Naked

O começo de uma nova era. É assim que a Ducati define a nova Monster 696, apresentada pela primeira vez ao público durante o Salão de Milão, em 2007.

Essa bela novidade da linha Monster, a líder de vendas da marca italiana em todo o mundo, chega com algumas modificações em sua mecânica e ciclística, além de um visual totalmente inspirado no da sua irmã mais velha, a Monster 695. Para os fãs de modelos naked, um verdadeiro prato cheio.

À primeira vista, a impressão que se tem é que a Monster 696 não mudou nada se comparada à Monster 695. Puro engano. As duas versões estão diferentes, o que se pode notar tanto nos pequenos detalhes como nas partes de maior destaque da moto.

Na dianteira, por exemplo, o farol arredondado do modelo antigo deu lugar a uma peça com formato levemente ovalado, mais moderno. Os retrovisores estão mais esportivos, assim como o painel de instrumentos, equipado com mostradores digitais.

O tanque de combustível também foi modificado e agora tem capacidade para 15 litros, ante os 14 litros da Monster 695. O assento do piloto tem altura de 770 mm, o que facilita a condução para pessoas de menor estatura. A rabeta curta ganhou uma carenagem pintada, dando um ar mais nervoso ao conjunto.

Chama a atenção os escapes duplos, que na Monster 696 estão menores e posicionados quase no mesmo nível da rabeta. Mais enxuta, a nova versão da Monster também está 7 kg mais leve que sua antecessora, com peso a seco de 161 kg. E as novidades não param por aqui.

Mecânica

O motor da nova Monster é um bicilíndrico em “L”, de distribuição desmodrômica, com duas válvulas por cilindro e 696 cm³. Segundo a Ducati, houve aumento de 9% no desempenho do novo propulsor, se comparado ao da Monster 695. Este índice deve-se, principalmente, a dois fatores: aos novos cabeçotes do motor, que agora são similares aos usados nos modelos Multistrada e Hypermotard; e aos pistões, totalmente reformulados.

Com isso, o propulsor da nova Monster 696 é capaz de gerar 80 cv a 9.000 rpm — eram 72 cv na Monster 695 e um torque de 7,0 kgf.m a 7.750 rpm. Nada mau em se tratando de um bicilíndrico em “L”. O câmbio é de seis velocidades com a transmissão final feita por corrente.

Ciclística

Neste quesito, a Monster 696 está equipada com um quadro em treliça com tubos de aço, uma das marcas registradas da Ducati. Na dianteira, a suspensão é invertida (upside-down) da grife Showa com tubos de 43 mm e curso de 120 mm. Na traseira, o sistema usa uma suspensão progressiva monoamortecida e curso de 148 mm.

Os freios são da Brembo, com dois discos de 320 mm na frente e um simples de 245 mm atrás. As rodas são de 17 polegadas e estão calçadas com pneus 120/60 ZR na dianteira e 160/60 ZR na traseira.

Com todas essas melhorias, a Ducati Monster 696 vai enfrentar uma concorrência de peso no segmento naked de média cilindrada. Isso porque, em um mercado concorrido como o Europeu, disputar espaço com Honda Hornet 600, Yamaha Fazer e Suzuki Bandit 650 não é tarefa das mais fáceis.

Disponível nas cores vermelha, branca e preta, a 696 ainda não tem data definida para chegar ao Brasil.

[Por:Agência Infomoto]

 
 

Max Biaggi

Max Biaggi disse que ficaria muito feliz em testar a Ducati, depois de revelar que já conversou com a equipe italiana.

O Chefão da escuderia, Livio Suppo, disse ontem que a equipe está a procura de um piloto experiente, que possa ajudar no desenvolvimento da moto GP8.

As equipes da MotoGP não permitem que seus pilotos testem as motos durante o campeonato, exceto nos dias antes da corrida. O piloto de testes oficial, Vittoriano Guareschi, se machucou depois de se acidentar em um teste em Mugello, na Itália.

Biaggi, que deixou a MotoGP no final de 2005, ainda corre pela Superbikes, mas o ex campeão das 250cc admite que tem vontade de trabalhar com a Ducati.

“Se eu puder ajudar vou ficar muito feliz”, disse o italiano ao Gazzetta dello Sport. “Conversei com Suppo para fazer os testes, vamos ver quando e que tipo de trabalho ele está pensando. Mesmo um teste de dois dias já seria proveitoso”.

“Mugello é uma pista bastante seletiva, onde a Ducati tem muitos pontos de referência. E não seria um problema me familiarizar novamente com a moto da MotoGP, eu não acho que ela seja tão diferente da que uso hoje”, argumentou Biaggi.

O italiano, entretanto, declarou que não tem interesse em retornar a principal categoria da motovelocidade, em especulações feitas sobre o futuro de Marco Melandri na equipe, depois do desastroso começo de temporada.

“Eu nunca pensei sobre isso. Estou muito bem na Superbikes e não tenho mais aspirações na MotoGP”, disse Biaggi.

Melandri, que chegou na Ducati este ano, obteve apenas um 11° lugar como melhor resultado.

Suppo admitiu que a situação de Melandri é ruim, mas prometeu ajudar o italiano a se recuperar.

“Acho que não tem como piorar, mas também não quero acreditar que não poderemos resolver o problema. Estamos bastante confiantes que Marco pode ser mais rápido e que os engenheiros acharão as soluções para ajudá-lo a sair desta situação”,

[Por:Moto.com.Br]

Neukirchner confirma a pole em Valência

Mais veloz no treino classificatório de ontem, Max Neukirchner arrebatou definitivamente, neste sábado, a pole-position no circuito espanhol de Valência, palco da terceira etapa do Mundial de Superbike.

O alemão da Suzuki garantiu a posição de honra do grid com a marca de 1min33s805, 0s123 superior à cronometrada por seu companheiro de equipe, o japonês Yukio Kagayama, segundo colocado.

Líder do campeonato, Troy Bayliss conseguiu o terceiro posto para o time oficial da Ducati. A montadora italiana ocupou também a quarta e quinta colocações, mas com duas de suas filiadas — Ruben Xaus, da Sterilgarda, e Lorenzo Lanzi, da RG Racing, respectivamente.

Carlos Checa, que deu pintas de poder ameaçar a pole de Neukirchner ao liderar o segundo treino classificatório, realizado na manhã de hoje, fracassou na hora da verdade. O espanhol da Ten Kate Honda ficou em sétimo, atrás do japonês Ryuichi Kiyonari.

A fabricante que não se acertou com o traçado espanhol foi a Yamaha. O melhor representante da marca nipônica, o australiano Troy Corser, apareceu apenas na oitava colocação. Noriyuki Haga, atual vice-campeão e outro defensor da equipe dos três diapasões, registrou um modesto décimo lugar. Entre os dois parceiros, sai o italiano Max Biaggi, da Sterilgarda Ducati.

A rodada dupla de Valência será transmitida ao vivo, neste domingo, pelo canal por assinatura “Bandsports”, a partir das 7h (de Brasília).

Confira os 16 melhores do grid:
1) Max Neukirchner (ALE/Suzuki), 1min33s805
2) Yukio Kagayama (JAP/Suzuki), 1min33s928
3) Troy Bayliss (AUS/Ducati), 1min33s976
4) Ruben Xaus (ESP/Ducati), 1min34s332
5) Lorenzo Lanzi (ITA/Ducati), 1min34s370
6) Ryuichi Kiyonari (JAP/Honda), 1min34s370
7) Carlos Checa (ESP/Honda), 1min34s492
8 ) Troy Corser (AUS/Yamaha), 1min34s613
9) Max Biaggi (ITA/Ducati), 1min34s658
10) Noriyuki Haga (JAP/Yamaha), 1min34s770
11) Michel Fabrizio (ITA/Ducati), 1min34s799
12) Makoto Tamada (JAP/Kawasaki), 1min34s930
13) Fonsi Nieto (ESP/Suzuki), 1min34s959
14) David Checa (ESP/Yamaha), 1min35s089
15) Regis Laconi (ITA/Kawasaki), 1min35s232
16) Jakub Smrz (TCH/Ducati), 1min35s980

 

[Por: Moto.com.br]

WSBK: Espanhol quebra o recorde de Valência

Sem a presença dos pilotos oficiais da Ducati, que se ausentaram por estarem machucados, Ruben Xaus fez as honras da montadora italiana ao dominar, ontem, o primeiro dia de testes do WSBK em Valência, na Espanha.

O espanhol da equipe Sterilgarda, filial da escuderia considerada como a Ferrari das motos, quebrou o recorde do circuito em quase 0s4 ao cravar 1min34s265, sendo também mais de um segundo melhor que o segundo colocado do ensaio, o alemão Max Neukirchner, da Suzuki.

Ao todo, 13 pilotos participaram do treino. Entre os ausentes, além da dupla da Ducati, esteve Max Biaggi, outro que se recupera de um acidente sofrido na segunda prova da temporada, realizada há duas semanas, na Austrália.

Os trabalhos na pista de Valência, que receberá a terceira etapa do ano, no dia 6 de abril, prosseguem nesta sexta-feira.

Tempos da quinta-feira:
1) Ruben Xaus (ESP/Sterilgarda Ducati), 1min34s265
2) Max Neukirchner (ALE/Alstare Suzuki), 1min35s313
3) Yukio Kagayama (JAP/Alstare Suzuki), 1min35s368
4) Carlos Checa (ESP/Ten Kate Honda), 1min35s395
5) Ryuichi Kiyonari (JAP/Ten Kate Honda), 1min35s797
6) Regis Laconi (ITA/PSG-1 Kawasaki Corse), 1min35s910
7) Fonsi Nieto (ESP/Alstare Suzuki), 1min35s993
8 ) Lorenzo Lanzi (ITA/RG Racing-Ducati), 1min36s018
9) Makoto Tamada (JAP/PSG-1 Kawasaki Corse), 1min36s047
10) Roberto Rolfo (ITA/Honda Althea), 1min36s182
11) Karl Muggeridge (AUS/D.F. Racing-Honda), 1min36s211
12) Shinichi Nakatomi (JAP/Yamaha Motor France), 1min36s600
13) Ayrton Badovini (ING/Team Pedercini-Kawasaki), 1min36s853

[Por: Moto.com.br]

MotoGP: Chefe da Ducati elogia Stoner

O chefe de equipe da Ducati, Livio Suppo, apelidou o atual campeão mundial da MotoGP de “quase invencível”, depois da atuação do piloto na corrida no Catar.

O australiano começou e terminou o GP de maneira exemplar, vencendo a primeira disputa noturna já realizada na categoria e ficando quase cinco segundos a frente de Jorge Lorenzo.

“Casey fez um excelente trabalho. No início da prova foi um pouco difícil, mas quando ele encontrou o seu ritmo, se distanciou cada vez mais dos outros pilotos”, disse Suppo.

“Toda vez que Casey vai para as pistas ele é quase invencível, por isso agradeço muito a ele. A moto está muito boa, a velocidade máxima está excelente e temos um piloto com muita habilidade que provará porque tem o número um em sua moto. Temos um ótimo pacote”, acrescentou o chefe da Ducati.

Ao contrário de Stoner, seu companheiro de equipe, Marco Melandri continua a lutar por melhores posições, terminado a última prova na 11ª posição.

“Melandri precisa ter mais confiança em sua moto, antes de tentar se igualar a Stoner. Ele apenas precisa correr”, finalizou Suppo.

 

[Por: Moto.com.br]

Ducati apresenta na Itália a superbike 848

A campanha publicitária no site da Ducati mais parecia anunciar a estréia de um novo sucesso hollywoodiano: entre os dias 2 e 8 deste mês os italianos poderiam testar o mais recente lançamento da marca de Borgo Panigale: a 848, nova motocicleta da categoria supersport. Ela traz um design tão agressivo quanto sua motorização ou tecnologia embarcada.

Apresentada em Milão na nova cor branca perolizada, a 848 vem substituir a 749 com muitas novidades. A nova superbike italiana pesa 168 kg (20 kg a menos que sua antecessora) e é 5 kg mais leve que a sua irmã mais velha, a 1098.

Ducati apresenta na Itália a superbike 848

O motor de dois cilindros em L, quatro tempos, de 849 cm³, é 30% mais potente que o da 749. Segundo o fabricante, o propulsor da família Testastretta Evoluzione se apresenta como um novo ponto de referência das motos de média cilindrada da marca. A potência máxima declarada é de 134 cv a 10.000 rpm, e o torque máximo é de 9,8 kgfm a 8.250 rpm. Os termos “ágil” e “requintada” descrevem perfeitamente a 848. É uma moto para quem quer fortes emoções.

Ciclística
O quadro, confeccionado em treliça, foi desenvolvido em parceria com a equipe Ducati Corse e teve como base o chassi da 1098. Outro destaque dessa autêntica superbike é que a 848 está equipada com uma bela balança monobraço feito em liga de alumínio. Só para ter idéia da sofisticação da peça, a soldagem é feita por intermédio de robôs. O resultado dá origem a um componenete único e de alta resistência.

Já com relação à suspensão traseira, a moto tem monoamortecedor Showa regulável, com 120 mm de curso. Na dianteira, a 848 traz garfo também da marca Showa, de 127 mm de curso, com múltiplos ajustes. Assim, essa máquina italiana pode rodar com bastante desenvoltura na pista e também na estrada, oferecendo segurança na pilotagem.

 ducati

Falando em segurança, não se pode esquecer que velocidade não é nada sem controle. Por isso, a 848 está equipada com freio de disco duplo na dianteira de 320 mm. Na traseira, disco simples de 245 mm. Ambos da grife Brembo. Segundo a Ducati, a moto oferece ao piloto frenagens potentes e bastante precisas.

Para completar, toda a parte de instrumentação da 848 é derivada da equipe Ducati MotoGP. Destaque para o painel de LCD, que traz várias informações, entre elas, velocidade, giros, hora, nível de combustível, temperatura da água e do óleo, além do fuel trip.

No escuro, Stoner some dos rivais

No escuro, Stoner some dos rivais

Casey Stoner mostrou nesta quinta-feira que apesar de toda a iluminação artificial montada para o inédito GP noturno do Catar, dificilmente seus adversários conseguirão enxergá-lo na pista de Losail.

O australiano da Ducati dominou com sobras, ontem, o primeiro teste coletivo da MotoGP realizado à noite ao estabelecer a marca de 1min55s330, 0s689 superior à obtida pelo espanhol Jorge Lorenzo, que conseguiu um expressivo segundo lugar a bordo de sua Fiat Yamaha.

Um dos destaques da pré-temporada, Randy de Puniet voltou a andar forte com o equipamento da LCR Honda, encerrando o treino na terceira posição. Outras três surpresas vieram na seqüência, com Andrea Dovizioso, James Toseland e Alex de Angelis enfileirando-se do quarto ao sexto posto, respectivamente.

Atuais representantes da turma dos machucados, John Hopkins e Daniel Pedrosa demonstraram uma evolução de suas lesões, ao se posicionarem no sétimo e oitavo lugares, nesta ordem. Logo atrás deles ficou Valentino Rossi, que disse ter se concentrado na avaliação dos pneus Bridgestone e no acerto de sua Yamaha.

Quem também deu sinais de não ter se preocupado em fazer o melhor tempo foi Nicky Hayden, da Repsol Honda, que ocupou uma modesta 12ª colocação. Já a decepção do ensaio foi Marco Melandri, antepenúltimo colocado com a veloz máquina da Ducati.

Os testes noturnos continuam nesta sexta-feira.

Tempos da quinta-feira:
1) Casey Stoner (AUS/Ducati/B), 1min55s330
2) Jorge Lorenzo (ESP/Fiat Yamaha/M), 1min56s019
3) Randy de Puniet (FRA/LCR Honda/M), 1min56s062
4) Andrea Dovizioso (ITA/JiR Scot/M), 1min56s121
5) James Toseland (ING/Yamaha Tech 3/M), 1min56s251
6) Alex de Angelis (RSM/Honda Gresini/B), 1min56s571
7) John Hopkins (EUA/Kawasaki Racing/B), 1min56s614
8) Daniel Pedrosa (ESP/Repsol Honda/M), 1min56s621
9) Valentino Rossi (ITA/Fiat Yamaha/B), 1min56s749
10) Colin Edwards (EUA/Yamaha Tech 3/M), 1min56s762
11) Toni Elias (ESP/Alice Team/B), 1min57s007
12) Nicky Hayden (EUA/Repsol Honda/M), 1min57s010
13) Shinya Nakano (JAP/Honda Gresini/B), 1min57s223
14) Chris Vermeulen (AUS/Rizla Suzuki/B), 1min57s522
15) Loris Capirossi (ITA/Rizla Suzuki/B), 1min57s551
16) Marco Melandri (ITA/Ducati/B), 1min57s593
17) Sylvain Guintoli (FRA/Alice Team/B), 1min57s644
18) Anthony West (AUS/Kawasaki Racing/B), 1min57s787

 

[Por: Moto.com.br]

Schumacher não correrá na Moto GP

Convocado no início da semana para um dia de testes com a Ferrari no circuito de Barcelona, Michael Schumacher aproveitou o contato direto com a imprensa para tentar colocar um ponto final nos rumores de que poderia disputar algumas etapas da MotoGP neste ano.

“É uma completa mentira. No máximo, eu posso correr com uma ’scooter’”, ironizou o heptacampeão da Fórmula 1, em entrevista ao jornal “La Gazzetta dello Sport”.

Ao treinar com a Ducati no fim do ano passado, Schumacher acabou impressionando a todos com seu bom desempenho a bordo de uma máquina de duas rodas e, obviamente, foi alvo de elogios por parte dos dirigentes.

Desde então, começaram a circular boatos sobre o interesse da equipe italiana em convidar o alemão para disputar a corrida de Mugello, na Itália, a sexta do calendário 2008.

Na última semana, o chefe da Ducati, Livio Suppo, já havia desmentido qualquer intenção do time em escalar o tedesco. “Em primeiro lugar, precisaríamos ouvir a opinião dele sobre o assunto. Porém, nós nunca o procuramos para isso”, declarou.

 

[Por: Moto.com.br]

Ducati Monster 695: monstro italiano

Para os aficionados pelo planeta moto, 695 não representa uma sigla, um número ou uma cilindrada. É, na realidade, a senha para entrar no fascinante mundo chamado Ducati. Porta de entrada de marca italiana, a Monster 695 foi feita especialmente para pilotos não tão experientes, porém com muita vontade de desbravar novos caminhos.

Esperta e sempre na mão, essa naked promete transformar o simples motociclista em um tifoso ducatista. Do tamanho certo para os pilotos de estatura média, a 695 traz um novo motor com dois cilindros em “L” de 695 cm³ e quadro com tubos em treliça, sempre bem à mostra, uma marca registrada da linha Monster.

Como na maioria dos produtos desenhados na Itália, a 695 traz design arrojado e soluções criativas, aliados a componentes de primeira linha. A moto está equipada com rodas de liga-leve de três raios da Marchesini e suspensão dianteira invertida (upside-down), da grife Marzocchi, além dos tradicionais freios Brembo. Seu desenho é bastante atual e esbanja personalidade.

Mas quais seriam as vantagens da Ducati 695 frente a sua principal concorrente, a Honda Hornet? Primeiro: a 695 é a última versão do modelo lançado na Europa no ano passado, enquanto a Hornet, comercializada no Brasil, é ainda a primeira versão da naked Honda, alimentada por carburador. Segundo: o preço.

A Honda Hornet, um dos modelos mais desejados na categoria naked de média cilindrada, custa R$ 31.500,00. Por mais R$ 5.400,00, o motociclista terá um mito italiano em sua garagem – com motor mais moderno e injeção eletrônica.

Porém, a Ducati é uma moto mais “mansa” se comparada à Honda, que tem motor de quatro cilindros em linha, mais potente e de respostas rápidas. São dois estilos de pilotagem bem distintos. Na 695, o piloto é mais “tranqüilo”, já que quer curtir cada minuto sobre a moto. Já a Hornet foi projetada para motociclistas experientes, que sabem aproveitar toda sua força e potência em altas rotações – potência máxima de 96,5 cv a 12.000 rpm e torque de 6,43 kgf.m a 9.500 rpm.

ducati

Motor e ciclística
Como a primeira impressão é a que fica, a Ducati 695 é uma moto muito divertida de se pilotar. O motociclista se encaixa em suas curvas. Falando nisso, em função de sua geometria, ângulo de inclinação e dos pneus esportivos, a Ducati demonstra alta estabilidade em curvas. É só o motociclista inclinar o corpo de um lado para o outro. Diversão garantida em rodovias sinuosas.

Essa street fighter está equipada com um novo motor dois cilindros em “L”, com comando desmodrômico. Tem injeção eletrônica, que garante melhor desempenho e menor consumo. A potência máxima declarada é de 73 cv a 8.500 rpm, ou 23,5 cv a menos que a Hornet. O torque máximo é de 6,2 kgf.m a 6750 rpm. Com essa configuração, a moto é mais esperta no trânsito urbano e também se apresenta como uma boa companheira de viagem.

Uma novidade no modelo é a adoção do APTC (Adler Power Torque Clutch). O sistema deixa a embreagem mais macia, facilitando a vida do motociclista em trajetos urbanos, onde geralmente acontecem muitas trocas de marcha.

Os sistemas de suspensão e freios são muito eficientes, mesmo em situações extremas. A suspensão dianteira invertida, construída em tubos de 43 mm, tem curso de 130 mm. Na traseira, a balança oscilante traz um monoamortecedor Sachs com 148 mm de curso. O conjunto absorve com muita propriedade as imperfeições do terreno. Já os freios são, de certo modo, superdimensionados para o modelo. Com a utilização de discos duplo na dianteira (300 mm de diâmetro) e simples na traseira, com 245 mm.

Como toda a família Monster, a 695 conta ainda com um completo painel de instrumentos e alarme (imobilizador) como item de série. O peso a seco é de 168 kg e o tanque de combustível tem capacidade de 14 litros.

ducati

Ficha Técnica

Motor: Bicilindrico em “L”, comando de válvulas desmodrômico, 2 válvulas por cilindro, arrefecimento a ar
Capacidade cúbica: 695 cm³
Diâmetro e curso: 88 x 57,2 mm
Taxa de compressão: 10,5:1
Potência máxima: 73 cv a 8500 rpm
Torque máximo: 6,2 Kgf.m a 6750 rpm
Câmbio: 6 velocidades
Transmissão final: corrente
Alimentação: Injeção eletrônica
Partida: Elétrica
Quadro: Tubos de aço em treliça
Suspensão dianteira: Upside-down Marzocchi, com 130 mm de curso
Suspensão traseira: Monoamortecedor progressivo Sachs, com 148 mm de curso
Freio dianteiro: Disco duplo de 300 mm e pinça de 2 pistões
Freio traseiro: Disco simples de 245 mm, pinça de 2 pistões
Pneu dianteiro: 120/60 ZR-17 em rodas de liga-leve de 3 raios
Pneu traseiro: 160/60 ZR 17 em roda de liga-leve de 3 raios
Comprimento total: 2.100 mm
Largura total: 900 mm
Altura total: 1.212 mm
Distância entre eixos: 1.440 mm
Altura do assento: 770 mm
Peso seco: 168 kg
Tanque de combustível: 14,0 litros
Cores: Vermelha e preta
Preço: R$ 36.900,00

 

[Por: Moto]

Estrela italiana da Ducati

A campanha publicitária no website da Ducati mais parecia anunciar a estréia de um novo sucesso “hollywoodiano”: entre 2 e 8 de fevereiro, os italianos poderiam testar o mais recente lançamento da marca de Borgo Panigale: a 848, nova motocicleta da categoria supersport. Moto que traz um design tão agressivo quanto sua motorização ou tecnologia embarcada.

Estrela italiana da Ducati Estrela italiana da Ducati

Apresentada em Milão na nova cor branca perolizada, a 848 vem substituir a 749 com muitas novidades. A nova superbike italiana pesa 168 kg, (20 kg a menos que sua antecessora) e é 5 quilos mais leve que a sua irmã mais velha, a 1098.

O motor de dois cilindros em “L”, quatro tempos de 849 cm³, é 30% mais potente que o da 749. Segundo o fabricante, o propulsor da família Testastretta Evoluzione se apresenta como um novo ponto de referência das motos de média cilindrada da marca.

A potência máxima declarada é de 134 cv a 10000 rpm e o torque máximo é de 9,8 kgfm a 8250 rpm. Os termos “ágil” e “requintada” descrevem perfeitamente a 848. Enfim, uma moto para quem quer fortes emoções.

ducati

Ciclística

O quadro, confeccionado em treliça, foi desenvolvido em parceria com a equipe Ducati Corse e teve como base o chassi da 1098. Outro destaque desta autêntica superbike é o fato de estar equipada com uma bela balança monobraço, feita em liga de alumínio. Só para ter idéia da sofisticação da peça, a soldagem é realizada por intermédio de robôs. O resultado dá origem a um componenete único e de alta resistência.

Com relação a suspensão traseira, a moto tem monoamortecedor Showa regulável, com 120 mm de curso. Na dianteira, a 848 traz garfo também da marca Showa, de 127 mm de curso, com múltiplos ajustes. Assim, a “macchina” italiana pode rodar com bastante desenvoltura na pista e também na estrada, oferecendo segurança na pilotagem.

Falando em segurança, não podemos esquecer que velocidade não é nada sem controle. Por isso, a 848 está equipada com freio de disco duplo na dianteira de 320 mm. Na traseira, disco simples de 245 mm. Ambos da grife Brembo. Segundo a Ducati, a moto oferece ao piloto frenagens potentes e bastante precisas.

Para completar, toda a parte de instrumentação da 848 é derivada da equipe oficial da Ducati na MotoGP. Destaque para o painel de LCD, que traz várias informações, entre elas, velocidade, rpm, hora, nível de combustível, temperatura da água e do óleo, além do fuel trip.

Ficha Técnica

Motor: Quatro tempos, 849 cc. dois cilindros em “L”, quatro válvulas por cilindro e refrigeração: líquida
Diâmetro x curso: 94 mm x 61,2 mm
Compressão: 12: 1
Potência máxima: 134 cv a 10.000 rpm
Torque máximo: 9,8 kgf.m a 8.250 rpm
Alimentação: Injeção Eletrônica Marelli
Câmbio: 6 velocidades
Transmissão final: Corrente
Quadro: tubular em aço
Suspensão dianteira: Garfo invertido Showa, 127 mm de curso (ajustáveis)
Suspensão traseira: Monoamortecedor Showa, com 120 mm de curso (ajustáveis)
Freio dianteiro: Disco duplo (Brembo), de 320 mm de diâmetro na dianteira
Freio traseiro: Disco simples (Brembo), de 245 mm de diâmetro
Pneu dianteiro: 120/70 ZR17
Pneu Traseiro: 180/55 ZR17
Comprimento: 2.100 mm
Altura: 1.100 mm
Altura do banco: 830 mm
Peso (a seco): 168 kg
Tanque de gasolina: 15,5 litros (4 litros de reserva)
Cores: branca e vermelha

 

[Por: Moto.com.br]