Bridgestone será responsável por fornecer pneus a todas equipes em 2009
A partir de 2009, a Bridgestone será única marca a equipar as motocicletas do MotoGP. Como o prazo estabelecido pela FIM (Federação Internacional de Motociclismo) e a Dorna — empresa que organiza o MotoGP — para que os fabricantes de pneus apresentassem suas propostas para o próximo ano acabou e somente a marca japonesa se pronunciou, automaticamente ela será a escolhida.
Desse modo, depois de 35 anos de participação na principal categoria do motociclismo, a Michelin estará fora em 2009. Desde 1973, 26 pilotos conquistaram títulos com pneus da marca francesa. Foram 360 vitórias, sendo a última com Dani Pedrosa (Honda), este ano, no GP da Catalunha.
Depois de abandonar as competições de F1 — principal categoria do automobilismo —, em 2006, a Michelin deixa também o MotoGP. A situação estava insuportável para a empresa, já que os principais pilotos da categoria — Valentino Rossi (Yamaha), Casey Stoner (Ducati) e Pedrosa — já corriam com Brigdestone.
Em comunicado, a empresa explicou que “não iria arriscar em converter-se na monomarca da campeonato e que essa foi a maior mudança nas regras do campeonato desde seu início, em 1948”.
[Por:Motociclismo Online]
A Honda CG já tem mais de três décadas de estrada. Começou como uma 125cc e hoje tem motor de 150cc e a liderança absoluta do mercado de duas rodas no Brasil: de janeiro a setembro foram emplacadas 351.455 unidades, incluindo aí todas as versões. Já a Dafra Speed 150 é uma novata. Lançada em fevereiro deste ano, acumulou no mesmo período 24.951 unidades emplacadas.
Se os números de venda estão a favor da Honda CG Titan 150, no quesito preço a Dafra Speed leva grande vantagem neste duelo entre tradição e novidade.
Completa, com rodas de liga-leve, freio a disco na dianteira e partida elétrica, a Speed sai por R$ 4.990, o que tem chamado a atenção de muitos motociclistas. Afinal, para se ter uma CG 150 ESD, versão com partida elétrica, freio a disco, mas com rodas raiadas, o consumidor desembolsa R$ 6.679 (preço sugerido pela fábrica, mas algumas concessionárias chegam a cobrar mais que isso).
São quase R$ 2.000 que podem explicar o grande sucesso da Speed 150, carro-chefe da nova marca. Mas ao comprar uma moto não podemos levar em consideração apenas o preço. Há outros fatores importantes para serem levados em conta. Por isso, rodamos mais de 500 km pelas ruas de São Paulo durante uma semana. Confira as conclusões desse duelo entre os modelos populares.
Motor
Ambas têm motor de um cilindro, quatro tempos, refrigerado a ar — 149,2 cm ³ de capacidade na Honda CG e 149,4 cm³ na Speed 150. No quesito desempenho, os números não mentem. A Honda declara que a CG 150 tem 14,2 cv de potência máxima a 8.000 rpm, já a Speed 150 tem 13,2 cv a 7.700 rpm. Na prática isso se confirma, a CG 150 é mais potente, portanto consegue manter mais facilmente a velocidade.
O torque da CG também é levemente superior, 1,35 kgf.m a 6.500 rpm, enquanto a Speed tem 1,31 kgf.m de torque máximo nas 7.000 rpm. Valores muito próximos, mas que fazem a diferença. A Honda acelera mais rapidamente que a 150cc da Dafra.
Outro fator que faz com que o desempenho dessas motos seja diferente é o peso. A CG 150 ESD tem peso a seco de 121 kg e a Speed 150 pesa 155 kg, de acordo com os dados fornecidos pelas montadoras. São mais de 30 kg de diferença. Bastante peso para uma moto de baixa cilindrada.
O resultado do torque maior (em uma rotação mais baixa) e do peso menor da CG reflete no consumo. No teste realizado nas ruas de São Paulo e também em estradas como a Via Anchieta até o ABC Paulista, a moto da Honda foi bem mais econômica.
Conseguimos uma média de 32 km/l com a CG 150. Já na Dafra Speed nossa melhor média foi de 28 km rodados com um litro de gasolina. Para quem roda diariamente muitos quilômetros, isso dá uma grande diferença no final do mês.
Ciclística
Neste quesito, elas são bastante semelhantes. Ambas têm quadro do tipo Diamond e usam receitas tradicionais no conjunto de suspensões: garfo telescópico na dianteira e amortecedores bichoque na traseira.
Tanto a Dafra Speed quanto a Honda CG 150 estão calibradas para o uso urbano. Copiam bem as imperfeições do solo, mas sofrem um pouco na buraqueira. De novo a CG leva vantagem. Suas suspensões têm curso maior que as da Speed. Na prática, a CG “sofre” menos nos pisos irregulares.
Completando o conjunto ciclístico estão as rodas e pneus. A Speed tem rodas de liga-leve, já a CG usa as tradicionais rodas raiadas. Esteticamente, as rodas de liga são mais bonitas. Porém, rodas raiadas são mais resistentes. Os pneus são exatamente os mesmos: Pirelli City Demon.
Na hora de frear, essas duas motos street contam com freio a disco na dianteira e o tradicional tambor na traseira. Cumprem bem seu papel e param ambas com segurança. Está aí uma vantagem do modelo Dafra Speed, pois a única versão à venda já vem com disco na frente, enquanto apenas a CG top de linha, a ESD, tem o sistema. E ainda por um preço bem superior.
Itens de conforto
Como a ciclística de ambas é bastante semelhante, a posição de pilotagem também. Porém, as pedaleiras da Speed 150 são um pouco mais recuadas, fazendo com que as pernas fiquem mais flexionadas e canse um pouco mais.
Outro ponto positivo da CG Titan é o banco mais confortável, com espuma mais densa e macia. Além disso, na moto Dafra o banco é mais inclinado fazendo com que as partes “baixas” batam no tanque ao frear bruscamente.
A Speed 150 leva vantagem nos comandos nos punhos. São mais completos — com lampejador de farol alto e afogador no punho. Já a CG 150, além do afogador de difícil acesso, não tem nem botão corta-corrente.
O painel da Dafra também é mais completo, com conta-giros e indicador de marcha. Porém, durante nosso teste o ponteiro do conta-giros simplesmente parou de funcionar e depois caiu, ficando solto no mostrador. Aparentemente apenas um problema de montagem. Já o indicador de marchas só tem utilidade à noite, pois na luz do dia, é impossível visualizar a marcha engatada.
Conclusão
Além do preço bem mais em conta, a Speed 150 tem a áurea de novidade. Muitos proprietários também apontam o design mais moderno como uma das qualidades do modelo da Dafra. Sem falar que, em função do menor número de vendas, a Dafra Speed 150 ainda não é tão visada pelos “amigos do alheio”. Já que um dos grandes problemas da Honda CG 150 Titan é o alto índice de furtos e roubos.
Cada uma tem suas vantagens e desvantagens. Se a Speed 150 é mais barata, ao mesmo tempo tem maior consumo de combustível. Porém, as peças de reposição originais da Dafra são mais baratas.
A CG 150 por ser o veículo mais vendido do Brasil, também oferece diversas peças paralelas de reposição. Mas também significa que milhões de motociclistas terão uma moto igual a sua e conseqüentemente ela pode ser cobiçada para ser desmanchada e vendida em partes.
É o velho duelo de geração: tradição versus novidade.
Fichas Técnicas
Dafra Speed 150
Motor: OHV, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar
Capacidade: 149,4 cm³
Potência máxima: 13,2 cv a 7.700 rpm
Torque máximo: 1,31 kgf.m a 7.000 rpm
Câmbio: 5 marchas
Partida: Elétrica e a pedal
Transmissão final: por corrente
Alimentação: Carburador
Comprimento x Largura x Altura: 1.980 x 735 x 1.112 mm
Distância entre eixos: 1.320 mm
Altura do assento: não informado
Peso a seco: 155 kg
Suspensão dianteira: Garfo Telescópico com 120 mm de curso
Suspensão traseira: Braço oscilante com duplo amortecimento com 75 mm de curso
Freio dianteiro: Disco
Freio traseiro: Tambor
Pneu dianteiro: Pirelli City Demon 2.75-18
Pneu traseiro: Pirelli City Demon 90/90-18
Tanque de combustível: 15 litros
Cores: Amarela, Prata, Preta e Vermelha
Preço: R$ 4.990 (preço público sugerido)
Honda CG 150 Titan
Motor: OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar
Capacidade: 149,2 cm³
Potência máxima: 14,2 cv a 8.000 rpm
Torque máximo: 1,35 kgf.m a 6.500 rpm
Câmbio: 5 marchas
Partida: Elétrica
Transmissão final: por corrente
Alimentação: Carburador
Comprimento x Largura x Altura: 2.002 x 743 x 1.085 mm
Distância entre eixos: 1.323 mm
Altura do assento: 792 mm
Peso a seco: 121 kg
Suspensão dianteira: Garfo Telescópico com 130 mm de curso
Suspensão traseira: Braço oscilante com duplo amortecimento com 101 mm de curso
Freio dianteiro: Disco de 240 mm de diâmetro
Freio traseiro: Tambor com 130 mm de diâmetro
Pneu dianteiro: Pirelli City Demon 80/100-18
Pneu traseiro: Pirelli City Demon 90/90-18
Tanque de combustível: 14 litros
Cores: Azul, Prata, Preta e Vermelha
Preço: R$ 6.679 (preço público sugerido)
[Por:Agência Infomoto]
Motos no estilo naked (sem carenagem) levam certa vantagem em relação aos modelos esportivos, principalmente por terem uma posição de pilotagem mais confortável.
Além disso, oferecem motorização de comportamento mais dócil e a possibilidade de ser utilizada no dia-a-dia. Pensando nesse segmento, a Ducati resolveu atualizar a linha Monster, criando a Monster 1100.
Herdado de outras Ducati, a Multistrada 1100 e a Hypermotard, o motor é um bicilíndrico em “L” a 90 graus alimentado por injeção eletrônica de combustível, que gera 95 cv a 7.500 rpm e torque de 10,5 kgf.m a 6.000 rpm.
O “coração” dessa Ducati é refrigerado a ar e tem o exclusivo comando de válvulas desmodrômico, sistema que controla o fechamento e abertura das válvulas por meio de balancins de comando hidráulico, ao invés de molas helicoidais.
Como característica desses propulsores bicilíndricos de alta cilindrada, o torque é entregue de forma linear, sem sustos ou “pulos”, como ocorre em algumas motos com motor de quatro cilindros em linha. Vale lembrar que o ronco dos motores desmodrômicos, de tão exclusivo, é um divisor de águas: ame ou odeie.
Ciclística e Design
Balança monobraço, suspensão dianteira invertida e quadro em treliça não podiam faltar nessa nova Monster da Ducati. Apesar do nome, seu peso não chega a ser assustador, muito pelo contrário: são 169 quilos a seco na versão Standard e 168 quilos na “S”.
Com esse peso, a Monster 1100 consegue a relação peso/potência de 1,77/kg; ou seja, cada cavalo é responsável por carregar 1,77 quilo. Está longe do número de uma esportiva como a Suzuki GSX-R 1000 (0,929/kg), porém é uma ótima marca para uma naked. A título de curiosidade, a Honda CB 600F Hornet pesa 173 quilos a seco na versão sem freios ABS.
Impossível não comentar também o design das motos italianas. Para completar o belo conjunto, a Monster 1100 adotou rodas de liga-leve de dez pontas. Para aumentar o aspecto esportivo, a moto tem uma capa para cobrir o banco do garupa, se tornando monoposto.
Claramente inspirada na sua irmã menor, a Monster 696, não há como negar o parentesco entre elas. A 1100 oferece a versão S, que difere da Standard por ter suspensão invertida (upside down) Öhlins, rodas pintadas de dourado e peças em fibra de carbono como, por exemplo, o pára-lama dianteiro e a capa protetora das ponteiras do escapamento.
A nova Ducati terá como concorrentes outras nakeds bicilíndricas de alta cilindrada como, por exemplo, a Buell XB12Ss, a Suzuki SV 1000, a Aprilia Tuono e a Bimota DB6 Delirio.
O modelo será exibido pela primeira vez na Intermot, salão da motocicleta que acontece entre os dias 8 e 12 de outubro, em Colônia, Alemanha.
[Fonte:Agência Infomoto]
O terceiro lugar na primeira bateria foi suficiente para a confirmação do título, mas Troy Bayliss quis mais e carimbou o título de 2008 com vitória na segunda prova deste fim de semana em Magny-Cours, palco da penúltima rodada do Mundial de Superbike.
Na temporada em que se despede das pistas, o australiano da Ducati comemora o seu terceiro caneco na classe das motos superesportivas de rua. Em 150 corridas disputadas, venceu 50. Um brilhante currículo construído pelo futuro aposentado das competições sobre duas rodas.
“Estou extremamente feliz por ganhar o meu terceiro título e por ter conseguido vencer com três gerações distintas das motos Ducati. Agradeço a toda a equipe pelo intenso trabalho nesses últimos anos e principalmente pela confiança depositada em mim. Foram anos maravilhosos”, festejou o tricampeão.
Na primeira corrida de domingo, a vitória ficou com a Yamaha e o japonês Noriyuki Haga, provável substituto de Bayliss em 2009. Fonsi Nieto, da Suzuki, terminou em segundo com um atraso de pouco mais de seis segundos, seguido de perto pelo novo campeão da categoria.
A segunda bateria foi bem mais disputada, tendo o vencedor e segundo colocado separados por menos de um segundo. Para ser mais exato, 0s909 entre o eufórico Bayliss e o japonês Haga, que assumiu a vice-liderança da competição com os resultados da rodada francesa. Troy Corser, agora em terceiro na tabela de pontos, completou o pódio.
O último ato de Bayliss no Mundial de Superbike acontecerá no dia 2 de novembro, no circuito de Portimão, em Portugal.
Confira os resultados da etapa da França:
Corrida 1
1) Noriyuki Haga (JAP/Yamaha), 23 voltas em 38min33s367
2) Fonsi Nieto (ESP/Suzuki), a 6s223
3) Troy Bayliss (AUS/Ducati), a 6s857
4) Max Biaggi (ITA/Ducati), a 7s237
5) Max Neukirchner (ALE/Suzuki), a 8s925
6) Troy Corser (AUS/Yamaha), a 10s714
7) Carlos Checa (ESP/Honda), a 16s176
8 ) Yukio Kagayama (JAP/Suzuki), a 22s661
9) Kenan Sofuoglu (TUR/Honda), a 27s224
10) Gregorio Lavilla (ESP/Honda), a 31s300
Corrida 2
1) Troy Bayliss (AUS/Ducati), 23 voltas em 38min33s579
2) Noriyuki Haga (JAP/Yamaha), a 0s909
3) Troy Corser (AUS/Yamaha), a 2s966
4) Carlos Checa (ESP/Honda), a 7s175
5) Ruben Xaus (ESP/Ducati), a 12s822
6) Max Biaggi (ITA/Ducati), a 13s004
7) Yukio Kagayama (JAP/Suzuki), a 18s876
8 ) Fonsi Nieto (ESP/Suzuki), a 19s512
9) Max Neukirchner (ALE/Suzuki), a 19s627
10) Roberto Rolfo (ITA/Honda), a 21s425
Classificação:
1) Troy Bayliss, 410 pontos
2) Noriyuki Haga, 325
3) Troy Corser, 316
4) Max Neukirchner, 298
5) Carlos Checa, 284
6) Max Biaggi, 235
7) Fonsi Nieto, 234
8 ) Michel Fabrizio, 203
9) Ryuichi Kiyonari, 193
10) Ruben Xaus, 171
[Por:Moto.com.br]
Leandro Silva e Swian Zanoni conquistaram neste fim de semana as baterias da segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Supercross, disputada em Curitiba (PR) debaixo de muita chuva.
Com os resultados, Silva assumiu a liderança da categoria SX1, enquanto Zanoni garantiu seu segundo triunfo na SX2 e uma vantagem maior no topo da tabela de classificação.
A bateria da SX1 foi marcada pelo excesso de lama. No começo, Leandro Silva e Wellington Garcia saíram na frente. Antonio Jorge Balbi Jr., vencedor da primeira etapa, não fez uma boa largada, o que acabou prejudicando o mineiro ao longo da prova.
Pouco depois do início, Wellington sofreu uma pequena queda e acabou ficando para trás. Depois de resistir um tempo ainda em segundo, Balbi terminou em terceiro, atrás de João Paulino Marronzinho.
“Sabia que seria uma prova difícil. Tivemos muita lama. Ao longo da bateria, os pilotos abriram trilhas na pista e ficou bastante complicado”, comentou Leandro Silva. “O Balbi pressionou um pouco no começo. Até cheguei a achar que ele estava mais perto. Quando vi que a minha vantagem era grande fiquei mais tranqüilo”, completou.
Na categoria SX2, a chuva não deu trégua aos competidores que fizeram uma largada bastante complicada. Lucas Moraes partiu na frente, seguido de Dudu Lima. Na seqüência, Jean Ramos se aproximou e durante o trecho das costelas assumiu a ponta.
Thales Vilardi também largou bem e chegou a ficar em terceiro lugar. Sem dar chances aos adversários, o curitibano começou a abrir. No final, o excesso de lama começou a atrapalhar. Jean teve de tirar os óculos e passou a sofrer com as pedras lançadas contra ele. O paranaense foi ultrapassado por Swian Zanoni quando teve um problema com a moto.
Mesmo perdendo posições, Ramos conseguiu se recuperar e terminou com a segunda colocação. “Não consegui limpar os óculos. Depois que o tirei, peguei muita pedra no olho. Acabei errando e deixei a moto apagar. Mesmo assim, consegui o segundo lugar. Faltou pouco nas duas primeiras etapas. Na próxima, vou seguir forte em busca da vitória”, avisou.
Para Zanoni, o vencedor, foi uma das corridas mais difíceis do ano. “Tivemos muita chuva. Nem acreditei que conquistei esse resultado. Com barro fica tudo mais difícil. Tentei fazer o máximo para me poupar. Levei um tomba na largada. Fiz tudo para conseguir um bom resultado”, contou o mineiro.
A terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Supercross será disputada no dia 1 de novembro, em Santa Catarina, de acordo com o calendário da Confederação Brasileira de Motociclismo.
Resultado de Curitiba:
SX1
1) Leandro Nunes (Honda), 18 voltas em 16min17s991
2) João Paulino Marronzinho (Pro Tork), a 59s711
3) Antonio Jorge Balbi (Honda), a 1 volta
4) Pipo Castro (Yamaha), a 1 volta
5) Wellington Garcia (Honda), a 1 volta
SX2
1) Swian Zanoni (KTM), 18 voltas em 16min39s058
2) Jean Carlo Ramos (Honda), a 1 volta
3) Anderson Cidade (Pro Tork), a 1 volta
4) Rafael Zenni (Suzuki), a 1 volta
5) Gustavo Amaral (Suzuki), a 1 volta
[Por:Moto.com.br]
Cada dia mais íntimo do degrau mais alto do pódio, Eric Granado comemorou neste fim de semana uma nova vitória na motovelocidade espanhola, desta vez em corrida válida pelo Campeonato Valenciano e com direito à melhor volta da prova.
A disputa aconteceu no circuito de Cartagena, local onde o brasileiro de 12 anos já brilhou nesta temporada. Foi no mês de junho, quando venceu a segunda etapa do Cuna de Campeones Bancaja, principal certame mirim da Espanha.
Nesta rodada do Valenciano, quem mais se aproximou de Eric foi Angel García, o segundo colocado. María Herrera, uma das principais adversárias do brazuca no Bancaja, enfrentou problemas em sua moto e chegou em terceiro.
Com o resultado, Granado ampliou ainda mais a liderança na classificação da categoria “80 Challenge”. Seu próximo compromisso agora será a quinta etapa do Cuna de Campeones — onde também é líder —, agendada para o dia 18 de outubro no circuito de Albacete.
[Por:Moto .com.br]
O HYmotion3 conta com tecnologia híbrida de propulsão elétrica e à gasolina
Utilizando elementos de carro e scooter, a Peugeot acaba de revelar no Salão de Paris o HYmotion3 Compressor, seu novo veículo conceito de três rodas. Combinando tecnologias, a marca francesa chegou a um veículo inusitado com três rodas — duas na frente e uma atrás —, que se move graças a dois motores elétricos, um para cada roda dianteira, e um propulsor à gasolina, responsável pelo trem traseiro.
De acordo com a Peugeot, o design com três rodas permite o máximo de estabilidade e pilotagem para o condutor. Além disso, sua largura — 82 cm — permite aos usuários trafegar com mais liberdade na cidade. Apesar de o HYmotion3 ser um projeto realizado em conjunto pelas divisões de motocicletas e carros da Peugeot, a montadora define o veículo como um scooter.
Outra inovação do HYmotion é o pára-brisa que se estende desde o painel até a rabeta da moto, protegendo os ocupantes contra as intempéries do tempo. Para manter “limpo” o visual, os retrovisores foram mantidos no guidão, como acontece normalmente em motocicletas.
A tecnologia híbrida do propulsor já foi utilizada pela Peugeot em outros veículos conceito, o RC HYmotion4 e o Prologue. O sistema é suportado por um propulsor a gasolina, capaz de gerar 20 cv, somado a dois motores elétricos, com 5 cv cada.
Desse modo, a máquina chega a uma cifra de cerca de 30 cv de potência máxima e tem como atrativo o baixo consumo de combustível, o que traduz-se em pequenas quantidades de gases expelidos na atmosfera. O HYmotion pode rodar 100 quilômetros com apenas 2 l de gasolina e ainda há a opção de realizar pequenos percursos com apenas os propulsores elétricos em funcionamento.
[Por:Motociclismo Online]