ramos (Honda), 35min48s457
4) Rodrigo Selhorst (KTM), 35min53s430
5) Swian Zanoni (KTM), 35min54s706

Resultados 85cc:
1) Cezar Zamboni, 25min20s212
2) Leonardo Lizott, 25min34s329
3) Gabriel Zenni, 25min46s748
4) Endrews Armstrong, 25min59s296
5) Tauan Brenner, 26min06s304

Resultados CRF 230:
1) Nivaldo Viana, 26min26s821
2) Danilo Fumes, 26min43s650
3) Eduardo Panerai, 27min04s380
4) Marcelo de Souza, 27min15s517
5) Paulo de Oliveira, 27min21s548

Classificação MX2:
1) Leandro Silva, 50 pontos
2) Lucas Moraes, 42
3) Jean Ramos, 42
4) Rodrigo Selhorst, 36
5) Rafael Zenni, 31

[Por:Moto.com.br]

Com difíceis condições causado pela chuva em Sanchsenring, Marco Simoncelli garantiu a terceira vitória da temporada no Grande Prêmio da Alemanha. Pilotando a nova Gilera RSA, o italiano dominou a corrida das 250cc para vencer e assumir a liderança do mundial a caminho das férias de verão Européia.

Mais de sete segundos separaram Simoncelli dos demais pilotos com apenas um terço de corrida e os que o seguiam não conseguiram fazer nada para parar o piloto da Metis Gilera.

Mas a grande fuga de Simoncelli rumo à vitória não marcou o final da prova, com um grupo de cinco pilotos lutando pelo segundo posto.

Hector Barberá liderou o ataque aos comandos da sua Aprilia, garantindo o terceiro pódio do ano. Ele levou a melhor sobre Álvaro Bautista, apesar da forte resistência oferecida pelo compatriota espanhol.

Bautista teve uma péssima largada depois de tocar em Alex Debon tendo de se esforçar muito para voltar à luta pelo pódio. O antigo Campeão do Mundo das 125cc fez espectacular recuperação na pista escorregadia, assinando alguns dos melhores tempos da corrida e garantindo o quarto pódio consecutivo.

Mika Kallio perdeu a liderança do campeonato, mas garantiu que a vantagem de Simoncelli pode ser facilmente revertida assim que a competição regressar em meados de Agosto. O piloto da KTM terminou à frente de Julian Simon, da KTM, que garantiu o seu melhor resultado do ano.

Mattia Pasini e Thomas Lüthi somaram importantes pontos com os sexto e sétimo lugares, respectivamente, enquanto o companheiro de equipe de Kallio, Hiroshi Aoyama, completou a corrida em oitavo apesar de ter danificado a carenagem da moto numa queda. Yuki Takahashi e Roberto Locatelli fecharam a lista dos dez primeiros.

Resultado do GP da Alemanha:
1) Marco Simoncelli (ITA/Metis Gilera), 45min36s703
2) Hector Barberá (ESP/Aprilia), a 2s257
3) Alvaro Bautista (ESP/Mapfre Aspar), a 2s423
4) Mika Kallio (FIN/KTM), a 4s150
5) Julian Simon (ESP/KTM), a 4s846
6) Mattia Pasini (ITA/Polaris), a 8s132
7) Thomas Luthi (SUI/Caffe Latte), a 38s302
8 ) Hiroshi Aoyama (JAP/KTM), a 48s926
9) Yuki Takahashi (JAP/JiR Team Scot), a 50s062
10) Roberto Locatelli (ITA/Metis Gilera), a 51s670

Classificação depois de 10 etapas:
1) Marco Simoncelli, 164 pontos
2) Mika Kallio, 153
3) Alvaro Bautista, 118
4) Alex Debon, 114
5) Hector Barbera, 113
6) Mattia Pasini, 108
7) Hiroshi Aoyama, 98
8 ) Thomas Luthi, 86
9) Yuki Takahashi, 85
10) Julian Simon, 68
11) Roberto Locatelli, 52
12) Aleix Espargaro, 49
13) Hector Faubel, 41
14) Ratthapark Wilairot, 34
15) Karel Abraham, 25
16) Alex Baldolini, 23
17) Lukas Pesek, 22
18) Manuel Poggiali, 16
19) Fabrizio Lai, 16
20) Eugene Laverty, 8
21) Federico Sandi, 2
22) Manuel Hernandez, 2
23) Imre Toth, 2
24) Doni Tata, 1

[Por:Moto.com.br]

O paranaense Leandro Silva é o novo líder da categoria MX1, do Arena Cross. Ele venceu a 5ª etapa da categoria realizada neste sábado, em São Sebastião (SP) e assumiu a liderança do campeonato.

Com a vitória Leandro chegou aos 86 pontos, 12 a mais que o companheiro de equipe Wellington Garcia (GO), que não participou da etapa. O piloto de Goiás sofreu uma fratura no pé esquerdo na última etapa do Brasileiro de Motocross e dificilmente volta a correr nesta temporada.

“Estou feliz com liderança, mas gostaria que o Wellinton tivesse corrido”, disse Silva.

Quem também fez uma boa corrida foi o paulista Roosevelt Assunção, que chegou na segunda posição. Agora ele é o terceiro colocado no Arena Cross com 68 pontos. O catarinense Pipo Castro, que fez o melhor tempo nos cronometrados, chegou em terceiro e se manteve na quarta colocação geral com 65 pontos.

Leandro Silva dominou a prova desde o começo. Roosevelt Assunção exerceu uma pressão nas últimas voltas, chegando a ficar a 1 segundo do líder, mas não conseguiu incomodar. Uma das curiosidades da corrida envolveu o piloto Uyran da Silva (SP), que chegou na nona colocação. O piloto correu boa parte da prova sem o banco e partes da carenagem que caíram ainda no início da corrida.

A MX2 tem novo líder e ele também é do Paraná, Jean Carlo Ramos. Quem começou bem foi o carioca Swian Zanoni, que assumiu a ponta ainda na primeira volta depois da queda de Marcelo Lima, o Ratinho (SP).

Ele manteve a liderança até a metade da prova, quando protagonizou uma bela disputa com Jean Carlo Ramos. O paranaense se aproveitou de um descuido do adversário para assumir a ponta e conquistar a segunda vitória seguida no Arena Cross. Jean tem agora 81 pontos, contra 65 de Ratinho. Swian Zanoni é o terceiro com 59 pontos. O terceiro colocado na prova, Lucas Moraes (SP), tem 52 pontos na quarta colocação geral. Além de Ratinho, quem também abandonou a prova pelo mesmo motivo, foi Eduardo Lima.

A grande surpresa da etapa aconteceu na categoria 85cc. Matheus Ribeiro Corguinho (RJ), que até então ocupava apenas a 13ª colocação no campeonato, mostrou que tem potencial. Ele ganhou o ponto extra nos cronometrados pela melhor volta e também venceu a bateria, chegando agora aos 26 pontos na classificação geral.

A liderança ainda continua com o sergipano Rodrigo Lama, que terminou em quinto e chegou aos 67 pontos. Ele fez uma boa largada e chegou a assumir a ponta, mas foi perdendo as posições no decorrer da corrida.

Lama entrou na pista com o braço direito inchado e não teve como segurar os adversários. Seu principal concorrente pela liderança do campeonato, o colega de equipe Everaldo Lima Filho (GO), abandonou depois de uma forte queda.

O goiano, que estava empatado com Rodrigo Lama, sofreu uma lesão no braço e passaria por exames clínicos. Na classificação, Everando ainda é o segundo com 58 pontos. Gabriel Zenni (SP), que foi o segundo em São Sebastião, é o terceiro com 56 pontos.

Nas 65cc, Kaio Miranda obteve sua quarta vitória em cinco provas disputadas. “Larguei mal, mas tive calma e esperei o momento certo para brigar pela liderança”, explicou o piloto paulista que agora é mais líder do que nunca com 95 pontos. Hallex Dalfovo foi o segundo na prova e manteve a vice-liderança com 82 pontos. Vitor Monnerat (RJ) foi o terceiro na etapa.

Kioman Navarro continua imbatível nas 50cc. O goiano também chegou a sua quarta vitória e ainda por cima faturou o ponto extra nos cronometrados. Navarro chega aos 99 pontos, 17 a mais que o gaúcho Enzo Lopes, o segundo na prova.

“Não larguei muito bem, estava um pouco nervoso, mas consegui passar Enzo na terceira volta”, diz o jovem piloto. Djalma Brito (SP) foi o terceiro em São Sebastião e também é o terceiro no campeonato.

Mais uma vez a cidade de São Sebastião, no litoral norte paulista, deu um show de solidariedade. Os ingressos, que foram trocados por dois quilos de arroz, estavam esgotados desde a última quarta-feira. Cerca de sete mil pessoas vibraram nas arquibancadas.

A sexta etapa da competição está marcada para o dia 9 de agosto em Indaiatuba (SP).

[Por:Moto.com.br]