Yamaha

A principal novidade da Yamaha para 2015 será mostrada somente no Salão de Milão, também conhecido como EICMA 2014, em novembro: trata-se da nova geração da superesportiva R1. Mas a marca do diapasão não perdeu a oportunidade de surpreender durante o Salão de Colônia 2014 com um conceito inovador.

A surpresa veio na forma do Yamaha 01GEN Concept. Trata-se de uma moto trail com linhas esportivas e futuristas cuja principal particularidade está na presença de duas rodas do eixo dianteiro, como na Yamaha Tricity.

Além do design espetacular, porém, a Yamaha não revelou muito sobre o conceito, que basicamente poderia rodar tanto na estrada como fora dela, permitindo uma postura relaxada ou agressiva, ficando ao gosto do condutor. Este projeto mostra que a Yamaha acredita no futuro do segmento de triciclos urbanos.

[Por:Carplace]

 

Yamaha VMax

Yamaha VMax é aquele tipo de moto que dispensa apresentações e, no Brasil, virou um ícone de força, brutalidade e velocidade em retas. O primeiro modelo vendido por aqui era equipado com motor de quatro cilindros em “V”, o famoso V4, de 1.198 cm³ capaz de gerar nada menos que 140 cavalos de potência. Desde que parou de ser comercializada no País, em meados dos anos 2000, a VMax deixou saudades em muitos brasileiros. Atendendo aos pedidos dos aficionados, a anunciou durante o Salão Duas Rodas 2013 o retorno da poderosa motocicleta em sua versão atualizada ao mercado nacional.

A nova geração da VMax, apresentada ao mundo pela primeira vez em 2008, está disponível nas concessionárias Yamaha de todo o Brasil, importada, por um preço público sugerido de R$ 99.000, na cor preto fosco em seu modelo 2014. Quando sofreu as modificações, apesar de ter sido mantida a mesma arquitetura de motor V4, a máquina recebeu um propulsor de maior capacidade cúbica, com 1.679 cm³. Além disso, o tetracilindrico em “V” atual ganhou também em cavalaria e torque, o que torna a VMax ainda mais agressiva e rebelde. Uma vez que, sem controle de tração ou freios ABS, é difícil controlá-la.

Design robusto e agressivo
O novo motor veio acompanhado de uma reestilização radical. A partir daquele ano, ganhou ares de moto conceito que ressaltaram ainda mais sua robustez e agressividade. E o que mudou em relação ao modelo de 1.200 cc? O farol redondo foi substituído por outro em forma de gota e protegido por uma carenagem, enquanto os escapes receberam ponteiras duplas e ficaram mais curtos, deixando a roda traseira exposta. Já a principal característica da VMax não apenas foi mantida, como acentuada. As entradas de ar na lateral do tanque foram redesenhadas para ficar mais evidentes, mas ainda se assemelham a uma corneta e são agora de alumínio escovado.

Quase indomável
Só de olhar, a Yamaha VMax 2014 já intimida. Porte robusto, grande motor, visual agressivo. Mas, foi ao receber as instruções e especificações técnicas da moto, antes mesmo de montar sobre a máquina, que o sentimento de receio surgiu. O propulsor V4 de 1.679 cm³ é capaz de gerar impressionantes 200 cv de potência às 9.000 rpm e torque máximo de 17 kfg.m logo aos 6.500 giros. Até aí, tudo bem. Foi o fato de não contar com nenhum tipo de auxílio eletrônico, como controle de tração, mapas de motor ou freios ABS, que assustou. Aqui, a bordo da VMax, quem comanda é a experiência e habilidade do piloto.

Só o fato de apertar o botão de ignição da VMax, com seu grave ronco expelido pelas quatro ponteiras, já arrepia. Mas, foi a primeira saída com a moto que nos deixou de cabelos em pé. Acionar o manete de embreagem, engatar a primeira marcha e simular uma largada como nas pistas de corrida é uma emoção a parte. Ao subir o giro até a marca de 3.000 rpm e soltar a embreagem deslizante de uma vez só, a gigantesca roda traseira da VMax (200 mm de largura) patina sobre o asfalto, de um lado para o outro, quase arrancando pedaços dele. Engatando a segunda marcha e continuando a acelerar da mesma maneira, essa power cruiser irá queimar borracha quase até o limite do conta-giros. Só ao soltar o acelerador antes de engatar a terceira marcha que a VMax parou o “show”.

Com isso, ela deixou bem claro o que ela é: uma moto de arrancada, feita para atingir sua velocidade máxima o mais rápido possível. Durante o teste, na reta mais longa do campo de provas da Pirelli, o computador de bordo digital – completo, com idicador de marcha engatada, nível de combustível e etc – apontava 260 km/h em quinta marcha.

Por outro lado, ao sair com a VMax normalmente, o acelerador eletrônico ride-by-wire YCC-T (Yamaha Chip Controlled Throttle) entrega a potência de maneira suave e progressiva para a roda traseira por meio do eixo-cardã. Cabe ao piloto lembrar-se que se trata de uma máquina de 200cv sem controle de tração, e dosar a aceleração para cada situação.

Ciclistica
Por conta de toda sua potência e peso total (310 kg em ordem de marcha), o sistema de freios, apesar de não contar com ABS, é de ponta, digno de motos superesportivas. Na dianteira, dois discos de 320 mm são mordidos por pinças monobloco de montagem radial da Brembo com seis pistões. Enquanto isso, a roda traseira conta com disco simples de 295 mm de diâmetro e pinça Brembo de pistão único. Dentro do campo de provas da Pirelli, o conjunto de freios mostrou-se muito eficiente. Mas, após 10 voltas rápidas seguidas houve superaquecimento do conjunto, causando falhas no sistema. Portanto, leva-la ao limite não deve ser algo feito de maneira contínua.

Com 1.700 mm de entre-eixos e uma longa balança traseira, a nova VMax foi claramente desenvolvida para ter um melhor desempenho em retas. No entanto, isso não significa que a power cruiser é ruim em curvas. Para contribuir com a centralização de massa e tornar a tarefa de contornar curvas mais divertida e fácil, a Yamaha optou por colocar o tanque de combustível de 15 litros embaixo do banco do piloto. No novo modelo, que conta com chassi de alumínio e suspensão dianteira com regulagens nas três vias (compressão, retorno e pré-carga) e traseira na pré-carga, ficou muito mais fácil entrar e sair das curvas. Até a posição de pilotagem ficou mais agressiva, com as pedaleiras recuadas e com guidão avançado, deixando o condutor em posição de ataque.

No entanto, o piloto deve tomar cuidado para não ser “ejetado” da moto principalmente na saída das curvas. Com um toque mais pesado no acelerador, a VMax despeja muita força na roda traseira, fazendo com que a mesma derrape. Isso pode causar o famoso “high-side”, ou queda na saída de curva, quando o piloto acelera e a moto, sem controle de tração, exerce mais força contra o solo do que necessário, “jogando” o condutor para fora, como um genuíno cavalo bravo.

Mercado
A VMax é, definitivamente, uma motocicleta para poucos. Não só por seu preço público sugerido de R$ 99.000, mas também por suas características. Mistura de moto custom com naked e superesportiva, seus 200 cv de potência ficam na memória para sempre, já que parece capaz de arrancar os braços de pilotos desavisados. É o produto perfeito para aqueles que gostam de sair queimando borracha e preferem percorrer um trecho de reta no menor tempo possível a contornar curvas com facilidade. O consumidor dessa power cruiser da Yamaha não está interessado em conforto ou capacidade para longas viagens. O que ele quer mesmo é poder e a bordo da VMax, ele encontra, de sobra.

FICHA TÉCNICA
Yamaha VMax
Motor Motor DOHC, quatro cilíndros em “V”, de arrefecimento líquido, 16 válvulas
Capacidade cúbica 1.679 cm³
Potência máxima 200 cv a 9.000 rpm
Torque máximo (declarado) 17,0 kgf.m a 6.500 rpm
Câmbio Cinco velocidades
Transmissão final Eixo-cardã
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro tipo diamond de alumínio
Suspensão dianteira Garfo telescópico com 120 mm de curso
Suspensão traseira Balança oscilante tipo link de 110 mm de curso
Freio dianteiro Discos duplos de 320 mm de diâmetro mordidos por pinça Brembo de seis pistões
Freio traseiro Disco simples de 298 mm de diâmetro e pinça Brembo de único pistão
Pneus 120/70-18 M/C 59V (dianteira) /200/50- 18 M/C 76V (traseira)
Comprimento 2.395 mm
Largura 820 mm
Altura do assento 755 mm
Distância entre-eixos 1.700 mm
Distância do solo 140 mm
Peso em ordem de marcha 310 kg
Peso a seco Não disponível
Tanque de combustível 15 litros
Cores Preto fosco
Preço sugerido R$ 99.000

[Por:Moto.Com.br]

MT-07 Moto Cage

A Yamaha divulgou fotos de um novo modelo que será apresentado neta terça-feira (30), no Intermot, na Alemanhã. Trata-se da MT-07 Moto Cage, uma variante da MT-07, com design diferenciado e tons de vermelho em toda a moto.

A motorização permanece a mesma, com dois cilindros de 698 cm³, que rendem potência máxima de 75 cv a 9.000 rpm e torque de 6,9 kgfm a 6.500 rpm. O que mudou mesmo foi o design e reestilização. As rodas são em cores diferentes sendo a dianteira vermelha e a traseira preta destacando-se a cor rubro no modelo.

A traseira da motocicleta também esta diferente, recebeu uma reestilização na garupa, além de ter escapamento da marca Akrapovic. Todos os demais detalhes poderão ser vistos a partir de amanhã (30), quando acontece a apresentação oficial durante o Intermot.

As vendas devem começar em novembro para o mercado europeu, ainda sem preço anunciado.

[Por:Moto.Com.br]

Yamaha MT-09

A Yamaha recorreu à cultura “underground” do Japão para apresentar – como ela mesma classifica – um dos seus principais produtos em muito tempo. Lançada no ano passado, a nova motocicleta atende pelo nome de MT-09 e teve o visual inspirado no “lado negro” do país oriental – expresso nas insanas corridas de drift e nas estapafúrdias motos customizadas das ruas de Tóquio. A moto une elementos de naked e de motard e traz um pequeno painel de instrumentos digital e lanternas de leds. O “detalhe” fica na dianteira, em cima do farol, onde há a sensação da falta de uma parte da carenagem. E na verdade falta mesmo, já que a peça é vendida como acessório. Com a etiqueta de 7990 euros na Itália – cerca de R$ 26,5 mil –, o objetivo da MT-09 é entrar no segmento de grande porte, que cresceu mesmo durante a grave crise que atinge a indústria europeia. Mas o modelo não deve encontrar vida fácil e a concorrência deve ser acirrada com a Kawasaki Z800, Ducati Monster, BMW F800 R, Triumph Street Triple e MV Agusta Rivale 800.

Apesar do design inspirado, a grande estrela da MT-09 é o motor. Feito todo de alumínio, seu foco principal é na entrega de torque – ressaltada pelas letras MT ou “Masters of Torque”. Com duplo comando no cabeçote, quatro válvulas por cilindro e injeção eletrônica, ele tem capacidade de 847 cm³ e desenvolve 115 cv a 10 mil rpm, além 8,9 kgfm a 8.500 giros. A força é gerida por um sistema eletrônico – chamado Yamaha D-Mode –, que fornece três ajustes para o acelerador: um normal, outro que libera toda a potência e um terceiro mais “amansado”. Este propulsor, inclusive, deve ser adotado pela fabricante japonesa em outros modelos.

Yamaha MT-091

O chassi também é inédito e não foi derivado de nenhum modelo existente na gama da empresa. A proposta foi criar uma moto ágil e com facilidade de manobrar no trânsito urbano. Já o quadro é todo em alumínio e se beneficia do tamanho menor do motor para ter uma arquitetura que privilegia as dimensões mais compactas. As suspensões – invertida na frente e monoamortecida atrás – são ajustáveis. O uso dos materiais mais leves faz a MT-09 ter 171 kg, um dos menores pesos da categoria.

A Yamaha ainda não confirmou, mas a MT-09 deve aparecer no Brasil este ano. A moto até já deu as caras por aqui “travestida” de FZ-09, no Salão Duas Rodas que aconteceu em outubro em São Paulo. Essa nomenclatura é adotada para o mercado norte-americano, onde a tricilíndrica substitui a FZ8 – uma naked com motor quatro cilindros que ainda continua à venda na Europa. Caso desembarque em solo nacional, o nome usado deve ser mesmo FZ-09, já que os produtos da Yamaha vendidos no Brasil seguem os padrões e estilos dos Estados Unidos. Ela se posicionaria entre as esportivas de 600 cc – XJ6 N e XJ6 F – e a superesportiva YZF-R1, de 1.000 cc.

Yamaha MT-092

Impressões ao pilotar

Três é demais

por Carlo Valente
do InfoMotori.com/Itália, exclusivo para Auto Press

Lisboa/Portugal – Ao subir na moto, a sensação é estar sentado em uma “motard” menos “extrema”. A MT-09 é estreita e possui o guidão largo. Já o propulsor três cilindros é compacto e parece ainda menor na motocicleta – até dar a partida. O motor gira discretamente e, desde os primeiros metros, o comportamento é parecido como um de quatro cilindros. Comparado a outros tricilíndricos, o da Yamaha se mostrou mais fluido e suave, além de preferir regimes de médias e altas rotações.

A MT-09 oferece três mapas de entrega de potência, que foram chamados – de forma bem minimalista – de A, B e Standard. Ao ligar, a moto está sempre na posição A, mas o comportamento é mais agressivo, a saída é forte e o modelo prefere altas velocidades. O acelerador se torna mais sensível e a condução menos relaxada. Na oferta B, a distribuição de torque é mais “doce” em baixos e médios giros mantendo um bom alcance. Os primeiros quilômetros na cidade não permitem tirar proveito do motor. Por outro lado, a MT-09 compensa com agilidade, rapidez e boa frenagem. As trocas de marchas são sempre feitas abaixo dos 7 mil giros. Apesar de em todos os modos a MT-09 produzir 115 cv, a entrega potência é perceptivelmente diferente.

O “tour” com a moto da Yamaha mostrou qualidades dinâmicas incríveis. A MT-09 só deixa o piloto muito exposto, mas é excelente para dar uma volta e extremamente precisa quando é exigida. Não é um veículo aconselhável para viagens longas, mas é bem divertida para ser usada no dia a dia e para quem quiser mais adrenalina em um fim de semana cheio de curvas. Após ganhar mais intimidade, a relação peso/potência põe um grande sorriso no rosto de quem está debaixo do capacete.

Ficha técnica
Yamaha MT-09
Motor: A gasolina, quatro tempos, 847 cm³, três cilindros, quatro válvulas por cilindro, duplo comando no cabeçote, com virabrequim crossplane e refrigeração líquida. Injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.

Câmbio: Manual de seis marchas com embreagem multidisco banhada a óleo.

Potência máxima: 115 cv a 10.000 rpm.

Torque máximo: 8,9 kgfm a 8.500 rpm.

Diâmetro e curso: 78.0 mm X 59.1 mm. Taxa de compressão: 11,5:1.

Suspensão: Dianteira com garfo invertido de 41 mm, ajustável, com retorno pré-carga e 137 mm de curso. Traseira com amortecedor único ajustável com retorno pré-carga e 130 mm de curso.

Pneus: 120/70 R17 na frente e 180/55 17.

Freios: Disco duplo hidráulico de 298 mm na frente e disco hidráulico de 245 mm atrás. Oferece ABS.

Dimensões: 2,07 metros de comprimento total, 0,81 m de largura, 1,44 m de distância entre-eixos e 0,81 m de altura do assento.

Peso em ordem de marcha: 171 kg.

Tanque do combustível: 14 litros.

Produção: Shizuoka, Japão.

Lançamento mundial: 2013.

Preço na Itália: 7.900 euros, equivalente a R$ 26,5 mil – R$ 28 mil com freios ABS de série.

[Por:Uol Motos]

Modelo 2012 não traz muitas alterações, mas aparece em versão comemorativa

Ainda que o lançamento da nova versão esportiva da Yamaha não tenha sido realizado oficialmente, já circulam na internet algumas imagens que revelam as novidades do mercado.

Ao que tudo indica, não haverá grande alteração na parte visual da nova R1. Porém, as poucas imagens mostram que uma versão comemorativa aos 50 anos da participação da Yamaha nos Grandes Prêmios irá ser lançada. Rumores indicam que esta edição será limitada a 2000 unidades.

Em contrapartida, o sistema mecânico deve aparecer com algumas novidades: o motor tetracilíndrico em linha recebeu um novo mapeamento da injeção, o que melhora o desempenho da moto em baixas e médias rotações.

Por fim, o novo sistema de injeção e uma ligeira atualização na carenagem frontal e nas entradas de ar, não tornam a nova Yamaha YZF-R1 2012 um modelo revolucionário, mas é o suficiente para recolocá-la no mercado.

Lucas Ganemian

Imagens Divulgação

[Por:Motociclismo Online]

Conheça a nova Yamaha Aerox SP55

Em comemoração ao aniversário de 56 anos da Yamaha, a marca japonesa fundada em 1 de julho de 1955 lançará uma nova scooter Aerox Sp55, com visual totalmente renovado.

Mas não é apenas a imagem que chama a atenção deste novo modelo. Os componentes de alto nível, tais como o freio a disco dianteiro e o traseiro com pinça brembo na cor dourada.

O novo modelo conta ainda com um motor de 49 cc e dois tempos, rodas de 13 polegadas, painel de instrumentos analógico, amortecedor traseiro ajustável, câmbio automático CVT e um espaço de bagagem capaz de abrigar um capacete.

A scooter Yamaha Aerox SP55 chega ao mercado europeu ainda em maio, com preço anunciado de 2.490 euros, o que equivale a R$ 5.761.

[Por:Uol Carros]

Yamaha FZ8

Após apresentarmos algumas fotos vazadas na Internet da nova Yamaha FZ8 ontem, a Yamaha percebeu que seria melhor acabar com o suspense e especulações, e liberou uma foto oficial do modelo em sua forma e cor originais. Como visto nas fotos anteriores do modelo branco e preto, a Yamaha FZ8 é fortemente baseada na FZ1, o que pode sugerir suas características de desempenho

[Por:Moto.com.br]

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