Concessionárias alegam aumento nos custos devido ao crescimento da frota de motocicletas

O governo do Estado de São Paulo pretende revogar o Decreto 9 812, de 1977, que impede a cobrança de pedágio aos motociclistas. A previsão é que em 2009 as tarifas comecem a ser cobradas — o valor tende a ser a metade do cobrado pelos veículos de passeio.

As concessionárias alegam o aumento nos custos nas rodovias devido ao crescimento da frota de motocicletas. Primeiramente as tarifas aparecerão nas rodovias que estão em fase de privatização — Rodovias Raposo Tavares, Marechal Rondon, Ayrton Senna, Carvalho Pinto e D. Pedro I pela Artesp (Agência Reguladora dos Transportes do Estado de São Paulo) —, com possibilidade de se estender para outras rodovias.

Segundo a Artesp, a participação de motocicletas na frota de veículos do Estado pulou de 9,4% em 1998 para 16,4% no ano passado.

[Por:Motociclismo Online]

Kawasaki Z750 2009 bicolor

Montadora japonesa apresentou a motocicleta com cores verde e preto

A Kawasaki divulgou no exterior as primeiras imagens da nova Z750. A grande novidade do modelo 2009 da Z750 são as cores da máquina. A empresa do Japão resolveu apresentar uma pintura com dois tons de cores: verde e preto. Quanto à mecânica, a naked se manteve a mesma — o motor de 749 cm³ de quatro cilindros em linha gera 106 cv a 10 500 rpm.

O torque alcançado é de 8 kgfm a 8 300 rpm. A Z750 continua com o peso idêntico ao da versão anterior  — 203 kg a seco — e o chassi mantém os componentes do modelo 2008. Os valores ainda não foram divulgados, mas deve se manter próximo dos 7 099 euros (sem ABS) e 7 599 (com ABS).

[Por:Motociclismo Online]

Peso-pesado das custom

Difícil não se sentir Arnold Schwarzenegger no papel do “Exterminador do Futuro”, quando se acelera a Harley-Davidson Fat-Boy. Pilotada pelo ator na eletrizante cena de perseguição do segundo filme da série (1991), a motocicleta foi lançada em 1990.

Mesmo modernizada, a Fat Boy 2008 mantém a mesma identidade visual que a transformou em um dos maiores sucessos de vendas da Harley. Tanto que em 2007 foi o modelo da marca preferido entre os brasileiros: 676 unidades, segundo dados da Abraciclo, associação dos fabricantes do setor.

No início da década de 1990, a HD Fat Boy foi lançada como uma resposta da marca à invasão de motos custom japonesas no mercado norte-americano. Em pouco tempo, a Fat Boy fez com que a Harley retomasse a liderança no segmento de motos acima de 750cc.

Essa “vitória” sobre as japonesas e o logo imitando o brasão da Força Aérea Americana contribuíram para o mito que a denominação do modelo vinha da união entre “Fat Man” e “Little Boy”, nome das bombas atômicas lançadas sobre o Japão em 1945. Origem negada pela Harley.

Inconfundível

Mesmo para quem não conhece as diferenças entre os modelos Harley-Davidson, a Fat Boy tem um visual inconfundível. Um enorme farol, montado sobre uma moldura metálica, o largo guidão, um grosso garfo telescópico e as rodas inteiriças de alumínio sempre foram marcas registradas da Fat Boy, apesar das recentes modernizações.

A última versão (testada) ganhou ainda uma nova rabeta, mais curta, e as rodas agora tem realmente “bullet holes” (buracos de bala). O nome “garoto gordo” agora fica ainda mais justificado pelo enorme pneu traseiro de 200 mm, outra novidade.

Integrante da família Softail, vem equipada atualmente com o motor Twin Cam 96B, de dois cilindros em “V” e 1584 cm³ de capacidade, refrigerado a ar, e alimentado por injeção eletrônica.

Em conjunto com o câmbio de seis marchas — com a sexta over-drive, indicada pelo numeral “6” aceso no simples painel sobre o tanque — oferece torque à vontade, atingindo mais de 12 kgf.m a apenas 3.300 rpm. Uma delícia para se rodar na estrada sem trocar de marcha.

Além disso, o motociclista ainda se aproveita do confortável banco em forma de sela e da posição de pilotagem bastante relaxada com os braços esticados e as pernas apoiadas sobre duas grandes plataformas. Nesse momento é que se percebe porque as HD, e mais especificamente a Fat Boy, são praticamente um mito entre os estradeiros. Sobra conforto, o motor esbanja “força”, e tem-se a sensação de poder rodar por muitos e muitos quilômetros.

Se a estrada for um pouco sinuosa, mas de asfalto bom, a Fat Boy também não enfrenta problemas. Mesmo pesando 324 kg (em ordem de marcha), o modelo parece bailar nas curvas de alta, graças ao bem acertado conjunto ciclístico — suspensão “bichoque” atrás e garfo telescópico na frente.

O único incômodo fica por conta das pedaleiras plataformas, que insistem em raspar no asfalto. Claro que a Fat Boy não tem a agilidade para os saltos e curvas protagonizados no filme “Exterminador do Futuro 2”, mas mostra mais agilidade que muitas outras motos Harley.

Ficha Técnica

Motor: Bicilíndrico em “V”, Twin Cam B 96, refrigerado a ar
Capacidade: 1584 cm³
Potência: não declarada
Torque: 12,24 KGF.m a 3300 rpm
Alimentação: Injeção eletrônica de combustível
Transmissão: Correia dentada
Câmbio: Seis velocidades
Partida: Elétrica
Pneus e rodas dianteiras: Liga-leve – D407F 140/75R17 67V
Pneus e rodas traseiras: Liga-leve – D407 200/55R17 78V
Quadro: Tubular em aço
Suspensão dianteira: Garfo telescópico com 41,3 mm de diâmetro – 130 mm de curso
Suspensão traseira: Bichoque, com regulagem na pré-carga – 109 mm de curso
Freio dianteiro: Disco com 292 mm e quatro pistões
Freio traseiro: Disco com 292 mm e quatro pistões
Preço: R$ 58.900,00

[Fonte:Agência Infomoto]

O piloto Felipe Zanol teve um dos melhores finais de semana na disputa do Campeonato Mundial de Enduro. O brasileiro conquistou um 11º lugar na prova deste domingo e projeta fechar o campeonato entre os 15 primeiros. Zanol está confiante e participou desta sexta etapa da competição ainda estimulado pela conquista do campeonato Português de Enduro.

“Conquistar o título em Portugal me deu mais tranqüilidade e consegui fazer uma boa prova, atacando mais. Foi um final de semana muito produtivo”, definiu Zanol.

Esta disposição para atacar foi revelada já no sábado, quando o piloto conquistou o 15º lugar na prova com ultrapassagens emocionantes e um bom ritmo. Neste domingo ele voltou a correr bem, fez boas especiais e andou próximo dos primeiros colocados.

O Mundial reúne cerca de 100 pilotos. Zanol ainda vai disputar provas na Itália e outra etapa na França e considera um avanço encerrar a competição entre os 15.

“Acho muito difícil pensar em ficar entre os 10 no geral. Talvez em alguma das etapas que faltam, mas no geral da competição o 15º lugar já é muito bom”, explicou o brasileiro.
[por:Moto.com]

A ligeira evolução de Marco Melandri nas duas última etapas da MotoGP convenceu a Ducati a manter o italiano na equipe por pelo menos mais uma corrida. Quem garantiu foi Livio Suppo, chefe da escuderia vermelha.

“A etapa de Laguna Seca foi positiva para o Marco, apesar do resultado final não ter sido o que desejávamos”, afirmou o dirigente, lembrando do 16º lugar obtido nos EUA pelo companheiro de Casey Stoner.

“Ele estava muito rápido no warm-up, como havia sido nos treinos livres. Na corrida, porém, acabou caindo e perdeu a chance de brigar por uma boa colocação”, recordou.

Por ser uma das decepções da temporada e também em função da quebra de seu contrato com a equipe, que o dispensará efetivamente no fim do ano, muitos davam como certo — inclusive Melandri — o desligamento do piloto já para o GP da República Checa.

“Ele mostrou que está progredindo. Estamos convencidos de que ele entendeu como acelerar com a Desmosedici”, finalizou o chefe da “Ferrari das Motos”.

O GP da República Checa será disputado no dia 17 de agosto.

[por:Moto.com]

Conhecido mais pela sua habilidade no molhado, Mike di Meglio tirou vantagem das condições climáticas de alguns GPs deste ano para construir uma vantagem de 30 pontos na liderança das 125cc, o que lhe dá direito a umas férias bem mais tranqüilas do Campeonato Mundial.

O jovem de 20 anos da Ajo Motorsport tem apresentado boas atuações no seco, tal como no molhado, juntando às vitórias na chuva na Alemanha e França e o triunfo no seco na Catalunha.

As três vitórias de Simone Corsi em Jerez, Estoril e Mugello o fizeram surgir como o primeiro líder do campeonato, mas com apenas um pódio desde que venceu em casa, na Itália, o jovem de 21 anos viu Di Meglio isolar-se na liderança.

Contudo, o seu companheiro de equipe, Nico Terol, passou por uma mudança de sorte desde o promissor início de temporada. O espanhol não sobe ao pódio desde Le Mans e não terminou a corrida em casa, seguido de uma oitava colocação em Donington Park, o que o fez cair para sexto lugar na classificação.

O atual Campeão Mundial das 125cc, Gabor Talmacsi, está se recuperando lentamente depois do fraco início de ano. A sua vitória em Assen, após o reinício da prova e um total de cinco pódios fazem com que esteja agora a 59 pontos do líder das 125cc.

Talmacsi fará de tudo para estar no pódio na próxima etapa, em Brno, onde conta com grande apoio do público do leste europeu. O húngaro deverá ainda estar bastante motivado com a notícia que a MotoGP terá uma etapa em seu país pela primeira vez em 2009.

Stefan Bradl começou 2008 de forma estável, mas perdeu ritmo antes da sua excelente corrida em casa, em Sachsenring, o que deixou o público extasiado. O alemão está atualmente na quarta posição da competição.
Logo atrás de Bradl surge Joan Olive, em quinto, sendo, até o momento, o piloto do “quase” com três segundos lugares no Catar, Estoril e Assen, bem como as três provas que não chegou a terminar em Jerez, Catalunha e Sachsenrng.

Depois de uma ótima pré temporada, Bradley Smith não correspondeu às expectativas. O inglês já sofreu dolorosas quedas e ainda lhe falta alguma coisa para assinar poles e vitórias.

O jovem piloto foi ainda batido na corrida em casa de Donington Park pelo compatriota Scott Redding e Smith certamente dará tudo para garantir a primeira vitória da carreira na segunda metade da temporada.

A 11ª etapa do mundial das 125cc acontece dia 17 de agosto em Brno, na República Tcheca.

Confira a classificação das 125cc depois de dez etapas:
1) Mike Di Meglio (FRA/Ajo Motorsport), 166 pontos
2) Simone Corsi (ITA/Jack & Jones), 136
3) Gabor Talmacsi (HUN/Bancaja Aspar), 109
4) Stefan Bradl (ALE/Grizzly Kiefer), 101
5) Joan Olive (ESP/Belson Derbi), 94
6) Nicolas Terol (ESP/Jack & Jones), 91
7) Bradley Smith (ING/Polaris), 79
8 ) Pol Espargaro (ESP/Belson Derbi), 75
9) Sandro Cortese (ALE/Emmi – Caffe Latte), 68
10) Scott Redding (ING/Blusens Aprilia), 65
11) Sergio Gadea (ESP/Bancaja Aspar), 62
12) Andrea Iannone (ITA/I.C. Team), 59
13) Stevie Bonsey (EUA/Degraaf), 39
14) Marc Marquez (ESP/Repsol Ktm), 32
15) Esteve Rabat (ESP/Repsol Ktm), 31
16) Raffaele De Rosa (ITA/2000 Ktm), 30
17) Danny Webb (ING/Degraaf), 26
18) Tomoyoshi Koyama (JAP/Ktm Aran), 22
19) Dominique Aegerter (SUI/Ajo Motorsport), 21
20) Michael Ranseder (AUT/I.C. Team), 19
21) Efren Vazquez (ESP/Blusens Aprilia), 14
22) Pablo Nieto (ESP/2000 Ktm), 12
23) Lorenzo Zanetti (ITA/KTM Aran), 10
24) Randy Krummenacher (SUI/Red Bull Ktm), 10
25) Takaaki Nakagami (JAP/I.C. Team), 9
26) Stefano Bianco (ITA/San Marino), 8
27) Pere Tutusaus (ESP/Bancaja Aspar), 8
28) Marcel Schrotter (ALE/Toni Mang), 2
29) Hugo Van Den Berg (HOL/Degraaf), 1
30) Alexis Masbou (FRA/Loncin Racing), 1

[Por:Moto.com]