O que já era discutido há muito tempo na categoria enfim se tornou oficial. A partir de 2009, a MotoGP trabalhará com um único fornecedor de pneus. O anúncio foi feito ontem por Carmelo Ezpeleta, diretor da empresa que detém os direitos da competição.
“Por motivos de segurança e de custos, decidiu-se que haverá apenas um fornecedor de pneus na MotoGP a partir de 2009”, afirmou o dirigente, destacando que todas as equipes receberão os compostos sem ter de gastar um centavo.
“A FIM (Federação Internacional de Motociclismo) comunicará a todas as marcas interessadas para apresentarem suas ofertas até a próxima semana. A decisão sobre a escolhida será anunciada no dia 18 de outubro, na Malásia”, completou.
Neste ano, a MotoGP tem trabalhado com duas fabricantes de pneumáticos, a Michelin e a Bridgestone, condição que deveria ser mantida na opinião de algumas pessoas, como Jerry Burgess, chefe de engenharia da Yamaha.
“Sou contra isso, pois este é um campeonato de protótipos e são necessários o máximo de fatores nesse sentido para impulsionar a categoria. Se essa alteração baixar o nosso nível, poderemos facilmente nos transformar num pseudocampeonato de Superbike”, atacou.
“Nós já vimos isso na Fórmula 1. As corridas serão inteiramente previsíveis com sempre os mesmos quatro pilotos no topo, Valentino (Rossi), Casey (Stoner), (Daniel) Pedrosa e Jorge (Lorenzo)”, opinou Burgess.
Em 2007 e 2008, a temporada foi amplamente dominada pelas motocicletas calçadas com os pneus Bridgestone. Tamanha era a diferença dos compostos que pilotos como Valentino Rossi e Daniel Pedrosa decidiram trocar os Michelin pela borracha japonesa.
[Por:Moto.com.br]
A diferença no cronômetro foi apertada, mas em compensação garantiu uma folga a Rafael Fonseca na liderança da categoria SM1 do Campeonato Brasileiro de Supermoto.
O brasiliense da Yamaha venceu no fim de semana a quarta etapa da temporada, realizada em Piracicaba (SP), com uma vantagem de apenas 0s6 para Alison Candido, o segundo colocado.
Rômulo Botrel, piloto da Imocx Racing e vice-líder do certame, completou a prova em terceiro e se distanciou um pouco de Fonseca na classificação, agora com 14 pontos a menos.
Na SM2, Rafael Paschoalin e Paulo Rogério garantiram nesta ordem a dobradinha para a equipe Gueto Racing. Wagner Pavanelli chegou em terceiro, resultado que aumentou sua desvantagem no torneio em relação ao líder, Paschoalin, para 23 tentos.
Entre as feras da SM3, a Honda dominou as três primeiras posições. O atual campeão, Sinval Perez, faturou o páreo com sobras, seguido de Juliano Meira. Kleber Justino, que lidera a categoria, finalizou a corrida em terceiro. Na tabela de pontuação, segue na frente com dez pontos a mais que Perez.
A quinta e penúltima etapa do Brasileiro de Supermoto está agendada para o dia 26 de outubro, em Goiás.
[Por:Moto.com.br]
Assim como Valentino Rossi na MotoGP, Dário Júlio conquistou por antecipação o título da temporada 2008 do Brasileiro de Enduro de Regularidade. Mas ao contrário do italiano, o mineiro comemorou a façanha sem ter que acelerar.
O triunfo foi confirmado após o julgamento de um recurso sobre a etapa de Cuiabá (MT), realizada em julho. A CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) foi favorável à apelação do piloto da Honda e devolveu os pontos que lhe havia tomado.
“Sinto-me aliviado não somente pelo resultado, pois eu já tinha uma boa vantagem, mas porque tudo foi feito da maneira correta. Além de que estou muito feliz pelo título”, afirmou o bicampeão da categoria Máster.
“Assim como no ano passado, eu conquistei os títulos brasileiro, mineiro, do Enduro da Independência e do Ibitipoca Off-Road. Estou muito feliz”, destacou Júlio, que disputa a temporada com a motocicleta CRF 230F.
Mesmo com a conquista por antecipação, o mineiro garante que seguirá firme até o fim da competição. “Quero ir para a próxima etapa para vencer. Se eu ganhar em Casimiro de Abreu vou repetir o resultado do ano passado”, apontou.
A última etapa do Brasileiro de Regularidade será disputada em Casimiro de Abreu, no Rio de Janeiro, entre os dias 8 e 9 de novembro.
[Por:moto.com.br]
Esportividade com segurança e conforto foi o lema escolhido pela Amazonas para definir seu novo scooter, o AME 150 SC.
Segundo a fabricante, o modelo apresenta suspensão e construção de chassi mais robustos em relação à concorrência.
Seu motor é um monocilíndrico de 149,5 cm³ de refrigeração a ar, capaz de atingir 11 cv a 8.000 rpm.
O modelo oferece câmbio automático com sistema CVT, freio a disco dianteiro e rodas de liga aro 13”. Econômico, faz uma média de 30 km/l no dia-a-dia urbano.
A AME 150 SC tem preço sugerido de R$ 5.990.
[Por:Moto.com.br]
O Brasil fez história neste domingo durante a disputa do Motocross das Nações. No circuito inglês de Donington Park, a nação verde-amarela conquistou a vitória na Bateria B, que disponibilizou apenas uma vaga para a fase final do evento, e assegurou o 14º lugar na classificação geral, superando a 16ª posição obtida no ano passado.
A seleção brasileira foi representada por Antonio Jorge Balbi Júnior (categoria Open), Leandro Silva (MX1) e Wellington Garcia (MX2). O evento, considerado a Copa do Mundo da modalidade, recebeu a elite do motocross dividida em 35 países, com um público de 60 mil pessoas. A vitória, conforme as expectativas, ficou com a equipe dos Estados Unidos.
Wilson Yasuda, chefe da delegação nacional e gerente de competições da Honda do Brasil, ficou extremamente satisfeito com o resultado. “Tivemos um dia difícil e todos — pilotos, mecânicos e staff — trabalharam muito bem. Chegamos na fase final com o objetivo de melhorar a classificação do ano passado e atingimos um resultado melhor ainda”, comemorou.
“Isso tudo demonstra que o Brasil tem condições de correr com todos esses países em uma competição tão importante. Somos uma equipe poderosa e determinada. Tenho certeza de que este resultado vai abrir novos horizontes para o motociclismo nacional”, apostou Yasuda.
O mineiro Balbi, que emplacou o melhor desempenho do Brasil nas finais com uma 12ª colocação, parabenizou a equipe. “Fiz o meu melhor resultado individual e estou muito feliz. Parabéns a todo o time do Brasil e a Honda, que acreditou no grupo. Nós conseguimos retribuir na pista e já vamos começar a pensar no ano que vem. Agora temos que continuar ‘descendo a serra’”,disse o piloto, com bom humor.
O paranaense Leandro Silva ressaltou a superação do time. “Não nos classificamos no sábado, mas levantamos a cabeça e viemos com toda a motivação para as baterias do domingo. Foi um aprendizado a cada corrida, e acabou dando tudo certo”.
Wellington Garcia, de Goiás, completou: “Foi muito positivo, bem melhor que o ano passado. Apesar da equipe não ter dependido de mim para classificar e eu não estar me sentindo bem nas provas, todos nós evoluímos neste intervalo de um ano”.
Assim como em 2007, o caminho até a fase final foi pela trajetória mais árdua. Os brasileiros não se classificaram entre os 19 nas corridas qualificatórias e tiveram de buscar a única vaga disponível na chamada Bateria B.
A repescagem, marcada por frio e chuva fina e intensa, teve os pilotos das três categorias de cada país concorrente à vaga correndo juntos. Os adversários do Brasil na Bateria B foram Irlanda, Rússia, Suécia, República Checa, Portugal, Eslovênia, Eslováquia, Venezuela, Lituânia, Noruega, Islândia e Mongólia.
Balbi e Leandro Silva fizeram uma boa largada e iniciaram a prova em primeiro e terceiro lugares, respectivamente. Wellington Garcia, de Goiás, ficou para trás e caiu logo nas primeiras voltas. Silva chegou a assumir o terceiro lugar, mas acabou cedendo à pressão do russo Evgeny Bobryshev aos seis minutos de corrida. Balbi continuou ditando o ritmo da prova, sempre acompanhado de perto pelo irlandês Martin Barr.
A chuva deixou o terreno fofo bastante escorregadio, e os pilotos precisaram de muito controle para não deixar a roda escapar. Aos 25 minutos, Balbi perdeu a liderança para Bobryshev, que já havia ultrapassado Barr. Porém, nos minutos finais, Balbi caiu em uma funda valeta e quase viu o sonho da classificação ir por água abaixo ao voltar à prova na oitava colocação. Leandro Silva seguiu em quarto lugar, atrás de Martin Zerava, da República Checa.
Enquanto Bobryshev e Barr duelavam pela primeira posição da corrida, Balbi ia ganhando posições, mostrando bastante plasticidade nos saltos com as suas “entortadas”. O mineiro fechou a prova na quarta colocação, seguido por Leandro Silva. Os dois pilotos já eram aguardados por Wellington Garcia a poucos metros da chegada, e a comemoração foi bastante intensa na pista enquanto eram saudados pela torcida. O resultado de Wellington, a 21ª posição, foi descartado.
O Brasil não teve muito tempo para festejar, já que precisou voltar à pista apenas 2h08min após o término da Bateria B para disputar as finais. Cada piloto enfrentou mais duas baterias exaustivas, as quais mesclaram duas classes, em um terreno bastante pesado.
No final, a combinação de resultados garantiu o feito histórico para o Team Honda. Balbi teve o melhor desempenho individual, com um 12º e um 19º lugares. Leandro Silva ficou em 25º e em 26º, sendo que Wellington Garcia fez um 31º e um 33º.
No ano passado, em Budds Creek, circuito norte-americano, o Brasil também teve de buscar na repescagem a então inédita vaga para a final do Motocross das Nações. Com o mesmo trio de pilotos, o elenco nacional conquistou a 16ª posição, sendo que os campeões foram os Estados Unidos.
Com James Stewart, Ryan Villopoto e Tim Ferry, o elenco norte-americano conquistou novamente a taça em 2008.
Classificação final do MX das Nações 2008:
1) Estados Unidos (James Stewart, Ryan Villopoto e Tim Ferry)
2) França (Sebastien Pourcel, Nicolas Aubin e Anthony Boissiere)
3) Bélgica (Steve Ramon, Ken de Dycker e Jeremy Van Horebee k)
4) Inglaterra (Tommy Searle, Billy Mackenzie e Shaun Simpson)
5) Itália (David Philippaerts, Alex Salvini e Manuel Monni)
6) Austrália (Michael Byrne, Chad Reed e Brett Metcalfe)
7) Espanha (Jonathan Barragan, Carlos Campano e Alvaro Lozano)
8 ) Nova Zelândia (Cody Cooper, Joshua Coppins e Scott Columb)
9) Suíça (Julien Bill, Arnaud Tonus e Gregory Wicht)
10) Alemanha Maximilian Nagl, Daniel Siegl e Manuel Chittaro)
14) Brasil (Balbi Júnior, Leandro Silva e Wellington Garcia)
[Por:Moto.com.br]
A única fábrica exclusiva de motocicletas a figurar entre as 100 marcas mais valiosas do mundo, a Harley-Davidson, teve uma leve queda no seu “valor” em 2008.
É isso que aponta a oitava edição do Ranking das Marcas Globais Mais Valiosas 2008 (The Best Global Brands), estudo da Interbrand, uma das maiores consultorias em avaliação de marcas do mundo, que classificou as 100 marcas mais valiosas do planeta.
A HD caiu da 45ª para a 50ª colocação no ranking, liderado pela Coca-Cola. Avaliada em 7.609 milhões de dólares, a diminuição de 9% nos rendimentos da Harley nos Estados Unidos foi o principal responsável pela queda, segundo o estudo.
“… Isso demonstra que a marca está tendo que se esforçar para se manter relevante para o público em seu país de origem …”, conclui a pesquisa, divulgada em 19 de setembro.
Entretanto, o relatório revela que a Harley fez um bom trabalho para valorizar sua marca no resto do mundo, já que as vendas cresceram 40% em mercados como o europeu e asiático.
Setor automotivo
Outras empresas, que também fabricam motos, figuram no ranking. Caso da BMW, que se manteve na 13ª colocação (23.298 milhões de dólares), mas principalmente pelo constante desenvolvimento de outras fontes de energia para seus automóveis.
A Honda, que ocupa o 20º lugar no ranking das 100 marcas mais valiosas em 2008, caiu uma posição, porém aumentou seu valor como marca — agora está cotada em 19.079 milhões de dólares.
De acordo com a Interbrand, a postura firme da montadora japonesa em busca por sustentabilidade com seus carros híbridos é um dos responsáveis pela valorização.
[Por:Agência Infomoto]
O fim de semana foi recheado de boas notícias para o segmento off-road esportivo do Brasil. Além da festa pelo 14º lugar no Motocross das Nações, o país celebrou a confirmação de seu retorno ao calendário do Campeonato Mundial de Motocross.
As provas das categorias MX1 e MX2 serão realizadas no dia 13 de setembro de 2009 em Canelinha (SC), no tradicional motódromo que possui 30 anos de existência.
O anúncio foi feito em coletiva de imprensa na Inglaterra, reunindo nomes como Wilson Yasuda, gerente de competições da Honda do Brasil, Wolfgang Srb, presidente da comissão de motocross da Federação Internacional de Motociclismo, Giuseppe Luongo, presidente da YouthStream, organizadora do Mundial e Alexandre Caravana, presidente da Confederação Brasileira de Motociclismo.
As últimas provas internacionais da modalidade realizadas no Brasil foram em 2000, com o Mundial de 250cc em Belo Horizonte (MG) e de 125cc em Indaiatuba (SP). “Estamos muito felizes em patrocinar o GP Honda Brasil e colocar o país novamente na rota do calendário internacional”, disse Yasuda.
“Tenho certeza de que este evento trará novas perspectivas para o motociclismo, que irá crescer ainda mais no Brasil. A Honda está plenamente satisfeita por poder contribuir com o esporte nacional”, completou.
O italiano Luongo ressaltou a parceria. “Foram dois anos de negociação, pois nosso objetivo não é somente levar o motocross a outras localidades. Buscamos parceiros que nos dêem tranqüilidade e estrutura para fazer o melhor. Estamos muito orgulhosos em ter uma prova do Campeonato Mundial no Brasil”, afirmou o dirigente.
Wolfgang Srb também comemorou o fato. “Fico muito feliz em podermos voltar ao Brasil, que nos proporcionou momentos inesquecíveis no passado. Trata-se de um país maravilhoso com um povo acolhedor”.
Provas internacionais de motocross já realizadas no Brasil:
1987: Mundial de 250cc – Campos do Jordão (SP)
1990 e 1991: Mundial de 125cc – Campos do Jordão (SP)
1993: Mundial de 125cc – Guarujá (SP)
1996 a 2000: Mundial de 250cc – Belo Horizonte (MG)
1998 a 2000: Mundial de 125cc – Indaiatuba (SP)
1999: Motocross das Nações – Indaiatuba (SP)
[Por:Moto.com.br]
Nada de combinações mirabolantes ou a conformação com o resultado mais simples. Valentino Rossi quis e conseguiu ser campeão com vitória neste domingo, em Motegi, no Japão.
O italiano venceu com autoridade a 15ª etapa do Mundial e garantiu por antecipação o título da temporada 2008, o sexto em sua carreira e depois de dois anos ausente do trono da categoria.
O roteiro para a conquista foi ao estilo das proezas do “Doutor”. Como de costume, largou mal e partiu para o ataque nas voltas seguintes. Na 14ª passagem desbancou seu principal adversário do ano, Casey Stoner, e partiu em busca do caneco antecipado.
Para o australiano da Ducati, restou a conformidade com o segundo lugar da corrida e a aceitação de que agora deve lutar ao menos pelo vice-campeonato contra Daniel Pedrosa, que chegou em terceiro com o equipamento da Repsol Honda.
Jorge Lorenzo, pole position da etapa nipônica, finalizou a prova na quarta posição, seguido de Nicky Hayden. Loris Capirossi, que não conseguiu repetir a vitória de 2007 neste circuito, chegou em sexto com a Suzuki.
Com a vitória, Rossi chegou aos 312 pontos, contra 220 de Stoner. Carimbada a faixa de campeão, o astro da MotoGP parte agora para a corrida na casa do rival, no circuito australiano de Phillip Island, marcada já para o próximo fim de semana.
Para a alegria dos fãs, deu ele mais uma vez: Valentino Rossi!
Resultado do GP do Japão:
1) Valentino Rossi (ITA/Fiat Yamaha/B), 24 voltas em 43min09s599
2) Casey Stoner (AUS/Ducati/B), a 1s943
3) Daniel Pedrosa (ESP/Repsol Honda/B), a 4s866
4) Jorge Lorenzo (ESP/Fiat Yamaha/M), a 6s165
5) Nicky Hayden (EUA/Repsol Honda/M), a 24s593
6) Loris Capirossi (ITA/Rizla Suzuki/B), a 25s685
7) Colin Edwards (EUA/Tech 3 Yamaha/M), a 25s918
8 ) Shinya Nakano (JAP/Honda Gresini/B), a 26s003
9) Andrea Dovizioso (ITA/JiR Team Scot/M), a 26s219
10) John Hopkins (EUA/Kawasaki Racing/B), a 37s131
11) James Toseland (ING/Tech 3 Yamaha/M), a 37s574
12) Randy de Puniet (FRA/LCR Honda/M), a 38s020
13) Marco Melandri (ITA/Ducati/B), a 39s768
14) Sylvain Guintoli (FRA/Alice Team/B), a 45s846
15) Anthony West (AUS/Kawasaki Racing/B), a 55s748
16) Toni Elias (ESP/Alice Team/B), a 59s320
17) Alex de Angelis (RSM/Honda Gresini/B), a 1min12s398
Legendas:
B = Bridgestone / M = Michelin.
[Por:Moto.com.br]
Conheça os detalhes da GSX-R 1000, Intruder M1500 e SVF650 Gladius
GSX-R 1000
A marca japonesa surpreendeu a todos ao apresentar uma GSX-R 1000 totalmente renovada. O palco escolhido para mostrar a nova esportiva e as outras novidades foi Paris, na França. Além da GSX-R, os destaques ficaram por conta da Intruder M1500 e da SVF650 Gladius — um modelo novíssimo para o mercado de nakeds.
Seguindo as tendências de suas adversárias, a GSX-R está mais compacta. A Suzuki declara 5 kg a menos em seu peso — em relação ao modelo 2008 — e apresenta um entre eixos um pouco menor. O motor está 6cm mais curto que o anterior, que acompanhava a máquina desde de 2002. A potência máxima ainda não foi declarada, mas deve ser próxima a do modelo atual — 185 cv. Assim, a relação peso/potência deve ser melhorada, já que o peso foi reduzido. A moto deve começar a ser comercializada na Europa no começo de março de 2009 com três colorações: preto, branco e azul.
A Gladius é a grande novidade da gama Suzuki 2009. Uma naked trabalhada do “zero” e de média cilindrada que promete ter um caráter funcional, polivalente e econômico. O desenho foi pensando com muito cuidado e é bem chamativo, com detalhes exclusivos. A potência fica por conta de uma V2 a 90º de 645 cm³, o mesmo que equipa a SV e a V-Strom. Só que o propulsor passou por uma atualização para integrar a Gladius.
Esse tipo de moto são as que mais vendem na Europa hoje em dia e a Suzuki a desenvolveu com o objetivo de ser um dos produtos mais populares do mercado. O farol tem desenho ovalado e o grupo ótico traseiro foi bem trabalhado. Quanto a parte ciclística, a Gladius é bem simples, com os freios e suspensões herdados da SV 650
Outra motocicleta presente em Paris foi a nova Intruder M1500 — desenvolvida a imagem e semelhança da primeira M1800. Comparte muitos componentes de sua irmã maior, claramente, com o motor reduzido a 1 462 cm³. Além disso, para reduzir o preço final, alguns itens foram simplificados. As pinças de freios são convencionais — sem contar com o encaixe radial —, por exemplo, só que mantém o garfo invertido.
[Por:Motociclismo Online]
Um coadjuvante se intrometeu na briga dos protagonistas da MotoGP em Motegi. Jorge Lorenzo, de volta a boa forma, desbancou Casey Stoner e Valentino Rossi no treino classificatório para o GP do Japão, neste sábado, e ficou com a pole-position na casa da Fiat Yamaha.
O espanhol garantiu a sua quarta posição de honra no ano ao cronometrar um giro 0s288 mais veloz que o de Stoner, o segundo colocado com a Ducati. Nicky Hayden, praticamente um novo piloto depois do anúncio de sua saída da Repsol Honda para 2009, obteve o terceiro posto.
Com chances de confirmar o título neste domingo, Valentino Rossi registrou o quarto tempo na classificação. Resultado que não o deixou satisfeito. “Meu objetivo era ficar entre os três primeiros”, declarou logo após a sessão.
Para garantir o octocampeonato por antecipação, o italiano precisa apenas subir no pódio, independente do que conseguir Stoner. “Essa é a minha meta para prova e depois vemos o que acontece”, completou o “Doutor”.
Daniel Pedrosa, da Repsol Honda, anotou o quinto lugar, seguido da Suzuki de Loris Capirossi. Colin Edwards, com a Tech 3 Yamaha mais discreta neste terço final de temporada, estabeleceu a sétima passagem. Randy de Puniet, Shinya Nakano e James Toseland fecharam nesta ordem a lista dos dez primeiros.
A 15ª etapa do Mundial de MotoGP será disputada na madrugada de sábado para domingo, a partir das 2h (de Brasília), com transmissão ao vivo pelo canal “Sportv”.
Grid de Largada:
1) Jorge Lorenzo (ESP/Fiat Yamaha/M), 1min45s543
2) Casey Stoner (AUS/Ducati/B), 1min45s831
3) Nicky Hayden (EUA/Repsol Honda/M), 1min45s971
4) Valentino Rossi (ITA/Fiat Yamaha/B), 1min46s060
5) Daniel Pedrosa (ESP/Repsol Honda/B), 1min46s303
6) Loris Capirossi (ITA/Rizla Suzuki/B), 1min46s450
7) Colin Edwards (EUA/Tech 3 Yamaha/M), 1min46s496
8 ) Randy de Puniet (FRA/LCR Honda/M), 1min46s554
9) Shinya Nakano (JAP/Honda Gresini/B), 1min46s616
10) James Toseland (ING/Tech 3 Yamaha/M), 1min46s863
11) John Hopkins (EUA/Kawasaki Racing/B), 1min46s888
12) Chris Vermeulen (AUS/Rizla Suzuki/B), 1min46s904
13) Andrea Dovizioso (ITA/JiR Team Scot/M), 1min46s907
14) Toni Elias (ESP/Alice Team/B), 1min46s958
15) Sylvain Guintoli (FRA/Alice Team/B), 1min47s400
16) Marco Melandri (ITA/Ducati/B), 1min47s475
17) Anthony West (AUS/Kawasaki Racing/B), 1min47s669
18) Alex de Angelis (RSM/Honda Gresini/B), 1min47s680
19) Kousuke Akiyoshi (JAP/Rizla Suzuki/B), 1min48s671
Legendas:
B = Bridgestone / M = Michelin.
[Por:Moto.com.br]
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