
No que parece ser uma tentativa de alavancar a venda de um dos modelos que tiveram menos sucesso da Suzuki nos últimos anos, a companhia deu uma remodelada no B-King para 2010.
Saiu na imprensa espanhola uma versão da naked de 1300cc na cor clássica da Suzuki, o azul e branco, com aros dourados estilo anos 70. A motocicleta ficou mais bonita, mas os exaustores exagerados continuaram na versão 2010.
[Por:Moto.com.br]
20 Oct
Posted by admin as Motos, Outros, Super Motos, Suzuki
A Suzuki B-King é mais um dos muitos casos de motos conceito que se tornaram realidade. Quando foi apresentada no Salão de Tóquio em 2001, gerou uma grande reação do público, afinal trazia um motor turbo e um design ousado e futurista.
A fábrica de Hamamatsu, famosa por suas inovações, topou então o desafio de criar uma moto de série a partir do revolucionário protótipo. Foi preciso muito trabalho de desenvolvimento até que a B-King fosse lançada na Europa em meados de 2007.
O maior desafio, segundo os engenheiros da marca, era fazer uma moto naked estável com um motor tão potente.
A B-King desembarcou no Brasil no primeiro semestre deste ano. Agora tivemos a chance de testá-la por aqui para descobrir porque essa naked estava conquistando tantos fãs mundo afora e também em nosso País, pois ela já foi eleita a “Moto do Ano 2008”, em concurso promovido pela revista “Duas Rodas”.
Motorzão
Além do design bastante arrojado, caracterizado pelas duas saídas de escape sob o banco e pelas setas embutidas no tanque, o motor da Suzuki B-King à mostra — bem ao estilo naked — é seu grande destaque. Também não é por menos.
O enorme propulsor de quatro cilindros em linha e exagerados 1.340 cm³ que equipa a B-King é nada mais nada menos o mesmo da última geração da superesportiva Suzuki GSX 1300R Hayabusa, uma das motos mais velozes do mundo.
Com refrigeração líquida, injeção eletrônica, dupla borboleta de aceleração e outros atributos, é capaz de produzir 184 cv de potência máxima a 9.500 rpm. Número que faz da Suzuki B-King a motocicleta naked mais potente do mundo. O torque também merece menção: 14,89 kgf.m a 7.200 rpm.
Para “domá-la”, a marca dotou a naked com um sistema de seleção do modo de pilotagem (o tal do Suzuki Drive Mode Selector, S-DMS). Assim o motociclista pode escolher entre dois modos: “A”, potência total; ou “B”, com a potência limitada e entregue de forma mais suave.
Ao acelerar a B-King no modo “B”, ela já parece uma moto suficientemente rápida e potente. Mas ao selecionar o modo “A” percebe a bestialidade deste motor. Sem a proteção aerodinâmica de uma superesportiva, a aceleração é vertiginosa. Na reta de cerca de 800 m da pista da Pirelli, no interior de São Paulo, o velocímetro digital atingiu mais de 230 km/h de forma espantosa. Uma “ignorância”, que justifica o título de naked mais potente do mundo.
Ciclística
Para fazer da B-King uma moto apta para rodar em ruas e estradas, a Suzuki desenvolveu um moderno quadro de dupla trave em alumínio. Nas suspensões também não economizou: garfo telescópico invertido (upside-down) na dianteira e um monoamortecedor fixado por links na balança traseira, ambos da marca Kayaba e totalmente ajustáveis. Um conjunto ciclístico digno de uma superesportiva.
Ao se acelerar e contornar curvas com a B-King, quase nem se nota os 235 kg (a seco) da moto. Ela é bastante ágil e garante diversão a pilotos que gostem de esportividade.
Se há muita potência e torque, a Suzuki também caprichou nos freios. Para parar essa enorme naked há dois discos flutuantes de 310 mm de diâmetro na dianteira que são mordidos por pinças radiais de quatro pistões opostos da marca Nissin. Na roda traseira, uma pinça simples segura um disco de 265 mm. Na prática, basta cutucar o manete de freio para que o sistema estanque a B-King com bastante segurança e eficácia.
Design e preço
Além de todos os seus atributos exagerados, a B-King traz ainda um desenho diferenciado que chama a atenção. Apesar da classificação naked, não tem nada do estilo clássico do segmento. Seu farol é excêntrico e traz praticamente incorporado um painel com conta-giros de leitura analógica e velocímetro digital. Sob o tanque há ainda o contato para se ligar a moto, o bocal de abastecimento e o seletor de pilotagem.
Ainda no tanque, outra solução inovadora são as setas integradas. Tão inovadoras quanto as duas saídas de escape na traseira em forma de losango. Apesar de muitos considerarem as linhas futuristas da B-King uma de suas qualidades. O design é do tipo ame-o ou odeie-o.
Criada para ser um objeto de desejo daqueles que curtem o estilo naked — ou roadster — e um grande motor de quatro cilindros em linha, a B-King está disponível em duas cores: totalmente preta (como a que testamos) ou prata. O preço sugerido pela Suzuki é de R$ 69.615.
Ficha Técnica
Motor: Quatro cilindros em linha, 16 válvulas, DOHC, com refrigeração líquida
Capacidade cúbica: 1.340 cm³
Potência: 184 cv 9.500 rpm
Torque: 14,89 kgf.m a 7.200 rpm
Câmbio: 6 velocidades
Alimentação: Injeção eletrônica
Quadro: Dupla Trave em alumínio
Suspensão dianteira: Telescópica invertida, com ajuste de pré-carga da mola, retorno e compressão
Suspensão traseira: Monoamortecedor fixado à balança por link, com ajuste de pré-carga da mola, retorno e compressão
Comprimento: 2.220 mm
Largura: 800 mm
Altura: 1.085 mm
Distância entre eixos: 1.525 mm
Altura do banco: 805 mm
Tanque de combustível: 16,5 litros
Peso (a seco): 235 quilos
Freio dianteiro: Duplo disco flutuante de 310 mm com pinças de 4 pistões
Freio traseiro: Disco simples de 260 mm, com pinça de 1 pistão
Pneu dianteiro: 120/70 – 17
Pneu traseiro: 200/50 – 17
Cores: Preta e prata
Preço Sugerido: R$ 69.615,00
[Fonte:Agência infomoto]
14 Oct
Posted by admin as Eventos, Motos, Outros, Super Motos, Suzuki
A Suzuki B-King, exuberante roadster de 1340 cilindradas, conquistou em outubro o título de “Moto do Ano 2008”, tradicional eleição promovida anualmente pela revista “Duas Rodas”.
O modelo japonês recebeu 493 pontos do júri especializado, que teve a tarefa de testar 38 motocicletas finalistas em diversas categorias, avaliando quesitos como estilo, motor, suspensão, conforto, freios e maneabilidade.
A definição das vencedoras se deu em duas etapas. Na primeira, os leitores da revista votaram nas motos de sua preferência em 13 categorias. As três mais votadas em cada classe avançaram para a segunda fase, destinada ao test-drive dos equipamentos, que aconteceu no Campo de Provas da Pirelli, em Sumaré (SP).
No total, foram premiadas seis marcas: Suzuki, Sundown, KTM, Honda, Yamaha e BMW. As três últimas foram as que mais acumularam prêmios nesta edição do concurso; três cada uma.
Confira as vencedoras por categoria:
Big-Trail: BMW R 1200 GS
Custom: Suzuki Boulevard 800
Custom até 250cc: Sundown V-Blade
Esporte: Yamaha YZF R1
Motard: KTM 690 SM
Naked: Honda CB 600F Hornet
Roadster: Suzuki B-King
Scooter: Yamaha Neo
Street até 110cc: Honda Pop
Street até 200cc: Honda CG 150 Titan
Street até 500cc: Yamaha Fazer 250
Trail até 700cc: BMW G 650 XCountry
Turismo: BMW K 1200 GT
Moto do Ano 2008: Suzuki B-King
[Por:Moto.com.br]
16 Apr
Posted by admin as Motos, Outros, Super Motos, Suzuki

Sensação no mercado europeu, a robusta naked Suzuki B-King acaba de desembarcar na concessionária Sotebra Motos, localizada na cidade de Bauru, interior de São Paulo.
O modelo empurrado pelo mesmo motor da nova Hayabusa — um 1340cc capaz de gerar 184cv de potência — terá perfil exclusivista no território brasileiro, já que poucas unidades serão importadas.
“Estamos orgulhosos por ter esta verdadeira revolução sobre duas rodas na Sotebra Motos, a motocicleta impressiona muito positivamente quem a vê de perto”, disse Netto Mattos, diretor da rede Sotebra.
“Temos ouvido elogios entusiasmados dos nossos clientes e de todos apaixonados por motocicletas, pois a nova B-King realmente impressiona pelo porte, beleza, ineditismo de estética, qualidade de construção e potência”, acrescentou.
Considerada pela fabricante como a naked mais potente do mundo, a B-King foi projetada com um toque especial, segundo a Suzuki. “Queríamos construir um modelo com total supremacia sobre as inúmeras motos existentes no mercado, com uma nova estética futurista e desempenho excepcional, e conseguimos”, afirmou o engenheiro-chefe do projeto, Hiroshi Lio.


Para mais informações, entre em contato com a Sotebra pelo telefone (14) 3227-5015 ou pelo site www.sotebramotos.com.br.
[Por:Moto.com.Br]
11 Apr
Posted by admin as BMW, Ducati, Eventos, FYM, Harley Davidson, Honda, KTM, Kawasaki, Motos, Outros, Super Motos, Superbike, Suzuki, Yamaha

O que leva um motociclista a participar de um encontro? Rever velhos amigos de estrada, fazer novas amizades, conferir de perto os últimos lançamentos entre motos, peças e acessórios ou o simples prazer de viagem por centenas de quilômetros. É essa reunião de fatores que faz do Megacycle um dos maiores encontros motociclísticos do Brasil.
A 21ª edição da festa de duas rodas aconteceu na hospitaleira cidade mineira de São Lourenço, entre os dias 3 e 6 de abril. Apesar do tempo nublado, 15 mil motocicletas, na sua grande maioria modelos de média e alta cilindradas, e 40 mil pessoas prestigiaram o “Mega”.
Pilotando uma BMW K 1200 R, Antonio Carlos de Oliveira rodou 870 km em 12 horas de viagem entre Três Lagoas (MS) e São Lourenço. Acompanhado por mais três amigos, Totó, como é mais conhecido, gosta muito de participar de encontros motociclísticos. “Estar aqui é uma forma de terapia. Reencontro amigos e vejo as novidades do setor”, conta o mototurista, satisfeito também com a infra-estrutura oferecida pelo Megacycle.
Para o funcionário público Frank James, de Brasília (DF), o clima de confraternização é o ponto alto do evento. “Encontramos pessoas de todas as partes do Brasil. Além disso, moto e rock fazem uma união perfeita”. James, dono de uma Yamaha XT 660R, destaca também os atrativos turísticos da cidade.
Participação ilustre mesmo foi a do Capitão Senra, de 77 anos, que a 54 pilota motos. Apaixonado pela Harley-Davidson, este senhor de espírito jovem e alma estradeira diz que não “há nada melhor do que pegar a estrada e rever velhos amigos”.
Oficial reformado e ex-batedor da Polícia do Exército na época do presidente Juscelino Kubitschek, Capitão Senra organizou um dos primeiros encontros de motos do Brasil. Foi em 1980, em Três Corações (MG). Detalhe: esta “figura-carimbada” do meio motociclístico é presidente do Moto Clube Águias de Aço, de Belo Horizonte (MG).
Muitas atrações
Exposição de motos, peças e acessórios, shows musicais, provas de motocross, shows de free style com Jorge Negretti e wheeling com a equipe Força e Ação. Essas foram algumas das atrações da 21ª edição do Megacycle. Quando o motociclista entrava no Parque Municipal Ilha Antonio Dutra, uma série de possibilidades se abria a sua frente.
No estande da Pirelli, por exemplo, era possível trocar e calibrar os pneus, além de alinhar e balancear. Na Mobil, a troca de óleo estava garantida. A Castrol, por sua vez, apresentou a nova geração de óleos com exclusiva tecnologia trizone. Já as lojas Nacar e Red Fox vendiam os últimos lançamentos em termos de equipamentos para motociclistas: capacetes, luvas, botas, jaquetas e macacões.
Já no estande da Yamaha, destaque para os modelos do Conceito X, entre eles, a recém-lançada XTZ 250X. O público pode ver de perto uma MT-03 personalizada com um kit de acessórios, além de uma Drag Star 650 customizada pela Manri Motos. Na Honda, a nova CB 600F Hornet chamou muito a atenção dos motociclistas. A Suzuki expôs a B-King, a nova naked da marca, que tem absurdos 184 cavalos.
Além de sua mega-carreta, o Grupo Izzo levou para Minas três de suas marcas: Husqvarna, Ducati e Harley-Davidson. Os destaques ficaram por conta da nova HD Dyna Super Glide e para a réplica da Ducati 999R Xerox, modelo usado no Mundial de Superbike. Já a marca FYM, de origem chinesa, exibiu no Megacycle toda sua linha de motos, entre elas uma custom de 250cc e a street FY 125-20 Sachs, de design arrojado e tecnologia alemã.