Kisbee

A marca francesa de automóveis e motocicletas Pegeout dá sequência às inovações em sua família de scooters ao apresentar a nova Kisbee 50.

O modelo, terceira novidade da marca no ano, chega ao mercado europeu para reforçar a oferta da Peugeot no estratégico segmento das scooters compactas de entrada de gama, que representa mais de 40% do volume europeu em 50 cm3, no qual a Peugeot atua com 19% de participação no setor.

A Kisbee recebeu uma nova motorização de quatro tempos. Seu reduzido consumo de 35 km/l permite uma considerável autonomia de 200 km, e seu reservatório tem capacidade  para  6,5 litros.

A nova scooter da Pegeout será disponibilizada em quatro opções de cores –  azul (Celest Blue), laranja (Coral Orange), branco (Polar White) e preto nacarado (Pearl  Black). O modelo tem também ótica cromada, rodas de alumínio, pequeno para-brisas pintado, alça do passageiro em alumínio, entre outros detalhes.

Funcional  e  de  fácil  utilização, é marcada pela distinção tanto por seu peso  (85 kg) como pela sua capacidade de carga de série. Seu bagageiro pode comportar de modo integral qualquer modelo de capacete. Possui ainda ganchos para pendurar  bolsa  ou  mesmo  um  segundo capacete e, para os mais exigentes, oferece como opcional um top-case adicional de 30 ou 34 litros.

Anunciada  ao  preço  competitivo  de  1.199  euros,  a  Kisbee  oferece um considerável  nível  de  prestações  e  já  se  situa  como  um dos futuros protagonistas  no mercado de 50 cm3, aspirando fazer parte rapidamente do “ top 5” europeu.

[Por:Moto.com.br]

Italiana Piaggio

A Piaggio entra de vez no mercado indiano de scooters. A marca italiana quer ampliar sua participação em um dos maiores mercados consumidores do planeta. O produto escolhido foi a versátil Vespa LX 125. Segundo dados recentes o mercado de duas rodas na Índia é o segundo maior do mundo com 8,4 milhões de motos vendidas em 2009. Desse número 1,3 milhões são de scooter.

[Por:Moto.com.br]

Fly 150 já roda no Brasil em fase de testes e será fabricado em Manaus

PiaggioFly150

Conhecidos por sua tradição e qualidade, os produtos Piaggio estão muito próximos de sair de linhas de montagem em nosso país. Em breve, as motocicletas italianas serão produzidas pela Kasinski no Pólo Industrial de Manaus, AM. Este empreendimento é um fruto da parceria entre a chinesa Zongshen e a Piaggio. Informações de bastidores indicam que o modelo Piaggio Fly 150 já foi emplacado no Brasil sob a batuta da sino-brasileira CR Zongshen, integrante da Zongshen e atual detentora da Kasinski no Brasil.

Assim, o Fly 150 passa por testes no país para que ajustes sejam feitos antes de sua produção nacional. Questionada sobre o assunto, a Kasinski não quis fazer nenhuma declaração no momento e a expectativa é que o Fly chegue ao mercado no 2º semestre. Equipado com rodas de aro 12”, o scooter tem motor de 150 cm³ carburado, capaz de gerar 8,5 cv de potência. O visual do scooter segue uma linha menos retro que os outros produtos da fabricante.

Acreditamos que o Fly deve chegar com preço próximo aos dos scooter deste segmento vendidos atualmente no Brasil, entre R$ 7 000 e R$ 8 000. Vale ressaltar que o Grupo Piaggio também é detentor de outras marcas de peso, como Vespa, Aprilia, Moto Guzzi, Gilera e Derbi. Agora, se estas outras motocicletas também será produzidas por aqui é questão de tempo para saber. Nossa equipe havia adiantado a intenção da Piaggio de produzir no Brasil em agosto de 2009.
Rafael Miotto / Raul Fernandes Jr.

Imagens Piaggio

[Por:Motociclismo Online]

Andamos na Kasinski Prima Electra durante o Michelin Challenge Bibendum

Kasinski Prima electra

Com o objetivo de promover e discutir modos de tornam os transportes rodoviários mais e eficientes e menos agressivos ao meio ambiente, a Michelin trouxe a 10ª edição do Chalenge Bibendum ao Rio de Janeiro, RJ. Realizado no Centro de Convenções e Exposição do Rio Centro, o evento começou em 30 de maio e seu encerramento ocorrerá em 3 de junho. Entre yy nn7as novidades demonstradas, muitas apontam para veículos elétricos de duas rodas, como motos, bicicletas e até mesmo os segways.

Acelerando a Kasinski Prima Electra

Mostrado ao público durante o Salão Duas Rodas 2009, o Kasinski Prima Electra terá sua produção iniciada no próximo mês, em Manaus, AM. O scooter é impulsionado por um motor de 2.000 watts e pode alcançar uma velocidade final de até 60 km/h. “ Queremos criar a imagem de uma empresa diferenciada e este será o primeiro scooter elétrico produzido no Brasil”, disse Claúdio Rosa Jr., presidente da Kasinski.

Além de zero emissões de poluentes ao meio ambiente, o Prima Electra é capaz de trazer muita economia ao bolso de seu usuário já que, de acordo com a fabricante, o usuário irá gastar, em média, R$ 1,10 para rodar 50 km com a moto. Além disso, o custo do IPVA do scooter elétrico é 25% menor. “A motocicleta já ajuda muito na mobilidade e, atrelada à parte elétrica, tem tudo a ver com o tema da sustentabilidade rodoviária”, acrescentou Rosa Jr.

Nossa equipe teve a oportunidade de rodar com um modelo pré-série do Prima electra no decorrer do evento da Michelin. A primeira impressão sobre a motocicleta foi positiva e o resultado final está muito próximo aos scooter que existem atualmente no mercado brasileiro. Existem três opções de potênica: low, medium e high. Os nomes são auto explicativos e no high é possível sentir que a Prima Electra está um patamar acima de outros scooter elétriicos vendidos no Brasil.

Em relação à aceleração, parece existir um delay do momento em que se aciona o punho até a resposta do motor. Assim, em certas manobras deve-se ficar atento a está resposta demoradas. As suspensões também necessitam de um aprimoramento, pois recebem de forma seca os desníveis do solo. Contudo, algo que chamou a atenção foi o acabamento da Prima, apresentado bom conjunto.

Em relação ao espaço embaixo do banco, está ocupado pelas bateria de chumbo ácida de 48 v. Desse modo, a Kasisnki instalou um baú na traseira, para poder transportar objetos. O preço sugerido pelo Prima Electra é de R$ 5.290.

Rafael Miotto

Imagens Rafael Miotto

[Por:Motociclismo Online]

DAFRA SMART 125 e Honda Lead 110

Veículo urbano de fácil pilotagem, equipado com transmissão automática, o scooter vem conquistando o consumidor brasileiro em função de sua praticidade e agilidade. Febre há décadas na Europa, dois novos modelos de scooters desembarcaram em 2009 no mercado nacional: Honda Lead 110 e o Dafra Smart 125. Comparamos essas duas “práticas” novidades para driblar o trânsito mais que carregado de São Paulo.

A gigante japonesa, líder do setor de motocicletas no Brasil, trouxe o Lead 110, seu scooter mais vendido em todo mundo. Já a caçula do mercado de duas rodas, a Dafra resolveu montar no País o Smart 125, primeiro produto da parceria com a Haojue, líder do mercado chinês de motocicletas. Ambos trouxeram como grande diferencial a alimentação por injeção eletrônica de combustível. Confira quem se deu melhor na guerra da mobilidade.

Motores simples e injetados

Os modelos Lead e Smart têm propulsores com a mesma arquitetura simples: motor de um cilindro, comando simples no cabeçote (OHC). Mas o scooter Honda tem arrefecimento líquido, enquanto o Dafra Smart aposta na refrigeração a ar. Mas as diferenças não param por aí.

O propulsor do modelo Honda tem 108 cm³ e oferece 9,2 cv de potência máxima a 7.500 rpm e torque de 0,97 kgf.m a 6.000 rpm. Já o do Smart 125 tem capacidade e potência maiores: 124,6 cm³ e 10,3 cv a 8.000 rpm. O torque máximo é o mesmo – 0,97 kgf.m -, mas só aparecendo a 7.000 rpm.
No dia a dia fica evidente que o Smart leva vantagem na velocidade final, chagando a 90 km/h. O modelo Honda traz um limitador de velocidade, que não permite que o veículo ultrapasse 80 km/h.

DAFRA SMART 125 e Honda Lead 1101

Por outro lado, o Lead tem mais torque em baixas e médias rotações, o que facilita a vida do piloto principalmente no momento de arrancar na frente dos carros quando a luz verde do semáforo acende.

A velocidade maior e o torque em uma rotação mais alta no Smart 125 acabam comprometendo o consumo: a média foi de 31 km/l no modelo Dafra, enquanto o Honda Lead fez 34 km/l. Mas essa diferença não chega a atrapalhar a autonomia dos dois modelos. No scooter Honda cabem 6,5 litros, enquanto no Dafra vão 6,9 litros.

Ciclística

Na parte ciclística, propostas bastante similares. O Lead 110 é montado sobre um chassi monobloco. Na dianteira, tem garfo telescópico de 90 mm de curso e roda de 12 polegadas, enquanto na traseira, usa roda de 10 polegadas e suspensão monoamortecida, com 84 mm de curso. O peso a seco do modelo Honda é de 109 kg.

Com 110 kg e montado também sobre um chassi monobloco, o scooter da Dafra também adotou soluções tradicionais: na frente, garfo telescópico de 70 mm de curso e, na traseira, monoamortecedor com 50 mm de curso.
Os dois scooters copiam bem as imperfeições do piso, já que os conjuntos de suspensões são firmes, porém confortáveis. Claro que nas “costelas de vaca” e em obstáculos maiores, ambos chegaram a dar fim de curso. Nesse quesito, o scooter Dafra acaba levando certa desvantagem sobre o Honda, já que tem as duas rodas de 10 polegadas.

DAFRA SMART 125 e Honda Lead 110

Outro ponto positivo do Lead é o sistema de freios formado por disco de 190 mm de diâmetro na frente e tambor de 130 mm atrás, além de freio de estacionamento. O conjunto merece destaque, pois traz o sistema CBS (Combined Brake System). Ou seja, ao acionar o manete do freio traseiro, o disco dianteiro também entra simultaneamente em ação, o que representa menor espaço de frenagem e mais segurança para o piloto.

Já o Dafra Smart tem freios tradicionais: disco simples de 180 mm de diâmetro na frente e tambor de 130 mm, atrás. Também garantem boas e seguras frenagens, mesmo em situações extremas, porém sem o advento do CBS. Mas, cá entre nós, o sistema da Honda é útil para iniciantes, mas chega a atrapalhar quem tem mais experiência, principalmente em manobras de baixa velocidade quando se deseja apenas frear a traseira.

DAFRA SMART 125 e Honda Lead 110Completam o conjunto ciclístico pneus sem câmara Pirelli SL 26 no Smart e pneus fabricados em Taiwan pela Cheng Shin no Lead. Nesse tópico ponto para o modelo Dafra.

Conforto e praticidade

No quesito conforto, os dois modelos estão perfeitamente de acordo com sua proposta de veiculo urbano. O piloto fica sentado, com os pés bem apoiados no assoalho e protegidos pelo escudo frontal. Assim, o condutor pilota de forma bastante ergonômica, exceção, é claro, para motociclistas com mais de 1,85m, que ficam espremidos entre guidão e banco.

painel da Honda Lead 110

Para facilitar ainda mais a vida dos pilotos, os modelos oferecem comandos de fácil acionamento. Apesar do visual bastante harmônico do painel de instrumentos do Lead, a peça desenvolvida para o Smart 125 leva vantagem na iluminação – principalmente para deslocamento noturno -, além de contar com um pequeno display de cristal líquido, que indica nível de combustível, hodômetro (parcial e total) e hora. Como diferencial, o scooter Dafra também tem lampejador de farol alto e um indicador de troca de óleo (Oil Change), que informa ao piloto a hora certa de trocar o óleo do motor.

painel DAFRA SMART 125

Para estacionar, o Dafra Smart 125 traz ainda descanso lateral e cavalete central. O modelo Honda oferece apenas o cavalete central. Segundo o fabricante, por medida de segurança. Mas já é possível instalar um “pezinho” no Lead, que pode ser encontrado o mercado de motopeças por cerca de R$ 70,00.

O scooter da Honda leva vantagem sobre o Dafra em três itens quando o assunto é praticidade. Em primeiro lugar, sob o banco há espaço suficiente para acomodar dois capacetes abertos e algumas outras quinquilharias. No modelo Dafra, mal cabe um capacete aberto. No Lead o bocal do tanque de combustível fica no assoalho, enquanto que no Smart é preciso levantar o assento para abastecer. Outro diferencial é que no modelo Honda as pedaleiras retráteis oferecem mais conforto para a garupa. Os dois modelos trazem ainda “porta luvas” na parte traseira do escudo frontal, que pode ser trancado com chave, e bagageiro de série.

DAFRA SMART 125 e Honda Lead 110

Para finalizar, o scooter Honda Lead 110 tem preço sugerido de R$ 6.062,00. Enquanto o Dafra Smart 125 tem preço fixado em R$ 5.660,00. Os valores sugeridos são válidos até 30 de março, data que acaba a isenção da Cofins para modelos até 150cc. Além do preço que pode pesar na hora da compra, o consumidor pode optar pela maior praticidade do scooter Honda Lead 110 ou no desempenho melhor do Dafra Smart 125.

FICHA TÉCNICA
DAFRA SMART 125

Motor: OHC, quatro tempos, monocilíndrico, refrigeração a ar
Cilindrada: 124,6 cm³
Potência máxima: 10,3 cv a 8000 rpm
Torque máximo: 0,97 kgf.m a 7000 rpm
Sistema de Combustível: Injeção Eletrônica
Partida: Elétrica e a pedal
Câmbio: Automático CVT
Quadro: Monobloco
Suspensão:
Dianteira: Garfo telescópico, com 70 mm de curso
Traseira: Monoamortecedor, com 50 mm de curso
Rodas e pneus:
Dianteiro: 3,5 – 10, de liga leve
Traseiro: 3,5 – 10, de liga leve
Freios:
Dianteiro: Disco simples de 180 mm de diâmetro
Traseiro: Tambor de 130 mm
Dimensões CxLxA: 1.986 mm x 674 mm x 1.104  mm
Entre-eixos: 1.240 mm
Distância do solo: 110 mm
Altura do assento: 740 mm
Capacidade do tanque: 6,9 litros
Peso seco: 110 kg
Cores: Preto, grafite, vinho e amarelo
Preço: R$ 5.660,00

FICHA TÉCNICA
HONDA LEAD 110

Motor: OHC, quatro tempos, monocilíndrico, duas válvulas por cilindro, arrefecido a líquido
Cilindrada: 108 cm³
Potência máxima: 9,2 cv a 7.500 rpm
Torque máximo: 0,97 kgm a 6.000 rpm
Sistema de Combustível: Injeção Eletrônica
Partida: Elétrica e a pedal
Câmbio: Automático CVT
Quadro: Monobloco
Suspensão:
Dianteira: Garfo telescópico, com 90 mm de curso
Traseira: Monoamortecedor, com 84 mm de curso
Rodas e pneus:
Dianteiro: 90/90-12 44j, 12 polegadas de liga leve
Traseiro: 100/90-10 56 j, 10 polegadas de liga leve
Freios:
Dianteiro: Disco simples de 190 mm de diâmetro
Traseiro: Tambor, de 130 mm de diâmetro
Dimensões CxLxA: 1.838 mm x 668 mm x 1.125  mm
Entre-eixos: 1.274 mm
Altura do assento: 740 mm
Capacidade do tanque: 6,5 litros
Peso seco: 109 kg
Cores: Vinho, preto, prata e dourado
Preço: R$ 6.062,00

[Por:Moto.com.br]

Motocicleta tem câmbio automático CVT e preço sugerido de R$ 8 590

A inspiração no passado pode ser vista em muita coisa ao nosso redor e com as motos não é diferente. O estilo retrô mostra fazer cada vez mais sucesso entre os aficionados por duas rodas e, para conquistar este público, a Motoplace acaba de trazer ao Brasil o Lon-V De Luxe. Alimentado por um motor 4T refrigerado a ar de 152 cm³, o scooter tem um visual marcante e é importado da China.

Sua transmissão fica a cargo de um câmbio CVT automático, enquanto o sistema de freios possui disco na dianteira e traseira. As rodas são de aro 12´ e o painel lembra muito as “vespinhas” e “lambrettinhas”. Sob o banco existe um compartimento para objetos, que torna o veículo prático para o uso na cidade.

A Motoplace disponibiliza o De Luxe em duas cores: branco e preto com duas opções de estofamento, preto e marfim. O preço sugerido é de R$ 8 590.

Serviço
Motoplace Import
www.lon-v.com.br
tel.: 11 5531.8031

[Por: Motociclismo Online]

A Aprilia, marca italiana de motocicletas, apresentou recentemente a terceira geração do scooter Sportcity.

Totalmente reformulado, o modelo é ideal para o trânsito urbano como também para viagens curtas, já que tem roda grande (15”) e pneu largo.

Extremamente confortável e versátil, agora o Sportcity tem três opções de motorização: 125, 200 e 300cc.

O destaque fica por conta do Sportcity Cube 300 i.e., que apresenta um novo propulsor de quatro tempos com injeção eletrônica de combustível.

Com potência declarada de 22,5 cv a 8000 rpm e torque de 22 Nm a 6.500 rpm, o scooter é, segundo o fabricante, bastante dinâmico. O consumidor europeu pode equipá-lo com alguns acessórios, entre eles, pára-brisa alto e bauletos (32 ou 35 litros).

[Por:Moto.com.br]

A Honda anunciou nesta semana que iniciará as vendas do modelo DN-01 no dia 1º de agosto, no Reino Unido. O misto de sport-touring e scooter foi apresentado pela primeira vez no Salão de Milão em 2007.

Entre os diferenciais do equipamento, destaque para o câmbio que, por meio de um pequeno botão no guidão, funciona como transmissão automática ou manual, de acordo com o gosto do piloto.

Outro detalhe está no freio ABS de acionamento combinado, mais seguro, segundo a fabricante japonesa. A nova DN-01 chega equipada com um motor V-Twin de 680 cm³ de potência de 60 cv e torque de 6,4 kgf.m.

Disponível nas cores preto grafite e pérola ametista, a máquina será vendida no Velho Continente ao preço de 9.200 euros.

[Por:Moto.com.br]

1000 milhas em uma scooter

1000 Milhas

Desafio vencido: 1.624 km em 22h33. Bravas scooters, bravos pilotos, brava tripulação de apoio e policiais rodoviários bem bravos também.

Largamos às 20h15 do dia 19 de abril, um sábado, do primeiro posto de abastecimento da Rodovia dos Bandeirantes (SP), e para dar mais emoção à aventura, debaixo de muita chuva.

Éramos quatro pilotos: José Carlos Santos, Edrey Momo, Paulo Bertozzi e Ricardo Chaibub, em quatro scooters 125cc e mais três integrantes na picape de apoio: Dinarte Moreira Leão, João Fernandes Maciel e Fernando Moreira, com a função de navegar, fotografar e auxiliar nas paradas de reabastecimento.

Foram 11 cidades percorridas: São Paulo, Rio Claro, Santa Adélia, Pereira Barreto, Presidente Venceslau, Presidente Prudente, Assis, Lins, Lençóis Paulista, Tatuí e novamente São Paulo.

Como não tínhamos tempo para descansar, em cada parada (a cada 150km percorridos) fizemos um lanche rápido, enquanto as scooters eram reabastecidas. Decidimos largar à noite, para fazer o trecho com as melhores rodovias neste período, deixando as estradas ainda desconhecidas para o dia.

Nossa primeira parada: Rio Claro. Tirando a chuva, tudo tranqüilo. Na segunda parada, em Santa Adélia, nosso quarto piloto, Ricardo Chaibub, enfrentou algumas dificuldades físicas. Após o reabastecimento feito e os sanduíches engolidos, seguimos para Nhandeara.

 

1000 Milhas

Mais um reabastecimento realizado e Ricardo continuava com dificuldades. Seguimos então para Pereira Barreto, local em que a equipe de apoio decretou o fim da prova para nosso amigo Ricardo. Vencido pelo cansaço e sonolento, ele se acomodou na picape.

Rumamos para Presidente Venceslau, sem a chuva da noite anterior. Com o dia claro e metade do percurso já percorrido, paramos para mais um lanche rápido e um tanque de gasolina. Seguimos para Pirapózinho quando uma das scooters (a minha) começou a perder rendimento nas subidas. Precisava pilotar constantemente com o corpo inclinado, aproveitando o vácuo deixado por uma das outras duas scooters para não ficar para trás.

Mais gasolina, mais chocolate e energético, e seguimos para Assis. Veio então uma parada surpresa com três autógrafos para dois policiais rodoviários que nos esperavam com o talão de multas na mão.

Não, as multas não foram por excesso de velocidade. Fizemos ultrapassagens em locais não permitidos e fomos punidos. Após 40 minutos perdidos, seguimos tentando eliminar o atraso para Lins. Mais um lanchinho rápido e fomos para Lençóis Paulista.

Não podíamos mais ter imprevistos. Já havia o risco de estourarmos o tempo limite. Chegamos a Lençóis, repetimos o nosso ritual, sempre acompanhados pela Mitsubishi Triton do apoio. Enquanto bebíamos um isotônico ou um energético, nossos anjos da guarda se incumbiam do reabastecimento das motos, anotações nas planilhas e recolhimento de comprovantes nos postos de gasolina.

Quando faltava bem pouco, minha scooter começou a me preocupar. O rendimento caíra ainda mais. Problema na embreagem. Mais uma parada em Tatuí. Na saída do posto, minha Scooter se “queixou” com um forte ruído. Embreagem patinando. Faltava pouco, mas a chuva voltou a nos acompanhar.

A última parada aconteceu no posto BR da Marginal Pinheiros, próximo ao Jockey Club. Missão cumprida. Ainda reservamos um restinho de energia para celebrar na 1900 Pizzeria da Vila Mariana — a patrocinadora da aventura —, onde amigos e família nos aguardavam.

Agora é só preencher todos os relatórios, planilhas, anexar mapas e comprovantes e enviar tudo para a “Iron Butt Association”, na Califórnia. Depois, aguardar os certificados.

Um dia os exibiremos para nossos filhos e netos, e segundo o meu amigo Dinarte, eles farão a seguinte pergunta: Pra quê isso?

[PorMoto.com.br]

mil milhas

Se percorrer mil milhas (1.609 km) de estradas em 24 horas pilotando uma moto já é desafiador, imagine então fazer esse mesmo percurso a bordo de uma singela scooter de 125cc.

Pois três aventureiros de São Paulo vão encarar esse desafio, que leva o nome de Iron Butt 1000 e dá direito ao certificado da Iron Butt Association, motivo de orgulho entre motociclistas do mundo inteiro.

O trio formado por José Carlos Santos, Edrey Momo e Paulo Bertozzi tentará alcançar essa façanha no dia 19 de abril, percorrendo boa parte do Estado paulista.

Após a largada promocional, cada piloto abastecerá sua scooter no posto oficial, obtendo então seu tempo de largada a partir do horário impresso na nota de abastecimento, emitida por computador. O mesmo procedimento deverá ser repetido em todos os postos do percurso até o ponto de retorno.

A partida será às 19h no Sagrado Bar, localizado na rua Doutor Renato Paes de Barros, 994. Eis o roteiro: São Paulo, São Carlos, São José do Rio Preto, Pereira Barreto, Presidente Venceslau, Assis, Lins, Bauru, Jaú, Pardinho, Boituva e São Paulo.

O “motonauta” José Carlos Santos participou do Moto Repórter, canal de jornalismo participativo do MOTO.com.br. Para mandar sua notícia, clique aqui.

[Por:Moto.com.br]

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