Yamaha utilizou como base a moto de Rossi para produzir a YZF-R 125
Ter a habilidade de Valentino Rossi é uma coisa impossível para a maioria das pessoas. No entanto, sentir o gostinho de ter nas mãos uma máquina semelhante a M1 do octacampeão de MotoGP já não é algo inatingível. A Yamaha acaba de lançar no exterior uma edição especial de sua pequena esportiva YZF-R 125, baseada na moto de competição.
Com mais de 20 000 unidades vendidas na Europa, a YZF-R 125 traz mais um atrativo aos compradores com a Team Yamaha Race Réplica. A motocicleta recebeu modificações em seu visual, com os grafismos da M1 de Rossi concebidos pelo designer Kazumasa Sasanani.
A esportiva mantém as mesmas especificações técnicas do modelo original, que custa 3 899 euros — equivalente a R$ 10 500. Impulsionada por um propulsor monocilíndrico 4T de 125 cm³ com refrigeração líquida, a moto é capaz de alcançar 15 cv de potência a 9 000 rpm. Com seis marchas e quatro válvulas, o motor possui injeção eletrônica.
O chassi é de alumínio do tipo Deltabox e, para demonstrar seu instinto esportivo, está equipada com freio a disco de 292 mm na frente e 230 mm na traseira. A novidade chega às lojas europeias por 4 390 euros — equivalente a R$ 12 000 (cotação do dia). Com certeza, os aficionados por motocicletas aguardam a vinda da YZF-R 125 no Brasil.
Rafael Miotto
Imagens divulgação
[Por:Motociclismo Online]
Moto custom tem propulsor de 942 cm³ e chega ao Brasil por R$ 34 600
Para substituir a bela Virago 535 e, ao mesmo tempo, brigar com a contemporânea Honda Shadow 600 pela liderança do mercado custom nacional, em janeiro de 2003, a Yamaha passou a produzir a Drag Star e, logo de cara, a 650 cumpriu os seus objetivos iniciais e tornou-se a referência do segmento.
Mas o tempo passa e hoje, 6 anos depois, o panorama é completamente diferente. Com campanhas comerciais agressivas, a Harley-Davidson entrou na briga com a sportster 883; a Honda retomou a liderança com a Shadow 750, em 2005, e consolidou-se como a custom mais vendida com a versão com injeção eletrônica, apresentada no ano passado; a Suzuki deixou a antiga Marauder de lado e chegou com uma moderníssima e esportiva Boulevard 800… mas, e a Drag Star?
Bem, a Yamaha seguia praticamente idêntica a aquela de 2003, o preço estava convidativo, o visual ainda agradava, até que chegou um tal de Promot 3 e a concepção mecânica ultrapassada da Drag não resistiu… foi o tiro de misericórdia. A solução da Yamaha foi, no mínimo, surpreendente e enquanto todos imaginávamos que a velha e boa Drag receberia um motor com injeção e um comedido face-lift, a marca dos diapasões ousou e tirou a 650 de linha para dar lugar à XVS 950 Midnight Star, um modelo tão diferente de sua antecessora que o ganho de 300 cm³ na cilindrada e 11 cv na potência do motor é um mero detalhe.
Só de olhar para as dimensões e para a ficha técnica da “Estrela da Meia-Noite”, pode-se ter uma ideia de quanto a representante custom da Yamaha evoluiu e cresceu! Para corresponder à tocada muito mais próxima a das power-cruisers de apelo esportivo do que a das “custom tradicionais” (como era a própria Drag) a XVS 950 substitui as tradicionais rodas raiadas por um belo jogo de ligaleve calçado em pneus mais esportivos e enquanto o disco de freio cresceu (agora é de 320 mm), o tambor de freio traseiro deu espaço a outro disco (de 298 mm).
A calibragem das suspensões e o rígido chassi acompanham essa nova proposta de utilização, o câmbio está mais preciso, a posição de pilotagem acomoda com muito mais conforto o piloto. O preço sugerido pela Yamaha para a motocicleta é de R$ 34 600.
Ficha técnica
Motor: bicilíndrico em V a 60º, SOHC, 4 válvulas, refrigerado a ar, alimentado por injeção eletrônica, embreagem multidisco em óleo, câmbio de 5 marchas e transmissão secundária por correia dentada
Cilindrada: 942 cm³
Potência: 53,6 cv a 6 000 rpm
Torque: 7,8 kgfm a 3 000 rpm
Diâmetro x curso: 85,0 x 83,0 mm
Taxa compressão: 9,0:1
Quadro: Berço duplo de aço
Cáster / trail: 32° / 145 mm
Susp. dianteira / traseira: Telescópica convencional / monoamortecedor
Curso diant. / traseiro: 135 mm / 110 mm
Regulagens: na pré-carga da mola traseira
Freio dianteiro / traseiro: 1 disco de 320 mm / 1 disco 298 mm
Pinça dianteira / traseira: 2 pistões / 1 pistão
Pneu/roda dianteiro: 130/70-18″/ 3,5″ x 18″
Pneu/roda traseiro: 170/70-16″ / 5,0″ x 16″
Garantia / revendas: 1 ano / 513 concessionárias
Comprimento: 2 475 mm
Entre-eixos: 1 690 mm
Alt. do banco: 675 mm
Tanque: 17 litros
Peso seco: 261 kg
Gabriel Berardi
Imagens Renato Durães
[Por:Motociclismo online]
A Incolmotos Yamaha lançou recentemente na Colômbia a Yamaha YZF R15. Vestida como outras esportivas maiores da marca, a YZF R15 traz, porém, um pequeno motor monocilíndrico de 150 cc alimentado por injeção eletrônica.
Têm também pistões forjados, cilindros com a tecnologia Diasil da Yamaha - sem camisa e com um revestimento especial para dissipar calor e reduzir a perda de potência - e refrigeração líquida. A potência máxima: cerca de 22 cv!
Conta ainda com chassi inspirado no DeltaBox das esportivas maiores e a suspensão traseira é monoamortecida. O peso a seco é de 130 kg.
Lançada na Índia em 2008, a pequena superesportiva de 150cc é sucesso de vendas e já faturou diversos prêmios naquele País. Para a engenheira Gloria Díaz, Gerente Técnica da Incolmotos Yamaha: “Estamos seguros que a incorporação destas novas tecnologias nas motos de baixa cilindrada vão revolucionar o mercado de motocicletas colombiano”.
Além disso, a Incolmotos apresentou a YBR 250, a brasileira Fazer YS 250. Desenvolvida no Brasil, já é vendida na Europa e agora chega à Colômbia. Seu motor de 250cc também tem injeção eletrônica e a suspensão traseira é monoamortecida.
Em 2008, a trail XTZ 250 Lander já havia sido lançada na Colômbia. Produzidos em Manaus, os dois modelos são exportados para o país vizinho no formato CKD, ou seja, completamente desmontados.
[Por:Moto.com.br]
Versatilidade. Esta é a palavra que melhor define a FZ6N, a naked da Yamaha. Fácil de pilotar, o modelo conta com um motor bastante elástico e um chassi dupla trave superior injetado em alumínio, além do design arrojado – marcado pela dupla ponteira de escape sob a rabeta e pelo farol facetado que lembra o desenho de um diamante.
O sucesso da FZ6N, assim como de outras nakeds, vem do fato do estilo reunir o melhor de vários mundos do motociclismo. No dia-a-dia, a moto é bastante funcional, porém não chega a ter a agilidade de uma street de baixa cilindrada. Na estrada, a FZ6N não é uma touring, mas oferece bom nível de conforto e transmite muita segurança.
Para quem gosta de acelerar na pista, esta Yamaha não é uma superbike, porém não fica devendo nada pra ninguém, já que seu motor é derivado da YZF R6, esportiva de média cilindrada da marca dos três diapasões.
Sucesso de vendas na Europa e fabricada no Brasil, a Yamaha FZ 6N é vendida por cerca de R$ 35 mil. Em relação às concorrentes do segmento, o modelo Yamaha está no meio termo. A Suzuki Bandit 650 N custa R$ 32.000 e a Honda CB 600F Hornet custa entre R$ 34.100 (standard) e R$ 36.600 (equipada com freios ABS). Já a recém-chegada Kawasaki Z 750 sai por cerca de R$ 40 mil.
Motor com bom rendimento
Exposto como manda a receita naked e com quatro cilindros em linha, o motor de comando duplo no cabeçote (DOHC) da FZ6N tem 600 cm³ de capacidade. Alimentado por injeção eletrônica, o propulsor tem refrigeração líquida e desenvolve 98 cv de potência máxima a 12.000 rpm e torque de 6,44 kgf.m a 10.000 rpm.
Apesar de os números de desempenho não sugerirem, o motor oferece torque desde as baixas rotações. A engenharia da marca retrabalhou esse motor oriundo de uma superesportiva para torná-lo mais civilizado. Porém, quando se gira o acelerador, o caráter esportivo volta a falar alto e os ponteiros do conta-giros sobem rapidamente. Em ultrapassagens, nem é necessário reduzir uma marcha.
O motor responde vigorosamente.
O câmbio, aliás, é outro ponto positivo dessa FZ6N. Preciso e de acionamento suave, está bem escalonado para o uso urbano. A cidade é o ambiente dessa naked. Seu guidão elevado sobre a mesa proporciona bastante esterço e agilidade para driblar os congestionamentos.
Agora, se a idéia é usar o modelo para viajar, o motociclista - solo ou com garupa - contará com o conforto do banco em dois níveis e também com posição de pilotagem bem natural, que não cansa o piloto em longas viagens. Pode-se manter velocidade de cruzeiro de 120 km/h com bastante tranqüilidade, sem forçar e com economia de combustível. Além disso, a moto oferece boa autonomia, já que o tanque tem capacidade para quase 20 litros. Na estrada, a única coisa que incomoda é o vento acima dos 140 Km/h.
Suspensão e freios
Com motor fixado ao quadro, a FZ6N oferece uma boa centralização de massa, o que contribui para maior equilíbrio e estabilidade da moto. Para ajudar neste trabalho, a FZ6N conta com o tradicional garfo telescópico na dianteira e uma balança monoamortecida na traseira.
Ambas com 130 mm de curso. Com este conjunto bem calibrado, o resultado não poderia ser outro: conforto e esportividade na medida certo para o uso diário, já que copia com muita propriedade os pisos irregulares.
Neste modelo devemos destacar também a eficiência do sistema de freios. A naked da Yamaha conta com dois discos ventilados de 298 mm de diâmetro na frente, equipados com pinças monobloco de dois pistões. Na traseira, disco simples de 245 mm e pinça de um pistão. Com este conjunto, a frenagem é bastante progressiva. Quando exigida ao extremo, dá conta do recado.
Para transmitir mais segurança e estabilidade, as rodas de liga leve são calçadas com pneus, sem câmara, 120/70 R17 na dianteira e 180/55 R17 na traseira.
Estilo e funcionalidade
No projeto da FZ6N a grande preocupação dos engenheiros da Yamaha foi unir estética à funcionalidade. Prova disso está no desenho do painel que tem a finalidade de reduzir a turbulência e ruído do vento, além do assento da garupa com alças laterais e pedaleiras mais elevadas em alumínio e compartimento sob o banco para acomodar as ferramentas e trava de roda.
Não podemos deixar de citar o quadro de alumínio, que “abraça” o tanque e o motor. Belo e resistente, o chassi da moto é moldado por um processo que dispensa soldas e elimina 30% do ar encontrado na liga de alumínio. Assim, o quadro da FZ6N é mais rígido e leve, se comparado ao processo tradicional de produção.
Para completar esta “autêntica” naked, o painel de instrumentos é completo e semelhante ao da irmã maior, a Yamaha FZ1. Conta com tela de cristal líquido, que traz várias informações como, por exemplo, velocímetro, hodômetro total e dois parciais, nível de combustível, relógio e temperatura. Já no mostrador analógico o piloto pode conferir as rotações do motor, além das luzes indicadoras de combustível na reserva, neutro, picas, farol alto e ativação do sistema de imobilização.
Ficha Técnica:
Motor: Dohc, 4 Tempos, 4 Cilindros paralelos, refrigerado a água
Cilindrada: 600 cm3
Potência: Máxima 98 Cv A 12.000 Rpm
Torque Máximo: 6,44 Kgf.M A 10.000 Rpm
Diâmetro X Curso: 65,5 mm X 44,5 mm
Sistema De Alimentação: Injeção Eletrônica
Taxa De Compressão: 12,2:1
Sistema De Partida: Elétrica
Câmbio: 6 Velocidades
Transmissão: Final corrente
Capacidade Do Tanque: 19,4 Litros
Quadro: Dupla trave superior em alumínio
Suspensão Dianteira: Garfo telescópico, com 130 mm de curso
Traseira: Balança de amortecimento hidráulico, com 130 mm de curso
Freio Dianteiro: Duplo Disco Ventilado de 298 mm de diâmetro
Traseiro: Disco ventilado de 245 mm de diâmetro
Pneu Dianteiro: 120/70 Zr17m/C (58w)
Traseiro: 180/55 Zr17m/C (73w)
Dimensões: (C X L X A) 2.095 mm X 755 mm X 1.085 mm
Distância Entre-Eixos: 1.440 mm
Altura Mínima Do Solo: 145 mm
Altura Do Assento: 795 mm
Peso Seco: 180 Kg
Cores: Preta e prata
Preço: R$ 34.504,00
Aldo Tizzani e Arthur Caldeira
FOTOS: Gustavo Epifanio
[Por: MOTO.com.br / Agência Infomoto]
Motocicleta da Yamaha desenvolvida para o Brasil custará 3 399 libras
Já presente em grande parte da Europa, a Yamaha Fazer 250 estará presente agora na terra da rainha. A novidade acaba de ser apresentada pela marca dos diapasões no Reino Unido e lá a nossa Fazer receberá o nome de YBR 250.
A exemplo a YBR 125, a Fazer é um projeto feito especialmente para o Brasil. Em seu lançamento, em 2006, tratou-se da 1ª 250 da marca com injeção eletrônica no mundo. A marca acredita que existe demanda por este produto na Grã-Bretanha e expectativa é brigar com a Kawasaki Ninja 250R.
A YBR 250 custará 3 399 libras, equivalente a R$ 11 000.
Rafael Miotto
Imagens divulgação
[Por:Motociclismo Online]
Maxiscooter da marca dos diapasões seria equipado com motor tricilíndrico
A praticidade e elegância encontrada em um scooter são privilégios que o público brasileiro já está sabendo apreciar. Os números do mercado nacional mostram essa nova tendência, tanto que em 2008, o Suzuki Burgman 125 vendeu 21 528 unidades no país. Na Europa, o T-Max 500 da Yamaha é o mais vendido de sua categoria de média cilindrada e a marca japonesa deve apresentar uma grande novidade em breve.
Informações obtidas por nossa equipe no velho continente indicam que a marca dos diapasões está trabalhando no desenvolvimento de um T-Max de maior cilindrada. Utilizando como base a mesma parte ciclística, contudo, com uma grande mudança em seu coração. O motor passaria do atual bicilíndrico de 500 cm³ para um novíssimo tricilíndrico de 750 cm³.
O maxiscooter ainda não foi confirmado pela Yamaha, porém, a fotomontagem disponível dá uma ideia do como pode ser a nova máquina. Baseando-se no T-Max atual, o designer J.M. Guerin “deu vida” a versão com motor maior. O resultado ficou muito perto do que esperamos ser o scooter. Se chegar ao mercado, O T-Max 750 deve tornar-se um novo best-seller e quem sabe não chega ao Brasil?
Rafael Miotto
Imagens MPIB
[Por:Motociclismo Online]
A Yamaha YZF R1 2009 – com seu revolucionário virabrequim do tipo crossplane, utilizado nos motores V8 de carros – conseguiu sua primeira vitória em provas de longa duração.
Após quatro anos de jejum da marca dos diapasões, a equipe Yamaha Austria Racing Team venceu a famosa corrida das 24 horas de Le Mans, disputada em 19 de abril, na França. A moto vencedora da prova foi guiada por Steve Martin, Igor Jerman e Gwen Giabbani.
[Por:Moto.com.br]
Motocicleta recebeu visual diferenciado e inovações em sua parte ciclística
Apresentada como um conceito em 2004, a MT-01 parecia não ter muitas chances de ser produzida em série, devido ao seu estilo inovador. Porém, a Yamaha apostou na motocicleta e a colocou à venda. Inclusive, podemos encontrá-la no Brasil por cerca de R$ 52 618. Para dar um toque a mais em sua muscle bike, a marca dos diapasões acaba de lançar no exterior uma versão limitada da máquina: a MT-01 SP.
Basicamente, trata-se da mesma motocicleta, mas a Yamaha caprichou nos detalhes. Mantém o motor bicilíndrico refrigerado a ar, capaz de alcançar 90 cv a 4 750 e 15,3 kgfm a 3 750. As modificações começaram nas suspensões: o garfo dianteiro de 43 mm foi especialmente desenvolvido pela Öhlins para a MT-01. Já o amortecedor traseiro está mais confortável e estável.
A moto da Yamaha está equipada de série com pneus Pirelli Diablo Rosso de medidas 120/70-17 (dianteiro) e 190/50-17 (traseiro). Com isso, a MT-01 passa a ser mais esportiva e mostrar mais aderência ao asfalto. Outra mudança ocorreu no guidão, que passou de 25,4 mm de diâmetro para 28,6 mm na SP.
Além das mudanças nos equipamentos, a SP recebeu novidades em sua estética. Possui um tanque bicolor pintado de branco e vermelho, passando a ideia de uma moto especial. O vermelho também aparece em detalhes no assento e a Yamaha abusou nos cromados e deu rodas douradas à moto.
Rafael Miotto
Imagens divulgação
[Por:Motociclismo Online]
A Yamaha XT 660R reina absoluta no segmento trail. Em 2008 foram vendidas 2.569 unidades da ‘topa-tudo’ da marca nipônica. O número representa que a on/off-road da Yamaha detém 48,24% de seu nicho de mercado, deixando para trás pesos-pesados como a Suzuki DL 1000 V-Strom, as BMW R 1200 GS e F 800/650 GS e a Honda XL 1000V Varadero.
Para se manter no topo, a versão 2009 da XT 660R apresenta várias novidades. Adotou nova cor — vermelha — e grafismos, além de protetores de escape. No tanque foram aplicados adesivos mais modernos e arrojados.
Para uma maior harmonia, a barra externa dos amortecedores dianteiros, a balança da suspensão traseira, os protetores dos escapamentos e aros em alumínio estão pintados em preto.
O vermelho “Ferrari” causou certa estranheza entre os fãs da marca. Alguns alegam que a moto perdeu sua identidade, ou melhor, a cor azul, que sempre foi uma referência da Yamaha nas pistas. Polêmicas à parte, a trail XT 660R tem outro fator que conta, e muito, a seu favor: o preço de R$ 27.273.
Só para comparar, a BMW F 650 GS Standard custa R$ 44.900. Com o “troco” de R$ 17.627, o motociclista pode fazer o seguro da moto e ainda investir em equipamentos de segurança.
Motor
A XT 660R apresenta um leve e compacto motor monocilíndrico. Equipado com sistema de injeção eletrônica e arrefecimento líquido, o propulsor é capaz de gerar 48 cv de potência máxima e 5,95 kgf.m de torque.
O cabeçote da motocicleta traz quatro válvulas e o cilindro tem revestimento cerâmico. Além disso, o pistão é forjado. Itens herdados dos modelos de competição da Yamaha. Já o câmbio de cinco velocidades oferece engates precisos.
Na prática, o motor impressiona pela resposta rápida desde as baixas rotações e também por sua força, seja para retomadas de velocidade em saídas de curvas, para uma ultrapassagem segura ou até para encarar uma bela subida. Ou seja, quando o motociclista precisa “dar motor”, a moto está pronta para responder.
Na terra, a XT 660R é um “trator”. Com o auxílio dos pneus Metzeler Tourance — de uso misto —, a trail oferece boa dirigibilidade em estradas não-asfaltadas. No asfalto, a velocidade máxima chegar a 170 km/h. Porém, a 100 km/h o consumo é de 20 km/l.
Para se adequar à terceira fase do Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (Promot), a Yamaha instalou uma sonda Lambda. O dispositivo analisa os gases do escapamento e corrige eventuais falhas por meio da central eletrônica que monitora o sistema de injeção de combustível.
Ciclística
Se o motor é robusto e confiável, a ciclística oferece também conforto e segurança ao piloto. Com 165 quilos de peso a seco, a XT 660R é montada sobre um chassi tubular em aço. Equilibrada e bastante versátil, a trail da Yamaha é uma guerreira que enfrenta qualquer tipo de terreno, seja no fora de estrada ou na “selva de pedra”, rodando entre os carros, enfrentando enchentes etc.
Na dianteira, roda de alumínio de 21 polegadas. O sistema de freio tem disco flutuante com 298 mm de diâmetro, além da suspensão dianteira Paioli, com 225 mm de curso. Na traseira, roda de aro 17 polegadas, disco de freio de 245 mm de diâmetro, com pinça simples com o pistão da grife Brembo e suspensão monocross, com um curso de 200 mm, ajustável em cinco posições.
O sistema de freios é eficiente e o conjunto de suspensões cumpre bem seu papel: absorve imperfeições como buracos e lombadas na cidade, e mantém a tração na roda traseira em estradas de terra.
Outro diferencial é o painel de cristal líquido, multifuncional. É possível visualizar rapidamente várias informações para uma boa pilotagem: velocidade, hodômetro total ou parcial. Também estão disponíveis dados sobre temperatura e estado do motor, piscas, combustível na reserva, luz alta, ponto morto e luz espia para indicar a ativação do sistema de imobilização. Em uma viagem noturna, o farol oferece boa iluminação. O ponto negativo é a ausência de conta-giros no painel.
História
A família XT, que começou na década de 70 com as XT 500 e chegou até a XT 600E, sempre teve como proposta um modelo para os motociclistas que querem ir a qualquer lugar e não dispensam a imagem forte e robusta que essas motos transmitem. Com a XT 660R não foi diferente.
Lançada em 2004 na Europa, a 660R chegou aqui no ano seguinte e foi a primeira motocicleta fabricada no Brasil a ser equipada com o sistema eletrônico de alimentação.
Ficha Técnica
Motor: Monocilíndrico, OHC, 4 tempos, 4 válvulas por cilindro,
Refrigeração: Líquida
Capacidade cúbica: 660 cm³
Potência máxima: 48 cv a 6.000 rpm
Torque máximo: 5,95 kgf.m a 5.250 rpm
Câmbio: 5 velocidades
Transmissão final: Corrente
Alimentação: Injeção eletrônica
Partida: Elétrica
Quadro: Berço semiduplo
Suspensão dianteira: Garfo telescópico com 225 mm de curso
Suspensão traseira: Balança monoamortecida, monocross, com 200 mm de curso
Freio dianteiro: Disco de 298 mm de diâmetro
Freio traseiro: Disco de 245 mm de diâmetro
Pneu dianteiro: 90/90-21 m/c 54 s
Pneu traseiro: 130/80-17 m/c 65 s
Comprimento: 2.240 mm
Largura: 845 mm
Altura: 1.230 mm
Distância entre-eixos: 1.505 mm
Distância do solo: 210 mm
Altura do assento: 865 mm
Tanque de combustível: 15 litros
Peso seco: 165 kg
Cores: vermelha e preta
Preço: R$ 27.273
Fotos: Caio Mattos.
[Por:Agencia Infomoto]
Seguindo a onda de redução dos preços, baseado na isenção da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), as montadoras Yamaha e Suzuki divulgaram suas novas tabelas de preços.
A redução de 3% do valor total, anunciada nesta semana pelo governo e válida até o mês de junho, vale somente para motocicletas até 150cc.
YAMAHA
Factor YBR 125K
R$ 5.437
R$ 5.600 (Anterior)
Factor YBR 125E
R$ 6.029
R$ 6.210 (Anterior)
Factor YBR 125ED
R$ 6.393
R$ 6.585 (Anterior)
XTZ 125 K
R$ 6.809
R$ 7.013 (Anterior)
XTZ 125 E
R$ 7.589
R$ 7.817 (Anterior)
XTZ 125 XK
R$ 7.020
R$ 7.231 (Anterior)
XTZ 125 XE
R$ 7.791
R$ 8.025 (Anterior)
TTR 125 E
R$ 5.825
R$ 6.000 (Anterior)
TTR 125 LWE
R$ 6.893
R$ 7.100 (Anterior)
SUZUKI
Yes 125
R$ 5.034
Intruder 125
R$ 4.549
Burgman 125
R$ 5.585
[Por:Moto.com.br]