Desde o dia 12 de fevereiro, a Moto Traxx da Amazônia realiza em todas as suas redes de concessionárias do país o 1º “Traxx Direto da Fábrica”.
Durante o feirão, que terminará no dia 31 de março ou quando acabarem os estoques, os modelos Joto, Fly e Sky serão comercializados em média 20% abaixo dos valores praticados pela empresa na tabela de janeiro.
“Nosso objetivo é aumentar as vendas em 25% e, minimizando os efeitos da crise no setor, proporcionar maior oportunidade de compra ao consumidor, que continua muito interessado na aquisição desse tipo de veículo”, afirmou Rogério Scialo, diretor comercial e de marketing da Traxx.
De acordo com a marca pertencente ao China South Group, um dos maiores fabricantes de motocicletas do mundo, todos os veículos comercializados na venda direta de fábrica terão garantia total de dois anos.
Confira a tabela de preços:*
Sky 110: R$ 3.399
Joto 125: R$ 4.199
Fly 125: R$ 4.799
*A Star 50 não faz parte dessa promoção.
Motocicleta da Traxx surpreendeu no desempenho em nosso teste
Marca da gigante chinesa Jialing , que por sua vez pertence à China South Group — hoje a maior fabricante mundial de motocicletas —, a Traxx aposta todas suas fichas na Joto como representante da marca no principal segmento de motocicletas no Brasil, as utilitárias entre 125 e 150 cm³. E já podemos adiantar: a aposta tem tudo para dar certo. Produto top da empresa, o modelo apresenta soluções de design e caracteristícas técnicas até então inéditas no segmento.
E o melhor é que, diferentemente do que estamos acostumados a ver, no caso da Joto a funcionalidade e a eficiência dos equipamentos não ficaram em segundo plano. Sempre é bom lembrar que o visual é algo subjetivo, mas não podemos negar que o design deste modelo (principalmente a dianteira) chama a atenção em meio ao mar de motos que dominam as grandes cidades.
O conjunto formado pelo pára-lama, farol e a pequena carenagem, que incorpora uma bolha fumê, resulta bastante harmonioso e, de certa forma, contrasta com as laterais e a traseira, que seguem um estilo mais tradicional e conservador. O painel de fundo branco e visual moderno possui todas as informações necessárias e proporciona uma ótima visualização, mesmo à noite.
Depois de ficarem expostos a algumas horas de chuva, tanto o velocímetro quanto o conta-giros ficaram embaçados, mas tudo voltou ao normal assim qua a água parou de cair. A utilização de semiguidões — fixados a uma mesa com acabamento muito bom — trouxe um charme a mais sem prejudicar a posição de pilotagem, ainda que seja um pouco menos confortável que a CG e a YBR, as referências da categoria. O garupa também não passa apuros, já que o banco é confortável (aliás, para o piloto também), e tanto as pedaleiras quanto a alça de apoio estão bem posicionadas.
Rodando com a moto, logo notamos que o motor de exatos 133 cm³ responde rápido e impõe uma agilidade surpreendente, o que ficou comprovado nas medições de pista. Em aceleração, a Joto obteve números quase iguais aos de Titan e Fan e superou ambas por larga margem em retomadas, equivalendo-se à nova Factor ED. Um dos responsáveis por esse bom desempenho são as relações de marcha perfeitamente acertadas, isto é, o câmbio não é curto demais, “estrangulando” o motor, e nem longo em excesso. Pena que os engates em si sejam um pouco duros e, às vezes, imprecisos.
Encontrar o pontomorto com o motor quente não é fácil. A relação motor/câmbio bem dimensionada se manifesta também no consumo; os 35,74 km/l alcançados na cidade permitem uma autonomia teórica de 500 km com o tanque de 14 litro. O único porém do motor Jialing é a incômoda vibração que se manifesta assim que superamos a barreira das 6 000 rpm. Nesse aspecto, ele está longe da suavidade de Honda e Yamaha e perde um pouco para as Suzuki Yes/Intruder e Sundown Max/Hunter.
Um dos maiores diferenciais deste modelo Traxx é a suspensão traseira monoamortecida que, em conjunto com as bengalas dianteiras Showa, proporcionam à Joto um compromisso conforto/estabilidade exemplar. Todos os que a pilotaram elogiaram o acerto do sistema, tanto pilotos quanto garupas. Entretanto, a infeliz escolha de pneus penaliza todo o conjunto.
Os chineses Cheng-Shin são péssimos (o traseiro é visivelmente “quadrado”) e acabam comprometendo a boa ciclística da moto. Se a Traxx equipasse o modelo com pneus nacionais de qualidade, os benefícios seriam enormes. Sorte que os freios também são bastante eficientes e se impuseram frente à ineficácia dos pneus.
A Traxx Joto — que confesso, nos surpreendeu — é a melhor prova de que não há como negar a origem chinesa quando se tem qualidade. A pequena utilitária provou que já é um projeto válido e competente, mas que, com pequenas mudanças, pode ficar ainda melhor.
[Por:Motociclismo Online]
A Moto Traxx da Amazônia, marca pertencente ao China South Group, maior fabricante mundial de motocicletas, é a mais nova parceira da Abiauto (Associação Brasileira da Imprensa Automotiva).
Pela primeira vez em sua história e justamente no ano em que a Associação completa seu décimo aniversário, a Traxx assumiu uma das cotas de apoio ao Prêmio Indústria Automotiva, que acontece em São Paulo no próximo dia 26 de outubro.
Além de expor os modelos produzidos em sua fábrica, em Manaus (Joto 125, Fly 125, Sky 110 e Star 50), na pista de testes do Kartódromo de Aldeia da Serra e na solenidade de premiação, em um buffet da capital paulistana, a Traxx vai sortear uma motocicleta da marca entre os jornalistas da entidade.
[Por:Moto.com.br]