Kawasaki Ninja 1000 Tourer e Kawasaki Z1000

A fabricante japonesa Kawasaki apresentou as novas Z1000 e Ninja 1000 Tourer, os primeiros modelos da linha 2015 no Brasil, em evento em Sumaré (SP). A renovada Z1000 chega às concessionárias da marca no país nas cores Golden Blazed Green e Candy Burnt Orange, nas versões standard ou ABS, com preço sugerido de R$ 48.990 (Z1000), R$ 49.990 (Z1000 SE), R$ 51.990 (Z1000 ABS) e R$ 52.990 (Z1000 ABS SE) e a nova Ninja 1000 Tourer ABS é oferecida na cor Candy Lime Green com o preço sugerido de R$ 56.990.

Z1000

A agressiva naked da Kawasaki tem a missão de lutar pela supremacia na classe de supernakeds, intransigente, franca e acima de tudo, distinta. Destilando o conceito Z, para chegar ainda mais longe, este projeto de design traz a essência do conceito Sugomi, usada pela primeira vez no modelo Z800 e suas versões — concebido para ser experimentado pelo piloto em toda sua essência, uma experiência de condução visual, tanto quanto em nível de desempenho do motor e respostas do chassi, refinando a condução e esportividade do modelo.

Proporcionando alto nível de controle, as pinças de freio monobloco tornam ainda mais radicais as frenagens e entradas de curva, com total controle na ponta dos dedos. Com montagem radial, e cilindro mestre exclusivo, chama a atenção tanto pela performance quanto pelo visual, combinado com os discos em formato pétala, oferecendo boas respostas nas frenagens.

A nova suspensão dianteira de pistões superdimensionados e funções separadas. Ajustável na compressão e pré-carga. Os faróis com lâmpada de LED compõem a dianteira do modelo, proporcionando visão mais clara e de maior alcance. Além do menor consumo de energia, os LED’s tem maior vida útil. São quatro lâmpadas para o farol alto, sendo que apenas duas destas ficam acesas durante o uso do farol baixo.

Ainda mais estimulante com as mudanças na ECU, comando e conectores ovais entre os tubos de escape, além de uma infinidade de aprimoramentos, tais como cilindros conectados para menor perda de bombeamento. Segundo o fabricante, a nova Z1000 tem melhora em baixa, mas sem comprometer as características de alta. Inspirada no modelo Z1, a nova Z1000 exibe um sistema de escapamento com quatro saídas.

Ninja 1000 Tourer

Com perfil agressivo, a sport touring da Kawasaki segue o design característico da família Ninja, com uma combinação entre potência, resposta e precisão na pilotagem, aparência e tecnologia.

A Ninja 1000 Tourer traz avançado sistema de controle de tração KTRC (Kawasaki Traction Control), que apresenta três modos diferentes, oferecendo desempenho e colaborando para um sensível aumento na confiança do piloto nas diferentes condições de uso. Os dois modos de potência selecionáveis servem para conciliar o desempenho do motor pelo piloto, que pode optar pela entrega bruta de potencia ou limitar a mesma para aumentar o nível de segurança.

No grande monobloco de montagem radial, as pinças de freio dianteiras oferecem poder de frenagem sem igual. Com a 6ª marcha alongada, as rotações do motor diminuem mantendo a velocidade da motocicleta, diminuindo o consumo de combustível e aumentando a sensação de conforto. O subchassi foi redesenhado pensando em uma melhor acomodação do piloto e passageiro, além dos acessórios para transporte de bagagem.

A Ninja 1000 Tourer conta com o potente motor tetracilíndrico de 1043 cm³, DOHC de 16 válvulas, com a admissão redesenhada para privilegiar o torque também em baixas e medias rotações. O sistema de injeção de combustível do modelo utiliza quatro corpos de aceleração ovais, Keihin, com 38 milímetros cada, fazendo fluir a mistura ar/combustível em cada câmara de combustão.

No sistema de controle de tração KTRC (Kawasaki Traction Control), a combinação dos três modos ajustáveis que, somadas ao sistema de controle de potência, PMS (Power Mode Selection), oferecem variadas configurações a escolha do piloto, desde a entrega total de desempenho da motocicleta às limitações que garantem a segurança do condutor em situações de piso escorregadio.

Assim como na Ninja ZX-6R 636, os dois primeiros modos do KTRC são destinados à máxima aceleração, já o terceiro modo é ideal para terrenos de pouca tração (piso molhado ou de baixa aderência), similar ao utilizado na Concours 14. Exibidos no painel de instrumentos, facilita sua escolha sem tirar a atenção da via, o modo off (desligado) também pode ser selecionado. Também são mostradas no display LCD a indicação de modo pilotagem econômica (ECO) e as informações sobre os freios ABS.

Utilizando conceitos muito semelhantes de fabricação, o avançado chassi em alumínio possui características que descendem da superbike da marca, a ZX-10R. Alternando entre áreas mais espessas, mais exigidas quanto à torção, e outras mais finas, em zonas de menor torção, resultam em leveza do conjunto, rigidez excepcional e baixíssima vibração. O novo subchassi também vem preparado para receber malas laterais rígidas com capacidade para 29 litros cada.

Rodas de seis hastes em liga especial, freios e o conjunto de suspensões conferem estilo e leveza ao trafegar. Na dianteira, garfo invertido (USD) com canelas de 41 mm, e na traseira, totalmente ajustável na pré-carga e retorno, a suspensão traseira, que apresenta o novo ajuste remoto. O monoamortecedor está posicionado quase horizontalmente, acima da balança traseira, privilegiando a centralização das massas e aumentando a refrigeração do sistema.

Equipada com discos de freio em formato margarida com 300 milímetros cada, pressionados por pinças de montagem radial, fabricadas a partir de um único bloco de alumínio, conferindo à Ninja 1000 grande poder de frenagem. O sistema ABS de última geração assegura maior controle, com sensibilidade na ponta dos dedos.

As formas e linhas da carenagem da Ninja 1000 foram projetadas com clara alusão aos modelos mais recentes: Ninja ZX-6R 636 e ZX-10R. O para-brisa oferece três posições de altura diferentes, permitindo o acerto ideal para cada uso e tipo físico de piloto.

[Por:Moto.com.br]

Kawasaki6

Como sempre, domingo é dia de andar de moto. A diferença é que, no próximo, fomos intimados a acelerar dois lançamentos para o mercado brasileiro (que pena não?), pois fomos convidados pela Kawasaki Motores do Brasil para irmos até a pista de testes da Pirelli, em Sumaré, interior de São Paulo, para “o lançamento de dois modelos da linha 2015 da Kawasaki”, como dizia o próprio convite da casa de Akashi.

Suspense à parte, a imagem das duas novas motos Kawasaki nos parece bem clara: uma nem é tão novidade assim, a nova Ninja 1000, que foi mostrada no Salão Duas Rodas 2013; e a outra parece bastante com a nova naked Z1000, apresentada mundialmente no último Salão de Milão, Itália, em outubro passado. Nós não temos nenhuma dúvida que são esses “os dois novos modelos da linha 2015″. Compare com as fotos das motos abaixo.

Temos “quase” certeza que as duas novidades da Kawa para o Brasil são essas belezinhas aí acima, mas ainda não temos informações de quando elas chegarão às lojas e nem quanto custarão. Mas fique ligado no blog que, assim que tivermos essas e outras informações, postaremos aqui.

[Por:Uol Motos]

Kawasaki ER-6n e Suzuki Gladius

A escolha por uma determinada motocicleta muitas vezes se dá pela emoção: ou a grande novidade do mercado, ou a mais potente, ou aquela que o consumidar acha mais bonita.

Duas nakeds japonesas, contudo, primam pela razão: Kawasaki ER-6n (R$ 29.390) e Suzuki Gladius 650 (R$ 28.900). Nenhuma delas se destaca pela potência, velocidade final ou ciclística com peças de grifes famosas. Tampouco são as mais caras no segmento das nakeds médias. Mas não deixam de oferecer vantagens, como pilotagem dócil, motores econômicos e bastante torque.

Os projetos são semelhantes e de vocação urbana: quadro de aço tubular, rodas em liga leve de 17 polegadas, posição de pilotagem mais ereta, guidões largos e motores bicilíndricos com cerca de 650 cc. Só um detalhe as diferencia: enquanto a Kawasaki usa cilindros paralelos, a Suzuki aposta na tradição de seu V2 alinhado a 90°.

Apresentada em 2006 no exterior, a ER-6n foi lançada desembarcou no Brasil em 2008. Há dois anos, recebeu uma atualização que a deixou com linhas angulosas e ciclística aprimorada. Já a Gladius, lançada em 2009, chegou ao mercado brasileiro só no ano passado, e ainda é desconhecida de muitos consumidores. Possui linhas modernas, com farol excêntrico e formas orgânicas, e motor bem acertado.

SEMELHANTES, NÃO IGUAIS
Muitos são pontos equivalentes entre a Kawasaki e a Suzuki: para começar, as duas se caracterizam pela baixa altura do assento, respectivamente em 80,5 e 78,2 cm, o que ajuda a torná-las fáceis de guiar e apoiar os pés no chão. O ângulo de esterço e a distribuição de peso também são bons, comparáveis até a urbanas de menor capacidade cúbica, como a Yamaha Fazer 250 e a Honda CB 300R.

A ciclística agrada bastante, absorvendo bem as imperfeições do piso e raramente dando “fim de curso”, como acontece em outras nakeds mais esportivas. A ER-6n leva vantagem ao transmitir maior segurança em viagens, já que responde melhor às manobras e possui freios ABS (antitratavamento), algo que faz falta na Gladius em situações emergenciais. Além disso, a traseira da Suzuki é mais arisca, demandando condução suave e fluida.

Ambas também oferecem conforto na posição de pilotagem, com a diferença de que, na ER-6n, a espuma do assento é mais espessa e estreita na frente, com pedaleiras recuadas que proporcionam uma posição mais “esportiva”. Já o banco largo da concorrente dá sensação de relaxamento, mas a espuma mais fina provoca certa dormência após muitas horas em cima da moto.

Como ambas têm quadro de aço, a diferença de peso é irrisória: 202 kg em ordem de marcha para a Suzuki, 206 kg da Kawa. No caso da Gladius, o quadro é em treliça e lembra o da Ducati Monster, com suspensões espartanas e voltadas ao conforto. O garfo telescópico convencional tem 124 mm de curso e a balança traseira, monoamortecida, 129 mm. Ambas com regulagem na pré-carga. A ER-6n usa a mesma configuração , só que com um pouco mais de curso (125 mm na dianteira e 135 mm na traseira) e regulagem de pré-carga só na traseira.

Diante de tantas semelhanças, uma diferença mais significativa está no funcionamento do motor, embora as especificações sejam (mais uma vez) muito parecidas. Com 649 cm³, o propulsor da Kawa gera 72,1 cv de potência, a 8.500 rpm, e 6,5 kgfm de torque, a 7.000 giros, enquanto o da Gladius tem 645 cm³ e atinge 72 cv, a 8.400 rotações, e 6,52 kgfm, aos 6.400 giros. O grande ponto forte das duas unidades é o torque em baixas rotações, mas é preciso ter paciência e uma longa reta pela frente para atingir as velocidades máximas, próximas a 215 km/h.

O propulsor da Suzuki se destaca pelo rodar mais suave e forte nas rotações baixas, além do câmbio com engates macios e precisos. Já a rival é mais explosiva e “áspera”, gerando ruídos e vibrações em maior intensidade. A transmissão também é dura e “grita” mais na hora de trocar as marchas.

No consumo, mais equivalência: a ER-6n alcançou 18,5 km/l na estrada, contra 18,2 km/l da Gladius. Na cidade, as posições se invereram: 20,2 km/l para a Suzuki e 19,8 km/l para a Kawa. Como o tanque da ER-6n é 1,5 litro maior (16 litros), ela ganha mais um ponto em autonomia.

E A VENCEDORA É…
Este é, sem dúvidas, um dos comparativos mais parelhos já realizados. Se for necessário escolher uma vencedora, será a Kawasaki ER-6n, especialmente por custar só R$ 490 a mais e dispor de freios com sistema ABS. Mas ambas são motos que cumprem suas propostas, sendo bem resolvidas, fáceis, divertidas e bonitas.

[Por:Uol Motos]

Nova Kawasaki 250 RR

A Kawasaki apresentou na Ásia uma de suas principais novidades para este ano, a nova 250 RR. Com design agressivo, a moto poderá chegar ao mercado nacional com preço mais em conta que a Ninja 300 bicilíndrica, já que a novidade é equipada com um motor monocilíndrico (mais barato de se produzir).

Nova Kawasaki 250 RR1
Com linhas ligeiramente diferentes das Ninja 250 e 300, a Kawasaki 250 RR possui carenagem bem próxima da esportiva ZX-6R. Já o motor monocilíndrico de 249 cilindradas é o ponto alto. Com refrigeração líquida, ele entrega potência de 27 cv a 9.700 rpm e bons 2,24 kgfm de torque máximo a 8.200 rpm.

Pesando apenas 151 kg, a nova Kawasaki 250 RR tem uma boa relação peso/potência, que a deixa a frente de sua irmã Ninja 250

[Por:Uol Motos]

A Kawasaki anunciou que apresentará a nova versão da naked Z1000 durante o Salão de Milão de 2013, porém, fotos vazaram antes da apresentação do modelo e então a imprensa especializada japonesa decidiu desmarcar de vez os novos traços desta moto.

A principal mudança foi a reestilização do farol dianteiro e também do conjunto de escapamentos, ambas as mudanças remetem apenas no visual estético do modelo. Também podemos perceber em seu painel o sistema de ABS no modelo, que agora deverá ser item de série.

Em relação ao seu motor haverá uma grande discussão até a sua apresentação, pois pelas fotos e vídeo não da para perceber a diferença da versão de 136 cv, que equipava o modelo, ou se a moto receberá o propulsor de 140cv da versão SX, pois os dois modelos são idênticos.

Tratando de tecnologia a nova Z1000 deverá receber também o sistema de controle de tração da Kawasaki KTRC em três níveis. Todos os detalhes completos deste modelo serão divulgados a partir de amanhã durante o EICMA 2013, em Milão.

[Por:Moto.com.br]

 

Atenta ao mercado duas rodas, que demanda cada vez mais scooters para uso urbano e até em estradas, a Kawasaki divulgou algumas imagens de sua grande novidade para este ano: o primeiro scooter da marca na história, o J300. O modelo será apresentado ao público durante o Salão de Milão, que ocorre em novembro.
De acordo com o responsável pelo desenvolvimento da marca, Mr. Fukuoto, o “J” como letra principal no nome do modelo foi utilizado por causa da palavra japonesa “Jyonetsu”, que significa paixão. Segundo Fukuoto, a marca trabalhou no design da J300 para manter a agressividade e criatividade expressa em toda a linha da Kawasaki.
O modelo será produzido em parceria com a empresa Kymko, fornecedora direta da transmissão e do chassi utilizados no scooter. O fato que justifica o investimento da marca nesta linha é a grande demanda do público jovem por scooters e maxiscooters nos últimos dois anos, conforme pudemos ver no Salão Duas Rodas. Em breve, o modelo poderá desfilar também pelas ruas brasileiras.

[Fonte:Carplace]

A fabricante japonesa Kawasaki está se mobilizando para o lançamento do seu primeiro scooter, o J300, seguindo o embalo de outras marcas nesse sentido e aproveitando que as motonetas de médio e grande porte estão caindo nas graças dos motociclistas como uma nova solução para o deslocamento nos grandes e congestionados centros urbanos na Europa.

Ainda sem a divulgação das especificações técnicas, a Kawasaki pretende fazer a avant premiere do modelo em grande estilo na edição 2013 do badalado EICMA, salão de motos de Milão (Itália), que acontece entre 7 e 10 de novembro. A assinatura do projeto é devidamente compartilhada com a Kymco, que fornece componentes importantes para o scooter.

Apesar da parceria com a Kawasaki, a Kymco ainda é praticamente uma marca desconhecida no mercado brasileiro. Entretanto, os visitantes do Salão Duas Rodas em 2011 e 2013 puderam conhecer alguns scooters da marca taiwanesa que estiveram expostos no estande da Kawasaki como forma de complementar a linha de motos.

[Por:Moto.com.br]

« Previous Entries  Next Page »