O anúncio que o GP da Inglaterra de Fórmula 1 vai mudar de Silverstone para Donington Park poderá fazer com que a MotoGP siga o caminho contrário. A etapa britânica que está em Donington desde 1987, poderá passar para Silverstone a partir de 2010.

“Estamos conversando com Silverstone, mas não tomamos nenhuma decisão ainda. Nosso contrato com Donington termina em 2009, e tem sido nossa parceira por muitos anos, então terá prioridade”, declarou Carmelo Ezpeleta, chefe da categoria.

“Mas no final desse ano ou no começo do ano que vem conversaremos sobre a possibilidade de ficar em Donington ou ir para outro lugar”.

“Os boxes foram reformados em Donington, mas tem problemas com o tamanho do Paddock. Talvez Silverstone seja um bom caminho para a MotoGP”, disse.

Com Donington Park prometendo 100 milhões de libras em investimento para receber a F1, várias melhorias serão feitas, mas ao mesmo tempo Silverstone fará de tudo para voltar a receber o circo milionário da Fórmula 1.

Atualmente, Donington Park é a pista favorita entre os pilotos, sendo um dos traçados de maior desafio no calendário da MotoGP. Ao contrário de Silverstone, que não favorece emoção para os espectadores, que não tem uma visão muito privilegiada da pista.

Entertanto, Donington também é alvo de críticas. Espectadores sempre reclamam do acesso ao circuito.

A etapa britânica do Mundial de Motovelocidade foi inaugurada em 1949 em Isle the Man que ficou até 1976, depois se mudou para Silverstone e ficou de 1977 a 1986, antes de chegar a Donington Park.

[Por: Moto.com.br]

Fotos de Motos

Moto DB7 Bimota Superbike Italiana

Nova Moto DBV4 da Aston Martin

BMW F800GS

BMW G450 X

CBR 1000RR

CB 500 Tuning

CB 500 Tuning

Harley-Davidson

Honda Shadow

Honda Shadow

Honda Shadow

Honda CB 600 Hornet

HP Mega Moto

Moto VW

MV Augusta

MVK

Norton

Quadriciclo

Moto Suzuki Bandit

Suzuki GSX 1000

VTX 1800

Yamaha V Max

Yamaha YZFR

Triumph Daytona

Réplica de moto de corrida ( homenagem ao Campeonato Mundial de Supersport)

Suzuki GSX 1300R Hayabusa

Suzuki GSX 1300R Hayabusa

( nova cor Laranja)

FY 250 (FYM motos)

[Por:Minha moto]

O segmento de motos street de até 150 cilindradas é o maior e mais concorrido do Brasil. Hoje, essas motos de baixa cilindrada representam mais de 80% do total de unidades vendidas por aqui. Entre tantos modelos pasteurizados em forma e conteúdo, a Traxx Joto JH125 pode ser uma opção para quem quer fugir do lugar comum.

Importado da China, o modelo desembarca no Brasil apresentando alguns diferenciais se comparado à concorrência: suspensão traseira monoamortecida, semicarenagem que envolve o conjunto óptico, semiguidões, freio a disco na dianteira e rodas de liga-leve. O preço sugerido é outro atrativo: R$ 5.399.

Com relação ao desenho, a Joto 125 da Traxx é uma salada de tendências registradas em outras motos: lanterna integrada à rabeta como na Honda CG, semiguidões e o escape esportivo muito semelhantes ao utilizado na Suzuki GS 500… Falando em Suzuki, o pára-lama é parecido com o da Yes 125. Já a semicarenagem lembra a usada pela Honda NX4 Falcon. O que não dá para entender é a instalação de um amperímetro no painel de instrumentos, em vez de um marcador de combustível. Coisas do mercado asiático. A Traxx é subsidiária da fábrica de motocicletas chinesa Jialing, como mostram os adesivos no modelo cedido para teste.

MOTORIZAÇÃO
Mas, na prática, como é pilotar a Jialing/Traxx JH125? A chinesinha está equipada com motor OHC, quatro tempos, arrefecido a ar com 133 cm³ de capacidade. O propulsor gera potência máxima de 13,1 cavalos a 8.000 rpm e o torque máximo de 1,07 kgfm a 6.500 rpm. O propulsor monociclíndrico tem bom rendimento — porém, quando chega aos 8.000 giros, o conjunto vibra demais, chegando a incomodar os pés do piloto, além de fazer barulho excessivo.

O câmbio de cinco marchas também merece mais atenção por parte da Traxx. Com engates não muito precisos, são necessárias várias tentativas para se colocar o câmbio no neutro nas paradas de semáforos.

CICLÍSTICA E ERGONOMIA
O conjunto de suspensão da unidade avaliada estava muito macio. Ele não absorve, e sim copiava, os solavancos e impactos com o solo. Uma grata surpresa é que a Joto está calçada com pneus Pirelli City Demon, em vez dos pneus chineses que costumam equipar as motos vindas do gigante asiático. Já os freios — disco na dianteira, com o acionamento hidráulico, e tambor traseiro — são “borrachudos”, ou seja, demoram muito para entrar em operação.

Um ponto positivo para o modelo Jialing importado pela Traxx é a ergonomia. O piloto que tenha em torno de 1,70 metro fica bem posicionado e roda com certo conforto. Já o painel de instrumentos não oferece boa visualização, pois o fundo branco “briga” com a moldura prata. Mas há várias informações: velocímetro, hodômetro parcial e total, rpm e indicador de marchas.

Kal

Carlos Alberto Cruz, mais conhecido como Kal, teve um final de semana difícil de esquecer. O atual vice-campeão da categoria Hornet chegou à Santa Cruz do Sul (RS) com um segundo lugar alcançado na primeira etapa do Brasileiro de Motovelocidade, em Interlagos (SP).

No treino de sábado, Kal andou forte e fez o melhor tempo, garantindo a pole position e o ponto extra para o campeonato. Mas a duas voltas do final da sessão, ele sofreu um acidente e quebrou e luxou a clavícula, deixando a moto também um pouco danificada.

“Depois de perder o título do ano passado por apenas um ponto, estou fazendo de tudo para conseguir a pole também”, declarou o piloto.

Apesar do acidente, o piloto de Jundiaí, interior de São Paulo, foi para a corrida no domingo superando as dores no ombro e também depois de um belo trabalho da equipe Motonil, que deixou o equipamento em perfeitas condições de correr.

Kal superou bem os problemas e chegou na terceira colocação, com Maico da Silva em primeiro e Alecsandre Brieda, o Doca, em segundo.
Porém, depois das vistorias técnicas, Doca foi desclassificado, pois o chicote de sua moto estava adulterado, fazendo com que Kal assumisse o segundo lugar da prova e a liderança geral do campeonato com 41 pontos.

“Foi uma corrida em que aconteceu de tudo. Estávamos andando muito bem no sábado, e quis dar uma forçada no final do treino quando veio a queda” disse Kal.

“No domingo me esforcei para me manter entre os primeiros, pois o ombro estava doendo bastante. Mas quando veio a notícia do segundo lugar, fiquei muito feliz. Tenho que agradecer demais a equipe, que me ajudou muito me incentivando e arrumando a moto depois do tombo” declarou.

A próxima etapa do Brasileiro de Motovelocidade acontece no dia 22 de junho em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Com dois meses de intervalo, Kal espera já estar totalmente curado da lesão.

“Acho que em um mês e meio já devo estar treinando forte para a próxima etapa em Campo Grande. Correr lá pra mim é uma satisfação, pois adoro o traçado e me sinto muito bem nesta pista”, finalizou.

Veja a classificação da categoria Hornet:
1) Carlos Cruz, 41 pontos
2) Maico Teixeira, 25
3) Alecsandre Brieda, 25
4) Paulo Cesar Defavari, 20
5) Luiz Cerciari, 20
6) Mauro Thomassini, 17
7) Gustavo Cecarelli, 17
8 ) Willian Pontes, 16
9) Gian Calabrese, 16
10) Octavio Santos, 13
11) Marcelo Rodrigues, 12
12) Marco Antonio Reis, 11
13) Murilo Ribeiro, 11
14) Carlos Mederos, 10
15) Hilario Casalinho, 8
16) Sergio Laurentys, 5
17) Hebert Zangrossi, 5
18) Gilberto Donini, 3
19) Fabio Peasson, 3

[Por:Moto.com.br]

Ama sx

Depois de um grave acidente nos treinos da última etapa do AMA Supercross, o líder do campeonato, Chad Reed, se valeu do benefício de estar entre os dez primeiros colocados da classificação para avançar automaticamente para a corrida, mas acabou chegando apenas na 12ª posição.

Com isso, o australiano da Yamaha, que tinha 26 pontos de vantagem para o segundo colocado, Kevin Windham, tem agora somente 16 tentos de “gordura”.

“Eu realmente não sei como eu corri nesta última etapa”, disse Reed. “Nunca deixei de correr por nada, mas essa foi a corrida mais difícil da qual já participei. Quando caí, achei que ia morrer. Vou atrás desse campeonato e estou aqui pra isso”.

Quando perguntado se iria correr a próxima etapa em St. Louis, Reed respondeu convicto: “Estarei lá”.

[Por:Moto.com.Br]

Stoner

O atual campeão da MotoGP, Casey Stoner, insiste que as recentes pilotagens de Michael Schumacher na Ducati sejam apenas por diversão, em alusão aos rumores sobre um possível interesse do alemão em correr seriamente de moto.

Schumacher se destacou com a Ducati GP8, a mesma usada por Stoner nas corridas da MotoGP, em Mugello no começo do mês, e ultimamente vem se interessando cada vez mais pelas duas rodas.

“Pelo que escutei, seu aproveitamento é quase excepcional, considerando que realmente nunca pilotou uma moto de corrida. Ele está apenas curtindo o momento”, disse o australiano.

Os rumores, cada vez maiores, são de que Schumacher receberia um convite para disputar uma etapa na MotoGP neste ano. Mas Stoner está convencido de que o tedesco ainda não tem condições de extrair todo o potencial da moto.

Quando perguntado sobre os testes do alemão com a Ducati, Casey responde: “Ele não está testando nada, está apenas pilotando uma moto e se divertindo”.

“Não importa o quanto de experiência ele tem na F-1, ele precisa aprender a pilotar uma moto mais rápido antes de dar palpites sobre o sistema eletrônico e suspensão”, declarou.

“Ele se aposentou da Fórmula 1 e está fazendo algo um pouco diferente. É a mesma coisa que eu querer pilotar carros depois da minha aposentadoria”, comparou.

[Por:Moto.com.br]

Sundown investe em publicidade

Sundow

Em coletiva de imprensa realizada ontem, em São Paulo, a Sundown, juntamente com a MPM Propaganda, lançou uma nova campanha publicitária que visa à inovação na abordagem da categoria de motocicletas, exaltando o “orgulho de ser motoqueiro”.

Com o hino de guerra “sou motoqueiro com muito orgulho com muito amor”, a fabricante visa enfrentar a concorrência e consolidar a sua presença no grupo de elite das marcas nacionais.

A empresa investiu cerca de R$ 15 milhões nesta nova ação de marketing, na qual aposta numa ousada proposta que exalta o orgulho de ser motoqueiro, que no dia-a-dia não tem vergonha de fazer um bom negócio na hora de adquirir uma moto.

“Com a forte concorrência no mercado de motos, o melhor preço não será um diferencial competitivo. É preciso conquistar o bolso e também o coração do consumidor”, reforça o gerente corporativo de marketing da Sundown Motos, Paulo Penido.

A campanha “É Sundown na cabeça” tem estréia em todo o país no dia 11 de abril com filmes e anúncios de mídia impressa e vai divulgar três modelos da marca: Web, Hunter 100 e STX.

“Essa campanha foi feita para as pessoas que amam motocicleta. Valorizamos o motoqueiro não em um tom pejorativo, mas como um consumidor que batalha e luta para ter o seu meio de transporte para o lazer e trabalho”, frisa o sócio diretor de criação, Aaron Sutton.

A Sundown registrou mês passado a venda de oito mil unidades e pretende nos próximos meses, com a campanha, chegar a 10 mil unidades comercializadas. E, segundo Paulo Penido, espera um crescimento nacional acompanhando o crescimento do Brasil. Além disso, a marca que conta com 245 concessionárias, pretende chegar a 300 lojas em todo o país.

[Por:moto.com.br]

moto

O diretor técnico da Ducati, Felippo Preziosi admitiu que a marca necessita melhorar a moto Gp8 para ajudar Marco Melandri nesta temporada.

Melandri ainda não configurou entre os dez primeiros nem nos treinos e nem nas corridas, enquanto seu companheiro de equipe, Casey Stoner, venceu na estréia no Catar e está em quarto na classificação geral.
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Preziosi disse que o acerto para Stoner é melhor e quer ver mudanças técnicas para Melandri obter melhores resultados.

“Marco Não consegue sentir a moto como gostaria e está sofrendo bastante porque os resultados estão longe do esperado”, disse Preziosi à revista italiana Motosprint. “Nossa moto tem as características de Casey, e assim fica difícil para ele”.

“A moto é muito agressiva, no ajuste e no motor, e Casey gosta dela assim porque permite a ele sentir mais a moto. Mas Marco não está bem com isso e necessita de uma moto menos agressiva”, declarou.

“Para ajudá-lo temos que fazer uma moto menos rígida nos chassis e menos agressiva na potência. Precisamos readaptar”.

Preziosi acredita que a Honda é a melhor moto nas pistas, mas está impressionado mesmo é com o começo do novato Jorge Lorenzo na categoria.

“Eu acho que a melhor moto é a que está liderando o campeonato”, disse. “Honda e Michelin sempre serão pontos de referência, assim como é Valentino Rossi para os pilotos”. Finalizou.

Por:Moto.Com.Br

No Brasil, discurso ecológico é só discurso. E não são poucos os que olham os ativistas verdes como uma espécie de bicho-grilo com banho tomado. Uma prova disso é que, depois de um ano de mercado, a primeira linha de veículos brasileiros movido a energia elétrica, da Motor-Z, permanece praticamente inédita no país.

Os cinco modelos de motonetas elétricas, produzidos em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, somaram apenas 2.000 unidades até agora. De qualquer forma, as pretensões da empresa são mesmo modestas: a idéia é vender os modelos para uso em condomínios fechados, lugares de tráfego leve e outras áreas fechadas, como fábricas e depósitos, por exemplo.

Os modelos da Motor-Z são movidos a baterias do tipo ácido-chumbo, as mesmas usadas nos automóveis. Com peças trazidas da China, fornecidas pela montadora local Jiangsu Motorcycle, a marca monta cinco modelos elétricos em esquema de CKD (recebendo as unidades desmontadas): o S500, o V500, o S800, o SS500 e o S1000, na ordem do mais simples para o “top”. Em todos eles, os dígitos representam a potência dos motores elétricos em Watts — que são de 0,68 cv nos motores de 500 Watts e de 1,09 cv no propulsor de 800 Watts.

 Motonetas elétricas ainda empacam em vendas fracas

Em comparação com os motores a combustão, são números pequenos. Um propulsor a gasolina de 50 cc produz até 3 cv de força. Em compensação, o torque dos propulsores elétricos é despejado integralmente desde o momento da arrancada até a velocidade máxima — em torno de 40 km/h, dependendo do peso do passageiro.

Para movimentar as unidades elétricas, cada scooter Motor-Z traz quatro baterias de 12 volts cada, que somam 48 volts todo e ficam alojadas sob o banco. A autonomia é de 40 km e leva-se até oito horas para recarregar as “pilhas” em tomadas de 110 ou 220 volts, com vida útil de 300 recargas.

Os preços são bons atrativos para as motonetas elétricas. Por exemplo, o scooter Motor-Z S500, o mais básico da gama, custa R$ 3.800, enquanto o “top” S1000 é vendido a R$ 5.400. A diferença de valores é justificada no fato do S1000 trazer dois motores de 500 watts, um no cubo da roda dianteira e outro na traseira. Os outros modelos trazem apenas na roda traseira.

A Motor-Z aposta na ampliação da rede de distribuidores para popularizar um pouco mais suas motonetas elétricas. Atualmente são 52 revendedores no país, número considerado pequeno pela empresa. Para contornar esta limitação, a Motor-Z decidiu tirar proveito do fato de seus veículos não precisarem ser emplacados, e passou a oferecer seus scooters elétricos pela internet, no portal www.motor-z.com.br. Dessa forma, pode entregá-los a domicílio, como se faz com qualquer produto comprado pela Web.

[Por: uol motos]

Lorenzo desbanca Rossi no 2º treino

Para a alegria da torcida local que ocupou as arquibancadas de Jerez de La Frontera, Jorge Lorenzo encerrou o primeiro dia de treinos livres para o GP da Espanha com o melhor tempo.

O atual bicampeão das 250cc e novo candidato a astro da MotoGP completou 28 voltas na segunda sessão desta sexta-feira, a mais veloz delas em 1min40s321.

Valentino Rossi, que liderava o ensaio até os instantes finais, garantiu a dobradinha da Fiat Yamaha ao concluir seus trabalhos na segunda posição, com uma marca somente 0s043 inferior a do companheiro.

Apesar de parceiros, vale lembrar que cada um corre com um fabricante de pneu. Lorenzo utiliza os calçados da Michelin, enquanto o “Doutor” guia com os compostos da Bridgestone.

Mais veloz pela manhã, Colin Edwards confirmou a boa forma da Yamaha Tech 3 no traçado espanhol, marcando o terceiro tempo. Atrás dele vieram os dois pilotos da Repsol Honda: Nicky Hayden e Daniel Pedrosa, respectivamente. Ambos neste fim de semana, ressalte-se, a bordo do modelo 2008 da montadora japonesa — no Catar, apenas Pedrosa utilizou a nova máquina nipônica.

Quem não teve razões para festejar hoje foi Casey Stoner. Segundo colocado na primeira sessão, o australiano da Ducati ocupou o sexto posto no treino vespertino. O resultado deveu-se muito a uma queda do campeão, que embora tenha escapado ileso do incidente, teve de encerrar sua preparação antes do previsto.

Outro que passeou pela brita foi James Toseland, bicampeão do Mundial de Superbike. O inglês obteve a oitava passagem, ficando logo atrás de outro novato da categoria, o italiano Andrea Dovizioso.

A decepção do ensaio mais uma vez ficou por conta de Marco Melandri, que não se encontra de jeito algum com o equipamento da Ducati. O italiano amargou o 15º lugar, à frente apenas da dupla da Team Alice e do australiano Anthony West, da Kawasaki.

Os próximos trabalhos da MotoGP em Jerez, palco da segunda etapa da temporada, acontecerão neste sábado, a partir das 6h00 (de Brasília). A classificação, também agendada para amanhã, começará às 10h00.

Treino livre 2:
1) Jorge Lorenzo (ESP/Fiat Yamaha/M), 1min40s321
2) Valentino Rossi (ITA/Fiat Yamaha/B), 1min40s364
3) Colin Edwards (EUA/Yamaha Tech 3/M), 1min40s584
4) Nicky Hayden (EUA/Repsol Honda/M), 1min40s673
5) Daniel Pedrosa (ESP/Repsol Honda/M), 1min40s815
6) Casey Stoner (AUS/Ducati/B), 1min40s877
7) Andrea Dovizioso (ITA/JiR Scot/M), 1min40s909
8 ) James Toseland (ING/Yamaha Tech 3/M), 1min41s028
9) Loris Capirossi (ITA/Rizla Suzuki/B), 1min41s157
10) Alex de Angelis (RSM/Honda Gresini/B), 1min41s189
11) Randy de Puniet (FRA/LCR Honda/M), 1min41s268
12) Chris Vermeulen (AUS/Rizla Suzuki/B), 1min41s303
13) Shinya Nakano (JAP/Honda Gresini/B), 1min41s393
14) John Hopkins (EUA/Kawasaki Racing/B), 1min41s519
15) Marco Melandri (ITA/Ducati/B), 1min41s825
16) Sylvain Guintoli (FRA/Alice Team/B), 1min42s115
17) Anthony West (AUS/Kawasaki Racing/B), 1min42s181
18) Toni Elias (ESP/Alice Team/B), 1min42s183

Legenda:
B = Bridgestone / M = Michelin.

 

[Por: Moto.com.br]

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