Kawasaki Ninja H2

Na década de 1980, a Kawasaki se destacava entre as superesportivas da época com um modelo de aceleração descomunal com motor de “apenas” 738 cm³. O segredo da GPZ750 Turbo era como revela o nome, um turbo compressor, equipamento recorrente nos carros que, ainda hoje, causa estranheza quando instalado em um veículo de duas rodas. Neste ano, todavia, a Casa de Akashi voltou a flertar com motores superalimentados e apresentou a Ninja H2 e sua impressionante versão para as pistas, a Ninja H2R, capaz de superar os 300 cv. Mas o mundo estará preparado para uma moto com tanta potência?

A Kawasaki jura que sim. E, para fazer você querer ter uma na garagem, a marca japonesa embalou o motor superalimentado em um estiloso pacote que chama a atenção pelo design e eletrônica embarcada. Tudo desenvolvido minuciosamente por diversas áreas da Kawasaki Heavy Industries para frisar que a H2 é uma verdadeira obra prima do conglomerado japonês.

Desenho aeronáutico
A carenagem da Ninja H2 foi desenhada para garantir eficiência aerodinâmica. Mas, ao mesmo tempo, é minimalista. A parte de baixo que protege os canos de escape, por exemplo, não existe. E ainda há um largo intervalo entre as “tampas” laterais e o propulsor, o que ajuda na dissipação de calor.

A rabeta, por sua vez, é curta e traz linhas angulosas, que colaboram para a passagem do ar. Não há espaço para a garupa e a lanterna em LED é relativamente grande, o que foge um pouco à proposta das superbikes atuais. Já na dianteira, a Kawasaki optou por interferir o mínimo possível nas entradas de ar e colocou um único canhão de luz de LED no centro, ladeado por duas lanternas pontiagudas que, segundo a marca verde, lembram os dentes caninos de um predador.

Outro ponto que chama a atenção são os retrovisores. Influência da divisão aeroespacial da empresa, as asas que seguram os espelhos funcionam como aerofólios para estabilizar a moto em altas velocidades e mantê-la “grudada” no chão. Completa o pacote visual da H2 o escape duplo do lado direito da moto, que faz contraponto com o monobraço que segura a roda traseira. Este, usado pela primeira vez em uma moto da Kawasaki.

Turbo ou compressor?
O coração da H2 é um motor de quatro cilindros em linha de 998 cm² refrigerado a líquido e com duplo comando no cabeçote (DOHC). Até aí, nada de diferente da ZX-10R. A não ser pela adição de um compressor de arquitetura centrífuga, que sopra o ar novamente para o motor e otimiza a mistura entre ar e combustível.

Vale lembrar, todavia, que a H2 não é uma moto turbo. Embora o sistema também funcione com o princípio da sobrealimentação, o compressor da Kawasaki não utiliza o ar quente obtido na explosão dentro do cilindro para girar como uma turbina. Ligada ao virabrequim a peça trabalha com a força gerada pelo próprio motor.

O compressor, cuja rotação fica na casa das 130.000 rpm, também é a chave para se extrair números de desempenho tão diferentes de um mesmo propulsor. Por conta dele, é possível ir dos 210 cv a 11.000 RPM da H2 para os exorbitantes 325 cv a 14.000 giros da H2R, já com a atuação do sistema RAM Air (indução direta de ar), característico da Kawasaki. Já o torque máximo nas duas versões é de 13,6 kgf.m a 10.500 e 16,8 kgf.m a 12.500 rpm, respectivamente.

Ciclística “relaxada”
A posição de pilotagem da nova H2 foi pensada também para circuitos. Mas, segundo a Kawasaki, é mais relaxada do que na ZX-10R, embora o piloto permaneça debruçado sobre o tanque de 17 litros. Um dos fatores que contribui para isso está no assento, que além do apoio lombar, recebe o auxílio de dois suportes laterais acolchoados, que ajudam a acomodar o piloto. Os apoios nos flancos, aliás, podem ser ajustados em 15 mm para receber condutores de diferentes estaturas. A altura do assento é de 825 mm.

O novo modelo da Kawasaki é montado sobre um quadro de aço em treliça, que oferece resistência para altas velocidades e permite a dissipação de calor gerada pelo motor. O propulsor, aliás, é montado como parte integrante do quadro e nele também é montado diretamente o monobraço traseiro, o que contribui para reduzir o peso do chassi. O porte da H2 também chama a atenção. Com 2.085 mm de comprimento, ela é pouca coisa mais comprida do que a ZX-10R. Mas, tão larga quanto uma ZX-14R (770 mm). O peso em ordem de marcha é de 238 kg – elevado para os padrões atuais das superesportivas.

O conjunto de suspensões é formado por garfo invertido com curso de 120 mm, na dianteira, e monoamortecedor traseiro de 135 mm. Ambos totalmente ajustáveis na pré-carga da mola e no retorno. Os freios são a disco nas duas rodas, sendo duplo com 330 mm de diâmetro na dianteira e pinças radiais de quatro pistões; e único com diâmetro de 250 mm e pinça de pistão duplo na traseira. Os freios ABS são de série

Rápida e inteligente
Para domar um modelo como a Ninja H2, a Kawasaki equipou a moto com uma série de itens eletrônicos. Estão presentes: controle de tração ajustável em três níveis, controle de wheeling, para impedir que a roda dianteira levante e controle do freio-motor. O câmbio assistido quickshift, que permite subir marchas sem acionar a embreagem, também foi instalado.

A principal novidade, entretanto, é o amortecedor eletrônico de direção. Desenvolvido em parceria com a Öhlins , o sistema se comporta de acordo com a velocidade e o grau de aceleração da moto. Algo útil, uma vez que a atuação do compressor promete uma experiência marcante nesse quesito. Estar no comando de uma Ninja H2, no entanto, deverá ser uma experiência para poucos. Para se ter uma ideia, o preço da moto nos Estados Unidos será de 25.000 dólares, o equivalente a cerca de R$ 64.500. As vendas estão previstas para começar ainda no primeiro semestre de 2015.

A surpreendente H2R
A grande diferença da versão restrita às pistas é mesmo o desempenho. Mas, não se limita a isso. Ainda que mínimas, as mudanças estéticas são marcantes. O modelo para uso em circuitos permite um escape mais curto e com bocal mais largo, uma vez que os filtros de ar e ruído de uso em ruas não são necessários. Os espelhos retrovisores foram removidos, mas as asas ao lado do para-brisa estão lá cumprindo a mesma função de garantir estabilidade. Peças em fibra de carbono reduziram o peso em ordem de marcha para 216 kg e o suporte de placa também foi eliminado.

Ter acesso a esse desempenho descomunal da superbike japonesa, no entanto, tem preço salgado. Nos Estados Unidos, aonde a moto chega junto com a versão de rua em 2015, o preço público sugerido é de 50.000 dólares, o que corresponde a algo em torno de R$ 130.000.

[Por:Moto.Com.br]

Ninja H2

A Kawasaki Ninja H2R foi definitivamente a estrela do último Salão de Colônia, e sua versão de rua, a Ninja H2 2015, será o destaque da marca no Salão de Milão 2014, disputando a atenção com as novidades apresentadas pelas concorrentes Ducati, Honda e Yamaha. Equipada com motor com compressor, a superesportiva de Akashi tem motivos suficientes para definir um novo padrão.

Seu motor tcom compressor, de quatro cilindros em linha e 998 cc, entrega 200 cavalos de potência a 11.000 rpm e 13,56 kgfm de torque a 10.500 giros, acoplado a um câmbio manual de seis velocidades. O tanque de combustível da nva Kawasaki Ninja H2 tem capacidade para 17 litros. Dados de aceleração, velocidade máxima e consumo não foram divulgados pela fabricante japonesa.

O modelo conta com chassi tubular de aço, garfo de 43 mm KYB AOS-II específico para o modelo totalmente ajustável, controle eletrônico de amortecimento Öhlins, balança monobraço (inédito em uma Kawasaki), câmbio com QuickShift de série, transmissão do tipo Dog-ring como na moto MotoGP, disco duplo dianteiro de 330 mm e pinças Brembo, controle de largada, controle de tração S-KTRC, três mapas de potência (completo, médio e baixo), sistema KIBS para moldar a ação dos freios ABS ou o modo ECO, quando necessário.

A Kawasaki Ninja H2 procura fazer a diferença nos detalhes, como com as suas luzes LED, pintura cromada na carenagem e impressionante instrumentação digital e analógico. A posição de condução é um pouco mais agressiva que a da Ninja ZX-10R. Ou seja, é uma moto diferente de todo o resto.

[Por:Carplace]

Kawasaki revela nova Vulcan S

Vulcan S

A Kawasaki  anunciou um novo modelo para os mercados europeu e norte-americano. Batizada como Vulcan S, a custom conta com o mesmo motor de dois cilindros paralelos de 649 cm³ que equipa os modelos ER-6n, Ninja 650 e Versys 650. Com design moderno, a nova moto também carrega alguns elementos visuais da família, como a mola horizontal aparente do monoamortecedor traseiro e o escape localizado mais abaixo do quadro, para centralizar a massa.

Vulcan S

O novo modelo médio da Casa de Akashi tem potência máxima de 61 cv a 7.500 rpm, enquanto o torque máximo é de 6,4 kgf.m disponível já nos 6.600 giros. O peso em ordem de marcha é de 225 kg com a adição de 3 kg para a versão com freios ABS. Como diferencial, a Vulcan S tem pedaleiras com três níveis de ajuste para se adaptar a pilotos de diferentes estaturas. A moto deve fazer seu debute oficial no Salão de Milão, na Itália, que acontece em novembro e as vendas estão previstas para começar no início de 2015. O preço sugerido da Vulcan S nos Estados Unidos é de 6.999 dólares para o modelo standard  e 7.399 para a moto com freios ABS, o que corresponde a cerca de R$ 17 e R$ 18 mil, respectivamente.

[Por:Uol Motos]

Kawasaki Z1000

Na noite deste dia 7 de outubro foi anunciada a vencedora do título de Moto do Ano, premiação organizada por Duas Rodas com patrocínio Mobil. Quarenta e três lançamentos do último período concorreram ao título concedido à Kawasaki Z1000. O novo modelo da marca foi eleito por jornalistas especializados de diferentes veículos e regiões do país após um jejum de 13 anos sem que a fabricante japonesa conquistasse o prêmio principal, desde a eleição da Ninja ZX-12 como melhor lançamento de 2001.

Os jornalistas testaram todas as concorrentes em pista fechada a convite de Duas Rodas, enquanto no mês de setembro o público pôde participar votando via site. Além do modelo que recebeu a melhor avaliação entre os 43 avaliados, foram conhecidos os melhores lançamentos de 12 categorias. A maior votação via site foi obtida pela Triumph Daytona 675, escolhida por 80% do público na categoria Sport e eleita também pelos jornalistas.

Confira a lista de escolhidas por categoria:

Street – Honda CG 150 Titan CBS
Trail – Honda XRE 300 Flex ABS
Scooter – Yamaha TMax 530

Custom – Harley-Davidson Forty-Eight

Big Custom – Yamaha VMax

Touring – Harley-Davidson Street Glide
Big trail – BMW F 800 GS Adventure
Adventure – BMW R 1200 GS Adventure
Naked – Triumph Street Triple 675R
Streetfighter – Kawasaki Z1000
Sport-touring – Ducati Hyperstrada 821
Sport – Triumph Daytona 675

[Por:Moto.Com.br]

Ninja H2R

Durante a abertura do Salão de Colônia, (Intermot), na Alemanhã, nesta terça-feira (30), a Kawasaki revelou a inédita Ninja H2R, protótipo da marca que será usado como base para futura Ninja H2, moto de rua que vai ser apresentada no fim no ano no Salão de Milão, na Itália.

A ninja H2R possui motor de 998 cm³ de quatro cilindros com tecnologia supercharger – compressor de ar – que rendem ao modelo potência máxima de 300 cavalos. Este número supera todas as motos esportivas que existem no mercado, com médias de aproximadamente 200 cv de potência.

A fabricante ainda não revelou a velocidade final que o novo conceito alcança, porém afirmou que a estrutura do chassi foi desenvolvida para suportar altas velocidades com muita estabilidade, principalmente por conta do entre-eixos compacto de formato treliça de aço de alta tensão.

Outro fato que chama a atenção no modelo é o seu design, muito inovador e atraente aos olhares. Em suas carenagens de fibra de carbono a Kawasaki optou em utilizar pequenas “asas” para melhorar a aerodinâmica da moto. Todos estes detalhes foram inspirados no modelo Mach IV 750, que fez história com seu motor dois tempos de 748 cc.

[Por:Moto.Com.br]

Kawasaki

A Ninja H2 pode não ser a única novidade da Kawasaki no Intermot, salão que acontece em outubro na cidade alemã de Colônia. Alguns sites especializados na Europa flagraram uma bigtrail em testes que acreditam ser a próxima geração da Versys 1000. O modelo que aparece na foto tem as suspensões de curso mais longo características das crossovers da Kawasaki, mas um conjunto óptico independente e poligonal, diferente dos dois faróis arredondados um em cima do outro, que ela usa atualmente. A carenagem também mudou e parece um pouco mais robusta. Read the rest of this entry »

Ninja H2 Special

A Kawasaki continua provocando os fãs de motos esportivas com imagens e vídeos da nova Ninja H2 Special supercharged, que será revelada na Alemanha no fim deste mês, durante o Salão de Colônia.

A fabricante japonesa afirma que esse lançamento vai gerar uma mudança no jogo no mercado das duas rodas. O motor, que pode ser visto na foto abaixo, é um quatro cilindros em linha com compressor mecânico (supercharged). Os números de desempenho e especificações técnicas, porém, ainda não foram revelados pela Kawasaki.

Pelos curtos vídeos divulgados pela marca da nova Ninja, já é possível ter uma ideia do que esperar sobre o visual da nova H2.

[Por:Carplace]

 

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