Rumores dão conta que o conceito do motor  3 cilindros da Yamaha, apresentando no início de outubro pelo astro da MotoGP, o espanhol Jorge Lorenzo, no Salão de Motos Intermot, em Colônia, na Alemanha, pode estar sendo desenvolvido pela fabricante japonesa para equipar futuramente as linhas esportivas YZF R1 e YZF R6, segundo a publicação inglesa Visordown.

Na feira alemã, executivos e representantes da Yamaha tiveram que ouvir argumentos que a marca japonesa não tem sido muito ousada em termos de lançamentos nos últimos anos, mas acreditam que isso deve mudar e a motorização tripla tem potencial  para moldar as motocicletas do futuro.

O projeto do motor 3 cilindros que está sendo desenvolvido pela engenharia da Yamaha varia de cilindrada entre 675 e 1100cc. A nova motorização deve reforçar o line-up da marca japonesa nos segmentos de maxi scooters e de motos médias e grandes, podendo se destacar nas superbikes pelas suas características: mais leve, mais compacto e maior torque.

Tudo leva a crer que a Yamaha deve seguir a receita adotada por alguns fabricantes europeus, como a inglesa Triumph e a italiana MV Agusta. As primeiras motos com a nova motorização da marca japonesa devem ser apresentadas até o final de 2013 e as vendas devem ficar para 2014.

[Por:Moto.com.br]

Apostando no sucesso alcançado pela mais recente geração da sua superbike, a Yamaha preferiu apostar em mudanças discretas, porém importantes, no modelo 2012 da YZF R1. A mais significativa foi a adoção de um sistema de controle de tração (TCS da nomenclatura em inglês), seguindo a tendência atual nas superesportivas. A marca dos diapasões anunciou também que a central eletrônica (ECU) foi calibrada para melhorar – ainda mais – o desempenho nas saídas de curvas e para proporcionar mais torque em baixas e médias rotações. A entrada de ar da carenagem foi redesenhada para diminuir o arrasto aerodinâmico e, segundo a marca, renovar um pouco modelo.

Equipada com um motor de quatro cilindros em linha de 998 cm³, a R1 conta com um diferenciado virabrequim “crossplane”, que permite a ignição de cada cilindro independentemente. A grande vantagem é que essa solução mecânica permite um controle muito maior por parte do piloto sobre o torque “despejado” na roda traseira. Logo em sua estreia no Campeonato Mundial de Superbike, essa geração da R1 foi campeã mundial com o americano Ben Spies em 2009.

Ainda mais controle
Para 2012, o sistema de controle de tração promete ainda mais domínio sobre o desempenho da R1. Desenvolvido com o know-how da Yamaha no Campeonato Mundial de MotoGP, o TCS traz seis níveis de controle de tração e ainda a opção de desligá-lo – um conceito que leva a Yamaha norte-americana a declarar que há sete níveis na nova R1, mas na verdade são seis mais o modo desligado.

O sistema monitora constantemente sensores nas rodas e quando qualquer derrapagem da roda traseira é detectada, o TCS alerta a central eletrônica. Que, por sua vez, ajusta de forma instantânea o ângulo de abertura do acelerador eletrônico, a injeção de combustível e o tempo de ignição, evitando que o piloto perca o controle da motocicleta – o popular “saiu de traseira”. Também por isso, o modelo 2012 traz uma nova central eletrônica, mais moderna.

Em conjunto com os três modos de pilotagem já existentes, que ajustam a entrega de potência, o piloto pode regular a nova Yamaha R1 de acordo com seu estilo, a superfície e as condições climáticas. Por exemplo, caso tenha de enfrentar uma serra sinuosa com piso molhado, pode-se selecionar a entrega de potência mais branda e controle de tração mais intrusivo para evitar acidentes.

Mas os benefícios do novo controle de tração aparecem mesmo nas pistas, encorajando os pilotos amadores e profissionais a acelerarem com mais ímpeto e mais cedo nas saídas de curva.

Apesar da bem vinda novidade, os fãs da superesportiva japonesa lamentam a falta de um sistema de freios ABS – como o que equipa suas concorrentes BMW S 1000 RR e Honda CBR 1000 RR, por exemplo.

Mudanças sutis
Os fãs que esperavam grandes alterações no visual vão se decepcionar, pois as mudanças no modelo 2012 da R1 são bem sutis, admite a própria Yamaha. A carenagem dianteira foi levemente redesenhada, dando um ar mais ameaçador à moto. Em comparação à versão atual, a parte inferior aos faróis dianteiros está “aberta” e as linhas estão mais angulosas. Além de dar uma renovada, bem leve, o novo desenho da carenagem promete diminuir o arrasto aerodinâmico.

Outras novidades são, literalmente, em detalhes. As pedaleiras têm novo desenho para facilitar a movimentação dos pés na pilotagem mais esportiva. A mesa de direção em alumínio ganhou linhas semelhantes à Yamaha M1, da MotoGP; e os dois escapamentos hexagonais receberam um novo revestimento.

No esquema de cores, uma boa notícia: a Yamaha introduziu no mercado europeu uma bela roupagem cinza fosco e um branco com detalhe em dourado, além da tradicional core azul e a série especial.

50 anos de Motovelocidade
A Yamaha vai lançar a YZF R1 2012 em uma série limitada nas cores comemorativas dos 50 anos da fábrica japonesa no Mundial de Motovelocidade. O lendário branco e vermelho vai vestir, além da esportiva de 1.000cc, os modelos YZF-R6, YZF-R125, FZ8, o scooter Aerox e a pequena TZR50. Para a R1 comemorativa serão produzidas apenas 2.000 unidades.

Fotos: Divulgação

Arthur Caldeira

[Por:Moto.com.br]

Desde o seu lançamento a Yamaha R1 conquista admiradores pelo mundo a fora. Campeã do Mundial de Superbike (WSBK) em 2009 com o norte-americano Ben Spies, a superesportiva da marca dos diapasões havia ganhado, naquele ano, o inovador virabrequim cross-plane, que proporcionou linearidade ao motor e mais controle ao piloto. Agora, para 2012, a Yamaha se rende a tecnologia e embarca no novo modelo da R1 o controle de tração (TCS). Com seis níveis, esta tecnologia é oriunda de anos de desenvolvimento nas pistas da MotoGP e, se o piloto quiser, pode ser desligada.

A tradicional cor azul permanece no modelo 2012 e nem poderia ser diferente

Com isso, a R1 disponibilizará ao piloto um maior controle sobre a moto, lembrando que o intuito final é sempre vencer o WSBK. Fora isso, a R1 também recebeu alterações no motor de quatro cilindros e 998 cm³, favorecendo as baixas e médias rotações. A ECU, eletrônica que mapeia o motor, tem novas curvas de configuração à disposição do piloto.

Nova cor branca também estará disponível no modelo 2012

E como uma motocicleta não vive só de desempenho, a Yamaha também resolveu mexer no design. Mudanças sutis, que podem passar despercebidas. A carenagem frontal é nova, embora não pareça. As pedaleiras, em alumínio fundido, também são inéditas no modelo 2012. E, por fim, os famosos “olhos” da R1 ganharam luzes em LED, dando um ar mais moderno ao consagrado projeto da Yamaha.

Classificada pela Yamaha como branco competição, esta série especial terá um número limitado de unidades

Além das inovações tecnológicas e mecânicas, o modelo 2012 da R1 terá uma série limitada (2.000 unidades) para comemorar os 50 anos de participação da marca em competições pelo mundo a fora. O interessado, além de comprar uma moto com coloração exclusiva, receberá um certificado de autenticidade e a revista da Yamaha “The Insider”, com as últimas notícias, entrevistas e informações sobre novos modelos.

(Por André Jordão)

[Por:Uol Motos]

campeonato Mundial de Motovelocidade

O piloto do campeonato Mundial de Motovelocidade, Jorge Lorenzo, confirmou que participará da edição 2010 do TT da Ilha de Man, junto com a lenda Angel Nieto.

A dupla pilotará a Yamaha R1 pelo lendário Mountain Circuit, para o TT Sênior no dia 11 de junho deste ano.

Lorenzo disse que será uma grande honra pilotar no trajeto do TT, enquanto que o várias vezes campeão Mundial, Nieto, adicionou que será uma experiência muito emocionante.

Numa ação similar a feita pelo nove vezes campeão Mundial, Valentino Rossi, no ano passado, a visita de Lorenzo foi organizada pelo parceiro de segurança oficial do TT, a Dainese.

“Estou muito feliz de ter a oportunidade de participar do TT deste ano e pilotar uma Yamaha R1 ao lado de Angel”, disse Lorenzo.

“Será uma grande honra para mim, porque este é uma das mais famosas e épicas corridas, que ainda mantém todo o significado real do motociclismo e os pilotos que andam aqui merecem o maior respeito. Mais ainda vou trazer minha experiência com o equipamento D-air® racing nas corridas da MotoGP, como um embaixador de segurança da Dainese”, completou.

[Por:Moto.com.br]

Rossi passeou na Ilha de Man

Uma das maiores lendas da MotoGP, Giacomo Agostini e o octocampeão Valentino Rossi, visitaram, neste fim de semana, a famosa pista do Tourist Trophy na Ilha de Man.

As duas estrelas italianas assistiram a uma corrida de Superbike e subiram ao pódio para premiar os três primeiros lugares, John McGuiness, Steve Plater e Guy Martin.

A segunda-feira entrou para a história, quando Rossi deu sua primeira volta no circuito junto com Agostini e com seguranças da pista. Ele subiu em sua Yamaha R1, colocou seu peculiar capacete, e experimentou a sensação de pilotar num circuito urbano. “Admiro muito os pilotos que estão competindo hoje. Sempre acompanhei o TT e assisti muitos DVDs, mas ver pessoalmente é outra coisa. O jeito que esses caras passam uns aos outros em alta velocidade é emocionante” disse o piloto da Yamaha em conversa com o fornecedor dos equipamentos de proteção, Dainese, que organizou a visita de Rossi.

Dainese realizou uma coletiva de imprensa sobre pilotagem segura na Ilha de Man, durante a qual Rossi falou sobre o D-Tec, um sistema de airbag que está sendo desenvolvido por ele.

Também presente na Ilha de Man estava a estrela britânica das 125cc, Bradley Smith, o líder da categoria mais baixa da MotoGP. Ele deu uma volta na pista de carro, um Jaguar pilotado pelo ex-TT Richard “Milky” Quayle.

[Por:Moto.com.br]


Ben Spies acha muito difícil repetir sua bela atuação — vitória dupla no Catar — na próxima etapa do Campeonato Mundial de Superbike. A série visita a Europa pela primeira vez neste ano, no circuito de Valência.

Spies confirmou o seu status de revelação ao conseguir duas poles, seguidas por duas vitórias, a bordo de sua Yamaha R1, no circuito até então desconhecido para o piloto.

No entanto, pensando em Valência, Spies acredita que será muito difícil repetir os resultados do Catar.

“Eu acho que vai ser mais difícil mostrar espetáculos como o que fizemos este fim de semana. Por outro lado, a equipe está fazendo um grande trabalho com a moto e se continuar melhorando, o meu trabalho fica muito mais fácil”, disse o americano.

“Espero que possamos ir para Valência e andar na frente novamente. Catar foi um bom fim de semana. Nem sempre vai ser assim, mas vamos nos esforçar muito para manter”, completou.

Ben Espies está dez pontos atrás de Noriyuki Haga no Campeonato Mundial de Superbike.

[Por:Moto.com.br]

UNO: uma “moto” com duas rodas paralelas

Apresentada no Salão Nacional de Motociclismo 2008, em Toronto, esta criação de Ben Gulak, chamou a atenção do público presente, mais adepto dos V-twin.

Com um aspecto futurista, um motor elétrico e duas rodas paralelas, esta “moto” chama a atenção por onde passa.

As carenagens são em fibra de vidro e o quadro foi adaptado de uma Yamaha R1, e o peso total do conjunto é de 54,4kg.

Ben Gulak teve a colaboração neste projeto de um especialista de robótica, Trevor Blackwell, que o ajudou no “setup” dos giroscópios.

A Uno conta com dois “giros”, um para o movimento para a frente e para trás, e outro para curvar.

Motos Uno

SEGWAY

O modo de operar esta moto é igual ao de um Segway, inclinando o corpo para a frente acelera-se, inclinado para trás a Uno freia.

[Fonte:Moto esporte.com.br]

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