A motocicleta Hyaku comemora os 100 anos de aniversário da marca japonesa

Completar um centenário é motivo de muita comemoração para uma empresa, ainda mais após superar mais uma crise mundial. Para marcar o fato, a filial italiana da Suzuki desenvolveu, em parceria com a Design GP, uma edição especial da B-King: a Hyaku. Esta palavra significa “cem” em japonês e seus responsáveis buscaram dar um visual mais “limpo” para a naked excêntrica.
Ao primeiro olhar fica nítido as novas saídas de escape incorporadas na B-King, bem mais compactas. Logotipos “Hyaku” também foram introduzidos na máquina tetracilíndrica, que é capaz de gerar 183,6 cv de potência. As tampas laterais passam a ser pretas e luzes de LED foram instaladas. Estas modificações também podem ser adquiridas por quem já possui uma B-King.
A princípio, a motocicleta será vendida apenas na Itália por um preço sugerido de 14 500 euros — equivalente a R$ 38 000 (cotação do dia).
Rafael Miotto
Imagens divulgação
[Por:Motociclismo Online]
A primeira edição do Salão da Motocicleta abre suas portas repletas de lançamentos. A marca Benelli, por exemplo, faz a sua estréia no Brasil. Além disso há novidades entre as marcas Harley-Davidson, Buell, Ducati, Triumph, MV Agusta, Suzuki, Kawasaki, Garinni, AME Amazonas, Vespa e Piaggio. Há ainda novidades em peças e acessórios para motos e motociclistas.
“Os apaixonados por motocicletas têm a oportunidade única de ver de perto os melhores e mais arrojados modelos do mundo. Quem é fã destas máquinas não pode perder essa chance”, convida o bicampeão Emerson Fittipaldi, um dos organizadores do evento, que vai até domingo (26) no Expo Center Norte e deve atrair cerca de 200 mil pessoas.
Em uma área de 45 mil metros quadrados, a primeira edição da feira é organizada por Fittipaldi em parceria com a Megacycle, empresa que há 15 anos realiza eventos em diversas áreas, e a Anfamoto (Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças), com investimento de R$ 10 milhões. Confira aqui alguns dos principais lançamentos expostos no Salão.
Harley-Davidson
A lendária americana Harley-Davidson reúne 17 novas motos no evento. Destaques para a Sportster XR 1200 e a Muscle, o modelo mais radical da linha V-Rod.
A linha Touring 2009 recebeu 450 modificações, melhorando sensivelmente a pilotagem. A nova Heritage está mais confortável e oferece muitas novidades estéticas e mecânicas.
Já a Fat Boy, considerada um “best seller” da linha HD apresenta um visual arrojado (corpo preto fosco) e rodas cromadas.
A HD deve fechar o ano com seis mil motos vendidas no país. Cerca de 80% a mais que em 2007. O volume é considerado recorde histórico para o Grupo Izzo, represente oficial da marca no Brasil.
Buell
Hoje, três modelos Buell já são montados em Manaus (AM): XB 12Ss, Ulysses e City Cross. É a primeira linha de montagem fora dos Estados Unidos. Como destaque, a marca subsidiária da Harley aposta na 1125 CR, equipada com motor Rotax “V2”, com arrefecimento líquido e 146 cv.
Esta Cafe Racer futurista é uma das novidades mundiais da marca e está exposta no Salão da Motocicleta. Além disso, a Buell aposta na jovialidade da nova City Cross, com a capa do tanque translúcida e colorida.
A marca norte-americana ainda revela três versões da fun-bike Ulysses. A mais completa, batizada de Touring, traz conjunto de malas e GPS de série.
Ducati
O grande lançamento da marca italiana é a Hypermotard 1100, modelo que segue a tendência motard, que já ganhou adeptos em todo o mundo. Com base de uma moto trail, motor em “L” de alto desempenho e pneus esportivos, a Hypermotad deve ser bem aceita pelo mercado brasileiro.
O Grupo Izzo promete comercializar também a nova linha Monster (696 e 1100), além da superesportiva 848. A Ducati expõe ainda as já conhecidas Multistrada 1100 e as superesportivas 1098 e 1098s, além das motos de competição que participam do Mundial de MotoGP e Superbike.
Triumph
Depois de uma ano sem muita divulgação, os modelos 2009 da marca inglesa chegam finalmente ao mercado brasileiro. A Triumph Street Triple, Speed Triple e a Tiger 1050 devem ser os modelos mais procurados da marca.
Por exemplo, a Street Triple, com motor da superesportiva 675, deverá concorrer com as nakeds de média cilindrada (lê-se Honda Hornet, Suzuki Bandit 650, Yamaha FZ6).
Porém, quem quiser uma muscle-custom, a opção é a Rocket III Classic, com 2300 cm³. Uma moto robusta que tem um torque descomunal — 20,3 kgf.m a 2.500 rpm.
MV Agusta
Exclusividade. Esta é a palavra-chave quando o assunto é MV Agusta. No estande da marca, o principal lançamento é a Brutale, nas versões S e R, ao lado da F4 1000 1+1 e F4 1000 312R.
Outra atração é a F 4 1000 Senna, construída em homenagem ao tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna. Para imortalizar o “herói brasileiro”, a MV Agusta utilizou materiais nobres na construção desta macchinna, como, por exemplo, titânio, magnésio e fibra de carbono.
Com sistema de injeção eletrônica, o motor é um quatro cilindros em linha de 998 cm³ com arrefecimento liquido capaz de gerar 174 cv de potência máxima a 11.900 rpm, e torque de 11,3 kgf.m a 10.000 rpm.
Além de peças das principais grifes italianas: Brembo, suspensão Marzocchi e rodas Marchesini. O Grupo Izzo só importou três unidades para o Brasil. O preço, mais de R$ 140 mil.
Kawasaki
A marca nipônica faz a sua reestréia no mercado brasileiro. Em um primeiro momento os modelos serão importados, porém a empresa fabricará motos em Manaus (AM) até o final do ano que vem.
As mais cotadas para inaugurar a linha de produção são as Ninja 250 e ZX-6R, além da Z750. No Salão da Motocicleta estão expostos vários modelos entre nakeds, custom e superesportivas, com destaque para a ZX-10R, a superesportiva de 1000cc da marca.
AME Amazonas
A empresa apresentou a primeira moto bicombustível do mundo, desenvolvida em parceria com a Delphi. A custom AME AG está equipada com motor de 300 cm³ e gera uma potência máxima de 21,5 cv.
Além de estar de acordo com o Promot 3, a AME AG 300 oferece uma economia de aproximadamente 25% ao bolso do motociclista. O início da comercialização do novo produto está marcado para março. O preço estimado é de cerca de R$ 16 mil.
Detalhe: este motor de 300 cm³ deve servir como base para outros modelos (street e trail), que futuramente serão montados em Manaus (AM), já que a empresa já tem o projeto de sua planta fabril aprovado pela Suframa.
Garinni
Em um dos estandes mais bonitos do salão, a Garinni apresentou sua nova linha de motocicletas. A empresa do Grupo Itapemirim expõe ainda dois protótipos — uma trail e uma motard — que devem chegar ao mercado no final de 2009, já com motores de 200 cm³.
Destaque para a nova minicustom GR 150 C, de 150cc, que chegará ao mercado em abril. As outras novidades ficam por conta da street GR 125 ST e GR 150 ST, ambas com painel digital. Na linha scooter, mais dois lançamentos, o Velvet, com design moderno e motor de 150 cm³, quatro tempos e refrigerado a ar e o GR 125 Tina, especialmente desenhado para o público feminino, com inspiração no personagem de Maurício de Souza — a adolescente Tina, e equipado com motor de 125 cm³.
Piaggio/Vespa
O grande destaque do estande é o Piaggio MP3 500 que ganhou novo visual e um motor mais potente, de 492 cm³. Só para lembrar, a linha MP3, da Piaggio, utiliza duas rodas dianteiras, que atuam de forma sincronizada.
Além disso, a marca lança o Piaggio FLY 150, que oferece design moderno e bom acabamento. É o produto de entrada da marca. Com motor de 150 cm³ e 11 cv de potência máxima. Outra novidade é a Vespa LXV 150. O modelo retrô de 150 cm³ conta com farol redondo, banco bipartido e pinturas especiais.
Motor Z
Lança três modelos 2009 de scooters elétricos. Um dos destaques é o novo V1500, top de linha da marca, traz a exclusiva cor vinho e o clássico desenho inspirado nas motonetas da década de 1950.
O scooter de estilo retro traz 24 Nm de torque aplicados diretamente às rodas, o que representa um ganho em termos de força para as subidas e para alcançar a velocidade máxima, limitada a 50Km/h.
O novo motor oferece maior torque para enfrentar os aclives com desníveis de até 20%. O sistema elétrico também foi aperfeiçoado e agora o scooter tem sistema de recarregamento bivolt (110/220 volts) das baterias. O V1500 tem preço sugerido ao consumidor de R$ 5.270,00.
Salão da Motocicleta – Serviço
Local: Expo Center Norte – Pavilhões Vermelho, Verde e Branco
Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme
Data: Até 26 de outubro
Ingressos: O público pode adquirir seu bilhete no site do evento (www.salaodamotocicleta.com.br) ou nos pontos-de-venda da Suzuki, em concessionárias espalhadas pela capital e Grande São Paulo (SP). Na Internet, o valor do ingresso é de R$ 20 para adultos e R$ 13,50 para crianças de até 12 anos. Os bilhetes dão direito a um acesso ao evento entre os dias 22 a 26 de outubro. Idosos com mais de 65 anos, pensionistas e crianças menores de cinco anos têm entrada franca. Além disso, é possível adquirir bilhetes para visitação privativa no dia 21 de outubro (ingresso VIP), grupos (20 ingressos a preços promocionais) e família (dois ingressos para adultos e dois para crianças).
Horários: Quarta a Sexta-feira (22/10 a 24/10), das 13h às 21h
Sábado (25/10), das 10h às 21h; Domingo (26/10), das 10h às 20h
Estacionamento: 12.000 vagas
Preços: R$ 8,00 (motos) e R$ 16,00 (carros)
[Fonte:Agência Infomoto]
14 Oct
Posted by admin as Eventos, Motos, Outros, Super Motos, Suzuki
A Suzuki B-King, exuberante roadster de 1340 cilindradas, conquistou em outubro o título de “Moto do Ano 2008”, tradicional eleição promovida anualmente pela revista “Duas Rodas”.
O modelo japonês recebeu 493 pontos do júri especializado, que teve a tarefa de testar 38 motocicletas finalistas em diversas categorias, avaliando quesitos como estilo, motor, suspensão, conforto, freios e maneabilidade.
A definição das vencedoras se deu em duas etapas. Na primeira, os leitores da revista votaram nas motos de sua preferência em 13 categorias. As três mais votadas em cada classe avançaram para a segunda fase, destinada ao test-drive dos equipamentos, que aconteceu no Campo de Provas da Pirelli, em Sumaré (SP).
No total, foram premiadas seis marcas: Suzuki, Sundown, KTM, Honda, Yamaha e BMW. As três últimas foram as que mais acumularam prêmios nesta edição do concurso; três cada uma.
Confira as vencedoras por categoria:
Big-Trail: BMW R 1200 GS
Custom: Suzuki Boulevard 800
Custom até 250cc: Sundown V-Blade
Esporte: Yamaha YZF R1
Motard: KTM 690 SM
Naked: Honda CB 600F Hornet
Roadster: Suzuki B-King
Scooter: Yamaha Neo
Street até 110cc: Honda Pop
Street até 200cc: Honda CG 150 Titan
Street até 500cc: Yamaha Fazer 250
Trail até 700cc: BMW G 650 XCountry
Turismo: BMW K 1200 GT
Moto do Ano 2008: Suzuki B-King
[Por:Moto.com.br]
A Suzuki lançou na Europa uma nova custom voltada para o turismo: a C1800RT.
Equipada com um enorme motor V2 de 1.783 cm³, com injeção eletrônica e refrigeração líquida, a C 1800RT traz acessórios de série essenciais a quem quer viajar: um grande pára-brisa, alforjes laterais em couro, um sissy-bar (encosto para a garupa) e guidão conforto.
Destaque para a transmissão final feita por eixo-cardã. Ainda não há previsão de chegada do modelo ao mercado brasileiro.
Atualmente, a maior custom oferecida pela J.Toledo/Suzuki no país é a C 1500.
[Por:Moto.com.br]
A Magnetron, líder na fabricação de sistemas de ignição e energia, está lançando cinco itens especialmente produzidos para atender aos usuários da marca Dafra.
Além do motor de partida da moto Speed 150, a nova linha de produtos inclui o relé de pisca, o regulador retificador do modelo Laser 150, o regulador retificador para a Speed 150 e a bobina de ignição Speed 150.
Para os consumidores da marca Suzuki, as novidades são: volante para Scooter Burgman 125, estatores para a Yes 125 e a Burgman 125, além de bobina de ignição e CDI para os dois modelos.
As peças Magnetron podem ser encontradas em mais de 2 mil pontos de venda em todo o Brasil.
[Por:Moto.com.br]
No total, 135 unidades da GSX-R1000s estarão à venda
A oportunidade de pilotar uma máquina da Rizla Suzuki de MotoGP não está reservada apenas a Loris Capirossi e Chris Vermeulen. Quem desejar pode desembolsar 12 500 euros — equivalente a cerca de R$ 30 600 — e levar uma GSX-R1000s com as cores e grafismos do MotoGP.
Todas as motocicletas virão com um escape Yoshimura Evo e com placa de numeração. Mais informações no site www.suzuki.co.uk.
[Por:Motociclismo Online]
19 Jun
Posted by admin as Eventos, Motos, Outros, Super Motos, Superbike, Suzuki, Tuning
Para a Suzuki, ela é uma lenda sobre duas rodas. Para os fãs, um verdadeiro foguete japonês, cuja versão 2009 estava sendo aguardada com muita ansiedade no Brasil.
Mas depois de uma longa espera, ela finalmente chegou. Quem se dirigir hoje a uma concessionária autorizada, já encontrará a robusta GSX1300R Hayabusa estampada na vitrine com todo o seu poderio e novidades atraentes.
O lançamento oficial do modelo aconteceu na tarde de ontem, em um restaurante da zona sul de São Paulo. No evento, a moto com aerodinâmica inspirada no falcão caça japonês chamado Hayabusa encantou a todos não apenas pelo seu porte avantajado, mas também pelas novas cores muito sedutoras: laranja, branca, azul e preta; todas elas em tom perolizado.
Se no visual a integrante da categoria “Ultimate Sport” causou boa impressão, o que dizer então dos detalhes técnicos? A motorização permaneceu inalterada — quatro tempos com refrigeração líquida, sistema SRAD (Aríete de Ar Direto Suzuki), injeção eletrônica e quatro válvulas por cilindro —, mas a cilindrada aumentou. De 1.299 cm³ para 1.340 cm³.
Em termos de potência, evoluiu de 175hp a 9.800 rpm para 197hp a 9.500 rpm. Já o torque subiu de 14,09 kgf.m a 7.000 rpm para 15,81 kgf.m a 7.200 rpm.
A GSX1300R apresenta transmissão de seis marchas e um sistema de assistência à embreagem Suzuki (SCAS) operado hidraulicamente. O SCAS reduz a força necessária no manete para acionar a embreagem e suaviza os trancos nas reduções de marcha, contribuindo para o aumento do conforto e da segurança do piloto.
Para acompanhar a maior entrega de torque da nova Hayabusa, a extensão das marchas foi otimizada e um jato de óleo lubrifica constantemente a quarta, quinta e sexta marchas para reduzir o desgaste e os ruídos durante a viagem.
O modelo conta também com um sistema automático de controle da marcha lenta (ISC – Idle Speed Control), que regula o volume de ar que passa através do corpo de borboletas de acordo com a temperatura do líquido de arrefecimento, resultando em uma marcha lenta estável e melhorando a partida a frio.
Outra novidade do conjunto é o sistema de seleção do modo de pilotagem (S-DMS – Suzuki Drive Mode Selector), que adapta a entrega de torque e potência de acordo com a preferência do condutor. São três diferentes curvas de performance: A (potência total), B (nível médio) e C (para respostas mais suaves).
Na parte dianteira, a eficiência de frenagem é garantida por duplo-disco flutuante, mordido por pinças Tokico de quatro pistões opostos de alumínio de montagem radial. Na versão anterior, o disco era mordido por pinças de seis pistões.
A dimensão dos discos foi reduzida de 320 mm para 310 mm de diâmetro, com um aumento de 5,0 mm para 5,5 mm na espessura, reduzindo a inércia do conjunto e melhorando o desempenho da suspensão.
O freio traseiro conta com pinça deslizante Tokico de pistão simples, com disco de 260 mm de diâmetro e 5,5 mm de espessura. As rodas foram redesenhadas com três raios, construídas em liga de alumínio com 17 polegadas.
As suspensões contam com regulagem total da pré-carga e as forças de retorno e de compressão, de alta e baixa velocidade, podem ser ajustadas individualmente na dianteira e na traseira. O amortecimento dianteiro é feito por garfo invertido, aperfeiçoado devido a um tratamento superficial dos tubos internos. A balança traseira conta com um monoamortecedor e o curso da roda continua com 140 mm.
Famosa por seu formato aerodinâmico, a nova versão da Hayabusa teve o design ainda mais aperfeiçoado. A carenagem levemente maior e a bolha frontal 15mm mais alta reduzem a exposição dos joelhos, cotovelos, mãos e pés do piloto ao vento durante a viagem. O formato da bolha frontal também foi melhorado e os encaixes com a carenagem e o painel estão mais exatos. O chassi de dupla longarina, feito em liga de alumínio, ficou mais leve e mais resistente. O sub-chassi foi rebaixado, juntamente com o assento traseiro, que está posicionado 17 mm mais abaixo.
Capaz de atingir marcas superiores a 300 km/h, esta Suzuki é mais uma motocicleta a estar de acordo com a Promot 3, lei de emissões de poluentes que passa a vigorar no Brasil em 2009. A GSX1300R Hayabusa está equipada com o chamado sistema PAIR (Injeção de Ar na Saída de Escape). Controlado pelo computador de gerenciamento do motor, este sistema injeta ar fresco da caixa do filtro de ar na saída do escape, permitindo a combustão dos hidrocarbonetos não queimados.
O mecanismo, aliado ao catalisador e ao sensor de oxigênio instalados no sistema de exaustão, fazem com que a nova Hayabusa atenda aos rigorosos padrões Euro 3 e Tier 2 sobre emissões de gases.
O sistema de gerenciamento do motor, provido de um computador de 32 bits e 1024 KB de memória, controla o sistema de injeção de combustível, a ignição eletrônica e a Válvula de Borboleta Dupla Suzuki (SDTV – Suzuki Dual Throttle Valve). Com base na posição da válvula de borboleta primária, na rotação do motor e na marcha engatada, o computador de gerenciamento do motor abre ou fecha a válvula de borboleta secundária, mantendo a velocidade do ar apropriada para que se obtenha máxima eficiência na combustão e resposta à aceleração, principalmente em baixas e médias rotações.
Completo, o painel de instrumentos da Hayabusa traz tacômetro, velocímetro, marcador de combustível e de temperatura do líquido de arrefecimento distribuídos em quatro marcadores de mesmo tamanho. Há também luzes indicadoras de nível baixo de combustível, superaquecimento do líquido de arrefecimento, neutro, setas, luz alta, pressão do óleo e funcionamento da injeção eletrônica.
Além desses dispositivos, o piloto pode programar o acendimento de uma luz de aviso quando o motor alcançar uma determinada rotação estipulada por ele. No centro do painel, uma tela em LCD mostra relógio, marcha engatada, modo de pilotagem selecionado, hodômetro total e dois hodômetros parciais.
Os tradicionais faróis da Hayabusa foram conservados na nova versão, mas alguns detalhes foram repensados para torná-la mais aerodinâmica. A luz alta do farol frontal é mais compacta e forte, fornecendo luz mais intensa para o aumento da segurança do piloto. O farol traseiro agora utiliza LEDs como fonte de luz, por serem mais brilhantes e duráveis que as lâmpadas convencionais.
Para toda novidade há um preço. No caso da Hayabusa, já pode ser encontrada nas concessionárias Suzuki ao valor sugerido de R$ 61.200. A versão antiga era vendida a R$ 60.083.
[Por:Moto.Com.br]
27 May
Posted by admin as Motos, Outros, Super Motos, Superbike, Suzuki, Tuning
A Suzuki anunciou o lançamento no Reino Unido de uma edição limitada da GSX-R1000 na cor metálica com preto e pérola. A nova opção de cor vai se juntar às cores já existentes, como azul e branco, e o tradicional preto.
“A demanda dos consumidores no passado provou como são populares essas edições de cores limitadas, então estamos muito contentes de lançar esse novo modelo para a GSX-R1000”, disse o diretor de Marketing da Suzuki na Inglaterra, George Cheeseman.
Na inglaterra esse modelo preto, pérola e metálico sai por 8.900 libras, ou seja, pouco mais de 31 mil reais. Mas por ter um número limitado de motos fabricadas por lá, essa maravilha não deve chegar em terras brasileiras.
[Por:Moto.com.br]
13 May
Posted by admin as Harley Davidson, Honda, Super Motos, Suzuki, Triumph, Yamaha

As motocicletas sempre causam fascínio do público quando são usadas em filmes de ação. Bons exemplos não faltam: “O Exterminador do Futuro 2” (Harley-Davidson), “Missão Impossível 2” (Triumph), “Corridas Clandestinas” (Honda, Suzuki e Yamaha), “Motoqueiros Selvagens” (Harley-Davidson) e “Motoqueiro Fantasma” (motos customizadas).
Já o “Diários de Motocicleta”, dirigido pelo brasileiro Walter Salles, conta a história de dois jovens — Ernesto Guevara (Gael García Bernal) e Alberto Granado (Rodrigo De la Serna) — que partiram para uma grande aventura pela América Latina.
Nesta viagem, os moto-aventureiros usaram uma Norton 500, fabricada em 1939. Apelidada de “La Poderosa”, a inglesinha levou a dupla para conhecer os contrastes político, sociais e geográficos da América Latina.
Já que o assunto gira em torno do universo cinematográfico e também das motos clássicas, esta reportagem servirá de roteiro para contarmos a história de uma Norton 500, de 1948, que demorou três anos para ser totalmente restaurada. Essa raridade sobre duas rodas pertence a Fabio Vianna, vice-presidente da Paramount Home Entertainment Latin America.

Abandonada em um sítio no sul de Minas Gerais, Fabio só iria comprá-la se a moto estivesse funcionando. Depois de algumas tentativas, o motor da velha guerreira voltou a “pulsar”. Na época da ressuscitação, a Norton tinha câmbio de uma BSA (outra marca de moto inglesa), velocímetro da WV Variant e magneto de avião.
Reconstrução
Como em um “serial killer”, a reconstrução da Norton 500 foi feita em partes e dividida em várias frentes de trabalho. A desmontagem da moto foi feita na Moreno Motos. A Doby Motos fez a funilaria do tanque de combustível e também do reservatório de óleo. Já a Choppers Paint, a pintura total. Para finalizar, toda a parte elétrica ficou a cargo da Jacaré Motos.
Agora quem montou este grande quebra-cabeças foi Samuel Alleman. O mecânico-artesão fez algumas adaptações, entre elas, a utilização dos raios da Honda CB 750 Four e as barras que fixam o pára-lama nas rodas com hastes de retrovisores de caminhão.
Para ficar o mais original possível, o executivo da indústria do entretenimento teve de comprar várias peças no exterior: velocímetro, platinado, suportes, placa, lanterna e adesivos. O pneu “quadrado” da Metzeler veio da Alemanha. Câmbio, dínamo e magneto vieram de uma outra Norton.
O clímax deste épico foi ver a moto em perfeito estado, tanto visual como de funcionamento. “Esta é a minha jóia-rara. Não vendo minha Norton por dinheiro nenhum no mundo”, conta, orgulhoso, o executivo da Paramount, que ao longo de sua vida motociclística teve 17 motos. A primeira, aos 15 anos, uma Yamaha RX 80. Hoje, Fábio tem mais três motos: duas Honda XLX 350 para trilha e uma BMW R 1200 GS Adventure para viajar.

Características técnicas
A Norton 500 do executivo paulista está equipada com um motor monocilíndrico de 500 cilindradas, que gera 21 cv de potência. A clássica moto inglesa apresenta uma configuração motriz muito peculiar: motor, câmbio e cárter são totalmente separados. É engraçado, mas a moto de 1948 tem a mesma concepção de motorização que as Harley-Davidson “zero quilômetro”.
Outra característica marcante desta Norton é o quadro semiduro, já que a suspensão traseira não usa balança. O eixo da roda trabalha verticalmente dentro do amortecedor. O banco, como molas, também ajuda no trabalho de absorção dos impactos. Já na dianteira, a tradicional suspensão telescópica.
O primeiro contato com esta moto de cinema é de certo ponto estranho. O pedal de freio fica do lado esquerdo e o de câmbio do lado direito. Ou seja, são invertidos, se comparados com os padrões atuais. Para acionar a primeira marcha (para cima), é preciso que o motociclista dê um bom tranco com o peito do pé. Depois é só fazer uma viagem no túnel do tempo, se transportar para a década de 1950 e imaginar que está rodando pelas cercanias de Londres do pós-guerra.
“Piloto minha Norton praticamente todos os finais de semana”, conta o vice-presidente da Paramount Home Entertainment.
[Por:Moto.com.br]
06 May
Posted by admin as Eventos, Motos, Outros, Super Motos, Superbike, Suzuki

Apresentadas ao público durante o Salão Duas Rodas 2007, as novas “bandidas” da Suzuki chegam neste mês às concessionárias autorizadas da montadora, repletas de inovações. A notícia foi dada ontem pelos representantes da marca, em São Paulo.
Disponíveis nas opções naked e semi-carenada, as Bandit 650 e 1250 serão vendidas já como versão 2009 e com o atrativo especial do seguro total grátis por um ano. “Nossa meta é vender 240 unidades por mês”, declarou João Toledo, detentor dos direitos da Suzuki no Brasil.

Falemos, primeiramente, sobre a máquina mais potente: a Bandit 1250, que passa a dispor de um coração de 1255 cm³ — ante os 1157 do modelo anterior — com maior torque de baixa para alta velocidade.
O compacto propulsor conta agora com refrigeração líquida, injeção eletrônica, DOHC, balanceador secundário para minimizar os ruídos e as vibrações. Além disso, foi projetado especificamente para a Bandit.
Os pistões, em liga de alumínio, produzem uma relação de compressão de 10,5:1 dentro de um cilindro, também em liga de alumínio, tratado com o sistema SCEM (Suzuki Composite Electrochemical Material). Esse tratamento permite um menor atrito entre pistão e cilindro, oferecendo mais potência e reduzindo as perdas mecânicas.
Outra novidade está na transmissão de seis velocidades, uma a mais em relação à Bandit antecessora. Com essa mudança, o motociclista obtém grande aceleração ao mesmo tempo em que reduz o regime de giros na pista.

O novo sistema de injeção digital SDTV (Suzuki Dual Throttle Valve) garante uma precisa resposta ao acelerador, suave entrega de potência, durabilidade e redução da emissão de gases poluentes.
Cada corpo de injeção possui duas válvulas de borboleta, a primeira comandada pelo punho do acelerador e a segunda pelo sistema de gerenciamento do motor. A segunda válvula abre e fecha para manter a velocidade ideal de entrada de ar, oferecendo uma resposta mais linear ao acelerador e melhorando a eficiência de combustão.
O chassi da Bandit 1250 possui rígidos tubos de grande diâmetro. A suspensão dianteira telescópica de 43mm conta com amortecimento hidráulico projetado para oferecer resposta suave em diferentes tipos de piso. Assim como no amortecedor traseiro, a pré-carga da mola do dianteiro também pode ser regulada.
Para parar o modelo, há um conjunto de discos de freio dianteiros flutuantes de 310mm de diâmetro, com pinças de quatro pistões opostos. Na traseira, o disco tem 240mm de diâmetro e é mordido por pinça deslizante de pistão simples.
Caçula nervosa
A versão de média cilindrada da Bandit teve seu motor totalmente redesenhado. O novo e compacto propulsor de 656 cm³, quatro tempos, quatro cilindros, DOHC, com refrigeração líquida, garantiu 7cv a mais de potência à motocicleta, que atinge agora 85hp a 10.500 rpm.
Os eixos de transmissão estão dispostos verticalmente para diminuir o comprimento do motor. O alternador, mais potente, compacto e leve, está localizado no extremo esquerdo do virabrequim, reduzindo as perdas mecânicas.
A transmissão é de seis velocidades e atua através de um novo sistema hidráulico, que exige menor pressão sobre o manete para uma resposta eficiente. O sistema de injeção de combustível é idêntico ao da irmã maior, bem como o freio dianteiro, composto por duplo disco flutuante de 310mm de diâmetro e mordido por pinças de quatro pistões opostos. O disco traseiro mede 240mm de diâmetro e é mordido por pinça deslizante de pistão simples.
O chassi de duplo berço em aço está mais rígido para acompanhar a nova entrega de potência da Bandit 650. A suspensão dianteira, telescópica e de amortecimento hidráulico, possui pré-carga da mola ajustável para adaptar-se às diferentes cargas e preferências do piloto. A traseira é monoamortecida e trabalha por meio de um sistema link progressivo, projetado para responder suavemente, mas de maneira eficaz, às irregularidades do terreno.

Ao contrário da versão de 1250cc, o motociclista consegue alterar a posição do guidão (10mm) e a altura do assento (20mm) nesta “bandida”.
O painel de ambas as Bandits possuem tacômetro analógico e uma tela de LCD com velocímetro, marcador de combustível e relógio. Há também indicadores de ponto morto, pressão do óleo, farol alto, temperatura da água e indicador de falhas do sistema de injeção eletrônica.
A Suzuki equipou os modelos com o sistema PAIR, que injeta ar fresco captado pela caixa de filtro de ar nos condutores de escape, queimando os hidrocarbonetos em excesso e reduzindo as emissões de monóxido de carbono.
Na Bandit 1250, o novo catalisador conta com um sistema de escape de grande volume, o que já coloca a moto na posição de cumpridora das novas normas “Euro 3” e “Tier 2” sobre emissões de gases poluentes, em vigor a partir de 2009.
Disponível nas cores preta, vermelha e azul escuro, a Bandit 1250cc tem preço sugerido de R$ 37.174 para a versão totalmente naked e R$ 39.033 para a “S”, semi-carenada.
Já a Bandit 650, encontrada nas tonalidades preta, azul escuro, azul e vermelha, será vendida a R$ 31.151 (naked) e R$ 32.709 (S). As motos possuem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.
[Por:Moto.com.br]