A Brasil & Movimento, detentora da marca Sundown, oferecerá a partir de janeiro novos cursos gratuitos em seu Centro de Treinamento, localizado junto à sede da empresa em Barueri (SP).

O primeiro trabalho, sobre mecânica da motocicleta, será destinado a profissionais que não atuam na rede de concessionária da marca e que estejam interessados em apreender mais sobre a profissão.

“Nos últimos anos nossa rede de concessionárias vem sentido bastante dificuldade em contratar profissionais para atuarem como mecânicos, e por isso decidimos estender aos interessados a possibilidade de apreenderem mais sobre os produtos em nosso moderno Centro de Treinamento”, declarou Alzeno Lohmann, diretor técnico e industrial da Brasil & Movimento.

Para possibilitar o ingresso de adolescentes no mercado de trabalho, a Sundown ministrará também cursos de mecânica básica de motocicleta para jovens. O objetivo da empresa é apoiar os jovens carentes, tirando-os das ruas e quem sabe, possibilitando que tenham acesso a um primeiro emprego.

“Já temos toda estrutura à disposição, então por que não utilizá-la também para essa ação social? Ao investir nos jovens estamos acreditando no futuro e desempenhando um pouco mais de nosso papel social”, destacou Lohmann.

Os interessados em qualquer um dos cursos devem retirar a ficha cadastral na sede da empresa, situada na Alameda Araguaia, 3.327 em Barueri.

Mais informações, no site centrodetreinamento@sundownnet.com.br ou telefone 2103-4962.

[Por: Moto.com.br]

A divisão de peças multimarcas da Sundown lançou no mercado novos componentes para o segmento de motocicletas.

Por meio da marca GSI, a fabricante oferece dois modelos de baterias 6V e outros dois de 12V. Todas elas são seladas e não necessitam de solução para o funcionamento.

Com a marca KSD, a empresa comercializa kits de relação contendo corrente, coroa e pinhão para atendimento de vários modelos de motos, como a Honda Hornet e a Yamaha XT 660R.

Já com a bandeira da SPM, a Sundown disponibiliza produtos como cilindro mestre para freio dianteiro, esticador de corrente e disco de freio dianteiro; também para diversos modelos.

Por fim, a marca SP-SUN coloca no mercado o painel completo com chicote e lâmpada, além de bobina de ignição.

O Centro de Distribuição de Peças Sundown atende atualmente uma rede de quase 270 concessionárias e mais de dois mil clientes entre varejistas, atacadistas e oficinas.

Mais informações, no site www.sundownnet.com.br.

[Por:Moto.com.br]

A scooter Future 125 da Sundown foi nomeada por mais um ano como a moto oficial do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, que acontece no próximo fim de semana em Interlagos (SP).

O modelo recebeu pintura e grafismo personalizados para atender ao evento do esporte a motor.

De acordo com a fabricante, serão disponibilizadas 50 unidades para o uso de pilotos, demais integrantes das equipes e pessoas da organização para o deslocamento no autódromo.

Além das scooters, a Sundown contará com um stand em Interlagos para expor outros modelos de sua linha, com destaque para a STX 200, STX 200 Motard e a custom VBlade.

[Por:Moto.com.br]

A Brasil & Movimento, detentora da marca Sundown, inicia na próxima sexta-feira o “1º Feirão Nacional Sundown Melhor Negócio”.

De 17 de outubro a 2 de novembro, a compra de qualquer modelo 0 km da linha de motocicletas garantirá ao consumidor a documentação gratuita — Seguro Obrigatório, IPVA e taxas extras.

O motociclista ganhará ainda um tanque cheio e capacete grátis, além da possibilidade de financiamento em condições especiais e taxa zero de entrada.

A promoção valerá para todas as concessionárias Sundown do país. Mais informações, no site do fabricante.

[Por:Moto.com.br]

O mês de agosto manteve ritmo acelerado no setor de motocicletas. Segundo a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas e Similares), foram produzidas 201.899 unidades no mês passado, 26,3% a mais que o acumulado em julho. Na comparação com o mesmo período de 2007, o índice foi 14,4% maior.

Nas vendas, os números também foram animadores com a comercialização de 178.092 motos, um crescimento de 23% se comparado ao mês anterior. No embate com agosto de 2007, oitavo mês de 2008 foi levemente superior, com o incremento de 3,4%.

“A Abraciclo avalia que este ritmo de crescimento para o setor está sendo gradual e sustentado. Prova disso são os números dos meses anteriores”, afirmou Paulo Takeuchi, presidente da entidade.

“As previsões para este ano estão cada vez mais próximas de se consolidarem, demonstrando, mais uma vez, que o brasileiro está descobrindo mais e mais opções de utilização para o transporte em duas rodas”, ressaltou.

Com um acumulado de 1.472.707 motocicletas produzidas no ano, o segmento de duas rodas cresceu 26,6%, em relação ao mesmo período de 2007, quando foram fabricadas 1.163.541 unidades.

No que diz respeito às exportações, agosto destinou 14.393 unidades para o mercado externo, um crescimento de 7,4%, se comparado ao mês anterior, quando foram despachadas 13.398 máquinas. No entanto, os resultados apontam uma queda de 17,8% se confrontado a idêntico período do ano passado, que contabilizou a exportação de 17.508 motos.

Os dados divulgados pela Abraciclo são baseados no desempenho de suas seis montadoras afiliadas: Dafra, Harley-Davidson, Honda, Kasinski, Sundown e Yamaha.

[Por:Moto.com.br]

A Brasil & Movimento, detentora da marca Sundown, iniciou as atividades de seu novo Centro de Treinamento, localizado junto à sede da empresa em Barueri, São Paulo.

O espaço se torna a nova referência de ensino e qualificação dos profissionais da rede, especialmente dos colaboradores das novas concessionárias. É também a nova oficina modelo da fabricante de motos.

No local, há um showroom, recepção, seção de peças, oficina com cinco boxes de serviços — todos com rampas e elevadores —, duas salas com equipamento multimídia para treinamentos teóricos e uma sala de instrutores.

“A criação do Centro tem como objetivo qualificar e aperfeiçoar, ainda mais, os profissionais técnicos de nossa rede de concessionárias. É o local onde ministramos os treinamentos práticos, ensinando os serviços a serem realizados em todos os sistemas e componentes de funcionamento das motocicletas Sundown”, declarou Alzeno Lohmann, diretor técnico e industrial da Brasil & Movimento.

Até então, a companhia treinava os colaboradores de sua rede em parceria com o Senai. Essa parceria continuará em andamento, pois a estratégia é usar o novo Centro para desenvolver inicialmente os profissionais das novas concessionárias, e o treinamento dos profissionais das concessionárias já existentes continuará aplicado nas unidades do Senai.

Posteriormente, com a abertura dos Centros de Treinamentos Regionais, toda a capacitação dos profissionais técnicos da rede de concessionárias ficará concentrada nas dependências da empresa.

[Por:Moto.com.br]

Sundown Web Evo: Falta fôlego

A Sundown Web ocupa a terceira colocação entre as Cub mais vendidas no Brasil, só perdendo para dois modelos da Honda, Biz 125 e Pop 100.

Entre janeiro e junho deste ano, foram comercializadas 12.327 unidades da motoneta da Sundown. Sucesso justificado pelo bem acertado conjunto ciclístico e pelo visual moderno, apesar de seguir a risca o tradicional design da categoria. Sem falar no preço competitivo e na economia de combustível.

A versão testada, a Web Evo, traz ainda rodas de liga-leve e freio a disco na dianteira — itens não presentes na versão standard. Com receitas consagradas, como suspensão telescópica na dianteira, sistema de amortecimento bichoque na traseira e um confortável banco, com espuma densa e revestimento anti-derrapante, a Web Evo atende bem sua proposta de ser uma moto urbana, exceto se você morar em uma grande cidade como São Paulo com vias de trânsito rápido, já que o baixo desempenho do propulsor decepciona nas acelerações e subidas íngremes.

Vibração demais, “força” de menos

O monocilíndrico de 97,2 cm³, com comando simples no cabeçote (OHC) e refrigeração a ar que equipa a Sundown Web Evo deixa a desejar tanto em torque quanto em potência.

Nas saídas de semáforo ou retomadas de velocidade, o torque máximo declarado de 0,85 kgf.m demora a chegar nas 5.250 rpm e também não é suficiente para empurrar piloto (de 71 kg) e os 90 kg da motoneta com rapidez.

A Web fica para trás até mesmo dos carros. Em uma subida íngreme com piloto e garupa foi necessário até certo “empurrãozinho” com os pés para que a moto saísse do lugar. Mesmo se levarmos em consideração que a unidade testada ainda não estava amaciada, já que tinha 300 km rodados, o torque deixa a desejar. Apesar de o valor declarado ser maior que de outras motonetas, como a Honda Pop 100 (0,72 kgf.m), a Sundown Web mostra-se, na prática, mais fraca que a concorrente.

Essa falta de “força” em conjunto com o câmbio rotativo com embreagem centrífuga semi-automática, que não permite “queimar” embreagem, faz com que a Web demore a ganhar velocidade. Em vias rápidas, como a avenida 23 de Maio na capital paulista, o motociclista passa apuros nos seus acessos, afinal a velocidade média da via é em torno dos 70 km/h, pouco abaixo da máxima de 80 km/h registrada no velocímetro da Web.

A potência também compromete na hora de manter a velocidade. Com apenas 7,5 cv a 8.000 rpm, a Web perde velocidade facilmente em aclives. Isso exige muita troca de marcha, o que se mostra um incômodo mesmo no câmbio rotativo. Outro ponto bastante criticado por quem pilotou a Web Evo é o excesso de vibração do motor transmitida ao piloto pelas pedaleiras, punhos e pelo banco.

Bolso

O sucesso da Sundown Web justifica-se por um quesito muito importante para os brasileiros: o bolso. O baixo desempenho que incomoda traduz-se em economia de combustível.

Mesmo precisando “torcer” o cabo da Web a média de consumo ficou em torno dos 30 km/l. Mostrando que, apesar de fraquinha, a motoneta da Sundown pode ser uma boa opção para quem vive em uma cidade pequena, plana e que não precise “enfrentar” as vias expressas de uma metrópole como São Paulo.

Além disso, o preço da versão Evo, a mais completa, é de R$ 4.876,10. Por se tratar de uma motoneta com rodas de liga-leve, partida elétrica e freio a disco na dianteira, o valor da Web Evo é bastante competitivo em relação à concorrência. Com motor mais potente e de maior capacidade, a Biz + 125, equivalente da Honda, não sai por menos de R$ 6.353,00.

Ficha Técnica

Motor: OHC, monocilíndrico, quatro tempos,refrigerado a ar
Potência máxima: 7,5 cv a 8000 rpm
Torque máximo: 0,85 kgf.m a 5250 rpm
Capacidade cúbica: 97,2 cm³
Diâmetro x curso: 50 x 49,5 mm
Sistema de alimentação: Carburador
Sistema de partida: Elétrica e pedal
Câmbio: Quatro velocidades rotativo
Embreagem: Centrífuga automática e multidisco banhado a óleo
Transmissão final: Corrente
Chassi: Flexbar
Suspensão dianteira: Garfo telescópico
Suspensão traseira: Braço oscilante com duplo amortecedor regulável com duas regulagens
Freio dianteiro: A disco
Freio traseiro: A tambor
Roda/pneu dianteiro: 2,50/17 Pirelli MT15
Roda/pneu traseiro: 90×80 /16 Pirelli MT15
Dimensões (C X L X A): 1950 x 840 x 1250 mm
Distância entre-eixos: 1260 mm
Altura do assento: 760 mm
Distância mínima do solo: 160 mm
Capacidade de carga do sob o banco: 12 Kg
Tanque de combustível: 4,0 litros
Peso seco: 92 Kg
Cores: Preto e prata
Preço: R$ 4.876,10

[Por:Moto.com.br]

Após ter estreado na 1ª Etapa da Copa Serrana de Supermoto no RS, a Sundown STX 200 Super Motard adquirida  pelos colunistas Gisele Flores e Jaime Nazário, passou por um teste dinâmico de longa duração em um percurso de ida e volta a Porto Alegre.

Nesta viagem, que totalizou 198 quilômetros, com garupa de mochila e vento leve, a moto se saiu novamente bem, tendo como ponto alto a economia e ponto não tão bom a baixa velocidade máxima alcançada.

No quesito economia, uma grande surpresa. O consumo foi bastante baixo, atingindo média de 32,3 Km/litro, tendo sido necessários apenas 6,1 litros para percorrer esta distância.

Como a capacidade declarada do tanque é de 11 litros, então se chega a conclusão de que a autonomia desta moto, carregada, chegaria a mais de 350 quilômetros, uma marca excepcional, considerando que não estamos falando de uma “street” de 125 cc e nem de perto de uma “estradeira”.

Porém, tudo tem um custo. Com a excelente economia apareceu uma restrição de desempenho. Nas condições que foi exposta, a velocidade máxima indicada no velocímetro em nenhum momento conseguiu ser maior do que 110 Km/h, com punho todo fechado. Na verdade, a velocidade que ela consegue desenvolver em cruzeiro ficou em torno de 90 a 100 Km/h.

Apesar de serem marcas não muito expressivas, é bom lembrar que são marcas compatíveis com os limites legais de velocidade das nossas estradas, o quê, para muitos, significa que ela pode atender de forma bem adequada viagens de lazer.

Um pouco de deficiência, mesmo assim, fica por conta da aceleração, pois por já se encontrar perto do seu limite, se necessário, uma retomada de velocidade de 60 Km/h para 90 Km/h, por exemplo, é bem demorada. Acima de 90 Km/h é bom contar com bastante espaço e tempo para completar uma ultrapassagem.

Relembramos que são aferições baseadas no velocímetro original da moto e que, portanto, ainda podem conter algum erro de marcação em relação à velocidade real, mais provavelmente indicando velocidades um pouco superiores do que as verdadeiras.

Após retornar desta viagem, a Sundown STX 200 Super Motard recebeu um útil acessório para desempenhar um novo papel na sua avaliação, um bagageiro que possibilitasse a instalação de um baú. Acontece que, por ser uma “motard”, esta moto não vem equipada com bagageiro, somente com dois apoios de mão na traseira.

Ao custo de R$95,00 foi comprado um bagageiro para a moto na concessionária Sundown de Porto Alegre, a Grappa Motos, tendo sido feita a instalação lá mesmo. Saindo da oficina de “traseira” nova e com 247 quilômetros marcando o hodômetro, em seguida foi feita a instalação de um baú de 33 litros para ajuda no transporte de pequenos volumes.

Agora, um novo perfil de uso seria dado para a Motard, um uso estritamente urbano. Neste novo “chão”, a moto demonstrou bastante versatilidade. Sua leveza (123 Kg de peso seco) contribui muito para uma ágil pilotagem urbana. O motor de 200 cilindradas proporciona bom torque (1,45 kgf.m a 7.000 rpm) em baixos regimes e rápida aceleração.

O banco que se estende até o tanque proporciona conforto, principalmente em “avanços” do corpo em freadas bruscas. A suspensão trabalha bem na variação de pisos de asfalto, paralelepípedos, eventual terra, e superando buracos, subidas em calçadas e, com muitas chuvas, sua altura maior do que a de uma “street” facilita cruzar alagamentos.

Em trabalho urbano, quase sempre só com o piloto e baú com pouca carga, mais uma vez o baixo consumo apareceu, revelando média de 34,1 Km/litro nos 687 quilômetros percorridos dentro da cidade. Ao final desta segunda etapa, o hodômetro registrava 934 quilômetros rodados.

O único ponto não tão bom em uso urbano foi o curto esterçamento da roda dianteira quando se fazia necessário manobrar a moto quase parada, mas nada que comprometa seu uso no dia-a-dia que, invariavelmente, causava admiração, pela beleza do design e estilo, por onde passava e onde estacionava. Vários foram os comentários positivos sobre ser a Sundown STX 200 Super Motard uma bela moto, confirmando o apelido que lhe demos de “Garota de Ipanema” das motos.

Em nossas mãos, a Sundown STX 200 Super Motard já encarou nestes seus primeiros vinte e poucos dias de uso uma prova de competição de supermoto, uma viagem em estrada de asfalto com garupa e mochila e foi bem utilizada dentro da cidade, com tráfego e calor,até agora nenhum problema mecânico,elétrico ou de qualquer natureza apareceu.

[Por:Moto.com.br]

Nos quatro primeiros meses do ano, o setor de duas rodas teve o melhor desempenho do Pólo Industrial de Manaus (PIM). Contabilizou faturamento de US$ 2,761 bilhões e crescimento de 54,06%, o maior se comparado aos outros setores pesquisados.

Além disso, o segmento de motocicletas já ocupa a segunda posição entre os de maior faturamento. Os números divulgados pela Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) dão conta que a fabricação de motos continua em ritmo acelerado em virtude do aquecimento do mercado interno.

A produção saltou de 629 mil unidades, de janeiro a abril de 2007, para 794 mil no mesmo período de 2008, registrando crescimento de 26,24%.

De acordo com o superintendente adjunto de Projetos da Suframa, Oldemar Ianck, o faturamento alcançado pelo Pólo Industrial de Manaus nos primeiros quatro meses do ano — US$ 9,4 bilhões — está acima do esperado e deve-se, sobretudo, ao bom desempenho do segmento de duas rodas, que registrou incremento acima de 50% em seu faturamento nesse período.

Já para Paulo Takeuchi, presidente da Abraciclo, associação que reúne os fabricantes de motocicletas, os números continuam demonstrando a alta aceitação da moto como alternativa de locomoção. “Estes dados nos incentivam ainda mais a continuar atuando fortemente pelo setor no País, além de promover e incentivar à utilização dos veículos de duas rodas como meio de transporte real e legítimo pela população brasileira”, afirma.

Made in China

Apresentando um crescimento constante na última década, o mercado de duas rodas fechará o ano com mais de 2 milhões de unidades, previsão de recorde histórico de produção e vendas.

Porém, nos últimos cinco anos várias marcas de origem chinesa desembarcaram no país, seja de forma direta ou disponibilizando componentes e tecnologia para parceiros brasileiros.

Exemplos não faltam: Sundown (Qingqi e Zongshen), Dafra (Lifan, Loncin e Zongshen), Traxx (Jialing), além de Hao Bao, Garini, Green, FYM etc. Hoje o mercado de duas rodas contabiliza cerca de 30 marcas chinesas sendo comercializadas no Brasil.

Segundo a Suframa, há 13 montadoras de motocicletas no Pólo Industrial, das quais oito estão ligadas a marcas chinesas. Outras seis, também de origem chinesa, já tem projetos aprovados e devem  entrar em operação a médio prazo.

No segundo semestre, o mercado terá muitas novidades, entre elas a Iros Motos, que pertence ao Grupo Microservise, empresa que fabrica CDs e DVDs. Com um investimento de 30 milhões, a nova marca acelera o ritmo das obras de sua fábrica no Pólo Industrial de Manaus. A planta terá 15 mil metros quadrados de área construída e capacidade instalada de 20 mil unidades/ano, entre motocicletas, scooters e quadriciclos.

Participação no mercado de Duas Rodas

Com essa enxurrada de novos produtos, as marcas chinesas já representam 10% do mercado brasileiro. Com esta nova onda no setor de duas rodas, as montadoras japonesas que estão no Brasil desde a dédada de 1970 perderam significativamente participação no mercado.

Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), no final de 2005 a Honda tinha 80,30% e a Yamaha detinha 13,55% do mercado. Hoje, a Honda detém 69,62% dos emplacamentos e a Yamaha 11,75%.

Prova de que as marcas chinesas sozinhas ou em parceria com empresas brasileiras não estão aqui para brincadeira.

Market Share:*
Honda: 69,62%
Yamaha: 11,75%
Suzuki: 8,04%
Sundown: 3,91%
Dafra: 3,56%
Outras: 3,11%

*Dados fornecidos pela Fenabrave, referente a primeira quinzena de junho de 2008.

[Por:moto.com.br]

Moacir Bolla é o que podemos chamar de artesão, profissão cada vez mais rara nos dias de hoje. Bolla trabalha com couro há mais de 25 anos e há 11 se dedica exclusivamente a bolsas e equipamentos em couro para motocicletas.

Desde 1997, quando foi ao 5° Megacycle, importante evento no ramo das duas rodas, esse empresário de São Paulo começou a fazer bolsas e acessórios para motocicletas. Trabalhando sozinho, ele se dedica integralmente ao ofício para oferecer um produto de ótima qualidade.

“O mais importante para mim é a satisfação do cliente. Faço o trabalho de acordo com a vontade e personalidade de cada um. Sozinho consigo conhecer melhor as pessoas para quem estou trabalhando, fazendo com que o resultado final seja amplamente satisfatório”, diz Bolla,

As bolsas, todas feitas em couro legítimo, aliam beleza, qualidade e durabilidade, garante o empresário, que também fabrica os suportes para prendê-las à motocicleta.

“O suporte é feito de ferro e se encaixa perfeitamente a qualquer moto. São feitos sem nenhum tipo de solda, visando a durabilidade do produto, não deixando que a peça se deteriore com o tempo devido as trepidações da motocicleta”, garante Bolla.

As bolsas são totalmente removíveis, o que proporciona conforto e segurança, podendo o motociclista retirá-las e levá-las consigo para onde quer que vá.

Esse interessante e competente trabalho demora em torno de 25 dias para ficar pronto, já que todas as peças são fabricadas manualmente pelo artesão.

“As bolsas são ideais para quem gosta de viajar sobre duas rodas, pois concilia espaço, qualidade, beleza, praticidade e ainda melhor, com a cara do dono”, explica.

O designer atende seus clientes na rua Suarez de Avelar, 112, em São Judas, São Paulo. Mais informações no telefone (11) 5584-8891 ou no e-mail moacirbolla@hotmail.com.

[Por:Moto.com.br]

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