Em tempos de crise financeira mundial, o fator economia tem sido a moeda adotada pela FYM Motos para destacar um de seus principais modelos, a FY-125-19.

Voltada para o uso no transporte, prestação de serviços e pequenas viagens, a motocicleta é equipada motor monocilíndrico de 125cc, quatro tempos OHV, capaz de atingir 10 cv de potência a 9.000 rpm e torque máximo de 8,5 Nm a 7.000 rpm.

Com partida elétrica e a pedal, o modelo dispõe de câmbio de cinco velocidades, rodas de liga leve e freio dianteiro a disco como itens de série. O painel completo apresenta velocímetro, conta-giros e marcadores de marchas e consumo.

O chassi é do tipo diamond frame e tem o motor fazendo parte da estrutura. A FY-125-19 traz a suspensão dianteira por garfo telescópico e dois amortecedores reguláveis na traseira.

Disponível nas versões preta ou vermelha, a moto tem preço sugerido de R$ 4.824,00 (sem frete e sem seguro), podendo ser adquirida com planos de financiamento e consórcio.

[por:Moto.com.br]

A Federação Nacional de Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou os números relativos à distribuição de veículos no País. Na planilha divulgada pela entidade, o modelo FY-250 (FYM Motos) ocupa a terceira posição entre as motocicletas mais vendidas na categoria custom, com 9,88% de participação em seu segmento.

A FY-250 está destacada com uma seta azul apontada para cima ao lado de sua identificação participativa no mercado (925 unidades este ano), demonstrando claramente que o modelo vem crescendo em linha ascendente. O total divulgado representa o acumulado na distribuição às revendas entre janeiro e junho de 2008.

Segundo o presidente da Fenabrave, Sérgio Reze, a venda de veículos projetada para 2008 está ocorrendo dentro do previsto, mas deve sofrer uma desaceleração no próximo ano. O executivo salienta que “as motocicletas serão uma exceção à prevista desaceleração. As motos mantêm seu crescimento acentuado, já verificado nos últimos anos”, diz.

O diretor-presidente da FYM Motos, Joacyr Drummond reafirmou a conhecida explicação para esse crescimento constante, como os mecanismos que facilitam a aquisição destes bens. “Entre eles estão à facilidade de crédito, serviços de pós-venda, motopeças, garantia, seguros e consórcios”. Drummond acredita que, em breve, “as motocicletas serão mais populares que os aparelhos celulares”.

No acumulado de veículos distribuídos no País este ano, que é de 5.063.421, as motos respondem por 2.108.572 de unidades — quase a metade da frota. As motocicletas se aproximam cada vez mais do volume de 2.954.849, que corresponde a todos os outros veículos zero-quilômetro — entre carros, caminhões, ônibus, comerciais leves e picapes.

No ranking geral, em 2008 as motos cresceram mais que os automóveis, dominando 23,41% do mercado, contra 20,86% de autos, que ocupam a segunda posição.

Segundo Reze, as motocicletas populares chinesas, entre importadas ou produzidas aqui, já nacionalizadas ou em gradativo processo de nacionalização, estão abocanhando quase 10% do mercado de duas rodas.

A projeção é que o mercado de veículos automotores, como um todo, diminua seu crescimento em 2009, com exceção das motocicletas populares, que ainda tem muito espaço pela frente para crescer. “Isso explica por que as novas marcas orientais estão vindo para o Brasil e buscando sua nacionalização em quantidade cada vez maior”, comenta.

Esse quadro favorável indica que agora é o momento ideal para se adquirir uma nova motocicleta. Para isso, a FYM Motos oferece financiamento facilitado, consórcio e outros mecanismos para o consumidor escolher seu modelo. O preço público sugerido da FY 250 é de R$ 9.362.48 (sem frete e sem seguro).

[Por:Moto.com.br]

A ASW está lançando sua nova linha de vestuário direcionado a prática de esportes off-road com motocicleta. A marca criada em 1986 por Silvia Mattos desenvolve roupas técnicas esportivas (calças, camisas, luvas e jaquetas), proteções (joelheiras, cotoveleiras, coletes e bermudas), capacetes e botas.

De acordo com a empresa, os produtos são ideais para aqueles que vivem situações extremas em qualquer tipo de terreno, como trilhas e pistas off-road.

Confira as características dos itens da linha Podium:

Capacete ASW Podium
Construído em fibra de carbono, fibra de vidro e isopor de dupla densidade no casco. Possui forro removível, “narizeira” integrada e disponível nas cores branca, azul, cinza/branca, rosa pink, vermelha, dourada, amarela, cinza/preta, pink/preta e preta. Preço: R$ 309.

Calça ASW Podium Drago
Pré-moldado em posição de pilotagem, o modelo traz entrada do sistema de ventilação e couro nas laterais internas. A região dos joelhos é desenvolvida em cotton, proporcionando maior articulação. Nas áreas que exigem uma maior resistência, a calça é construída em Cordura. Disponível nas cores preta e vermelha. Preço: R$ 199.

Camisa ASW Podium Drago
Possui tecido com áreas de ventilação que facilitam a evaporação do suor, e modelagem anatômica. Oferece ainda 3 mm de espuma para proteção dos cotovelos, e micropunhos. Cores: preta e vermelha. Preço: R$ 60.

Luva ASW Podium
O modelo possui tecido ventilado, proteção reforçada na palma para absorção de impactos, grip nos dedos para maior controle dos manetes e lycra entre os dedos para maior flexibilidade dos movimentos. Disponível nas cores preta, rosa pink, azul, amarela, vermelha e cinza. Preço: R$ 68.

Colete ASW Podium
Possui áreas de ventilação, tiras elásticas com ajustes nas laterais e fechos plásticos, além da proteção interna hipo-alérgica e conforto em EVA. Disponível nas cores azul e cinza/vermelho. Preço: R$ 199.

Bota ASW Podium

Desenvolvida para pilotagem de alta performance, a bota de couro sintético traz reforços na forração, fechos de alumínio, solado antiabrasivo e biqueira de aço. Cores: vermelha, preta e azul. Preço: R$ 449.

[Por moto.com.br]

Confraternização

O que leva um motociclista a participar de um encontro? Rever velhos amigos de estrada, fazer novas amizades, conferir de perto os últimos lançamentos entre motos, peças e acessórios ou o simples prazer de viagem por centenas de quilômetros. É essa reunião de fatores que faz do Megacycle um dos maiores encontros motociclísticos do Brasil.

A 21ª edição da festa de duas rodas aconteceu na hospitaleira cidade mineira de São Lourenço, entre os dias 3 e 6 de abril. Apesar do tempo nublado, 15 mil motocicletas, na sua grande maioria modelos de média e alta cilindradas, e 40 mil pessoas prestigiaram o “Mega”.

Pilotando uma BMW K 1200 R, Antonio Carlos de Oliveira rodou 870 km em 12 horas de viagem entre Três Lagoas (MS) e São Lourenço. Acompanhado por mais três amigos, Totó, como é mais conhecido, gosta muito de participar de encontros motociclísticos. “Estar aqui é uma forma de terapia. Reencontro amigos e vejo as novidades do setor”, conta o mototurista, satisfeito também com a infra-estrutura oferecida pelo Megacycle.

Para o funcionário público Frank James, de Brasília (DF), o clima de confraternização é o ponto alto do evento. “Encontramos pessoas de todas as partes do Brasil. Além disso, moto e rock fazem uma união perfeita”. James, dono de uma Yamaha XT 660R, destaca também os atrativos turísticos da cidade.

Participação ilustre mesmo foi a do Capitão Senra, de 77 anos, que a 54 pilota motos.  Apaixonado pela Harley-Davidson, este senhor de espírito jovem e alma estradeira diz que não “há nada melhor do que pegar a estrada e rever velhos amigos”.

Oficial reformado e ex-batedor da Polícia do Exército na época do presidente Juscelino Kubitschek, Capitão Senra organizou um dos primeiros encontros de motos do Brasil. Foi em 1980, em Três Corações (MG). Detalhe: esta “figura-carimbada” do meio motociclístico é presidente do Moto Clube Águias de Aço, de Belo Horizonte (MG).

Muitas atrações

Exposição de motos, peças e acessórios, shows musicais, provas de motocross, shows de free style com Jorge Negretti e wheeling com a equipe Força e Ação. Essas foram algumas das atrações da 21ª edição do Megacycle. Quando o motociclista entrava no Parque Municipal Ilha Antonio Dutra, uma série de possibilidades se abria a sua frente.

No estande da Pirelli, por exemplo, era possível trocar e calibrar os pneus, além de alinhar e balancear. Na Mobil, a troca de óleo estava garantida. A Castrol, por sua vez, apresentou a nova geração de óleos com exclusiva tecnologia trizone. Já as lojas Nacar e Red Fox vendiam os últimos lançamentos em termos de equipamentos para motociclistas: capacetes, luvas, botas, jaquetas e macacões.

Já no estande da Yamaha, destaque para os modelos do Conceito X, entre eles, a recém-lançada XTZ 250X. O público pode ver de perto uma MT-03 personalizada com um kit de acessórios, além de uma Drag Star 650 customizada pela Manri Motos. Na Honda, a nova CB 600F Hornet chamou muito a atenção dos motociclistas. A Suzuki expôs a B-King, a nova naked da marca, que tem absurdos 184 cavalos.

Além de sua mega-carreta, o Grupo Izzo levou para Minas três de suas marcas: Husqvarna, Ducati e Harley-Davidson. Os destaques ficaram por conta da nova HD Dyna Super Glide e para a réplica da Ducati 999R Xerox, modelo usado no Mundial de Superbike. Já a marca FYM, de origem chinesa, exibiu no Megacycle toda sua linha de motos, entre elas uma custom de 250cc e a street FY 125-20 Sachs, de design arrojado e tecnologia alemã.

Comparativo relâmpago:Trail

Comparativo relâmpago:Trail

Mais uma marca fez estréia no Moto do Ano, a FYM, de capital brasileiro, mas tecnologia chinesa. O modelo FY 125Y enfrentou a também chinesa Sundown STX 200 e a brasileira Yamaha XTZ 250 Lander. Apesar de ter participado do concurso, depois de ser convidada, a FYM decidiu não mais importar o modelo 125, mas sim o de 200cc. Como a FY 125 já estava selecionada pelo público participou da votação. O principal apelo dessa 125 é o estilo esportivo e moderno, embora de acabamento muito rudimentar.

De fato, o motor 125 quatro tempos mostrou-se muito fraco para esse tipo de moto. E como o estilo é voltado para o fora-de-estrada, essa FYM estava montada com pneus especiais off-road o que comprometeu a avaliação na pista asfaltada. Foi útil para ter contato com a marca em seu ano inaugural, mas o modelo avaliado não será vendido com motor 125, o que praticamente a eliminou de qualquer comparação. Aliás, não se sabia muita coisa a respeito da FYM porque a apresentação do produto aos jornalistas foi bem “simples”.

Motos

Entre Yamaha e Sundown a história foi diferente. Por ser quase R$ 3.000 mais barata que a concorrente, a Sundown STX 200 se apresenta como boa relação custo/benefício na categoria. O motor é o mesmo 200 quatro tempos da SM, mas a relação final de transmissão mais curta deixa a STX um pouco mais esperta nas arrancadas, só que mais lenta de velocidade final. Também é muito alta em relação ao solo, com 920 mm, o que pode atrapalhar a vida de quem tem menos de 1,75m de altura. Esse modelo também melhorou bastante desde os primeiros pré-série que avaliamos, principalmente a suspensão que está bem ajustada para o fora-de-estrada, bem como no asfalto. Ainda precisa de um trabalho com intuito de reduzir as vibrações e o ronco do escapamento, muito alto para os padrões atuais. O preço de R$ 8.182 é um atrativo, desde que o consumidor não dê tanta importância ao acabamento que ainda tem muito que melhorar nesse modelo!

Já bem conhecida, a Yamaha XTZ 250 Lander hoje é uma referência na categoria por ser a única equipada com injeção eletrônica. As principais características são o motor econômico, o banco confortável e a boa velocidade. Com a relação praticamente igual á da Fazer 250 a Lander roda muito bem na estrada de asfalto, mas a suspensão traseira sofre um pouco quando enfrentar as trilhas mais pesadas. O destaque seria para os freios a disco nas duas rodas, no entanto o acionamento do freio dianteiro é “borrachudo” o que compromete a vantagem do sistema disco. No quesito acabamento leva grande vantagem sobre as concorrentes, embora a pintura da versão vermelha tenha tendência a perder o brilho. Também é a mais cara das três, vendida a R$ 11.210.

[Por: MotoOnline]