moto_k_1300R

Na festa dos 35 anos da revista DUAS RODAS, que aconteceu no Pavilhão Anhembi (SP) em 8 de outubro, foram conhecidos os vencedores da 12ª Edição do Concurso “Moto do Ano”. Promovido pela publicação mais tradicional do segmento, a grande vitoriosa foi a BMW K 1300 R, que recebeu o troféu de “Moto do Ano 2009”. A naked da marca alemã somou 635 dos 660 pontos possíveis. Além de conquistar o prêmio máximo da noite e vencer também sua categoria, a BMW faturou o prêmio em outras duas categorias: Sport Touring (K 1300 S) e Trail (F 650 GS).
Na festa de premiação, Márcio Saldanha Marinho, diretor Comercial e de Marketing da revista DUAS RODAS, agradeceu o empenho de sua equipe e destacou a trajetória de sucesso da revista e, conseqüentemente, a importância do Concurso “Moto do Ano”.
“Este prêmio é o mais democrático do País, já que conta com a participação direta de nossos leitores. Depois dos modelos serem selecionados no site das DUAS RODAS, a responsabilidade passa para os jornalistas especializados convidados. Estes profissionais altamente qualificados são os fieis depositários de milhões de motociclistas espalhados por todo o Brasil”, conta Márcio Marinho, que também anunciou mais duas ferramentas para ampliar a atuação da revistas DUAS RODAS.
“Primeiro será a criação da revista eletrônica, com foco no conteúdo e no e-commerce. Além disso, nosso corpo editorial está preparando um livro, que literalmente retratará a evolução do setor de duas rodas por meio de fotografias publicadas desde a década de 70”, afirma o diretor da Sisal Editora.
Como funciona o concurso
O Concurso “Moto do Ano”, realizado anualmente pela revista DUAS RODAS, é um dos mais democráticos e respeitados do segmento de motocicletas do Brasil. Afinal, neste ano de 2009 chegou a sua 12ª edição reunindo 31motocicletas divididas em dez categorias. Neste ano concorrem novos modelos e também as motos que receberam importantes alterações mecânicas, eletrônicas ou design. As motocicletas são escolhidas pelos leitores no site da revista, e as três mais votadas em cada categoria vão para a segunda fase. Ou seja, os modelos passam por testes dinâmicos realizados no Campo de Provas Pirelli, em Sumaré, interior de São Paulo.
Nesta edição, o concurso reuniu dez jornalistas especializados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, juntamente com um leitor da revista (escolhido em concurso cultural durante a votação da primeira fase) tiveram a oportunidade de testar os 31 modelos de motos entre 100 e 1.300 cc finalistas nas dez categorias. Foram avaliaram diversos quesitos como, por exemplo, Estilo, Motor, Suspensão, Conforto, Freios e Maneabilidade. Ao final dos testes de cada categoria os jurados aplicavam notas de 5 a 10 para cada quesito.
Conheça a Moto do Ano 2009 e as 31 finalistas:
MOTO DO ANO 2009:
BMW K 1300 R
BIG CUSTOM
Yamaha Midnight (vencedora)
Kawasaki Vulcan 900
STREET ATÉ 150 cc
Iros One
Honda CG 150 Mix (vencedora)
Yamaha Factor
STREET ATÉ 300 cc
Honda CB 300
Yamaha Fazer
Kawasaki Ninja 250 (vencedora)
NAKED
Honda Hornet
Kawasaki Z 750
BMW K 1300 R (vencedora)
SPORT TOURING
Suzuki GSX 650F
BMW K 1300 S (vencedora)
BMW k 1300 GT
ESPORTE
Honda CBR 1000 RR (vencedora)
Kawasaki ZX-10 R
Suzuki GSX-R 750
CUSTOM ATÉ 300
Kasinski Comet EFI (vencedora)
Drafra Kansas 250
Garinni GR 250
Traxx Shark
MVK Spyder
Shineray XY 250.4
TRAIL
BMW F 650 GS (vencedora)
Honda XR 300
Suzuki DL 650 V-Strom
BIG SCOOTER
Suzuki Burgman 400 (vencedora)
Fox Elite 250
SCOOTER ATÉ 200 CC
Yamaha Neo CVT (vencedora)
Honda Lead
Iros Vintage

Na festa dos 35 anos da revista DUAS RODAS, que aconteceu no Pavilhão Anhembi (SP) em 8 de outubro, foram conhecidos os vencedores da 12ª Edição do Concurso “Moto do Ano”. Promovido pela publicação mais tradicional do segmento, a grande vitoriosa foi a BMW K 1300 R, que recebeu o troféu de “Moto do Ano 2009”. A naked da marca alemã somou 635 dos 660 pontos possíveis. Além de conquistar o prêmio máximo da noite e vencer também sua categoria, a BMW faturou o prêmio em outras duas categorias: Sport Touring (K 1300 S) e Trail (F 650 GS).

Na festa de premiação, Márcio Saldanha Marinho, diretor Comercial e de Marketing da revista DUAS RODAS, agradeceu o empenho de sua equipe e destacou a trajetória de sucesso da revista e, conseqüentemente, a importância do Concurso “Moto do Ano”.

“Este prêmio é o mais democrático do País, já que conta com a participação direta de nossos leitores. Depois dos modelos serem selecionados no site das DUAS RODAS, a responsabilidade passa para os jornalistas especializados convidados. Estes profissionais altamente qualificados são os fieis depositários de milhões de motociclistas espalhados por todo o Brasil”, conta Márcio Marinho, que também anunciou mais duas ferramentas para ampliar a atuação da revistas DUAS RODAS.

“Primeiro será a criação da revista eletrônica, com foco no conteúdo e no e-commerce. Além disso, nosso corpo editorial está preparando um livro, que literalmente retratará a evolução do setor de duas rodas por meio de fotografias publicadas desde a década de 70”, afirma o diretor da Sisal Editora.

Como funciona o concurso

O Concurso “Moto do Ano”, realizado anualmente pela revista DUAS RODAS, é um dos mais democráticos e respeitados do segmento de motocicletas do Brasil. Afinal, neste ano de 2009 chegou a sua 12ª edição reunindo 31motocicletas divididas em dez categorias. Neste ano concorrem novos modelos e também as motos que receberam importantes alterações mecânicas, eletrônicas ou design. As motocicletas são escolhidas pelos leitores no site da revista, e as três mais votadas em cada categoria vão para a segunda fase. Ou seja, os modelos passam por testes dinâmicos realizados no Campo de Provas Pirelli, em Sumaré, interior de São Paulo.

Nesta edição, o concurso reuniu dez jornalistas especializados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, juntamente com um leitor da revista (escolhido em concurso cultural durante a votação da primeira fase) tiveram a oportunidade de testar os 31 modelos de motos entre 100 e 1.300 cc finalistas nas dez categorias. Foram avaliaram diversos quesitos como, por exemplo, Estilo, Motor, Suspensão, Conforto, Freios e Maneabilidade. Ao final dos testes de cada categoria os jurados aplicavam notas de 5 a 10 para cada quesito.

Conheça a Moto do Ano 2009 e as 31 finalistas:

MOTO DO ANO 2009:

BMW K 1300 R

BIG CUSTOM

Yamaha Midnight (vencedora)

Kawasaki Vulcan 900

STREET ATÉ 150 cc

Iros One

Honda CG 150 Mix (vencedora)

Yamaha Factor

STREET ATÉ 300 cc

Honda CB 300

Yamaha Fazer

Kawasaki Ninja 250 (vencedora)

NAKED

Honda Hornet

Kawasaki Z 750

BMW K 1300 R (vencedora)

SPORT TOURING

Suzuki GSX 650F

BMW K 1300 S (vencedora)

BMW k 1300 GT

ESPORTE

Honda CBR 1000 RR (vencedora)

Kawasaki ZX-10 R

Suzuki GSX-R 750

CUSTOM ATÉ 300

Kasinski Comet EFI (vencedora)

Drafra Kansas 250

Garinni GR 250

Traxx Shark

MVK Spyder

Shineray XY 250.4

TRAIL

BMW F 650 GS (vencedora)

Honda XR 300

Suzuki DL 650 V-Strom

BIG SCOOTER

Suzuki Burgman 400 (vencedora)

Fox Elite 250

SCOOTER ATÉ 200 CC

Yamaha Neo CVT (vencedora)

Honda Lead

Iros Vintage

[Por: Moto.com.br]

P120 Fighter Combat é capaz de alcançar torque de 20 kgfm

Em alguns casos, motocicletas e obras de arte se confundem. A imaginação dos designers já não possui limite, um exemplo claro disto é a nova P120 Fighter Combat. Desenvolvida pela empresa norte-americana Confederate, a máquina trata-se de uma evolução da C120 Renaissance Fighter. As modificações produzidas na moto a tornaram mais ágil e potente, sem perder o visual futurístico.

A Fighter Combat passa a contar com chassi de alumínio e é impulsionada por um enorme propulsor de 1966 cm³. Esta monstruosidade de bicilíndrico em V gera 160 cv de potência. Porém, o destaque maior é o torque máximo da motocicleta: 20 kgfm — 3 kgfm a mais que a poderosa Yamaha V-Max.

Na frente, o que mais chama a atenção é o garfo duplo, que foi retrabalhado no modelo. Além disso, as freios foram otimizados e, na dianteira, possui nova pinça de encaixe radial. A Confederate apresentará a novidade no dia 14 de agosto. Os projetistas parecem apenas ter esquecido um detalhe: onde será que o pilota senta para dirigir a moto?

[Por: Motociclismo Online]

De janeiro a abril deste ano foram emplacadas 496.618 motos – 18,55% menos se compararmos com o primeiro quadrimestre de 2008. Porém, algumas categorias tiveram um aumento significativo em suas vendas, caso das motos custom. Segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores), nos quatro primeiros meses de 2009, 10.878 motos do segmento custom ganharam as ruas e estradas, contra 5.688 no mesmo período do ano passado. O que representa um crescimento de 91,24%. Comparativamente, este ano o volume de vendas de modelos custom quase dobrou.

Remando contra a maré – falta de crédito para modelos básicos de até 150 cc – outros segmentos também apresentam bons resultados como, por exemplo, as nakeds, roadsters e também as big-trails. Assim, podemos afirmar que o mercado de motos de média e alta cilindradas está aquecido, até porque o perfil do consumidor é bem mais qualificado para aprovação das fichas cadastrais para o financiamento do bem. Para os motociclistas brasileiros, a moto dos sonhos acima das 500 cc custa a partir de R$ 25 mil.

Prova de que o segmento de motos custom está aquecido é o mais recente lançamento da Yamaha: a XVS 950 Midnight Star. A marca japonesa aposta na personalidade de sua estradeira, que tem motor de dois cilindros em “V” de 54 cv, para abocanhar uma fatia do segmento. Dentro do mix de produtos, a Yamaha oferece ainda outros seis modelos acima de 600cc, porém a Midnight Star, que tem preço inicial de R$ 34,6 mil, é a única custom.

TOURING

Já na linha custom/touring, podemos destacar a Harley-Davidson. Nos quatro primeiros meses do ano, as vendas tiveram uma reação e devem fechar o ano com volume igual ou superior ao de 2008. Sonho de consumo de várias gerações de motociclistas, a tradicional família Harley ganhou recentemente três modelos completamente distintos: a esportiva XR 1200, a “anabolizada” V-Rod Muscle, e a Dyna, modelo de 1600 cc que oferece um bom custo-benefício (a partir de R$ 34,9 mil).

“Hoje, o consumidor vive o momento de concretizar sonhos e de realizar bons negócios. Apesar da crise mundial que se instalou no final de 2008, o mercado brasileiro continuou se movimentado. As montadoras ficaram mais flexíveis nas negociações. Em alguns casos, por exemplo, os preços em reais até caíram”, explica Carlãozinho Coachman, gerente de produtos do Grupo Izzo, representante oficial da marca norte-americana no País, explicando a lei da oferta e da procura. “Não há problema de crédito neste mercado de motos de maior valor agregado, já que o motociclista cumpre todas as exigências estipuladas pelas instituições bancárias para comprovar renda,” conclui Coachman.

NAKEDS

Já as nakeds apresentaram um crescimento de 6,96% em comparação a 2008. As motos mais desejadas pelos motociclistas são a Honda CB 600F Hornet, Suzuki Bandit e a linha FZ6 da Yamaha.
Neste contexto, destaque para a Honda Hornet, com a comercialização de mais de 500 motos/mês. Neste ritmo, a montadora nipônica terá um melhor desempenho se comparado a 2008 (5.898 unidades comercializadas no ano passado).

Para José Luis Terwak, gerente do departamento de novos produtos da Honda, “o mercado de motos de maior valor e cilindrada tem como aliado um apelo emocional, surpreendendo sempre no volume das vendas. Além disso, hoje, os preços estão mais convidativos”, conta o engenheiro da Honda.

TRAIL

Nesta categoria, o aumento da participação do mercado de duas rodas não é tão significativo, porém é um dos segmentos mais concorridos. Entre os modelos mais desejados pelos motociclistas estão: Yamaha XT 660R, Suzuki V-Strom DL1000, a linha BMW (R 1200 GS, F 800 GS e F 650 GS) e a Honda XL 1000V Varadero.

A BMW já emplacou no primeiro quadrimestre 363 unidades neste segmento trail, contra 194 motos do mesmo período de 2008, ou seja, crescimento de pouco mais de 87%. Para Rolf Epp, gerente da divisão de motocicletas da BMW Brasil, este aumento nas vendas se deve à ampliação e desenvolvimento das concessionárias, além de uma boa variedade de produtos dentro da categoria trail. Detalhe: este ano a marca alemã já inaugurou mais duas revendas – Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG), em um total de 11 pontos de venda em todo o País. “O carro-chefe da marca continua sendo a R 1200 GS, porém a F 800 GS teve uma excelente receptividade do motociclista brasileiro. A diferença do volume de vendas é de apenas 6% em favor da 1200 GS”, conta Rolf Epp, afirmando que, no geral, a marca teve um crescimento de 40% em 2009.

Na análise do gerente da BMW o mercado de motos acima de 500 cc é pouco explorado, já que representa apenas 2% de todas as motos comercializadas no Pais. “Modelos de média e alta cilindradas têm um enorme potencial. E é neste motociclista que a BMW foca todas as suas energias”, explica Epp, dizendo que a marca alemã comercializou no total 425 motos no primeiro quadrimestre. Só para comparar, em 2006 foram vendidas no Brasil 526 unidades. No segundo semestre a BMW promete a apresentação da F 800 R, naked que deve acirrar ainda mais a disputa com as marcas japonesas.

EXCLUSIVA E ARTESANAL

Agora quem quiser exclusividade mesmo pode escolher um dos modelos Bimota, marca italiana importada pela Perfect Motors. O modelo é tão exclusivo que pode ser encomendado diretamente da fábrica com quadro e rodas pintadas com cores diferentes das versões originais. “Este não é um mercado fácil de se trabalhar. Para o brasileiro o que vale ainda é a cavalaria, a velocidade. Na Bimota, além de sua característica artesanal, destacamos a ciclística e também o design”, conta Carlos Ludman, da Perfect Motors, dizendo que neste segmento de motos de luxo, a taxa do dólar pouco influenciou nas vendas, já que o perfil deste piloto é bem diferenciado.

“O que este motociclista quer mesmo é novidade, exclusividade”. Ludman conta que neste ano foram comercializadas 17 Bimota. “Estamos muito próximos de atingir a meta anual da marca”, conta, eufórico, o importador. Detalhe: os preços das motos italianas variam entre R$ 80 mil e R$ 155 mil.

Aldo Tizzani

[Por:Agência Infomoto]

Pouco importa se a velocidade real da última geração da Suzuki GSX 1300R Hayabusa é de 300, 310 ou 320 km/h, afinal poucos terão a chance de acelerar esta supermoto até seu limite. O que importa é que o novo modelo da lendária Hayabusa, famosa como a moto de série mais rápida do mundo, ficou ainda mais potente e, ainda bem, mais segura. A nova Suzuki desembarcou no Brasil em meados do ano passado. Para experimentar seu novo motor, com a capacidade aumentada de 1.299 para 1.340 cm³, aceleramos a Hayabusa 2009 no campo de provas da Pirelli, em Sumaré, interior de São Paulo. Mas a maior capacidade cúbica do motor não é a única novidade — seu design foi atualizado, mas sem perder sua identidade visual.

Aliás, os engenheiros da Suzuki tornaram-se mestres nesse quesito. Redesenham os bem sucedidos modelos da marca sem descaracterizá-los. No caso da GSX 1300R, foram ainda mais longe e diminuíram o arrasto aerodinâmico e ainda aperfeiçoaram a proteção ao piloto. A bolha ficou 15 mm mais alta e a carenagem mais envolvente. Basta acelerar esse míssil sobre duas rodas para notar a diferença.

EXAGERADA

O motor maior ganhou também mais potência e passou dos antigos 175 cv para 197 cv a 9.500 rpm. Um exagero, vale dizer, que conseguiu levar essa nova Hayabusa a mais de 260 km/h na reta de pouco mais de 800 metros da pista no interior paulista. Fruto também dos 15,81 kgfm de torque máximo já nas 7.200 rpm. Assim, é um alívio dizer que a moto agora tem sua velocidade limitada a 300 km/h eletronicamente.

Sua aceleração impressiona e com uma grande distância entre-eixos — são 1.480 mm — a roda da Hayabusa não levanta tão facilmente como em outras superesportivas mais compactas. Claro que as dimensões exageradas — no total, a moto chega aos 2.190 mm de comprimento – causam certa limitação em curvas mais fechadas. Porém nesse novo modelo a tendência que o trem dianteiro da antiga Hayabusa tinha de “espalhar” nas curvas diminuiu bastante.
Assim como outros modelos GSX da marca, a nova 1300R ganhou também o S-DMS (Suzuki Drive Mode Selector), um seletor que permite ao motociclista escolher como a potência e torque são entregues pelo motor. Segundo a Suzuki, a Hayabusa também conta com um novo sistema de gerenciamento do motor com 32 bits, que otimiza o funcionamento da injeção eletrônica.

Mas a grande vantagem da Hayabusa para quem não quer atingir velocidades estratosféricas é que ela se sai muito bem também como uma sport-touring. Afinal tem torque desde as baixas rotações, além de oferecer bastante conforto.

CONFORTÁVEL, SEGURA E… CARA

Seu enorme motor serve tanto para aqueles que querem “enrolar” o cabo e testar seus limites, como quem procura uma moto rápida para viajar. Exige poucas trocas de marchas e mostra disposição para retomadas.

Isso sem falar no conforto, já citado, que a nova bolha oferece ao piloto. Em conjunto com o banco, mais aconchegante que os encontrados em outra superesportivas, faz com que a Hayabusa seja uma ótima opção para pegar a estrada.

Nesse novo modelo, a Suzuki caprichou também nos freios. Na dianteira, são dois discos de 310 mm de diâmetro, mas agora mordidos por pinças de fixação radial com quatro pistões opostos, que melhoraram e muito as frenagens. Na traseira, um disco simples de 260 mm. Bem dosados, param com eficiência e segurança esse míssil da Suzuki.

Mais uma vez, a fabricante japonesa provou a excelência de seu time de projetistas, aperfeiçoando a lendária moto sem decepcionar os fãs do modelo. Aliás, outra característica da GSX 1300R é que a grande maioria dos seus proprietários está plenamente satisfeita com a moto, seja pelo desempenho ou pelo conforto para viagens. Afinal, ter a moto mais rápida do mundo na garagem é motivo de satisfação e orgulho.

Mas o é para poucos para alguns, já que para se juntar ao clube é necessário ter pelo menos R$ 61.200 na conta bancária.

FICHA TÉCNICA
Suzuki GSX 1300R Hayabusa
Motor: Quatro cilindros em linha, refrigeração liquida, DOHC, 16 válvulas.
Cilindrada: 1.340 cm³.
Câmbio: 6 velocidades.
Potência: 197 cv a 9.500 rpm.
Torque: 15,81 kgfm a 7.200 rpm.
Quadro: Dupla trave superior em alumínio.
Suspensão: Dianteira com garfo telescópico invertido com ajuste na pré-carga da mola, compressão e retorno.
Traseira com balança oscilante com monoamortecedor, ajuste na pré-carga da mola, compressão e retorno.
Freio: Disco duplo flutuante de 310 mm de diâmetro com pinça radial de quatro pistões opostos na dianteira.
Disco simples de 260 mm de diâmetro com pinça de um pistão na traseira.
Pneus: 120/70 ZR17 (dianteiro); 190/50 ZR17 (traseiro).
Dimensões: 2190 mm (comprimento); 735 mm (largura); 1.165 mm (altura); 1.480 mm (entre-eixos); 805 mm (altura do assento).
Peso: 220 kg (a seco).
Tanque: 21 litros.
Cores: Azul; branco; laranja e preto; preto.
Preço: R$ 61.200.

[Arthur Caldeira]

[Por:Agência Infomoto]

Confira a performance da motocicleta da Yamaha de 201 cv

A esperada apresentação dinâmica do novo modelo da Yamaha ocorreu em San Diego, nos Estados Unidos. Um grande número de jornalistas dirigiu-se até lá para testar a lendária V-Max. Um colega que estava ao meu lado acelerou ao máximo, em 2ª marcha, deixando no chão uma marca negra de 30 m. O motor é tão poderoso que — até o momento do corte da ignição — dá a sensação de que o pneu incendiará o asfalto. Esse detalhe define a V-Max: é uma moto para se divertir e um passatempo quase ilegal.

Estamos diante de uma máquina de 1679 cm³ com 201 cv declarados. Trata-se de um veículo que é uma combinação de custom, naked e esportiva. Não é fácil explicar em palavras a rapidez com que esta besta acelera. Tranqüilamente chega a 50 km/h, em 2ª marcha, e em um piscar de olhos alcança os 150 km/h.

A YamahaV-Max conseguiu um novo significado para o torque de motor. A aceleração que produz é sentida no corpo, não trata-se de uma motocicleta que tem uma potência sobrenatural, mas logo faz o piloto ficar indefeso. Deixando de lado a sua aparência custom, em seu peito bate um coração de esportiva. Assim, a supermáquina da Yamaha permite ir até os 150 km/h e depois frear com segurança, quando e onde quiser.

Mas é importante deixar claro que a V-Max foi desenvolvida para ser desfrutada principalmente em retas, só que não faz feio em outras ocasiões. É uma grande moto, seu conjunto funciona muito bem e a aceleração é praticamente capaz de arrancar-lhe os braços. Percebemos isso durante a nossa passagem por estradas no norte de San Diego.

Passamos um pouco do limite durante o teste, culpa da V-Max! A motocicleta instiga até o piloto mais equilibrado. Analisando friamente, pode-se achar que a Yamaha exagerou ao fabricar uma moto assim, só que ao acelerar a máquina, surge o desejo de parabenizar os seus criadores.

O projeto nasceu inspirado na antiga V-Max. O novo modelo assemelha-se bastante ao original, no que refere-se ao visual. Mas a Yamaha queria lapidar mais o produto, algo que foi possível graças a todos os avanços tecnológicos obtidos nos últimos 20 anos. A manobrabilidade foi melhorada, aumentaram levemente a potência e asseguraram que a posição de condução fosse mais confortável, mesmo assim, sem perder a lendária capacidade de aceleração do modelo — essência que tornou a primeira V-Max tão famosa.

Os engenheiros da marca dos diapasões partiram de uma folha de papel em branco, tendo como objetivo conseguir uma aceleração capaz de tirar o soluço e também uma posição de condução cômoda. O V4 de 1679 cm³ tem cerca 500 cm³ a mais que o modelo antecessor, mas, ao mesmo tempo, é 7 mm mais curto. Os cabeçotes atuais são menores, o que permitiu mover o motor para colocar mais peso sobre a roda dianteira.

A nova Yamaha V- Max não tende a levantar a roda quando queima-se o pneu traseiro a uma velocidade forte. As tomadas de ar também recordam a motocicleta que deu início à saga, mas agora o “air box”, ou caixa de ar, tem 13 litros de capacidade, sendo assim, o dobro do que possuía anteriormente. Uma centralina controla todo o motor, incluindo os dutos de admissão de comprimento variável. Em baixas rotações, medem cerca de 150 mm e, em altas, ficam por volta de 45 mm.

Essa maleabilidade traduz-se em uma ampla gama de torque, existindo a possibilidade de alcançar altas velocidades em todas as marchas. Uma injeção Mikuni encarrega-se de alimentar a besta, ficando no passado os carburadores de 35 mm.

Outro item que não falta é o acelerador eletrônico, o mesmo empregado em alguns modelos esportivos da marca.  O sistema permite que um pouco de combustível alimente os corpos dos injetores reduzindo o freio-motor.

O câmbio de cinco relações é acompanhado de um cardã muito bem resolvido. A embreagem, com sistema antibloqueio, é hidráulica e permite grandes reduções, sem que a roda traseira seja bloqueada e a máquina perca o controle. O acionamento da manopla é um pouco duro, um preço a pagar por um propulsor com tanta força.

No conjunto das suspensões, contamos com um garfo de 52 mm, na frente, acompanhado de um monoamortecedor — na traseira. Uma moto com essa potência necessita de freios poderosos: dois discos Brembo de 320 mm com pinças radiais de 6 pistões. Além disso, estão acompanhados de sistema ABS — algo aconselhável a esta máquina. O freio traseiro mede 299 mm. Os Brembo destacam-se por sua potência e tato, sendo capazes de parar uma motocicleta com tamanho peso e força.

Os pneus são Bridgstone BT28, o traseiro é um enorme 200/50. O normal seria que a V-Max fosse um pouco deficiente na hora de realizar curvas, mas não é o caso. Os comandos de direção lembram mais uma esportiva do que uma custom. O assento do novo modelo é mais largo e cômodo, o que satisfará os pilotos mais altos. Para os mais baixos, existe um problema, neste caso, o jeito é sentar-se um pouco para frente. Desse modo, colocar os pés no chão não será um empecilho, com o assento de aproxidamente 1cm a mais na altura que o da antiga V-Max.

Outra mudança aconteceu em relação às pedaleiras, que estão mais baixas e recuadas, não comprometendo a distância livre do solo. Para tocar com os limitadores no no solo, o piloto tem de ir realmente rápido e não há por que preocupar-se em raspar o escapamento no chão. O painel do tanque tem muita informação: posição do acelerador, consumo, cronômetro… só que é difícil de ler, pois está demasiadamente baixo, junto ao tanque falso.

Se você gostava do visual original, vai se impressionar muito com a nova estética. Ela está bem similar à anterior, só que com uma aparência mais musculosa, algo que parecia impossível de alcançar. Assim, mantém um aspecto único que conquistou o coração de todos os seus fãs. Os novos radiadores modificaram um pouco a imagem da V-Max e é impossível de deixar os escapes passarem despercebidos. Outro detalhe chamativo são as entradas de ar cromadas.

Até aí tudo explicado, mas, com certeza, fica a pergunta: a que velocidade pode chegar esta supermáquina? Podemos dizer que a V-Max ultrapassou os 200 km/h em alguns trechos de estrada em San Diego. A motocicleta vem com um limitador de velocidade que entra em ação quando chega aos 220 km/h. Entretanto, o sistema não funciona quando percebe que o piloto foi ao limite em cada marcha como, por exemplo, em competições de aceleração. Assim, sua diversão não será arruinada.

A V-Max vem com eletrônica e outros componentes mais típicos de uma moto esportiva que em uma custom. Mas o que realmente a afasta das custom é a sua potência. Não é uma MotoGP, mas chega perto. Uma coisa que podemos assegurar é que não se parece com nenhuma moto que já tenha pilotado antes!

Rafael Miotto

Imagens MPIB

[Por:Motociclismo Online]

Apresentada no início de novembro no 66º Salão de motocicletas de Milão, Itália, a Ducati Streetfighter foi a principal atração da marca de Borgo Panigale.

Nem mesmo a esportiva 1198, sucessora da 1098, chamou tanta atenção quanto a naked.

A Streetfighter literalmente “roubou a cena” entre os presentes e foi considerada a moto mais bela do salão, em eleição feita por uma publicação italiana.

A Ducati realizou um belo trabalho inserindo a Streetfighter entre as “pacatas” naked da linha Monster e as esportivas da marca italiana, equipando-a com o que há de melhor dos dois estilos no novo modelo.

Motorização e ciclística

Seu coração provém de uma esportiva da casa: a 1098. Um bicilíndrico em “L”, ou um “V” a 90°, com refrigeração líquida e o tal comando de válvulas desmodrômico, marca registrada da fabricante italiana.

Porém, diferentemente das nakeds que recebem um motor amansado de uma esportiva, no caso da Streetfighter isso não ocorreu. A potência final do propulsor não teve uma redução drástica: são 155 cv a 9.500 rpm, somente 5 cv a menos do que na 1098. O torque também é respeitável — 11,75 kgf.m a 9.500 rpm — e deve levantar a roda da frente com facilidade!

O quadro tubular em aço, inspirado na peça da 1098, é leve e com extrema rigidez para evitar torções em situações em que a moto é exigida ao limite. O peso não foi declarado, mas deve ficar próximo ou inferior aos 173 quilos a seco da 1098.

Para segurar todo esse desempenho só um conjunto de suspensões à altura. Na dianteira, a Streetfighter tem um garfo invertido (upside down) e, na parte traseira, o belo monobraço em alumínio conta com um único amortecedor, ambos da marca Showa.

Parar essa lutadora das ruas não será um grande problema, pois ela vem equipada com dois discos de 330 mm de diâmetro na roda dianteira e um disco de 245 mm na roda traseira.

A refrigeração é líquida e realizada por dois radiadores. Isso mesmo, dois radiadores! O primeiro cilindro fica muito escondido e não é bem refrigerado somente pelo vento, aí entra em ação o segundo radiador. Posicionado mais embaixo da moto contribui para mantê-lo na temperatura ideal.

Com esses números, a italiana será uma moto de respeito, a qual não será a rainha em números, mas tem um ótimo equilíbrio entre motorização e estilo.


Visual

O estilo das motos italianos é único e com essa Ducati não é diferente. No caso da Streetfighter, como o próprio nome já diz, a inspiração veio dos customizadores europeus que constroem as tais “streetfighters”, espécie de transformação que se propõe a fazer das motos naked tão potentes quanto as esportivas. Essa é a essência da novidade italiana.

A dupla saída de escape saindo pela lateral remete às irmãs Monster S2R e S4R. Como é costume da marca, a Streetfighter é apresentada também na versão S, que recebe equipamentos fabricados por marcas de ponta, como Marchesini e Öhlins nas rodas e suspensões da motocicleta.


Tecnologia

Ainda na versão S, o modelo oferece controle de tração e o Ducati Data Analysis; gráfico de telemetria no qual o piloto visualiza todo seu desempenho durante a pilotagem. Esse “luxo” é permitido graças a um Pen Drive instalado na moto, que é removível e pode ser conectado em qualquer computador com entrada USB para verificar seu desempenho enquanto pilotou a moto.

Mercado

Poucas motos poderiam rivalizar com a Streetfighter em relação ao estilo e motorização. As compatriotas Benelli TNT 1130, MV Agusta 1078 RR e Aprilia Tuono 1000 são as mais próximas; já a Suzuki B-King 1300 e a renovada BMW K 1300 R seguem mais para o estilo de big naked.

A aclamada novidade italiana deve estar disponível partir do primeiro semestre de 2009 ao consumidor europeu. Por aqui, não se tem notícia de quando essa lutadora das ruas deve desembarcar.

[Por:Moto.com.br]

A loja Motos.com, localizada em Ribeirão Pires (SP), recebeu com exclusividade a primeira Suzuki Boulevard M109R que desembarcou no Brasil.

Única à venda no país, esta custom é dotada do conforto de uma moto cruiser, que cai bem no gosto de quem aprecia o desenho das motos clássicas, mas com uma pitada de futurismo.

A máquina musculosa é empurrada por um motor de 1.783cc, distribuídos em dois cilindros em V. No visual, destaque para o abuso de itens cromados, que aumentam a sensação de robustez do equipamento.

Para conhecer a Boulevard M109R, basta fazer uma visita à Motos.com, localizada na avenida Francisco Monteiro, 525, centro de Ribeirão Pires.

Mais informações, no telefone (11) 4825-6000.

[Por: Moto.com.br]

Novo modelo da CB 600F foi apresentado no Salão de Milão 2008

Uma das poucas novidades que a Honda reservou para o EICMA 2008, Salão de Milão, é a Hornet 2009. A líder de vendas da categoria naked no Brasil conta agora com novas suspensões dianteiras reguláveis e continua com o sistema de freios combinado C-ABS, testado na edição de novembro da Motociclismo.

Com esses avanços tecnológicos, a marca japonesa mostra a preocupação com a segurança e coloca a motocicleta entre as mais avançadas motos do segmento.  Os amortecedores foram retrabalhados pelos engenheiros. O monoamortecedor traseiro recebeu um curso maior — 128 mm — e encaixe progressivo.

O garfo invertido também melhorou e dispõe agora de regulagens que permitem a seus usuários adaptar as suspensões a seu estilo de condução. De acordo com a marca, o propulsor também recebeu melhoras, otimizando o seu rendimento, a médio e alto regime, mesmo a Hornet já obtendo boas prestações nesta zona do conta-giros.

Além disso, a naked receberá novas colorações e uma atualização no desenho de seu quadro de instrumentos.

[Por:Motociclismo Online]

A primeira edição do Salão da Motocicleta abre suas portas repletas de lançamentos. A marca Benelli, por exemplo, faz a sua estréia no Brasil. Além disso há novidades entre as marcas Harley-Davidson, Buell, Ducati, Triumph, MV Agusta, Suzuki, Kawasaki, Garinni, AME Amazonas, Vespa e Piaggio. Há ainda novidades em peças e acessórios para motos e motociclistas.

“Os apaixonados por motocicletas têm a oportunidade única de ver de perto os melhores e mais arrojados modelos do mundo. Quem é fã destas máquinas não pode perder essa chance”, convida o bicampeão Emerson Fittipaldi, um dos organizadores do evento, que vai até domingo (26) no Expo Center Norte e deve atrair cerca de 200 mil pessoas.

Em uma área de 45 mil metros quadrados, a primeira edição da feira é organizada por Fittipaldi em parceria com a Megacycle, empresa que há 15 anos realiza eventos em diversas áreas, e a Anfamoto (Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças), com investimento de R$ 10 milhões. Confira aqui alguns dos principais lançamentos expostos no Salão.

Harley-Davidson

A lendária americana Harley-Davidson reúne 17 novas motos no evento. Destaques para a Sportster XR 1200 e a Muscle, o modelo mais radical da linha V-Rod.

A linha Touring 2009 recebeu 450 modificações, melhorando sensivelmente a pilotagem. A nova Heritage está mais confortável e oferece muitas novidades estéticas e mecânicas.

Já a Fat Boy, considerada um “best seller” da linha HD apresenta um visual arrojado (corpo preto fosco) e rodas cromadas.

A HD deve fechar o ano com seis mil motos vendidas no país. Cerca de 80% a mais que em 2007. O volume é considerado recorde histórico para o Grupo Izzo, represente oficial da marca no Brasil.

Buell

Hoje, três modelos Buell já são montados em Manaus (AM): XB 12Ss, Ulysses e City Cross. É a primeira linha de montagem fora dos Estados Unidos. Como destaque, a marca subsidiária da Harley aposta na 1125 CR, equipada com motor Rotax “V2”, com arrefecimento líquido e 146 cv.

Esta Cafe Racer futurista é uma das novidades mundiais da marca e está exposta no Salão da Motocicleta. Além disso, a Buell aposta na jovialidade da nova City Cross, com a capa do tanque translúcida e colorida.

A marca norte-americana ainda revela três versões da fun-bike Ulysses. A mais completa, batizada de Touring, traz conjunto de malas e GPS de série.

Ducati

O grande lançamento da marca italiana é a Hypermotard 1100, modelo que segue a tendência motard, que já ganhou adeptos em todo o mundo. Com base de uma moto trail, motor em “L” de alto desempenho e pneus esportivos, a Hypermotad deve ser bem aceita pelo mercado brasileiro.

O Grupo Izzo promete comercializar também a nova linha Monster (696 e 1100), além da superesportiva 848. A Ducati expõe ainda as já conhecidas Multistrada 1100 e as superesportivas 1098 e 1098s, além das motos de competição que participam do Mundial de MotoGP e Superbike.

Triumph

Depois de uma ano sem muita divulgação, os modelos 2009 da marca inglesa chegam finalmente ao mercado brasileiro. A Triumph Street Triple, Speed Triple e a Tiger 1050 devem ser os modelos mais procurados da marca.

Por exemplo, a Street Triple, com motor da superesportiva 675, deverá concorrer com as nakeds de média cilindrada (lê-se Honda Hornet, Suzuki Bandit 650, Yamaha FZ6).

Porém, quem quiser uma muscle-custom, a opção é a Rocket III Classic, com 2300 cm³. Uma moto robusta que tem um torque descomunal — 20,3 kgf.m a 2.500 rpm.

MV Agusta

Exclusividade. Esta é a palavra-chave quando o assunto é MV Agusta. No estande da marca, o principal lançamento é a Brutale, nas versões S e R, ao lado da F4 1000 1+1 e F4 1000 312R.

Outra atração é a F 4 1000 Senna, construída em homenagem ao tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna. Para imortalizar o “herói brasileiro”, a MV Agusta utilizou materiais nobres na construção desta macchinna, como, por exemplo, titânio, magnésio e fibra de carbono.

Com sistema de injeção eletrônica, o motor é um quatro cilindros em linha de 998 cm³ com arrefecimento liquido capaz de gerar 174 cv de potência máxima a 11.900 rpm, e torque de 11,3 kgf.m a 10.000 rpm.

Além de peças das principais grifes italianas: Brembo, suspensão Marzocchi e rodas Marchesini. O Grupo Izzo só importou três unidades para o Brasil. O preço, mais de R$ 140 mil.

Kawasaki

A marca nipônica faz a sua reestréia no mercado brasileiro. Em um primeiro momento os modelos serão importados, porém a empresa fabricará motos em Manaus (AM) até o final do ano que vem.

As mais cotadas para inaugurar a linha de produção são as Ninja 250 e ZX-6R, além da Z750. No Salão da Motocicleta estão expostos vários modelos entre nakeds, custom e superesportivas, com destaque para a ZX-10R, a superesportiva de 1000cc da marca.

AME Amazonas

A empresa apresentou a primeira moto bicombustível do mundo, desenvolvida em parceria com a Delphi. A custom AME AG está equipada com motor de 300 cm³ e gera uma potência máxima de 21,5 cv.

Além de estar de acordo com o Promot 3, a AME AG 300 oferece uma economia de aproximadamente 25% ao bolso do motociclista. O início da comercialização do novo produto está marcado para março. O preço estimado é de cerca de R$ 16 mil.

Detalhe: este motor de 300 cm³ deve servir como base para outros modelos (street e trail), que futuramente serão montados em Manaus (AM), já que a empresa já tem o projeto de sua planta fabril aprovado pela Suframa.

Garinni

Em um dos estandes mais bonitos do salão, a Garinni apresentou sua nova linha de motocicletas. A empresa do Grupo Itapemirim expõe ainda dois protótipos — uma trail e uma motard — que devem chegar ao mercado no final de 2009, já com motores de 200 cm³.

Destaque para a nova minicustom GR 150 C, de 150cc, que chegará ao mercado em abril. As outras novidades ficam por conta da street GR 125 ST e GR 150 ST, ambas com painel digital. Na linha scooter, mais dois lançamentos, o Velvet, com design moderno e motor de 150 cm³, quatro tempos e refrigerado a ar e o GR 125 Tina, especialmente desenhado para o público feminino, com inspiração no personagem de Maurício de Souza — a adolescente Tina, e equipado com motor de 125 cm³.

Piaggio/Vespa

O grande destaque do estande é o Piaggio MP3 500 que ganhou novo visual e um motor mais potente, de 492 cm³. Só para lembrar, a linha MP3, da Piaggio, utiliza duas rodas dianteiras, que atuam de forma sincronizada.

Além disso, a marca lança o Piaggio FLY 150, que oferece design moderno e bom acabamento. É o produto de entrada da marca. Com motor de 150 cm³ e 11 cv de potência máxima. Outra novidade é a Vespa LXV 150. O modelo retrô de 150 cm³ conta com farol redondo, banco bipartido e pinturas especiais.

Motor Z

Lança três modelos 2009 de scooters elétricos. Um dos destaques é o novo V1500, top de linha da marca, traz a exclusiva cor vinho e o clássico desenho inspirado nas motonetas da década de 1950.

O scooter de estilo retro traz 24 Nm de torque aplicados diretamente às rodas, o que representa um ganho em termos de força para as subidas e para alcançar a velocidade máxima, limitada a 50Km/h.

O novo motor oferece maior torque para enfrentar os aclives com desníveis de até 20%. O sistema elétrico também foi aperfeiçoado e agora o scooter tem sistema de recarregamento bivolt (110/220 volts) das baterias. O V1500 tem preço sugerido ao consumidor de R$ 5.270,00.

Salão da Motocicleta – Serviço

Local: Expo Center Norte – Pavilhões Vermelho, Verde e Branco
Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme

Data: Até 26 de outubro

Ingressos: O público pode adquirir seu bilhete no site do evento (www.salaodamotocicleta.com.br) ou nos pontos-de-venda da Suzuki, em concessionárias espalhadas pela capital e Grande São Paulo (SP). Na Internet, o valor do ingresso é de R$ 20 para adultos e R$ 13,50 para crianças de até 12 anos. Os bilhetes dão direito a um acesso ao evento entre os dias 22 a 26 de outubro. Idosos com mais de 65 anos, pensionistas e crianças menores de cinco anos têm entrada franca. Além disso, é possível adquirir bilhetes para visitação privativa no dia 21 de outubro (ingresso VIP), grupos (20 ingressos a preços promocionais) e família (dois ingressos para adultos e dois para crianças).

Horários: Quarta a Sexta-feira (22/10 a 24/10), das 13h às 21h
Sábado (25/10), das 10h às 21h; Domingo (26/10), das 10h às 20h

Estacionamento: 12.000 vagas

Preços: R$ 8,00 (motos) e R$ 16,00 (carros)

[Fonte:Agência Infomoto]

A Suzuki B-King é mais um dos muitos casos de motos conceito que se tornaram realidade. Quando foi apresentada no Salão de Tóquio em 2001, gerou uma grande reação do público, afinal trazia um motor turbo e um design ousado e futurista.

A fábrica de Hamamatsu, famosa por suas inovações, topou então o desafio de criar uma moto de série a partir do revolucionário protótipo. Foi preciso muito trabalho de desenvolvimento até que a B-King fosse lançada na Europa em meados de 2007.

O maior desafio, segundo os engenheiros da marca, era fazer uma moto naked estável com um motor tão potente.

A B-King desembarcou no Brasil no primeiro semestre deste ano. Agora tivemos a chance de testá-la por aqui para descobrir porque essa naked estava conquistando tantos fãs mundo afora e também em nosso País, pois ela já foi eleita a “Moto do Ano 2008”, em concurso promovido pela revista “Duas Rodas”.

Motorzão

Além do design bastante arrojado, caracterizado pelas duas saídas de escape sob o banco e pelas setas embutidas no tanque, o motor da Suzuki B-King à mostra — bem ao estilo naked — é seu grande destaque. Também não é por menos.

O enorme propulsor de quatro cilindros em linha e exagerados 1.340 cm³ que equipa a B-King é nada mais nada menos o mesmo da última geração da superesportiva Suzuki GSX 1300R Hayabusa, uma das motos mais velozes do mundo.

Com refrigeração líquida, injeção eletrônica, dupla borboleta de aceleração e outros atributos, é capaz de produzir 184 cv de potência máxima a 9.500 rpm. Número que faz da Suzuki B-King a motocicleta naked mais potente do mundo. O torque também merece menção: 14,89 kgf.m a 7.200 rpm.

Para “domá-la”, a marca dotou a naked com um sistema de seleção do modo de pilotagem (o tal do Suzuki Drive Mode Selector, S-DMS). Assim o motociclista pode escolher entre dois modos: “A”, potência total; ou “B”, com a potência limitada e entregue de forma mais suave.

Ao acelerar a B-King no modo “B”, ela já parece uma moto suficientemente rápida e potente. Mas ao selecionar o modo “A” percebe a bestialidade deste motor. Sem a proteção aerodinâmica de uma superesportiva, a aceleração é vertiginosa. Na reta de cerca de 800 m da pista da Pirelli, no interior de São Paulo, o velocímetro digital atingiu mais de 230 km/h de forma espantosa. Uma “ignorância”, que justifica o título de naked mais potente do mundo.

Ciclística

Para fazer da B-King uma moto apta para rodar em ruas e estradas, a Suzuki desenvolveu um moderno quadro de dupla trave em alumínio. Nas suspensões também não economizou: garfo telescópico invertido (upside-down) na dianteira e um monoamortecedor fixado por links na balança traseira, ambos da marca Kayaba e totalmente ajustáveis. Um conjunto ciclístico digno de uma superesportiva.

Ao se acelerar e contornar curvas com a B-King, quase nem se nota os 235 kg (a seco) da moto. Ela é bastante ágil e garante diversão a pilotos que gostem de esportividade.

Se há muita potência e torque, a Suzuki também caprichou nos freios. Para parar essa enorme naked há dois discos flutuantes de 310 mm de diâmetro na dianteira que são mordidos por pinças radiais de quatro pistões opostos da marca Nissin. Na roda traseira, uma pinça simples segura um disco de 265 mm. Na prática, basta cutucar o manete de freio para que o sistema estanque a B-King com bastante segurança e eficácia.

Design e preço

Além de todos os seus atributos exagerados, a B-King traz ainda um desenho diferenciado que chama a atenção. Apesar da classificação naked, não tem nada do estilo clássico do segmento. Seu farol é excêntrico e traz praticamente incorporado um painel com conta-giros de leitura analógica e velocímetro digital. Sob o tanque há ainda o contato para se ligar a moto, o bocal de abastecimento e o seletor de pilotagem.

Ainda no tanque, outra solução inovadora são as setas integradas. Tão inovadoras quanto as duas saídas de escape na traseira em forma de losango. Apesar de muitos considerarem as linhas futuristas da B-King uma de suas qualidades. O design é do tipo ame-o ou odeie-o.

Criada para ser um objeto de desejo daqueles que curtem o estilo naked — ou roadster — e um grande motor de quatro cilindros em linha, a B-King está disponível em duas cores: totalmente preta (como a que testamos) ou prata. O preço sugerido pela Suzuki é de R$ 69.615.

Ficha Técnica

Motor: Quatro cilindros em linha, 16 válvulas, DOHC, com refrigeração líquida
Capacidade cúbica: 1.340 cm³
Potência: 184 cv 9.500 rpm
Torque: 14,89 kgf.m a 7.200 rpm
Câmbio: 6 velocidades
Alimentação: Injeção eletrônica
Quadro: Dupla Trave em alumínio
Suspensão dianteira: Telescópica invertida, com ajuste de pré-carga da mola, retorno e compressão
Suspensão traseira: Monoamortecedor fixado à balança por link, com ajuste de pré-carga da mola, retorno e compressão
Comprimento: 2.220 mm
Largura: 800 mm
Altura: 1.085 mm
Distância entre eixos: 1.525 mm
Altura do banco: 805 mm
Tanque de combustível: 16,5 litros
Peso (a seco): 235 quilos
Freio dianteiro: Duplo disco flutuante de 310 mm com pinças de 4 pistões
Freio traseiro: Disco simples de 260 mm, com pinça de 1 pistão
Pneu dianteiro: 120/70 – 17
Pneu traseiro: 200/50 – 17
Cores: Preta e prata
Preço Sugerido: R$ 69.615,00

[Fonte:Agência infomoto]

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