A BMW Motorrad apresenta seu novo modelo de alto desempenho, a BMW S 1000 R, baseada na superesportiva BMW S 1000 RR. Lançada na Europa no início de dezembro, a moto estará disponível no mercado nacional no primeiro semestre de 2014 ainda sem preço sugerido.

Segundo a marca alemã, este novo modelo naked oferece a condução dinâmica de uma superbike, com o estilo emocionante de uma roadster. Com visual agressivo, a BMW S 1000 R estabelece novos padrões no segmento. Para proporcionar um desempenho equilibrado, com respostas eficientes no trânsito urbano e alta performance na estrada, seu motor de 999 cc e quatro cilindros – o mesmo que equipa a BMW S 1000 RR – passou por ajustes para alterar o torque e a potência em baixas e médias rotações. A potência máxima de 160 hp é atingida a 11.000 rpm e o torque de 112 Nm a 9.250 rpm. Até 7.500 rpm, esta versão do motor desenvolve 10 Nm a mais do que a BMW S 1000 RR.

O modelo traz, de série, ASC (Controle Automático de Estabilidade), DTC (Controle Dinâmino de Tração) e freios Race ABS. A versatilidade e o excelente desempenho são garantidos pelos diferentes modos de condução “Rain” e “Road” que, dependendo das condições do piso – baixa aderência ou pista seca, respectivamente –, altera automaticamente as curvas de potência e torque.

A exemplo do design e dos componentes esportivos, o painel da BMW S 1000 R também foi inspirado nas motos de competição. O visor de LCD traz instrumentação completa, com conta-giros analógico, velocímetro, indicação de nível de combustível, autonomia e todos os dados de funcionamento da motocicleta, como marcha e modo de condução, além do sistema shift light, que indica o momento ideal para as trocas no câmbio de seis velocidades.

Com 207 kg em ordem de marcha, a BMW S 1000 R é uma das motos mais leves em sua categoria. As rodas são de alumínio aro 17”, com pneus nas medidas 120/70 ZR 17 na dianteira e 190/55 ZR 17 na traseira. Em relação à BMW S 1000 RR, a distância entre-eixos foi aumentada em 22 mm, chegando a 1.439 mm, o que resultou em aumento de tração e estabilidade, além de aprimorar a resposta de direção e o conforto.

A BMW S 1000 R estará disponível nas cores vermelha, azul (metálica) e branca e seu preço será anunciado próximo à ocasião do lançamento.

[Por:Moto.com.br]

Estreia no dia 20 de dezembro no circuito internacional de cinemas a superprodução Dhoom 3: Back In Action com a participação especial das motos da marca alemã BMW K 1300 R e S 1000 RR em mais uma sequência da franquia sobre a gangue de motociclistas que planeja grandes golpes milionários.

Dhoom 3 tem assinatura de Bollywood (espécie de Hollywood da Índia) com direito a grandes efeitos especiais em pegas de motos e cenas impressionantes de ação. O sucesso das telas transformou o filme em jogo para smartphones, disponível para download no iTunes, Google Play e Windows Store.

Ao menos por enquanto não há informações sobre a distribuição e a data de lançamento do terceiro filme da badalada saga policial indiana Dhoom 3 nos cinemas brasileiros.

[Por:Moto.com.br]

A BMW Motorrad do Brasil convoca os proprietários das motocicletas BMW K 1600 GT e BMW K 1600 GTL, fabricadas entre fevereiro de 2011 e março de 2012, a comparecer a uma concessionária autorizada para realização gratuita da reprogramação do sistema eletrônico (software) de gerenciamento do motor.

Esta medida se dá pela possibilidade de ocorrer alteração do funcionamento do motor em razão de falha em seu módulo de gerenciamento eletrônico. Em caso de problema, o motor da motocicleta poderá ser desligado de forma inesperada durante a pilotagem, o que pode causar acidente e danos físicos e materiais ao condutor, passageiro e terceiros.

O serviço poderá ser realizado pelo cliente a qualquer momento e o atendimento terá início imediato. O tempo para a realização do serviço é de aproximadamente uma hora. Mais informações podem ser obtidas pelo Serviço de Atendimento ao Cliente BMW (0800 707 3578), de 2ª a 6ª feira, das 8h às 19h, ou pelo site bmw-motorrad.com.br.

Númeração de chassis envolvidos no recall

K 1600 GT – de ZY40347 até ZY45376

K 1600 GTL – de ZZ13269 até ZZ18224

[Por:Moto.com.br]

A BMW também trouxe novidades durante o Salão de Milão, a principal delas é a apresentação da inédita S 1000 R, a primeira versão sem carenagens (naked) da esportiva S 1000 RR. Além deste modelo a marca renovou a R 1200 RT.

A naked S 1000 R, possui o mesmo motor da superesportiva da marca, porém, com 162 cv de potência máxima, ou seja, 40 cv a menos.  Isso aconteceu devido à montadora querer um modelo com mais torque em baixas e médias rotações, para permitir um melhor desempenho tanto na cidade como na estrada. Seu torque é de 11,42 kgm.f a 9.250 rpm.

O design desta naked impressiona, a parte frontal destaca-se por ter um farol duplo e uma pequena bolha. O restante da moto é praticamente o mesmo da S 1000 RR, quadro com novas medidas de caster e trail, balança da suspensão traseira e bengalas dianteiras, painel e banco.

Sobre a tecnologia embargada no modelo, virá com itens de série como controle automático de estabilidade ASC, modos de pilotagem, controle de tração com modos Dynamic e Dynamic Pro, ABS Race e suspensão eletrônica opcional.

Já a R 1200 RT, modelo da categoria touring, recebeu novo visual semelhante ao da K 1600. Possui um novo motor derivado do mesmo que equipa a R 1200 GS capaz de gerar 126 cv de potência e torque de 12,71 kgmf.

[Por:Moto.com.br]

A fabricante alemã BMW Motorrad apresenta em grande estilo no museu da marca em Munique, na Alemanha, as linhas definitivas da R nineT 1200, modelo custom que segue a fórmula das lendárias Café Race, seguindo as propostas esportivas da clássica BMW R 32. A orientação para o desenvolvimento da nineT partiu do projeto Concept Ninety do bike designer americano Roland Sands exibida com estrondoso sucesso pelo mundo.

A nova BMW R NineT foi criada especialmente para marcar os 90 anos da fabricação de motos da marca alemã irradiando purismo e esplendor em uma moto emblemática, com brilho e destaque nos aspectos essenciais e com a exclusividade dos produtos feitos a mão.


A nova roadster da BMW segue o estilo da lendária BMW R 32 e desponta com o poderoso motor Twin Flat Boxer 1.170 cm³, com sistema de refrigeração combinado de ar e óleo. O propulsor produz números compatíveis com sua proposta, oferecendo uma potência de 110 cavalos a 7.750 rpm e torque de 11,9 kgfm a 6.000 rpm.

O chassi de aço tubular foi desenvolvido especialmente para a R nineT e a capa de alumínio traseira é oferecida como acessório remetendo um item das míticas Café Race. O sistema de escapamento tem assinatura da Akrapovic, feito em liga de titânio com dois elementos.

No conjunto de suspensão, a R nineT usa o garfo telescópico da superbike S 1000 RR, resultando em uma bela combinação de soluções modernas com visual clássico Na traseira, o sistema é do tipo braço oscilante com conjunto monoamortecido com estrutura central.

As rodas de liga leve são aro 17. Já o sistema de freios ultra moderno e esportivo da marca Brembo conta com discos de 320 mm com reforço eletrônico do sistema de antitravamento das rodas ABS.

O tanque de combustível é de alumínio e tem capacidade informada para até 18 litros. Ainda há vários componentes na R nineT com componentes de alumínio forjado, como a tampa do motor e suporte do guidão. O preço de tamanha exclusividade não foi divulgado, mas a expectativa é de que os valores pedidos para a moto fiquem na faixa de 18 mil euros.

[Por:Moto.com.br]

Quando falamos em motocicletas da BMW resgatamos no pensamento o sinônimo de qualidade que uma marca Premium oferece, no entanto, já faz alguns anos que não é necessário gastar “rios” de dinheiro para ter uma na garagem de sua casa. Prova disso é a G 650 GS, modelo de entrada que faz sucesso há muitos anos pelo mundo e custa aqui no Brasil R$ 29.800.

Ela reúne características que com certeza fazem a diferença para o consumidor na hora da compra de uma bigtrail, mesmo não sendo a moto mais ágil e esportiva da categoria. Entenda o porquê em nossa avaliação sobre este modelo.

Itens de série
A grande façanha da BMW G 650 GS contra suas concorrentes é sem dúvidas os itens de série oferecidos pela marca. A começar pelo sistema de freios bastante eficiente com ABS. O traseiro é um pouco sensível, qualquer freada mais forte você sente o sistema eletrônico acionado. Porém, o melhor do ABS é a opção de manter ligado o tempo todo ou desligá-lo quando utilizar, por exemplo, fora da estrada.

Sem contar ainda que a marca alemã equipa todas suas motos com mangueiras do tipo aeroquip, que evita a fadiga dos freios e melhora a frenagem. Outro item que também conta ponto a favor da BMW G 650 GS  é o aquecedor de manopla com dois níveis de aquecimento. Utilizei durante dois dias frios e posso garantir que é ótimo, principalmente para quem mora na região sul do país ou regiões serranas.


O painel é um dos poucos acessórios que deixou a desejar na motocicleta. Ainda possui o velocímetro analógico com as informações de relógio, hodometro total e parcial e conta giros digital. Faltou o marcador de combustível, que até poderia vir acompanhado de indicador de marcha. Ele só alerta quando a moto bate reserva. Há também uma pequena luz vermelha localizada acima do painel digital que só acende quando a moto precisa trocar de marcha, é um item interessante e perceptível.

Outro detalhe que muitos consumidores gostam na G 650 GS é a fácil regulagem da suspensão traseira. Basta girar a alavanca localizada do lado direito da moto para endurecer ou deixar mais solta a suspensão. Ela se mostrou bastante interessante e prática, principalmente quando fui acompanhado do garupa, quando dei uma enrijecida. O conjunto de suspensão dianteiro também atendeu bem as exigências, seu curso de 170 mm de curso trabalha suavemente mesmo em terrenos acidentados.

No entanto, quem utiliza bastante a moto em estradas de terra deve tomar muito cuidado, pois o conjunto de pneus street fica muito liso em terrenos fora de estrada. Há a opção da versão Sertão, que conta com rodas maiores e pneus de uso misto.

Motor
Com um propulsor monocilíndrico de 652 cm³ a G 650 GS faz parte da família “vibra-vibra”. Mas não se assuste, pois não é coisa de outro mundo, sendo normal em todas as motos da categoria de um cilindro. Na estrada o ideal é rodar na velocidade cruzeiro de 120 km/h, pois as vibrações são imperceptíveis, mas até os 140 km/h ela vai bem. Velocidades acima disso podem ser perigosas, senti a moto não muito estável, além de aumentar consideravelmente as vibrações.

Este propulsor gera 50 cv de potência máxima a 6.500 rpm e torque de 6,1 kgmf. É ideal para quem deseja uma moto com respostas rápidas para andar no dia a dia, além de poder pegar a estrada com certo conforto.

O banco em dois níveis permite uma melhor posição de pilotagem transmitindo mais conforto ao piloto, no entanto para o uso off-road é um pouco pior, pois não há como sentar próximo ao “tanque”, que na verdade é apenas um compartimento do sistema elétrico, o tanque de combustível fica centralizado no chassi.

Seu peso em ordem de marcha é de 193 kg, e mesmo assim a moto fez a média de 21,5 km/l de combustível, uma boa média para um modelo de 650 cilindradas.

Conclusão
Sem dúvidas a G 650 GS é uma boa opção para o segmento trail, sendo seus itens de série como grande diferencial para brigar na categoria. O preço do seguro também favorece a moto da BMW, pois é muito mais em conta do que outras concorrentes. Por cerca de 30 mil reais, você pode ter uma grande moto na garagem de sua casa!

O jornalista utilizou Capacete LS2, Jaqueta e Luvas Race Tech e calça HLX

Cotação de Seguro (*)
À vista: R$ 1.519,86
Franquia: R$ 4.054,76

(*) Perfil médio: Homem, 25 a 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, morador de São Paulo e com residência em região razoável (bairro da zona sul ou zona oeste, por exemplo).

Agradecimento
Cycle Assessoria e Corretora de Seguros
(11) 3159-0733

Ficha Técnica
Motor Monocilindro / 4 válvulas / DOHC / 652 cc refrigeração líquida
Alimentação: injeção eletrônica
Ignição: eletrônica
Partida: elétrica
Diâmetro/curso (mm): 100/83
Taxa de compressão: 11,5:1
Potência (cv a rpm): 50 a 6500
Torque (mkgf a rpm): 6,1 a 5 000
Câmbio 5 marchas, transmissão final por corrente
Chassi Quadro: dupla trave de aço, com berço
Suspensão Dianteira: telescópica convencional com 41 mm de diâmetro e 170 mm de curso
Suspensão Traseira: balança monoamortecida com regulagem de pré-carga de mola e 165 mm de curso
Freios Dianteiro: disco simples de 300 mm e caliper de 2 pistões (ABS)
Freios Traseiro: disco de 240 mm e cáliper de pistão simples (ABS)
Pneus Dianteiro: 110/80-19
Pneus Traseiro: 140/80-17
Dimensões:
Comprimento (cm) 216,5
Altura/largura (cm) 177/92
Entre-eixos (cm) 152
Peso (kg) 175
Vão-livre (cm) 23
Altura do assento (cm) 78
Tanque (l) 14
Desempenho
0-100 km/h (s) 6,4

[Por:Moto.com.br]

 

 

O Salão Duas Rodas 2013, encerrado no último dia 13, mostrou que o mercado dos scooters deverá crescer bastante no mercado brasileiro nos próximos anos. Marcas como Honda, Yamaha, Dafra, Kawasaki (através da Kymco), Keeway e até a BMW mostraram suas novidades para o público que curte uma moto com câmbio automático, versátil e confortável para o dia-a-dia. Mas, entre todas as atrações, sem dúvida as que chamaram mais a atenção foram as maxiscooters Yamaha T-Max 530 e BMW C600 Sport, desenvolvidas também para o uso esportivo em estradas. A japonesa chega agora em dezembro, enquanto a alemã está prevista para o primeiro trimestre de 2014. O que esperar desta briga?

A BMW criou sua linha de maxiscooters no final de 2011 justamente para enfrentar a Yamaha com seus T-Max. Para o Brasil, porém, ambas escolheram apenas um modelo para representá-las: o C600 Sport no caso da alemã (há também a C650 GT, mais touring) e o T-Max 530 no caso da japonesa. A Yamaha já definiu o preço em R$ 42.500 para sua representante, valor salgado, mas certamente abaixo da rival. Em conversa com a reportagem de CARPLACE, o diretor da BMW Motorrad Brasil, Federico Alvarez, já adiantou que “não somos Yamaha”. Ou seja, espere algo em torno dos R$ 50 mil, ao menos enquanto o scooter for importado – por enquanto não há planos de montá-lo por aqui.
O C600 Sport, porém, traz alguns extras para justificar o preço mais elevado. Há por exemplo faróis com luz diurna de LEDs (opcional), para-brisa regulável em altura e mimos como aquecimento das manoplas e do banco. Fora isso, o motor bicilíndrico de 650 cc rende 60 cv e 6,7 kgfm, prometendo ronco esportivo mesmo aliado ao câmbio automático CVT. Outra sacada fica por conta do flexcase, um recurso que permite ampliar o espaço debaixo do banco abrindo-se o fundo móvel do compartimento, quando a moto está estacionada – elevando a capacidade para dois capacetes integrais, contra apenas um do T-Max.
Já o T-Max chegou à quarta geração no final do ano passado, e entre as melhorias ficou mais potente. O motor bicilíndrico agora chegou a 530 cc (ante 500 cc da versão anterior), produzindo 46,5 cv de potência e 5,3 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático do tipo CVT. Tanto ele quanto o BMW trazem freios com disco duplo na dianteira e simples na traseira, com ABS.

 

[Fonte:Carplace]

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