MP3 400 da Piaggio se saiu bem no teste

Com a vantagem da segurança extra proporcionada pela terceira roda. É praticamente impossível cair! O inédito sistema de suspensão dianteira com quadro superior articulado conta com um braço e um amortecedor por roda, permitindo que ele atinja uma inclinação de até 40º. Suas rodas dianteiras estão espaçadas em 60 cm, ou seja,essa pouca distância entre rodas faz com que a sua largura total não exceda os 745 mm — melhor que os 760 mm da Suzuki Burgman 400, para se ter uma idéia.

Quer dizer, andar nos corredores não será problema. Em movimento, logo esquecemos que o MP3 possui a terceira roda, pois o seu comportamento dinâmico é muito parecido ao de um scooter normal. Seu único senão é o menor ângulo de esterço para mudar de corredor no trânsito, mas nada que o desabone.

Outro aspecto que requer atenção é na hora de desviar de obstáculos ou estacionar junto ao meio fio. Isso, porque “as rodas” não estão no centro da moto. Falando nelas, as três possuem apenas 12″, mas, aliadas às rígidas suspensões, deixam a estabilidade ótima; em contrapartida, o conforto fica um pouco prejudicado em terrenos irregulares. Vale frisar que o scooter está longede ser duro.

Um item que merece reconhecimento é o sistema de freios. Dotado de um disco por roda e muita área de contato graças à roda extra, o MP3 pára com muita facilidade e segurança. Na pista de testes, abusamos do freio em busca de uma marca recorde, mas não conseguimos ir além dos 27,3 m no 80 a 0 km/h. Uma ótima marca, mas, por precaução, a Piaggio optou por deixar o sistema com uma potência segura para evitar escorregadas.

E por que não um nose-whelling? Para se ter uma idéia, não conseguimos travar as rodas dianteiras em pista seca. O motor também é extremamente suave e agradável de conduzir, pois conta com itens de requinte como refrigeração líquida, injeção eletrônica e 4 válvulas por cilindro. Além do funcionamento linear, garantiu desempenho superior ao do Burgman 400. Ele fica devendo um pouco na capacidade de bagagem, pelo menos em relação ao Burgman.

No modelo testado, não cabem dois capacetes fechados, mas, mesmo assim, dá para colocar muita coisa debaixo do banco. Seu preço de R$ 39 500 não é baixo e fica um pouco acima do preço de tabela de R$ 32 036 do Burgman 400. Mas não podemos esquecer que, além de toda a tecnologia desse scooter, ele possui um acabamento esmerado e um funcionamento mecânico exemplar em todos os sentidos.

Ficha técnica

Motor: monocilíndrico, 4T, 4 válvulas, refrigerado à água, alimentado por injeção, partida elétrica e transmissão do tipo variável contínua
Torque máximo: 3,87 kgfm a 5 500 rpm
Cilindrada / potência máxima: 399 cm³ / 34 cv a 7 500 rpm
Diâmetro x curso: 85,8 x 69 mm
Taxa de compressão: 10,5:1
Quadro: Duplo berço de aço
Cáster / trail: n/d
Suspensão dianteira / traseira: quadrilátero articulado / duplo amortecedor
Curso dianteiro / traseiro: 85 mm / 110 mm
Regulagens: na pré-carga da mola traseira

[Por:Motociclismo Online]

Um Fittipaldi que poucos conhecem

Umas boas vassouradas aplicadas pela mãe acabaram com uma possível carreira no motociclismo, mas serviram para colocar o garoto na trajetória do automobilismo, já que para a dona Juze Fittipaldi os carros não eram tão perigosos como os veículos de duas rodas.

Nada de Fórmula 1, Fórmula Indy, A1GP ou GT3. Todos que estiveram na noite de quarta-feira na loja Harley-Davidson do Itaim (SP) queriam saber apenas das aventuras de Emerson no universo das motocas; um capítulo do seu livro de vida que pouca gente conhece.

“Um acidente de moto que meu pai sofreu em Interlagos criou um trauma na família. Tanto é que a minha mãe falou: ‘Até 50cc você pode correr, não pode passar disso’. Foi então que aos 14 anos eu comecei a pilotar uma motocicleta de 50 cilindradas”, contou o bicampeão de F-1.

“Para minha primeira corrida em Interlagos, o Adu Celso (primeiro brasileiro a vencer uma corrida no Mundial de Motovelocidade) me emprestou a motocicleta dele, que era uma 4 tempos. Eu ganhei prova e fiquei super entusiasmado”.

“O Adu morava pertinho daqui, na Cidade Jardim, e no fundo da casa dele tinha uma oficina. Eu ia para lá com a minha motinha, a preparava na sexta-feira e corria em Interlagos no fim de semana”, prosseguiu empolgado o veterano.

“Minha história com motocicletas durou quase três anos. Na última corrida que fiz, competi com uma moto construída pelo Silvano Pozzi, a Moto 5, a primeira motocicleta de corrida feita no Brasil. Era uma máquina muito rápida e bem feita. A fábrica dele era perto da Alameda Barão de Limeira, no centro de São Paulo. E como fabricava kart, pegou um motor de 125cc, adaptou os virabrequins, mudou o pistão e o fez girar 175cc”.

“Eu lembro que eu era pequenininho, menor do que sou hoje, e tinha que ficar na ponta dos pés quando subia na moto. Por isso, precisava que o mecânico me empurrasse para conseguir ligar a motocicleta de corrida”.

“Fiz as 100 Milhas de Interlagos com a Moto 5, em 1963. Eu estava andando bem, mas não pude largar na frente do grid porque a minha mãe desconfiou que eu fosse correr e foi lá no circuito. Naquela época, o público ficava bem perto da largada, então eu saí detrás dos boxes”, revelou Emerson.

“Tive que abandonar a prova por conta da quebra da corrente, na entrada da curva 3 do antigo Interlagos. Deixei a motocicleta, voltei a pé para os boxes e na seqüência fui embora. Quando cheguei em casa, a minha mãe perguntou: ‘O que você fez hoje?’ ‘Fui velejar’, respondi. Ela então retrucou: ‘Ah é? Aonde você foi velejar?’ ‘Fui velejar com um amigo meu’. Ela simplesmente trancou a porta, pegou a vassoura e me deu uma surra. Terminava ali a minha carreira em duas rodas. Nunca mais corri”, relembrou entre muitos risos.

“Ela tomou a minha Mondial e eu fiquei sem moto. Uns dois anos depois, quando já estava correndo de automóvel e ganhava o meu próprio dinheiro, comprei uma Ducati 125cc, mas só para o lazer”.

“Sou apaixonado por motociclismo até hoje. Acompanho todas as provas da MotoGP e acho incrível o que os pilotos fazem atualmente na categoria. Na minha época não se andava como agora”.

“Até o ano passado eu tinha uma Harley-Davidson Heritage Nostálgica, de cor prata e branca, lá nos EUA. Aqui no Brasil eu tenho quadriciclos. Dois Bombardier de competição e dois Honda”.

“Tenho um amor muito grande pelo motociclismo e ótimas lembranças. Uma delas está ligada ao John Surtees, o único sujeito a ser campeão de F-1 e Motovelocidade. Você sabe aonde o assisti correr quando eu era moleque? No Ibirapuera, na inauguração do parque em agosto de 1954. O John ganhou a corrida de moto, com uma Norton Manx de 500cc”.

“Lembro também que fui o primeiro piloto a correr de moto com etanol no Brasil. Eu era mecânico de kart e na época preparava os karts do meu irmão e do José Carlos Pace, movidos a álcool antigamente. Daí eu resolvi colocar na moto e melhorou o desempenho”, contou Fittipaldi.

Além das curiosidades de Surtees, Emerson resgatou outros dois nomes famosos no cenário do motociclismo, ambos com passagens nos monopostos. “Eu era muito amigo do Giacomo Agostini. E ele correu de Fórmula 2 e também na Fórmula 1 B. Como tinha muito carro de F-1 naquela época, os dirigentes montaram um campeonato B e o Giacomo entrou. E como andava bem”.

“Outro amigo que guiava muito era o Mike Hailwood. Ele andava muito rápido em automóvel. Em motocicleta, então, era excepcional”, ressaltou. De fato, o britânico conduzia uma motocicleta com extrema maestria. Não por menos era chamado de “Mike The Bike”. “Um grande piloto!”, completou Fittipaldi.

Dos astros atuais do motociclismo, o brasileiro não titubeou ao destacar Valentino Rossi, que em 2006 fez alguns testes com a Ferrari na Fórmula 1. “O pessoal da Ferrari fala que o Rossi andou muito rápido. O cara que anda bem de moto tem muita noção para correr de carro”.

Sobre o universo das quatro rodas, Emerson falou pouco. Sem dúvida, teria tantas outras histórias curiosas para dividir, mas naquele dia o bicampeão de F-1 e campeão da F-Indy estava animado e empolgado com as recordações motociclísticas.

Entretanto, a paixão pelos carros deixou escapar algumas informações atuais. Uma delas, por exemplo, relacionada à A1GP, competição chamada de Copa do Mundo de Automobilismo, disputada entre o fim do ano e o início do próximo.

“Estou trazendo uma etapa desta categoria para o Brasil”, revelou Emerson, deixando escapulir também que se de fato a competição vir para o país, correrá em Interlagos. “Nosso piloto será um garoto muito veloz de Brasília, o Felipe Guimarães”, acrescentou.

Por fim, uma informação sobre a GT3, o lazer atual do campeão. “Estou me divertindo muito nesta categoria. Na próxima etapa, no Rio de Janeiro, a emoção deve ser maior porque o (Nelson) Piquet também vai correr”, declarou.

Dois títulos mundiais na categoria máxima do automobilismo (1972 e 1974), dois vice-campeonatos, 14 vitórias, seis pole-positions, 35 pódios, 281 pontos, 11 temporadas e a aventura de competir por uma equipe própria. Uma história de sucesso e de abertura de portas para o Brasil no cenário internacional do esporte a motor sobre quatro rodas que se concretizou com a ajuda da mãe Juze. E sua vassoura.

O motociclismo pode ter perdido um grande nome graças àquelas vassouradas. Mas o que seria do automobilismo sem o grande Emerson Fittipaldi?

[Por:Moto.com.br]

Seguindo o plano de expandir a rede de revendas autorizadas em todo o território nacional, foi inaugurada no dia 12 de agosto a revenda Kasinski G2CX. A Grande São Paulo passa a contar agora com 12 representantes da marca, incluindo a capital.

Além de comercializar 10 modelos da Kasinski que vão de 110cc a 650cc, a nova revendedora oferece condições especiais de financiamento, peças originais e prestação de serviços mecânicos com oficina própria e ambiente diferenciado.

Localizada na avenida Eliseu de Almeida, 985, no Jardim Caxingui, a G2CX conta com área especial para lavagem das motocicletas, oficina e show room em mais de 700 m² de área útil. A nova concessionária funciona de segunda a sexta-feira das 8h30 às 18h e aos sábados das 8h30 às 14h.

[Por:Moto.com]

Na primeira sessão deu Valentino Rossi. Na segunda, Casey Stoner. De conclusão, a promessa de uma nova briga acirrada entre os campeões pela vitória do GP da República Checa, 12ª etapa da MotoGP.

Assim como no ensaio matinal, a diferença de tempo entre os protagonistas do Mundial ficou na casa de um décimo de segundo no segundo treino livre desta sexta-feira.

O australiano da Ducati, o segundo colocado pela manhã, liderou a tabela vespertina com a marca de 1min57s231, 0s179 mais veloz que a estabelecida pelo rival italiano da Fiat Yamaha.

Na lista dos coadjuvantes, o destaque do dia ficou para Loris Capirossi. O italiano da Suzuki, que iguala neste fim de semana o recorde de GPs disputados pertencente a Alexandre Barros (276 largadas), registrou o terceiro tempo.

Shinya Nakano, pela primeira vez no ano a bordo de um modelo de fábrica da Honda, demonstrou bastante consistência nos dois treinos, fechando os trabalhos na quarta posição. Atrás do japonês veio seu companheiro de equipe, Alex de Angelis, seguido da Suzuki de Chris Vermeulen.

Confirmando as declarações de que estaria com um certo receio de acelerar como antigamente, em função da série de lesões sofrida no primeiro semestre, Jorge Lorenzo foi apenas o 11º colocado. Outro espanhol bastante cauteloso em Brno foi Daniel Pedrosa, o penúltimo com o equipamento da Repsol Honda.

O treino de classificação para a corrida checa será realizado neste sábado, a partir das 9h00 (de Brasília). A corrida, no domingo, terá início neste mesmo horário.

Treino livre 2:
1) Casey Stoner (AUS/Ducati/B), 1min57s231
2) Valentino Rossi (ITA/Fiat Yamaha/B), 1min57s410
3) Loris Capirossi (ITA/Rizla Suzuki/B), 1min58s000
4) Shinya Nakano (JAP/Honda Gresini/B), 1min58s228
5) Alex de Angelis (RSM/Honda Gresini/B), 1min58s264
6) Chris Vermeulen (AUS/Rizla Suzuki/B), 1min58s462
7) Colin Edwards (EUA/Tech 3 Yamaha/M), 1min58s672
8 ) John Hopkins (EUA/Kawasaki Racing/B), 1min58s830
9) Toni Elias (ESP/Alice Team/B), 1min58s881
10) Sylvain Guintoli (FRA/Alice Team/B), 1min58s923
11) Jorge Lorenzo (ESP/Fiat Yamaha/M), 1min58s977
12) Andrea Dovizioso (ITA/JiR Team Scot/M), 1min59s094
13) James Toseland (ING/Tech 3 Yamaha/M), 1min59s328
14) Randy de Puniet (FRA/LCR Honda/M), 1min59s405
15) Marco Melandri (ITA/Ducati/B), 1min59s943
16) Daniel Pedrosa (ESP/Repsol Honda/M), 2min00s540
17) Anthony West (AUS/Kawasaki Racing/B), 2min00s621

[Por:Moto.com]

Gabor Talmacsi fez a pole provisória nas 125cc para o Grande Prêmio da República Tcheca, em uma sessão marcada por uma leve chuva. A pista de Brno ficou seca metade da classificação, mas foi seguida de dez minutos de precipitação e, no final, a pista secou novamente.

Mais rápido antes da chuva chegar, Talmacsi fez o tempo de 2min09s870 em frente da sua torcida que viajou da Hungria para acompanhar o Mundial de Motovelocidade.

O campeão das 125cc busca sua segunda pole position da temporada, depois da longa parada para as férias de verão na Europa, sendo que a última corrida foi na Alemannha, pois as categorias mais baixas não correram em Laguna Seca.

Talmacsi ficou mais de sete décimos à frente de Nico Terol, que foi o segundo. Na terceira posição chegou Andrea Iannone com incríveis 0s001 mais lento que Terol. Bradley Smith fechou a primeira fila provisória nas 125cc, a bordo da sua Aprilia.

Mike di Meglio abre a segunda fila, seguido de Sandro Cortese na sexta posição, Pol Espargaro em sétimo e Simone Corsi, que marcou o oitavo tempo do dia.

Confira a classificação provisória das 125cc:
1) Gabor Talmacsi (HUN/Aprilia), 2min09s870
2) Nicolas Terol (ESP/Aprilia), a 0s718
3) Andrea Iannone (ITA/Aprilia), a 0s719
4) Bradley Smith (ING/Aprilia), a 0s782
5) Mike di Meglio (FRA/Derbi), a 0s921
6) Sandro Cortese (ALE/Aprilia), a 1s154
7) Pol Espargaro (ESP/Derbi), a 1s160
8 ) Simone Corsi (ITA/Aprilia), a 1s357
9) Sergio Gadea (ESP/Aprilia), a 1s406
10) Joan Olive (ESP/Derbi), a 1s471

[Por:Moto.com.br]

Daniel Pedrosa vai continuar correndo esse fim de semana, mesmo depois de sentir muitas dores na mão e no pulso machucados durante os treinos dessa sexta-feira, na República Tcheca.

O piloto da Repsol Honda foi o mais lento entre os pilotos e conseguiu o 16° lugar, à frente apenas Anthony West, que não conseguiu um bom acerto de sua Kawasaki. Mas o espanhol disse que a culpa do mau resultado foi mais da Michelin, cujos compostos não se adaptaram ao novo asfalto do circuito de Brno, do que de suas contusões.

“Meu pulso esquerdo e meu dedo ainda doem muito quando estou pilotando e os pneus também não estão ajudando”, declarou Pedrosa.

“O asfalto é novo, mas é mesma situação para todos. Tentamos inúmeras soluções diferentes hoje e até agora não conseguimos encontrar os pneus certos para a corrida”, disse.

“Continuaremos os trabalhos na moto amanhã, tentando achar os melhores pneus e um bom acerto. Espero que possamos pegar uma pista seca e aí veremos o que fazer para domingo”.

O diretor da equipe Honda, Kazuhiko Yamano, está confiante que Pedrosa será capaz de conseguir um bom resultado para o time, já que Nicky Hayden não correrá a 12ª etapa por uma contusão no tornozelo sofrida durante uma corrida nos X Games.

“Pedrosa ainda sente dores na mão esquerda por conta de suas contusões, mas ele pode correr e acreditamos que a situação em relação aos pneus vai melhorar”, disse Yamano.

“Estamos encontrando algumas dificuldades com a escolha dos pneus. Daniel sente a falta de aderência, principalmente no pneu dianteiro. Conseguimos fazer alguns pequenos ajustes hoje, principalmente na suspensão. Esperamos estar em melhores condições amanhã”, concluiu.

[Por:Moto.com.br]

As nuvens negras apareceram no circuito de Brno com uma chuva torrencial antes da primeira sessão de classificação das 250cc, fazendo com que os pilotos tivessem que encarar uma pilotagem molhada na recente pista recapeada.

Ainda brigando pela primeira vitória na temporada 2008, Hector Barberá fez a pole provisória com o tempo de 2min16s210 a bordo de sua Aprilia. O espanhol fez a volta mais rápida depois de ter dado um passeio na brita.

Mika Kallio foi quem mais se aproximou de Barberá e fez o segundo melhor tempo, sendo sete décimos mais lento que o rival. O líder do campeonato, Marco Simoncelli foi o terceiro, quatro décimos acima Kallio.

Alex Debon fechou a primeira fila do treino desta sexta-feira, seguido do japonês Hiroshi Aoyama que, com o quinto tempo do dia, abre a segunda fila do grid prvisório. Ao lado do nipônico aparece Mattia Pasini, em sexto, seguido da surpresa Eugene Laverty. Julian Simon fechou a segunda fila, fazendo o oitavo tempo.

Lukas Pesek, que corre em casa, foi o nono colocado, à frente de Álvaro Bautista, que fechou os dez melhores do dia nas 250cc.

Confira o grid provisório:
1) Hector Barberá (ESP/Aprilia), 2min16s210
2) Mika Kallio (FIN/KTM), a 0s686
3) Marco Simoncelli (ITA/Gilera), a 1s096
4) Alex Debon (ESP/Aprilia), a 1s549
5) Hiroshi Aoyama (JAP/KTM), a 2s738
6) Mattia Pasini (ITA/Aprilia), a 2s876
7) Eugene Laverty (IRL/Aprilia), a 3s586
8 ) Julian Simon (ESP/KTM), a 3s778
9) Lukas Pesek (TCH/Aprilia), a 3s945
10) Álvaro Bautista (ESP/Aprilia), a 4s060

[Por:Moto.com.br]