Fly 150 já roda no Brasil em fase de testes e será fabricado em Manaus

PiaggioFly150

Conhecidos por sua tradição e qualidade, os produtos Piaggio estão muito próximos de sair de linhas de montagem em nosso país. Em breve, as motocicletas italianas serão produzidas pela Kasinski no Pólo Industrial de Manaus, AM. Este empreendimento é um fruto da parceria entre a chinesa Zongshen e a Piaggio. Informações de bastidores indicam que o modelo Piaggio Fly 150 já foi emplacado no Brasil sob a batuta da sino-brasileira CR Zongshen, integrante da Zongshen e atual detentora da Kasinski no Brasil.

Assim, o Fly 150 passa por testes no país para que ajustes sejam feitos antes de sua produção nacional. Questionada sobre o assunto, a Kasinski não quis fazer nenhuma declaração no momento e a expectativa é que o Fly chegue ao mercado no 2º semestre. Equipado com rodas de aro 12”, o scooter tem motor de 150 cm³ carburado, capaz de gerar 8,5 cv de potência. O visual do scooter segue uma linha menos retro que os outros produtos da fabricante.

Acreditamos que o Fly deve chegar com preço próximo aos dos scooter deste segmento vendidos atualmente no Brasil, entre R$ 7 000 e R$ 8 000. Vale ressaltar que o Grupo Piaggio também é detentor de outras marcas de peso, como Vespa, Aprilia, Moto Guzzi, Gilera e Derbi. Agora, se estas outras motocicletas também será produzidas por aqui é questão de tempo para saber. Nossa equipe havia adiantado a intenção da Piaggio de produzir no Brasil em agosto de 2009.
Rafael Miotto / Raul Fernandes Jr.

Imagens Piaggio

[Por:Motociclismo Online]

EV-NEO tem autonomia de 30 km e é recarregado em 30 min

honda ev-neo

Apesar de já ter sido apresentado no Salão de Tóquio no ano passado, o EV-NEO é a próxima novidade das ruas japonesas. O scooter elétrico é a aposta da marca da asa para realizar as tarefas diárias das empresas orientais. Construído para aguentar trabalhos árduos, possui baterias de íon-litio que são capazes de serem recarregadas em menos de 30 min e têm uma autonomia de até 30 km, equivalente a de um scooter de baixa cilíndrada (50 cm³).

Imagens divulgação

[Por:Motococlismo Online]

Scooter elétrico terá fabricação iniciada em abril e custará R$ 5 390

Scooter elétrico Prima Electra

Apresentado ao público no último Salão Duas Rodas, realizado no ano passado, a Prima Electra começará a ser produzida em terras nacionais no próximo mês. A confirmação do início de fabricação do primeiro scooter elétrico no Brasil ocorreu durante o Fórum Internacional de Sustentabilidade, nesta sexta-feira (26), em Manaus, AM.

“A primeira fábrica de scooter elétricos do Brasil será inaugurada no próximo mês. Coloraremos o veículo de energia limpa no mesmo preço de um veículo convencional”, disse o presidente da Kasinski, Claudio Rosa Junior. A fabricante deve iniciar a produção do scooter no próximo mês, ainda na antiga fábrica da empresa. Até o final do ano, a linha deve ser transferida à nova unidade da CR Zongshen, também em Manaus.

Como disse o presidente da Kasinski, mesmo sendo elétrico o veículo não será mais caro que um scooter comum, com um preço sugerido de R$ 5.390. Apesar de ser elétrico, de acordo com Claudio Rosa Junior, o Prima Electra terá desempenho superior a outros scooter do mercado. Com 2.000 watts de potência, o Prima tem velocidade máxima de 60 km/h.

Cauê Aguiar

Imagens Divulgação

[Por:Motociclismo Online]

Suzuki Burgman

A J.Toledo Suzuki convoca os proprietários do scooter Burgman Automatic, anos 2008 e 2009, com numeração de chassis de 9CDCF47AJ8M036199 até 9CDCF47AJ9M079398, a comparecerem a uma concessionária da marca mais próxima de sua residência para realizar substituição da tampa do tanque de combustível, visando evitar o vazamento de gasolina.

[Por:Moto.com.br]

Híbrido da Peugeot

No Brasil pouca gente sabe que a francesa Peugeot também fabrica veículos de duas rodas. São cerca de 40 modelos entre scooters e motocicletas, de 50 a 500 cm³ de capacidade cúbica. A tradicional marca do leão, que começou a produzir automóveis em 1890, apresentou na última edição do Salão de Motos de Milão – Eicma 2009 – três novos modelos: os scooters Kisbee e Tweet e o Hybrid3 Evolution, protótipo de três rodas – duas rodas na dianteira -,que pode gerar 49 cv de potência máxima. O modelo está equipado com tecnologia híbrida, na qual o veículo pode rodar com propulsão elétrica, a gasolina ou com ambas funcionando ao mesmo tempo. Isso reflete em baixa emissão de poluentes e menor consumo de combustível.

Segundo a Peugeot este protótipo se posiciona entre universos distintos, ou seja, conta com a mobilidade de um scooter e o equilíbrio de um automóvel de passeio. Este novo “concept-scooter” é um produto que nasce da larga experiência da Peugeot Motocycles no campo dos scooters, aliando a criatividade e a capacidade de inovação tanto no quesito design como em termos de tecnologia embarcada, proveniente dos carros da marca francesa.

No caso específico do HYbrid3 Evolution, o protótipo conta com dois motores elétricos de 3 kW, instalados um em cada roda dianteira e alimentados por baterias de íon lítio. Juntas, as rodas geram oito cavalos de potência. Além disso, o veículo conta com um tradicional motor monocilíndrico, quatro tempos, de 300 cm³ de capacidade, que gera 41 cv. O conceito é o mesmo utilizado aos veículos híbridos da marca apresentados na última edição do Salão do Automóvel de Frankfurt (BB1 e o i0n, modelos de mini automóveis que serão lançados no final deste ano).

Três motores, três modos de uso

A motorização do HYbrid3 Evolution pode funcionar de três maneiras diferentes. Somente com o motor elétrico ligado, indicado para baixas velocidades ou desacelerações. Desta forma, o concept-scooter terá uma autonomia de cerca de 10 km.

A segunda opção é com o motor a combustão em funcionamento para rodar por ruas, avenidas ou em estradas com velocidade constante. O modelo pode combinar ainda os dois tipos de motorização. Traduzindo, entra em prática o conceito híbrido, oferecendo mais potência e torque. Com todo sistema funcionando, a potência máxima será de 49 cv.

Híbrido da Peugeot

Além disso, toda a energia térmica gerada pelas frenagens, por exemplo, é aproveitada para carregar as baterias. Com as forças combinadas, o HYbrid3 teria a mesma potência de um scooter de 500 cm³. Para ser ainda mais econômico e ecologicamente correto, o modelo conta com o sistema ‘Stop & Start’, que desliga e liga o modelo quando o scooter de três rodas pára em um semáforo.

Segurança e design

Para garantir um maior índice de segurança , o protótipo está equipado com sistema de freios ABS integrado. Os três discos ventilados são acionados simultaneamente reduzindo, segundo a Peugeot, a distância de frenagem em cerca de 30% se comparado com outro scooter de duas rodas equipado com freios tradicionais.

Já desenho do HYbrid3 Evolution lembra em muitos ângulos os carros mais esportivos da marca francesa. Na dianteira, o que chama mais a atenção foi a colocação de duas colunas de lâmpadas (LEDs) formando um conjunto óptico moderno e radical. Na traseira, as lanternas nos remetem aos sedãs de luxo da marca.

Outro destaque fica por conta da ergonomia. Piloto e garupa vão confortavelmente a bordo do HYbrid3 Evolution. O passageiro conta com encosto para as costas e alças laterais.

Para Pierre-Louis Colin, diretor geral da Peugeot Motocycles, o setor de duas rodas é extremamente emocionante. “Depois de várias experiências como diretor de filiais da Peugeot no exterior, e também como diretor de programas e veículos elétricos e híbridos, estou pronto para enfrentar o mundo de duas rodas investindo em prol da mobilidade urbana”, afirma Colin, dizendo que a marca do felino é o terceiro maior fabricante europeu e líder na França.

Aldo Tizzani

[Por:Moto.com.br]

Smart 125

O scooter Smart 125 é o primeiro produto da parceria entre a Dafra e a chinesa Haojue – mesma empresa que produz o Burgman 125 Automatic, que é vendido aqui pela Suzuki JToledo. Apesar do Brasil ainda não ser um voraz consumidor este tipo de veículo, o modelo sino-brasileiro oferece boas doses de agilidade, conforto, além de uma ciclística (suspensão e freios) bem acertada. O Smart 125 também é o primeiro modelo Dafra equipado com injeção eletrônica de combustível e tem preço sugerido de R$ 6.190,00. Valor bastante competitivo frente a concorrência formada por Yamaha Neo 115 (R$ 6.211,00), Honda Lead (R$ 6.250,00) e o próprio Burgman (R$ 5.990,00).

Para oferecer um produto de melhor qualidade ao consumidor brasileiro, a Dafra foi buscar fornecedores de primeira linha: Mikuni (injeção eletrônica), Panasonic (eletrônica do painel), 3M e Dupont (peças plásticas), NGK (velas) e Pirelli (pneus). O Smart 125 é muito parecido com os modelos de maior cilindrada vendidos na Europa, que fica evidenciado pela grande lanterna traseira. Já na pilotagem noturna, o conjunto óptico dianteiro oferece bom feixe de luz.

Conforto e Ciclística

Febre na Europa, principalmente na Itália, aos poucos os consumidores brasileiros vão descobrindo as vantagens deste pequeno veículo.  Em função de suas dimensões, o primo-irmão do Burgman conta com uma boa ergonomia. A vantagem é que o piloto vai sentado, com os pés apoiados no assoalho e as pernas protegidas pelo escudo frontal. Já o apoio para os pés do garupa não ficam numa posição muito confortável. Outra vantagem é a transmissão automática CVT (Continuous Various Transmission). Ou seja, é só ligar o scooter (com um dos freios acionados), acelerar e sair rodando.

Para aumentar o nível de comodidade, o modelo conta com dois porta-objetos: um no anteparo do escudo e outro sob o banco. Detalhe: não são todos os capacetes abertos que cabem sob o assento. Como alternativa para aumentar a capacidade de carga, o piloto pode instalar um pequeno baú sobre o bagageiro. E para fazer o abastecimento é preciso levantar o banco – um bocal externo seria uma boa pedida. Outro ponto positivo do Smart são os espelhos retrovisores. Apesar das hastes serem fixas, o conjunto é muito parecido com o utilizado nos carros. Para ajustar a posição, basta empurra a lente com o dedo.

Smart 125

Ciclística bem ajustada

Para reforçar o conforto e a segurança, o scooter da Dafra adotou soluções tradicionais, mas bem calibradas em sua parte ciclística. Na dianteira, garfo telescópico de 70 mm de curso e, na traseira, monoamortecedor com 50 mm de curso. Com uma suspensão macia, mas firme, o Smart copia bem as imperfeições do piso e em nenhum momento deste teste chegou ao final de curso. Pena que as rodas de 10 polegadas são o “calcanhar de Aquiles” do Smart, e de outros modelos vendidos no Brasil. A medida é exata para o scooter cair dentro de um buraco.

Muito cuidado também com os desníveis e ondulações na pista, já que estas imperfeições no piso podem desequilibrar o piloto. Uma curiosidade: na unidade avaliada, o pneu dianteiro era da marca Pirelli e o traseiro Metzeler. Muito atenção também na hora de calibrar o pneu traseiro. O espaço é pequeno e o motociclista mais desatento pode queimar a mão no escape.

O sistema de freios conta com disco simples na parte dianteira e tambor na roda de traseira. Apesar de sua simplicidade, esta de acordo com a proposta urbana do veículo. Para obter mais eficiência, a sugestão é acionar os manetes simultaneamente, tendo o cuidado de dosar a força na frenagem.

Smart 125

Motor que gosta de trabalhar cheio

O Smart 125 está equipado com motor OHC (comando simples no cabeçote), quatro tempos, 124,6 cm³, gera potencia máxima de 10,3 cv a 8.000 rpm e torque máximo de 0,97 kgf.m a 7.000 rpm. Equipado injeção eletrônica Mikuni, o propulsor está dentro dos padrões de emissão de poluentes estabelecidos pelo Promot 3. O desempenho do motor monocilíndrico não é de arrepiar, mas cumpre seu papel, ou seja, está de acordo com sua proposta e característica. Perde rendimento na retomada e falta “fôlego” também nas subidas mais acentuadas.

Entretanto, quando o motor trabalha “cheio”, a velocidade final pode superar os 90 km/h. Uma boa marca para um veículo “urbanóide”. Aliás, na cidade, o Smart se saiu muito bem na árdua tarefa de driblar os carros e rodar pelo corredor. Resumindo: o modelo Dafra/Haojue é versátil e ágil. O consumo foi de 31 km/l, com o scooter rodando no carregado trânsito de São Paulo e também em vias rápidas.

Oil Change

Com boa visualização noturna, o painel de instrumentos conta com marcador analógico de velocidade (ponteiro) e display de cristal líquido para indicar o nível de combustível, hora e hodômetro (parcial e total). O scooter Smart 125 também tem lampejador de farol alto. Além disso, o painel conta com luzes-espia que informam nível de carga da bateria, funcionamento do sistema de injeção eletrônica.

Há até um indicador de troca de óleo (Oil Change). A luz nada mais é de um lembrete visual para informar ao piloto a hora certa de trocar do óleo do motor. A primeira indicação é pré-programada de fábrica para que a luz se acenda aos 1.000 km. A luz indicativa (Oil Change) pode ser programável pelo próprio condutor. As informações constam no manual do proprietário.


FICHA TÉCNICA:

Motor: OHC, quatro tempos, monocilíndrico, refrigeração a ar
Cilindrada: 124,6 cm³
Diâmetro x curso: 52,4 x 57,8mm
Taxa de compressão: 9,4:1
Potência máxima: 10,3 cv a 8000 rpm
Torque máximo: 0,97 kgf.m a 7000 rpm
Sistema de Combustível: Injeção Eletrônica
Partida: Elétrica e a pedal
Câmbio: Automático CVT
Quadro: Monobloco
Suspensão:
Dianteira: Garfo telescópico, com 70 mm de curso
Traseira: Monoamortecedor, com 50 mm de curso
Rodas e pneus:
Dianteiro: 3,5 – 10, de liga leve
Traseiro: 3,5 – 10, de liga leve
Freios:
Dianteiro: Disco simples de 180 mm de diâmetro
Traseiro: Tambor
Dimensões CxLxA: 1.986 mm x 674 mm x 1104  mm
Entre-eixos: 1.240 mm
Distância do solo: 110 mm
Altura do assento: 740 mm
Capacidade do tanque: 6,9 litros
Peso seco: 110 kg
Cores: Preto, grafite, vinho e amarelo
Preço: R$ 6.190,00

Fotos: Gustavo Epifanio
Aldo Tizzani

[Por:Moto.com.br]

scooter Suzuki Burgman

O scooter Suzuki Burgman 400 passou por algumas mudanças desde seu lançamento em 1999. Porém, nesta última renovação, as alterações estéticas e mecânicas foram mais radicais e deixando o modelo mais moderno, seguro, potente e menos poluente. A terceira geração conta agora com roda dianteira maior, de 14 polegadas, motor de 34 cv de potência máxima, freios de duplo disco, além de linhas mais arredondadas. De quebra, o motociclista roda com o máximo de conforto. Em função do assento, desenho e posição do guidão parece que o piloto está à bordo de uma grã-turismo como, por exemplo, a BMW K 1200 LT ou a Honda GL 1800 Gold Wing. O preço sugerido ainda é um pouco salgado para um scooter: R$ 26.900.

A grande vantagem do Burgman 400 é que, apesar do porte, demonstra certa agilidade no trânsito urbano. Encara bem as ondulações e buracos, isso em função de rodas e pneus com medidas maiores – 120/80-14 na dianteira e na traseira 150/70-13. Essa mudança também refletiu em uma maior estabilidade do veículo. Para ajudar neste trabalho, o modelo conta receitas tradicionais, porém eficientes: garfo telescópico e monoamortecedor, com ajustes de pré-carga da mola.

O novo sistema de freios está agora até “superdimensionado”. O maxi-scooter da Suzuki tem dois discos de 260 mm de diâmetro na dianteira, mordidos por pinça de dois pistões. Na traseira, disco simples de 210 mm de diâmetro com pinça de um pistão. Com este novo conjunto, a frenagem se apresentou mais eficiente e rápida, transmitindo segurança ao piloto. Detalhe: o modelo conta ainda com freio de estacionamento.

Design e Espaço

O Burgman 400 chegou ao Brasil em 2001 e agora recebeu esta radical atualização. Com linhas menos angulosas, o maxi-scooter transmite sofisticação – é comum ver executivos rodando com o veículo pelas ruas de São Paulo.

O banco largo oferece encosto para o piloto, com cinco posições de ajuste, que se traduz em muito conforto para também rodar em rodovias bem pavimentadas. A altura do banco aumentou para 710 mm (eram 695 mm anteriormente), mas sem dificultar o apoio dos pés no chão. Podemos lamentar apenas que a nova versão perdeu o encosto para a garupa (sissy-bar).

Falando em viagem, o modelo conta um generoso espaço sob o banco – 62 litros –, que serve para acomodar bagagem, pequenos objetos ou até mesmo dois capacetes. No anteparo do escudo frontal há também três porta-luvas, o maior deles tem capacidade para levar até 10 litros. Ideal para guardar documentos, celular e óculos.

painel da scooter Suzuki Burgman

A nova carenagem frontal ganhou para brisa maior que protege o piloto da chuva e do vento. De tão grande, o guidão chega a bater na bolha ao atingir o ângulo máximo de esterço. Um errinho de projeto talvez que, entretanto, não chega a atrapalhar nas manobras.

Na parte traseira, as novas lanternas transparentes do Burgman 400 estão mais bonitas e com maior área de visualização, bastante diferente do modelo anterior, que apresentava lanternas separadas, como nos automóveis de passeio. O painel manteve seu design e funcionalidade completa: velocímetro, tacômetro, hodômetros parciais, relógio, indicadores de temperatura ambiente, nível de combustível e temperatura do líquido de arrefecimento. Destaque para a tela de cristal líquido que traz até marcador de consumo instantâneo de combustível.

Motor

Não é só no aspecto visual que o Burgman ganhou atualizações. Para atender às regras de emissão de poluentes (Promot 3), o motor foi reformulado para garantir desempenho e um comportamento mais ecológico. A configuração é a tradicional: monocilíndrico, DOHC (duplo comando no cabeçote), quatro tempos e com refrigeração líquida. Ganhou novo sistema de injeção eletrônica, que oferece uma maior economia de combustível, além de respostas mais rápidas ao girar o acelerador.

Com 399,87 cm³ de capacidade, o propulsor produz 34 cv a 7.300 rpm de potência máxima e 3,70 kgf.m a 5.800 rpm de torque máximo. Ou seja, o par máximo oferece respostas desde as baixas rotações. Por isso o modelo tem boa desenvoltura no trânsito urbano, como também rodando por estradas. Outro fator que tem atraído muitos pilotos ao mundo dos scooters é a transmissão automática (CVT).

Dispensando o uso da embreagem e, consequentemente, as trocas de marchas constantes, a praticidade é um marca registrada dos scooters. Como na maioria dos casos basta apenas ligar e acelerar o Burgman 400. Neste caso, o teste foi feito em pista fechada. O scooter da Suzuki pode acelerar a mais 140 km/h. Além disso oferece bom ângulo de inclinação, que ajuda a contornar curvas. A postura do piloto, confortavelmente sentado, com os pés apoiados, é outro ponto que merece destaque. Para finalizar, o tanque de combustível do maxi-scooter da Suzuki tem capacidade 13,5 litros, o que lhe garante uma autonomia superior a 250 km.

E é por esta versatilidade que os europeus são “fãs de carteirinha” dos scooters. Lá há modelos de 50 cc até 800 cc. Ou seja, para todos os bolsos e gostos. Na Itália, por exemplo, os scooters representam 50% do total de vendas dos veículos de duas rodas. Aos poucos este tipo de transporte vem atraindo cada vez mais adeptos no Brasil e, por enquanto, o Suzuki Burgman 400 ainda reina absoluto em seu segmento. O que pesa contra é o preço R$ 26.900, além do alto valor das peças de reposição e revisão, já que é importado pela Suzuki.

FICHA TÉCNICA:

Motor: 4 tempos, monocilíndrico, 4 válvulas, refrigeração líquida
Potência Máxima: 34 cv a 7.300 rpm
Torque Máximo: 3,70 kgf.m a 5.800 rpm
Alimentação: Injeção eletrônica
Câmbio: Automática continuamente variável – CVT
Partida: Elétrica
Rodas e Pneus:
Dianteiro: 120/80 – 14 M/C 58S sem câmara , liga leve
Traseiro: 150/70 – 13 M/C 64S sem câmara, liga leve
Suspensão:
Dianteira: Garfo telescópico
Traseira: Monoamortecedor, com ajustes de pré-carga da mola
Freios:
Dianteiro: Disco Duplo de 260 mm de diâmetro e mordido por pinça de dois pistões
Traseiro: Disco simples de 210 mm de diâmetro e mordido por
pinça de um pistão
Comprimento Total: 2.270 mm
Largura Total: 760 mm
Altura Total: 1.385 mm
Entre Eixos: 1.585 mm
Altura Total:  1.030 mm
Entre Eixos: 1.700 mm
Altura do Assento: 710 mm
Peso Seco: 199 kg
Tanque: 13,5 litros
Cores: Prata, azul e preta
Preço: R$ 26.900,00

Fotos: Mario Villaescusa

Aldo Tizzani

[Por:Moto.com.br]

Dafra faz promoção para o Smart

Scooter com motor de 124,6 cm³ e injeção eletrônica passa a custar R$ 5 790

Dafra Smart 125

Primeiro produto fruto da parceria com a fabricante chinesa Haojue, o Smart mal chegou às lojas e a Dafra já reduz seu preço público sugerido. Enquanto, até agora, o valor cobrado era de R$ 6 150, o scooter passa a valer R$ 5 790 na compra à vista.

Além disso, tanto a cub Zig e a Speed 150 terão o emplacamento grátis em toda a rede de concessionárias Dafra. Estas promoções são válidas, a princípio, apenas para o mês de dezembro. As motocicletas da marca também podem ser financiadas ou parceladas pelo Consórcio Nacional Dafra.

Rafael Miotto

Imagens divulgação

[Por:Motociclismo Online]

BMW cria C1-E: Um scooter do futuro

bmw c1

Muitos países estão se conscientizado de que os veículos de duas rodas serão os grandes responsáveis pela melhora do fluxo do tráfego nos grandes centros urbanos. Aliados à mobilidade, a questão ambiental e a segurança do motociclista também têm sido amplamente discutidos, principalmente na Europa. Para reduzir o número de acidente, que na sua grande maioria ocorrem em perímetro urbano, e diminuir os impactos ao meio ambiente, a BMW desenvolveu o C1-E.

Baseado no scooter C1, que foi fabricado entre 2001 e 2002, o protótipo oferece ao piloto um elevado nível de segurança ativa e passiva, além de ser impulsionado por um motor elétrico. Neste conceito, o propulsor elétrico foi projetado para uso estritamente urbano e utiliza componentes fabricados pela Vectrix, marca especializada em scooters elétricos de grande porte. O motor obtém sua energia de uma bateria de íon-lítio, que lhe garante boa autonomia. Assim, o C1-E tem força suficiente para rodar com desenvoltura por ruas e avenidas. Como alternativa, o projeto do scooter BMW também pode ser equipado com motores de combustão interno com baixo nível de emissão.

bmw c1

Segurança e design

Os itens de segurança utilizados no C1-E foram aperfeiçoados do antigo BMW C1. A BMW C1-E oferece máxima proteção ao piloto, que fica em uma célula de segurança – tradicional “gaiola” feita de tubos de aço. Outro diferencial é que na parte dianteira deste protótipo há um sistema de absorção de impacto.

Sentado de forma confortável e ergonômica, o piloto usa um cinto de quatro pontas, que conta também com cinta abdominal. Tal era a segurança oferecida pelo C1 que em muitos países europeus o uso do capacete não era obrigatório.

Visualmente o scooter C1-E tem o mesmo DNA das motos de grande porte BMW, num mix entre R 1200 GS, K 1300 GT e K 1300 S. Aliado ao design atual, um baixo centro de gravidade, que privilegia uma pilotagem mais segura.
Outro detalhe que faz do C1-E um veículo ideal para uso urbano é sua carenagem com para brisa e cobertura que protegem o piloto do vento e da chuva. Além disso, atrás do banco há espaço para transportar pequenos objetos.

A BMW não pretende produzir o C1-E em série. Entretanto, a marca alemã sempre foi sinônimo de pioneirismo e avanços tecnológicos. Quem sabe, o projeto de veículo elétrico ganhe força dentro da montadora e, em breve, possamos ver o scooter pelas ruas e avenidas dos principais centros urbanos como, por exemplo, Munique (ALE), Roma (ITA) Nova Iorque (EUA), Paris (FRA), Barcelona (ESP), Londres (ING) e, porque não, São Paulo.

Aldo Tizzani

[Por:Agência Infomoto]

honda pcx

Recentemente apresentado na Tailândia, o scooter Honda PCX fez sua estréia mundial na 41ª edição do Tokyo Motor Show. O novo modelo global será vendido nos mercados asiático, europeu e americano.

Leve e compacto, o PCX tem um motor de um cilindro e 125cc.  A grande novidade é um sistema que desliga o motor quando o scooter para em marcha lenta no semáforo, por exemplo.

Segundo a Honda, o veículo ecológico economiza combustível e reduz a emissão de gás carbônico (CO2). De acordo com a empresa, o PCX pode fazer até 50 km/litro.

[Por:Moto.com.br]

« Previous Entries  Next Page »