
Nos dias 15, 16 e 17 de janeiro de 2010, a Motors Company em conjunto com a mais tradicional prova de longa duração, as 500 Milhas de Interlagos, criou um final de semana cheio de adrenalina. Um curso Racing para os apaixonados por velocidade. Todo motociclista de motos esportivas poderá sentir de perto a emoção que envolve uma corrida.
Durante treinos na sexta feira, sábado e uma corrida exclusiva para alunos no domingo, os alunos aprenderão todas técnicas da pilotagem esportiva. Os treinos serão teóricos e práticos, abordando os temas: largada, curva, frenagem, posicionamento e domínio geral da motocicleta.
Todos alunos terão 100% do tempo a coordenação de instrutores profissionais na pista. O curso será ministrado pelo piloto de teste Leandro Mello (Duas Rodas/ Auto Esporte), juntamente a outros pilotos profissionais.
[Por:Moto.com.br]

Reconhecida mundialmente por suas motos esportivas de grande sucesso nas pistas de motovelocidade, a Ducati quer abocanhar também os fãs de motos big-trails, as aventureiras para longas viagens qualquer que seja o caminho. Para isso lançou uma nova versão da polivalente Multistrada totalmente reformulada. Além de um potente motor V2 de 1200 cc, a nova motocicleta chega com um pacote eletrônico digno de sua principal rival e modelo emblemático da categoria: a BMW R 1200 GS. Assim como a alemã, a italiana Multistrada 1200, lançada em novembro no Salão de Milão, traz ajuste eletrônico de suspensão, controle de tração e freios ABS. Mas os engenheiros da fábrica de Bolonha foram ainda mais longe e equiparam a big-trail com um seletor que permite escolher entre quatro diferentes modos de pilotagem.
Daí vem o slogan da Ducati: uma moto 4 em 1. Pode-se optar entre os estilos Sport, Touring, Urban e Enduro. Em cada um deles, a central eletrônica ajusta desde a entrega de potência e torque, a atuação do controle de tração e o ajuste de suspensão – apenas na versão “S”, top de linha, equipada com as suspensões eletrônicas Öhlins desenvolvidas especialmente para o novo modelo. Os títulos de cada modo esclarecem a utilidade de cada um deles: do modo enduro para terrenos off-road e com a potência limitada a 100 cavalos, até o Sport com ajuste de suspensão mais rígido e todos os 150 cavalos do novo motor Testastretta 11° a disposição.
Coração esportivo
Para não negar sua origem esportiva, a Ducati caprichou no coração da nova máquina: um motor de dois cilindros em “V” a 90 ° com 1.198,4 cm³ de capacidade, comando de válvulas desmodrômico e refrigeração líquida. Chamado de Testastretta 11° deriva do mesmo motor da superesportiva 1198, porém com ângulo de overlap das válvulas de 11° para proporcionar uma entrega de potência mais suave, além de consumo de combustível 15% menor. A economia ainda vem da sexta e última marcha do câmbio over-drive.

Mesmo assim os números de desempenho são os melhores da categoria: 150 cv de potência máxima a 9.250 rpm e torque de 12,1 kgf.m a 7.500 rpm. Só como comparação, a alemã R 1200 GS oferece 120 cv de potência. Controlando esse esportivo motor, um novo sistema de ride by wire, o popular acelerador eletrônico sem cabos.
Ainda pensando no uso esportivo da nova Multistrada 1200, a Ducati equipou o modelo com uma embreagem deslizante que permite reduções mais bruscas sem desestabilizar o modelo.
Ciclística impecável
Ao projetar o conjunto ciclístico da nova big-trail italiana, os engenheiros focaram na redução de peso. No quadro em treliça usaram ligas de metais leves e em vez de uma balança traseira, optaram por um monobraço em alumínio. Como resultado um peso a seco de apenas 189 kg, o menor entre as motos desse porte e segmento.
Com rodas de liga, calçadas com os pneus Pirelli Scorpion Trail, na medida 190/55, a marca tentou criar uma moto que tivesse um desempenho esportivo na estrada e agressivo fora dela. Os freios da marca Brembo trazem discos nas duas rodas com pinças de fixação radial na dianteira.
Completando a função touring da nova Multistrada 1200 estão um guidão largo, um pára brisa ajustável e uma posição ereta de pilotagem. O tanque de 20 litros oferece, segundo a Ducati, uma autonomia de mais de 300 km.
Ao menos na teoria essa big-trail italiana com sotaque alemão tem tudo para ser um sucesso de vendas. Motor potente, versatilidade, muita tecnologia e o inconfundível design de bom gosto da fábrica de Borgo Panigale que já lhe rendeu o título de moto mais bonita do Salão de Milão 2009.
Arthur Caldeira
[Por:Agência Infomoto]
De janeiro a abril deste ano foram emplacadas 496.618 motos – 18,55% menos se compararmos com o primeiro quadrimestre de 2008. Porém, algumas categorias tiveram um aumento significativo em suas vendas, caso das motos custom. Segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores), nos quatro primeiros meses de 2009, 10.878 motos do segmento custom ganharam as ruas e estradas, contra 5.688 no mesmo período do ano passado. O que representa um crescimento de 91,24%. Comparativamente, este ano o volume de vendas de modelos custom quase dobrou.
Remando contra a maré – falta de crédito para modelos básicos de até 150 cc – outros segmentos também apresentam bons resultados como, por exemplo, as nakeds, roadsters e também as big-trails. Assim, podemos afirmar que o mercado de motos de média e alta cilindradas está aquecido, até porque o perfil do consumidor é bem mais qualificado para aprovação das fichas cadastrais para o financiamento do bem. Para os motociclistas brasileiros, a moto dos sonhos acima das 500 cc custa a partir de R$ 25 mil.
Prova de que o segmento de motos custom está aquecido é o mais recente lançamento da Yamaha: a XVS 950 Midnight Star. A marca japonesa aposta na personalidade de sua estradeira, que tem motor de dois cilindros em “V” de 54 cv, para abocanhar uma fatia do segmento. Dentro do mix de produtos, a Yamaha oferece ainda outros seis modelos acima de 600cc, porém a Midnight Star, que tem preço inicial de R$ 34,6 mil, é a única custom.
TOURING
Já na linha custom/touring, podemos destacar a Harley-Davidson. Nos quatro primeiros meses do ano, as vendas tiveram uma reação e devem fechar o ano com volume igual ou superior ao de 2008. Sonho de consumo de várias gerações de motociclistas, a tradicional família Harley ganhou recentemente três modelos completamente distintos: a esportiva XR 1200, a “anabolizada” V-Rod Muscle, e a Dyna, modelo de 1600 cc que oferece um bom custo-benefício (a partir de R$ 34,9 mil).
“Hoje, o consumidor vive o momento de concretizar sonhos e de realizar bons negócios. Apesar da crise mundial que se instalou no final de 2008, o mercado brasileiro continuou se movimentado. As montadoras ficaram mais flexíveis nas negociações. Em alguns casos, por exemplo, os preços em reais até caíram”, explica Carlãozinho Coachman, gerente de produtos do Grupo Izzo, representante oficial da marca norte-americana no País, explicando a lei da oferta e da procura. “Não há problema de crédito neste mercado de motos de maior valor agregado, já que o motociclista cumpre todas as exigências estipuladas pelas instituições bancárias para comprovar renda,” conclui Coachman.
NAKEDS
Já as nakeds apresentaram um crescimento de 6,96% em comparação a 2008. As motos mais desejadas pelos motociclistas são a Honda CB 600F Hornet, Suzuki Bandit e a linha FZ6 da Yamaha.
Neste contexto, destaque para a Honda Hornet, com a comercialização de mais de 500 motos/mês. Neste ritmo, a montadora nipônica terá um melhor desempenho se comparado a 2008 (5.898 unidades comercializadas no ano passado).
Para José Luis Terwak, gerente do departamento de novos produtos da Honda, “o mercado de motos de maior valor e cilindrada tem como aliado um apelo emocional, surpreendendo sempre no volume das vendas. Além disso, hoje, os preços estão mais convidativos”, conta o engenheiro da Honda.
TRAIL
Nesta categoria, o aumento da participação do mercado de duas rodas não é tão significativo, porém é um dos segmentos mais concorridos. Entre os modelos mais desejados pelos motociclistas estão: Yamaha XT 660R, Suzuki V-Strom DL1000, a linha BMW (R 1200 GS, F 800 GS e F 650 GS) e a Honda XL 1000V Varadero.
A BMW já emplacou no primeiro quadrimestre 363 unidades neste segmento trail, contra 194 motos do mesmo período de 2008, ou seja, crescimento de pouco mais de 87%. Para Rolf Epp, gerente da divisão de motocicletas da BMW Brasil, este aumento nas vendas se deve à ampliação e desenvolvimento das concessionárias, além de uma boa variedade de produtos dentro da categoria trail. Detalhe: este ano a marca alemã já inaugurou mais duas revendas – Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG), em um total de 11 pontos de venda em todo o País. “O carro-chefe da marca continua sendo a R 1200 GS, porém a F 800 GS teve uma excelente receptividade do motociclista brasileiro. A diferença do volume de vendas é de apenas 6% em favor da 1200 GS”, conta Rolf Epp, afirmando que, no geral, a marca teve um crescimento de 40% em 2009.
Na análise do gerente da BMW o mercado de motos acima de 500 cc é pouco explorado, já que representa apenas 2% de todas as motos comercializadas no Pais. “Modelos de média e alta cilindradas têm um enorme potencial. E é neste motociclista que a BMW foca todas as suas energias”, explica Epp, dizendo que a marca alemã comercializou no total 425 motos no primeiro quadrimestre. Só para comparar, em 2006 foram vendidas no Brasil 526 unidades. No segundo semestre a BMW promete a apresentação da F 800 R, naked que deve acirrar ainda mais a disputa com as marcas japonesas.
EXCLUSIVA E ARTESANAL
Agora quem quiser exclusividade mesmo pode escolher um dos modelos Bimota, marca italiana importada pela Perfect Motors. O modelo é tão exclusivo que pode ser encomendado diretamente da fábrica com quadro e rodas pintadas com cores diferentes das versões originais. “Este não é um mercado fácil de se trabalhar. Para o brasileiro o que vale ainda é a cavalaria, a velocidade. Na Bimota, além de sua característica artesanal, destacamos a ciclística e também o design”, conta Carlos Ludman, da Perfect Motors, dizendo que neste segmento de motos de luxo, a taxa do dólar pouco influenciou nas vendas, já que o perfil deste piloto é bem diferenciado.
“O que este motociclista quer mesmo é novidade, exclusividade”. Ludman conta que neste ano foram comercializadas 17 Bimota. “Estamos muito próximos de atingir a meta anual da marca”, conta, eufórico, o importador. Detalhe: os preços das motos italianas variam entre R$ 80 mil e R$ 155 mil.
Aldo Tizzani ![]()
[Por:Agência Infomoto]
11 Oct
Posted by admin as Kawasaki, Motos, Outros, Super Motos
A Kawasaki, famosa por suas motos esportivas, fez grande alarde no Salão de Motos de Colônia em torno da sua nova linha de motos custom com motor V2 de 1700cc.
O propulsor que veio substituir o anterior de 1600 traz ainda um comando de válvulas simples no cabeçote (SOHC) em vez do anterior comando por varetas.
A grande estrela da linha é a Voyager VN 1700, anunciada como a primeira custom japonesa com pára-brisa integral, bem ao estilo da americana Electra-Glide da Harley-Davidson.
Com refrigeração líquida, injeção e acelerador eletrônico, o V2 de exatos 1700 cm³ produz 75 cv a 5.000 rpm e um torque de mais de 13,1 kgf.m. Além da enorme Voyager, o propulsor ainda vai equipar outros dois modelo: a Classic Tourer com pára-brisa e a Classic, mais básica.
Na linha de motos de média cilindrada, destaque para o novo modelo supersport, a ZX-6R. Com inúmeras melhorias, do motor ao chassi, a fábrica de Akashi prometeu uma moto muito mais voltada para as pistas, com tecnologia de ponta.
No mesmo segmento de 600cc, a Kawa ainda apresentou o modelo 2009 da naked ER-6n, que traz um motor de dois cilindros paralelos. Uma versão semi-carenada, a ER-6f, também foi mostrada.
[Por:Agência Infomoto]
Conheça os detalhes da GSX-R 1000, Intruder M1500 e SVF650 Gladius
GSX-R 1000
A marca japonesa surpreendeu a todos ao apresentar uma GSX-R 1000 totalmente renovada. O palco escolhido para mostrar a nova esportiva e as outras novidades foi Paris, na França. Além da GSX-R, os destaques ficaram por conta da Intruder M1500 e da SVF650 Gladius — um modelo novíssimo para o mercado de nakeds.
Seguindo as tendências de suas adversárias, a GSX-R está mais compacta. A Suzuki declara 5 kg a menos em seu peso — em relação ao modelo 2008 — e apresenta um entre eixos um pouco menor. O motor está 6cm mais curto que o anterior, que acompanhava a máquina desde de 2002. A potência máxima ainda não foi declarada, mas deve ser próxima a do modelo atual — 185 cv. Assim, a relação peso/potência deve ser melhorada, já que o peso foi reduzido. A moto deve começar a ser comercializada na Europa no começo de março de 2009 com três colorações: preto, branco e azul.
A Gladius é a grande novidade da gama Suzuki 2009. Uma naked trabalhada do “zero” e de média cilindrada que promete ter um caráter funcional, polivalente e econômico. O desenho foi pensando com muito cuidado e é bem chamativo, com detalhes exclusivos. A potência fica por conta de uma V2 a 90º de 645 cm³, o mesmo que equipa a SV e a V-Strom. Só que o propulsor passou por uma atualização para integrar a Gladius.
Esse tipo de moto são as que mais vendem na Europa hoje em dia e a Suzuki a desenvolveu com o objetivo de ser um dos produtos mais populares do mercado. O farol tem desenho ovalado e o grupo ótico traseiro foi bem trabalhado. Quanto a parte ciclística, a Gladius é bem simples, com os freios e suspensões herdados da SV 650
Outra motocicleta presente em Paris foi a nova Intruder M1500 — desenvolvida a imagem e semelhança da primeira M1800. Comparte muitos componentes de sua irmã maior, claramente, com o motor reduzido a 1 462 cm³. Além disso, para reduzir o preço final, alguns itens foram simplificados. As pinças de freios são convencionais — sem contar com o encaixe radial —, por exemplo, só que mantém o garfo invertido.
[Por:Motociclismo Online]
A quinta etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, que aconteceria no dia 12 de outubro na cidade paranaense de Cascavel, foi adiada em uma semana, passando para o dia 19 do mesmo mês.
O motivo para a mudança é a transmissão ao vivo que será feita pela “CATVE”.
“A data anterior conflitava com outros dois grandes eventos que a Master Vídeo produz”, explicou Flávio Bergmann, diretor da Yes Sports, produtora responsável pelos programas de TV da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo).
“Em contrapartida, além de transmitir ao vivo para região de Cascavel, eles vão nos proporcionar uma mega transmissão e de imediato irão divulgar o evento para a região através da TV regional CATVE. Além disso, a alteração vai ser boa para os pilotos, pois eles poderão aparecer mais na mídia e divulgar seus patrocinadores”, ressaltou o dirigente.
Para a última etapa em São Paulo, no dia 16 de novembro, a CBM está acertando os últimos detalhes para transmissão ao vivo pela “ESPN Brasil”.
[Por:Moto.com.br]
17 Jun
Posted by admin as Honda, Motos, Outros, Super Motos, Superbike, Suzuki, Yamaha
Cinco naked médias e grandes se enfrentam nesta disputa de tirar o fôlego
As naked talvez sejam a categoria que melhor represente pura e simplesmente a palavra motocicleta. Sem recorrer a recursos mirabolantes, fazem questão de deixar os músculos à mostra e não têm a intenção de “filtrar” nenhuma sensação. Ao comando de qualquer uma delas, o piloto interage intimimante com tudo o que acontece ao seu redor… e entre suas pernas. Sem bolha contra o vento, carenagens aerodinâmicas, sistema de som, manoplas aquecidas ou um painel repleto de recursos, as naked estão aí para satisfazer o motociclista que valoriza, acima de tudo, o prazer de pilotar de cara para o vento.
Apesar da recente invasão de novas marcas e modelos, o segmento específico das naked acima de 500 cm³ continua sem muitas opções para quem não pode, ou não quer, pagar mais de R$ 50 000 em uma moto. Então, para que você possa conhecer um pouco melhor as últimas novidades e saber como se comportam frente às rivais, reunimos cinco tetracilíndricas naked divididas em duas categorias: as grandes (Honda CB 1300 SF e a renovada Suzuki Bandit 1250) e as “seiscentas” (incluindo a nova e moderníssima Hornet, a reformulada Bandit 650, da Suzuki, e a bela Yamaha FZ6 N). Depois de ler este comparativo e encontrar a moto ideal para você, compare os preços praticados se pretende fechar negócio.
Ligamos para algumas concessionárias em São Paulo como um consumidor comum, e os melhores preços que encontramos foram os seguintes: Suzuki Bandit 650 por R$ 30 800, Honda Hornet, R$ 32 000 (sem ABS) ou R$ 34 500 (com ABS), e Yamaha FZ6 N a R$ 34 000. Entre as grandes, encontramos Honda CB 1300 por R$ 39 000 e Suzuki Bandit 1250 por R$ 36 500. Um aspecto lamentável, mas que não podemos esquecer: dependendo da cidade onde mora, não esqueça de incluir o preço de um seguro na conta.
[Por:Motociclismo Online]
28 May
Posted by admin as Moto GP, Motos, Outros, Super Motos
Daniel Pedrosa está ansioso para fazer uma boa corrida e conseguir mais que o segundo lugar obtido em 2007, em Mugello, válido pela sexta etapa do Mundial de MotoGP.
Tendo terminado fora do pódio pela primeira vez na temporada na última corrida em Le Mans, Pedrosa sabe exatamente onde quer chegar para alcançar novamente a liderança do campeonato no circuito italiano.
O espanhol está animado em retornar para um dos mais pitorescos e rápidos circuitos do calendário e confiante em melhorar seu resultado obtido em 2007.
“Fizemos alguns bons ajustes nos treinos depois da corrida em Le Mans, então trabalharemos forte para conseguir retornar a liderança em Mugello”, disse o espanhol. Teremos muitas corridas nas próximas semanas, então é muito importante conseguir um bom ritmo e conseguir mantê-lo.
“Mugello é um excelente circuito num maravilhoso vale cheio de pessoas que deixam uma atmosfera fantástica durante todo o final de semana”, disse.
“O traçado é um dos mais complicados do campeonato. É uma pista extremamente veloz, então se você quiser ser rápido tem que estar 100% concentrado em todos os pontos da pista. É necessário muita velocidade nas curvas e uma moto bastante equilibrada nas mudanças de direção”, declarou.
“Aqui em Mugello é necessário achar o balanço ideal para poder ser agressivo e suave ao mesmo tempo, é uma pista muito particular, mas muito prazerosa de se pilotar”, finalizou Pedrosa.
[Por:Moto.com.br]
15 Apr
Posted by admin as Ducati, Eventos, Honda, Motos, Outros, Super Motos, Suzuki, Yamaha

O começo de uma nova era. É assim que a Ducati define a nova Monster 696, apresentada pela primeira vez ao público durante o Salão de Milão, em 2007.
Essa bela novidade da linha Monster, a líder de vendas da marca italiana em todo o mundo, chega com algumas modificações em sua mecânica e ciclística, além de um visual totalmente inspirado no da sua irmã mais velha, a Monster 695. Para os fãs de modelos naked, um verdadeiro prato cheio.
À primeira vista, a impressão que se tem é que a Monster 696 não mudou nada se comparada à Monster 695. Puro engano. As duas versões estão diferentes, o que se pode notar tanto nos pequenos detalhes como nas partes de maior destaque da moto.
Na dianteira, por exemplo, o farol arredondado do modelo antigo deu lugar a uma peça com formato levemente ovalado, mais moderno. Os retrovisores estão mais esportivos, assim como o painel de instrumentos, equipado com mostradores digitais.
O tanque de combustível também foi modificado e agora tem capacidade para 15 litros, ante os 14 litros da Monster 695. O assento do piloto tem altura de 770 mm, o que facilita a condução para pessoas de menor estatura. A rabeta curta ganhou uma carenagem pintada, dando um ar mais nervoso ao conjunto.
Chama a atenção os escapes duplos, que na Monster 696 estão menores e posicionados quase no mesmo nível da rabeta. Mais enxuta, a nova versão da Monster também está 7 kg mais leve que sua antecessora, com peso a seco de 161 kg. E as novidades não param por aqui.
Mecânica
O motor da nova Monster é um bicilíndrico em “L”, de distribuição desmodrômica, com duas válvulas por cilindro e 696 cm³. Segundo a Ducati, houve aumento de 9% no desempenho do novo propulsor, se comparado ao da Monster 695. Este índice deve-se, principalmente, a dois fatores: aos novos cabeçotes do motor, que agora são similares aos usados nos modelos Multistrada e Hypermotard; e aos pistões, totalmente reformulados.
Com isso, o propulsor da nova Monster 696 é capaz de gerar 80 cv a 9.000 rpm — eram 72 cv na Monster 695 e um torque de 7,0 kgf.m a 7.750 rpm. Nada mau em se tratando de um bicilíndrico em “L”. O câmbio é de seis velocidades com a transmissão final feita por corrente.
Ciclística
Neste quesito, a Monster 696 está equipada com um quadro em treliça com tubos de aço, uma das marcas registradas da Ducati. Na dianteira, a suspensão é invertida (upside-down) da grife Showa com tubos de 43 mm e curso de 120 mm. Na traseira, o sistema usa uma suspensão progressiva monoamortecida e curso de 148 mm.
Os freios são da Brembo, com dois discos de 320 mm na frente e um simples de 245 mm atrás. As rodas são de 17 polegadas e estão calçadas com pneus 120/60 ZR na dianteira e 160/60 ZR na traseira.
Com todas essas melhorias, a Ducati Monster 696 vai enfrentar uma concorrência de peso no segmento naked de média cilindrada. Isso porque, em um mercado concorrido como o Europeu, disputar espaço com Honda Hornet 600, Yamaha Fazer e Suzuki Bandit 650 não é tarefa das mais fáceis.
Disponível nas cores vermelha, branca e preta, a 696 ainda não tem data definida para chegar ao Brasil.
[Por:Agência Infomoto]
11 Apr
Posted by admin as Ducati, Honda, Kawasaki, Moto GP, Motos, Outros, Suzuki, Yamaha

Com um tempo alcançado nos últimos minutos do ensaio, Daniel Pedrosa conquistou nesta sexta-feira o melhor tempo do segundo treino livre da MotoGP em Portugal.
O atual líder da temporada cravou o giro de 1min38s507 na mais veloz de suas 26 passagens pelo circuito de Estoril, que esteve completamente seco ao contrário da sessão matinal.
A segunda posição ficou novamente com Valentino Rossi, da Fiat Yamaha, que foi superado por Pedrosa em apenas 0s040. Colin Edwards, penúltimo colocado pela manhã, saltou para um expressivo terceiro posto com o equipamento da Tech 3 Yamaha.
Nicky Hayden, Jorge Lorenzo e Andrea Dovizioso completaram a lista dos seis primeiros, seguidos do campeão da categoria, Casey Stoner, bem aquém das expectativas. Não apenas pela força da Ducati, mas também por ter liderado o primeiro treino.
Dois nomes de destaque deste começo de campeonato, James Toseland e Alex de Angelis ainda não se encontraram no traçado lusitano. O britânico da Tech 3 foi apenas o 13º, logo à frente do samarinês da Honda Gresini.
Os próximos treinos da terceira etapa do Mundial acontecerão neste sábado. A corrida, no domingo, terá início às 9h00 (de Brasília), com transmissão ao vivo pelo canal por assinatura “Sportv”.
Treino Livre 2:
1) Daniel Pedrosa (ESP/Repsol Honda/M), 1min38s507
2) Valentino Rossi (ITA/Fiat Yamaha/B), 1min38s547
3) Colin Edwards (EUA/Yamaha Tech 3/M), 1min38s632
4) Nicky Hayden (EUA/Repsol Honda/M), 1min38s688
5) Jorge Lorenzo (ESP/Fiat Yamaha/M), 1min38s868
6) Andrea Dovizioso (ITA/JiR Scot/M), 1min39s171
7) Casey Stoner (AUS/Ducati/B), 1min39s202
8 ) Shinya Nakano (JAP/Honda Gresini/B), 1min39s309
9) Randy de Puniet (FRA/LCR Honda/M), 1min39s332
10) John Hopkins (EUA/Kawasaki Racing/B), 1min39s474
11) Loris Capirossi (ITA/Rizla Suzuki/B), 1min39s591
12) Chris Vermeulen (AUS/Rizla Suzuki/B), 1min39s946
13) James Toseland (ING/Yamaha Tech 3/M), 1min40s055
14) Alex de Angelis (RSM/Honda Gresini/B), 1min41s033
15) Marco Melandri (ITA/Ducati/B), 1min41s112
16) Anthony West (AUS/Kawasaki Racing/B), 1min41s572
17) Sylvain Guintoli (FRA/Alice Team/B), 1min41s875
18) Toni Elias (ESP/Alice Team/B), 1min43s262
Legenda:
B = Bridgestone / M = Michelin.
[Por:Moto.com.br]